As Ruas da Zona Norte

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Re: As Ruas da Zona Norte

Mensagem por Hagen Bernhardt em Ter Maio 01, 2018 12:09 pm

Hagen esboça uma leve mudança em seus lábios o que parecia ser um sorriso, o Fenrir tinha caído em batalha o que na sua cabeça demandava a necessidade de mais treinos e melhorar sua ofensiva e defensiva, não levara o comentário da Erin mas dos fiannas fora a que mais tivera afeição dos três dali, não era firulenta como Rob e não abandonara a batalha como Henry.

' - Esse é o espírito, gostei da sua bravura. '

Hagen fecha novamente o semblante.
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Re: As Ruas da Zona Norte

Mensagem por Erin Johannes em Ter Maio 01, 2018 12:33 pm

O ruivo estava ali, do lado de Erin, e se ajudá-lo a se limpar o faria vestir as calças mais rápido, era o que iria fazer. Pegou a gaze e o álcool, começou a limpar as costas dele e enquanto fazia o serviço, afirmou:

- "Acho que a ideia de ouvir o que nossos anfitriões têm a dizer no Caern é primordial. Mas também precisamos definir se um de nós quatro vai falar por todos - olhando para os demais galliard - ou se todos vão falar e, principalmente... O que vão falar. Precisamos manter o sigilo pedido pelo ancião e pelo Guardião-Ancestral, não podemos esquecer disso", comentou Erin.
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Re: As Ruas da Zona Norte

Mensagem por Hagen Bernhardt em Ter Maio 01, 2018 12:46 pm

Hagen olha para os dois presas de prata e pensa o quanto isso seria bom ou ruim sobre sigilo. O porque estavam sendo caçados e porque tanto sigilo ecoava em sua mente a questão, não sabia se poderia confiar nos dois garous, mas esperaria e observaria, teria que ver com a sua nova matilha talvez teria algum garou sábio e detentor da verdade, seria algo que não teria um veredicto de uma hora para a outra, presas de prata eram os loucos reis da nação, os fiannas não faziam um bom trabalho no RJ, Hagen pensa que deveria ser cauteloso, esses joguetes políticos eram demasiadamente perigosos e presente dentro da nação.

Sobre quem narraria oa fatos, se Hagen fosse galliard gostaria de falar e fazer seu papel de augúrio. Mas esse problema não era dele.
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Mensagem por Espírito Tranquilo em Ter Maio 01, 2018 1:12 pm

Sorri brevemente ao ver os dois acordarem, especialmente com a garou que sussurrava uma canção de ninar segundos antes de despertar. Depois passa os olhos sobre Alef, Henry e de volta aos feridos, ignorando olhar para Rob.
 Logo chega o garou da farmácia com o básico para curativo e umas roupas para Rob. O albino abaixa a cabeça rindo baixo com o Pikachu na camiseta.
 Vê os garous pegarem um pouco do material de gaze e álcool para limpeza. E ele pega um pouco para fazer higienização correta e é curativo no ferimento dos machucados. Fechando um pouco a cara para Siggy que começará ali a mexer muito e trocar de roupa.
 
 "- Devagar... Você ainda está ferida..."

 Logo vai ouvindo sobre os galliards dividirem apresentações e relatos. Junto de Erin falando dele fazer constrição ali. Encolhendo os ombros e baixando a cabeça. Pega um pouco de gaze bebida em álcool e segue para ajudar a limpar as costas do Fianna barba ruiva, o ouvindo tagarelar sobre a questão do ostracismo do garou cheio de raça pura do lado do garou cheio de fúria, fechando um pouco a cara.
 
