A Umbra Rasa (Penumbra)

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Skull-Head (Crinos) - Pantaneiro

Mensagem por Skullhead em Ter Nov 07, 2017 8:04 pm

Skull-head consegue sair do cerco ao mesmo tempo que Pantaneiro, se afastando de vez dos espíritos da eletricidade. Ele faz um sinal para que Pantaneiro continuasse a correr para longe da orda de espíritos, de modo que pudessem continuar seu caminho.

OFFGAME: Último sucesso necessário alcançado!
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Narração - Skullhead | Pantaneiro

Mensagem por NarraDiva em Ter Nov 07, 2017 9:04 pm

A dupla consegue sair da armadilha elétrica que ia ser vítima. Tinham como seguir adiante mas ficar na umbra por muito tempo podia trazer novos riscos aos dois Garous...
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Re: A Umbra Rasa (Penumbra)

Mensagem por Yorick MacAlister em Qua Nov 08, 2017 1:42 pm

Pantaneiro nota que Skull-Head também consegue escapar do cerco dos espíritos e continua correndo lado a lado os dois. O Fianna sabia que havia se livrado do perigo, mas no entanto não demoraria para que novas ameaças aparecesse.

Diz para Camilo:

- Bora atravessar logo xômano, porque cê nóis ficar panguando aqui, já era!

Agora dependia do Theurge para fazer a travessia.
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Skull-Head (Crinos > Hominídeo) - Pantaneiro

Mensagem por Skullhead em Qua Nov 08, 2017 11:03 pm

Skull-head concorda com a cabeça diante da afirmação do Fianna. Ele pede para ele o acompanhar, já procurando um lugar onde pudesse fazer a travessia; um local mais reservado, que provavelmente não seria tão visado no mundo físico. Ele para e se concentra, olhando através da Película a fim de verificar as redondezas, se não havia a possibilidade de darem de cara com a polícia ou com qualquer outra pessoa.

Se tudo estivesse ok, ele efetuaria a travessia dos dois, depois de voltar a sua forma racial obviamente.


OFFGAME: Se tudo estiver ok, rolagem para travessia da Película.
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Re: A Umbra Rasa (Penumbra)

Mensagem por Yorick MacAlister em Qui Nov 09, 2017 9:10 am

No momento em que Camilo para, Pantaneiro também para e sutilmente coloca a mão no ombro do Theurge para facilitar a travessia e não perderem tempo.
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Narração - Skullhead | Pantaneiro

Mensagem por NarraDiva em Sex Nov 10, 2017 9:43 am

A dupla, em sua forma racial, sai da umbra.

Like a Star @ heaven Cena deve seguir em Ruas do Centro da Cidade.
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Re: A Umbra Rasa (Penumbra)

Mensagem por Victor Montenegro em Seg Dez 18, 2017 5:52 pm

Pela umbra, Victor percorre o caminho até as margens do rio.
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Narração - Justiça-do-Predador

Mensagem por NarraDiva em Seg Dez 18, 2017 7:13 pm

Victor consegue chegar ao rio onde haviam alguns espíritos da água. Nenhum deles parecia dar a mínima para a figura do Senhor das Sombras.
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Re: A Umbra Rasa (Penumbra)

Mensagem por Victor Montenegro em Seg Dez 18, 2017 9:38 pm

Victor se aproxima de forma respeitosa e fala na linguagem espiritual com os espíritos da água ali presentes:

- Nobres espíritos, sou Victor Montenegro, Justiça do Predador, nascido entre os homens, Fostern, Philodox dos Senhores das Sombras e venho pedir ajuda. Peço, humildemente, que um de vocês me acompanhe e aceite oferecer suas forças para servir esta seita, mais uma vez, emprestando o seu poder para que amuletos de cura possam ser criados. Rogo para que aceitem o meu pedido e ofereço o que resta de minha energia espiritual e um serviço em honra dos que puderem me ajudar. 
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EspíritoS da Água - Justiça-do-Predador

Mensagem por NarraDiva em Ter Dez 19, 2017 9:29 pm

Quando Victor chega perto do Rio, um número considerável de espíritos se aproxima. Eram 6 espíritos da água que eram gratos pela purificação da noite anterior e que viam o Filho de Avô Trovão com bons olhos. Eles provavelmente ajudariam de graça pela purificação, mas diante da abordagem do Philodox, se entreolham e o mais forte deles se aproxima e diz:

'- Águas ir. E pra cada água, Senhor das Sombras limpar e purificar um reduto das águas.'
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Narração - Justiça-do-Predador

Mensagem por NarraDiva em Ter Dez 19, 2017 9:44 pm

A Juíza emite um uivo poderoso que é escutado pelo Senhor das Sombras pouco depois dos espíritos aceitarem a oferta e passarem a tarefa ao Juiz:


'- Sussurros-Solitários vence o segundo desafio. Pantaneiro e Justiça-do-Predador, voltem ao ponto de desafios.'
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Re: A Umbra Rasa (Penumbra)

Mensagem por Victor Montenegro em Ter Dez 19, 2017 10:21 pm

- Maa..*Bastava um... eeee caralho.*

Victor sorri meio desconcertado, tanto de agradecimento quanto pela propria desgraça e então ouve o uivo da Juiza e começa a gargalhar.

*Ta beleza, Gaia. Ja entendi*

Victor faz um gesto com a cabeça para que os espiritos o sigam e corre até o local do desafio.

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Re: A Umbra Rasa (Penumbra)

Mensagem por Sussurros Solitários em Qua Dez 27, 2017 12:38 am

Forma atual: Crinos 

O lupino faz a travessia de maneira rápida e precisa. Tão logo chega no mundo espiritual o Uktena enxerga varias águias sobrevoando o local, além do totem do Caern, o Boitatá no centro do Clareira, aonde no mundo físico existe uma fogueira. 

O lupino rapidamente se põe a trabalhar e começa a conjurar um espírito da noite.

Off Game: Teste do ritual de conjuração para conjurar um espírito da noite.
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Sangue-dos-Quatro-Ventos (crinos) - Herança Ancestral, Tempestade-Glacial

Mensagem por Deganawida "Degan" Oneida em Qua Dez 27, 2017 4:10 am

Degan chega à Umbra brandindo seu machado e observa o ambiente à sua volta para enxergar inúmeros espíritos da águia sobrevoando a região.

A Águia é grande e poderosa, mas também é justa. Por muito tempo os Presas de Prata se sagraram grandes heróis da Nação, mas seu orgulho os consumiu, seu espírito se deteriorou e eles levaram morte à seus irmãos por mais de uma vez... Foi assim com nossos Puros e foi assim com nossos irmãos Bunyip, conforme as tradições. Que o Wendigo me dê a retidão para mostrar que este heroísmo falso não é digno da pureza das grandes águias nesta noite...

O Philodox aguarda as ordens de seus irmãos, atento à sua volta.
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Invocador | Herança-Ancestral | Tempestade-Glacial - Sussurros-Solitários | Sangue-dos-Quatro-Ventos

Mensagem por NarraDiva em Qua Dez 27, 2017 11:08 am

Invocador surge junto com o lupino na umbra. A dupla surge perto do trio dos Wendigos. Tempestade-Glacial olha para seus irmãos de tribo e comenta com eles, em tom austero:

'- Mantenham a vigília que eu vou conjurar o Esturjão e negociar com ele um pouco de Gnose para vocês dois.'

A Theurge começa o Rito de Conjuração ao mesmo tempo que o Lupino Uktena. Invocador, no entanto, olha para o Lupino e diz:

'- Os Wendigos podem atrapalhar nossos planos, vou parar eles.'

Tentáculos negros surgem no ar perto da conjuradora dos Wendigos. Eram 3 tentáculos, enredando-a e impedindo que seguisse com o ritual. A Theurge se debatia mas aparentemente não conseguia se soltar. Herança-Ancestral olha na direção da dupla de Uktena e brada:

'- Parem com isso! O que vocês estão fazendo?! Não somos seus inimigos'

A conjuração do Lupino parecia ter sido bem sucedida (2 sucessos), o espírito da noite não tardaria a aparecer se ele mantivesse o processo ritualístico. Todos notam uma imensa tempestade se formando na Umbra. Alguém havia a convocado. Boitatá parecia cada vez mais nervoso...
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Re: A Umbra Rasa (Penumbra)

Mensagem por Sussurros Solitários em Qua Dez 27, 2017 6:29 pm

Forma Atual: Crinos

O Lupino está começando o seu ritual de conjuração quando 3 Wendigos aparecem também na Umbra. Rapidamente Invocador-do-Abismo ataca os garous com tentáculos negros, sem pestanejar o lupino interrompe seu ritual e dá 2 socos na nuca do outro Uktena, o primeiro o derruba no chão e o segundo o desmaia, tudo isso com a velocidade sobre natural da fúria garou. 


"- Macaco Burro, Irmão mais novo é aliado!" Fala o lobo enquanto pega o corpo desmaiado do Uktena pelo pé e o coloca por cima do ombro sem nenhum cuidado como se fosse um saco de batatas. 


"- Peço desculpas pelo Macaco Burro! Nós vamos tentar impedir que os espíritos intercedam nessa caçada a não ser pela cura de nossos irmãos e vocês?"
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Sangue-dos-Quatro-Ventos (crinos) - Herança Ancestral, Tempestade Glacial, Sussurros Solitários

Mensagem por Deganawida "Degan" Oneida em Qua Dez 27, 2017 8:08 pm

Deganawida chega à Umbra e tenta se manter atento às redondezas enquanto seu irmão do Aro Sagrado conjura o esturjão, o peixe ancestral cujas ovas alimentam os povos puros durante os longos invernos, trazendo-lhes a longevidade.

É então que brotam inúmeros tentáculos do ar, agarrando Tempestade Glacial, conjurados por Invocador-do-Abismo.

" - Tempestade Glacial!"

Degan percebendo o caráter esfumaçado dos tentáculos, puxa em vão o Theurge, até que os apêndices sombrios desaparecem, como que evaporados. Ele olha para o Uktena e o vê caído, ao seu lado, outro dos Irmãos Mais Velhos, se desculpando.

A primeira coisa que Degan faz, depois de ajudar o Theurge a se erguer é agradecer ao jovem Garou, com uma saudação típica dos povos nativos, erguendo o braço.

" - Obrigado, Irmão..."

Degan então, se aproximando de Herança Ancestral, continua:

" - Eu, Sangue-dos-Quatro-Ventos e Herança Ancestral somos Meia Luas, Tempestade Glacial é Lua Crescente. Viemos para a mesma missão que você, Irmão Mais Velho."

Ele observa o corpo de Invocador-do-Abismo por um instante.

Tsc, Lupinos realmente são ótimos juízes de caráter. Isso explica a raiva de Rugido-das-Almas-Guerreiras desse cara...
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Re: A Umbra Rasa (Penumbra)

Mensagem por Sussurros Solitários em Qua Dez 27, 2017 8:22 pm

Forma atual: Crinos

O lupino observa e cheira os três Wendigos antes de falar:

“- Eu sou Sussurros-Solitários, Lobo lua crescente, Cliath dos Uktena. Vamos nos unir? Algum de vocês meia-lua sabe o Chamado do Dever?”

*Talves eu possa correr com os irmãos mais novos e ainda assim fazer a missão. Mas só de desmaiar esse macaco safado já valeu a noite.*
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Sangue-dos-Quatro-Ventos - Herança Ancestral, Tempestade Glacial, Sussurros Solitários

Mensagem por Deganawida "Degan" Oneida em Qua Dez 27, 2017 9:28 pm

Hehehe, isso confirma mais uma vez o que disse: os Lupinos são os melhores juízes de caráter...

Deganawida parece estar mais tranquilo depois da fala do Lupino dos Uktena. Ele observa seus aliados, guardando suas reações e responde ao Theurge:

" - Herança Ancestral o conhece... Mas, infelizmente, nós estamos sem Gnose. Tempestade Glacial ia conjurar o Esturjão para que nos cedesse um pouco de energia espiritual..."

Ele olha para o Theurge dos Wendigo e dele para o lobo, já que os irmãos de augúrio trabalhariam juntos e termina:

" - Creio que seja esta a vontade de Gaia, em meio a toda a desunião que cerca os estrangeiros. Os Puros devem correr juntos novamente."

Dizendo isso, ele lança um olhar de cumplicidade a todos os seus irmãos, aguardando as ordens.
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Re: A Umbra Rasa (Penumbra)

Mensagem por Sussurros Solitários em Qua Dez 27, 2017 9:40 pm

Forma atual: Crinos

O lupino fica feliz com a atitude do Wendigo e com a resposta afirmativa sobre o dom.

“- Eu ajudo irmã, vamos conjurar o Esturjão e resolver logo isso. No se comendo pode pedir que os espíritos apenas curem os feridos!” Fala o lobo para o meia lua com o dom.
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Narração - Sangue-dos-Quatro-Ventos | Sussurros-Solitários

Mensagem por NarraDiva em Qui Dez 28, 2017 9:07 am

Uma enorme quantidade de avatares de Avô Trovão chega na Penumbra do Caern junto com uma infinidade de Espíritos da Tempestade. O primeiro raio já atinge em cheio Tempestade-Glacial, que cai desmaiada e bastante ferida. Ventos fortes sopram na Penumbra. Algo grandioso estava acontecendo e os filhos das tribos puras estavam exatamente no olho do furacão. Herança-Ancestral comenta com Sangue-dos-Quatro-Ventos e Sussurros-Solitários:

'- O que significa isso? Nós temos que sair da...'

Antes que terminasse de falar, um raio também atinge o Philodox que, tal qual seu irmão de tribo, cai desmaiado e deixa Sussurros-Solitários e Sangue-dos-Quatro-Ventos sozinhos no meio do furacão.
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Deganawida (crinos) - Sussurros Solitários, Herança Ancestral, Tempestade Glacial

Mensagem por Deganawida "Degan" Oneida em Qui Dez 28, 2017 4:49 pm

De súbito, a tormenta se forma, e estampidos trovejantes se fazem ouvir... A nuvem espiritual e vários espíritos do Avô Trovão se revelam na Umbra. Sua presença parece incomodar o Boitatá.

Tsc, Senhores das Sombras... Me lembrarei disso.

Dois relâmpagos acertam os dois irmãos de Degan antes que tenham chance de invocar qualquer espírito ou usar dons. O Philodox que havia sobrado se sobressalta e sua expressão é um misto de raiva e preocupação, pelos Puros e pelo destino de todo o Caern.

Sangue-dos-Quatro-Ventos trata de acomodar seus dois irmãos da melhor forma que pode em seus ombros. Observando o movimento dos espíritos, ele nota que o enxame de espíritos trovão ia direto até o totem da Seita, que se irritava profundamente.

O que será de nós?

" - Irmão, eles se dirigem ao Boitatá... Um embate deve ocorrer. Mas se sairmos do centro do furacão os ventos da tempestade vão nos arremessar para os limites da Umbra. Não sei se teremos como fazer nada além de assistir..."

Tsc, malditos Senhores das Sombras. Que eu seja testemunha de como vocês usam os espíritos dos ventos e que o Grande Wendigo e Katanka-Sonnak, Aquele que o Vento Cavalga, vejam através de mim...

Degan não sabe o que fazer. Sua esperança seria alguma ideia de seu irmão Lua Crescente.
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Narração - Sussurros-Solitários | Sangue-dos-Quatro-Ventos

Mensagem por NarraDiva em Qui Dez 28, 2017 5:10 pm

Por instinto o lobo olha na direção de Boitatá. E o que tanto ele, quanto o juiz enxergam é uma cena de uma beleza incrível, mas de um terror imenso. O Totem da Seita se agigantava. Parecia mais forte, mais inflado e se debatia em fúria, aos berros. Uma infinidade de avatares de Avô Trovão, Typhon e Corvos da Tempestade (os primeiros, menos numerosos e os últimos mais numerosos) avançavam na direção do Totem da Seita lançando raios, mas sem acerta-los. A cada impacto atrás do totem, um brilho intenso que cegava a dupla acompanhado de um estrondo imenso que ensurdecia aos dois. Era mais uma cena apocalíptica naquela noite no Caern.










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Re: A Umbra Rasa (Penumbra)

Mensagem por Sussurros Solitários em Qui Dez 28, 2017 6:35 pm

Forma atual: Crinos

Quando finalmente tudo parece que irá se resolver e com a ajuda dos Wendigos o lupino conseguirá a neutralidade dos Espíritos algo inimaginável acontece. 

O próprio avô trovão, juntamente com toda com sua ninhada das tempestades vem até o Caern e começa a disparar uma infinidade de raios na maior tempestade jamais vista naquele Caern. 

Sem tempo para entender nada o lupino tenta falar para eles fugirem dali, mas antes que consiga abrir a boca dois raios fulminantes acertam em cheio 2 dos Wendigos, deixando apenas ele e Sangue-dos-Quatro-Ventos em pé. 

O Wendigo alerta sobre os perigos de ficarem ali e sobre vontade de Gaia que os puros corram juntos novamente, o lobo olha para ele e acena em positivo, mas antes que consiga falar algo ele parece enxergar algo escondido entre o corpo serpentinoso do Boitatá e o Wendigo pode notar a sua expressão de puro pavor e descrença, ele vira para seu companheiro:

"- Proteja os caídos, eu vou tentar resolver isso!" Grita em meio aos sons da tempestade.

*Ou vou morrer tentando...* Pensa consigo mesmo. 

Jamais pensou em sua curta existência que teria um motivo forte o suficiente para fazer o estava prestes a fazer. O Garou caminha em direção ao Boitatá com lágrimas nos olhos e  cantando na língua dos espíritos. Um cântico tão antigo quanto os primeiros dos garous que chegaram nas terras puras e cravando com suas garras vários glifos em seu corpo, usando a si mesmo, corpo, sangue e alma como base e oferenda para este ritual.


"-Espírito Antigo eu suplico que atenda ao meu chamado! Ajude-nos em nossa hora mais difícil e se eu o tiver chamado em vão, estou disposto a pagar com a minha vida!"


OFF GAME: Cena continua na próxima ronda!
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Uktena - Sussurros-Solitários

Mensagem por NarraDiva em Qui Dez 28, 2017 7:39 pm

Era uma conjuração ousada, e o Uktena sabia disso. Sussurros-Solitários chamava o próprio Incarna de sua tribo, o patrono de todos e soberano da ninhada à qual Boitatá fazia parte. Em algum tempo, o próprio Uktena se manifesta diante de Sussurros-Solitários. Era muito maior que os dois Garous e que a maioria do espíritos ali. Uktena olha para o Lupino, olha na direção de inúmeros avatares de Avô Trovão, olha para o Boitatá e pergunta, na língua dos espíritos:

'- Porque me trouxe aqui?'

Os raios de Avô Trovão e sua tropa seguiam sendo disparados na direção de Boitatá, mas sem jamais acertar ao totem. O lupino, no entanto, começa a sentir uma energia muito estranha emanando de onde o Boitatá estava. As visões nos clarões dos raios seguiam e o Lupino podia ter uma visão mais ampla de toda aquela situação.


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