 *Sirva os seus... É o que impuros fazem na seita... E assim te ouvirão... E aparentemente esse Fianna não sabe que algumas coisas não se fala...*


 "- É... E-escutem... Primeiro aos nossos... Ajudantes... S-sou Allen Norson, Espírito-Trabquilo, Filho de Gaia, theurge, cliath e impuro. Vindo de uma pequena seita e centro de recuperação de fauna silvestre do Reino Unido" - não tinha ali nada a acrescentar sobre antepassados - "Percebi que não falam a língua dos espíritos, então é melhor que eu conte a vocês o ocorrido se pretendem fazer o relato de todos... Não será bonito... Segundo é bom que decidam bem o que contar para não ter falhas em relação ao que não sabemos o nome é seu amigo... Terceiro, se integrarmos a seita teremos que considerar o ostracismo, é parte... Você pode e deve ajudar quem te ajudou, é nobre... Mas, declarar isso abertamente na seita só lhe trará problemas e problemas a ele também..."
 
 Indica Alef num aceno, aproveitando para o olhar um momento, de forma preocupada.

 "- Quanto ao Henry, ele fez o que pediram, tentou me proteger e achou rota de fuga... E-eu que, recusei... E a arma pode servir de prova para o relato de vocês..."

 Fecha ali a boca terminando a limpeza. Já tinha falado de mais. Mas ainda precisava contar a situação com os espíritos. É era importante ali ouvir e entender um pouco a situação dali pelos garous que dirigiam o furgão. Mas havia um pouco de dúvida em si se poderia confiar em tudo que diriam.


 *Gaia me ajude...*
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Re: As Ruas da Zona Norte

Mensagem por Hagen Bernhardt em Ter Maio 01, 2018 1:29 pm

Hagen olha para o impuro e direto em sua fala ao mesmo tempo frio, pede:

' - Por favor, continue falando da parte espiritual, o que tem a dizer? '
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Re: As Ruas da Zona Norte

Mensagem por Convidado em Ter Maio 01, 2018 1:48 pm

Siggy novamente olhou para o Theurge, dessa vez prestando atenção ao seu corpo e satisfeita ao não notar nenhum ferimento.

"Espírito está ileso, então poderia dizer que fez um bom trabalho. Mas buscar a saída durante um embate... Bem, cada um com suas escolhas."

Erin e Hagen continuam a conversar, até que Rob lhe entrega o que desejava e começa mais um de seus longos monólogos. Enquanto usa o álcool para molhar a gaze e começar uma metódica limpeza do sangue em seu corpo, Siggy presta atenção nas palavras de Uivo, surpresa ao escutar falar sobre o ritual de ostracismo.

"Por Gaia, em que tipo de buraco viemos nos meter?"

Em Guarda, onde morava, as coisas eram mais simples... Talvez por ser uma cidade pouco populosa e próximo ao principal parque natural do país, não que os países ibéricos fossem lá um paraíso, mas a primeira vista pareciam bem mais organizados e menos problemáticos.

"Talvez por isso Nichola tenha vindo para cá, afinal..." Matutou quase perdida em seus pensamentos, a ponto de escutar tarde demais o pedido de Rob e ver outros se candidatarem. Outra dúvida era como apresentar o relato da noite, algo que o Modi Fenris tinha dado uma péssima ideia.

-"Quatro relatos Skalds, quatros histórias com nuances completamente diferentes." - Siggy largou satisfeita a gaze e se contorceu para tirar a calça jeans, ignorando a reprovação Theurgica sobre a velocidade de movimentação. -"Eu não pude observar tudo. Uivo Flamejante é muito empolgado, propenso a devaneios. Vocês dois participaram e viram  tudo a uma distância estratégica, a escolha deveria estar entre vocês." - Concluiu, referindo-se aos outros dois Galliards.

Siggy joga a calça sobre a camisa suja, e abre a mochila a procura da camisa e bermuda limpas que ali haviam.

-"Espírito Tranquilo, acredito que tenha feito o melhor diante da situação em que estava. Relate sem preocupação ou medo de reprovação o acontecido..."

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Re: As Ruas da Zona Norte

Mensagem por Convidado em Ter Maio 01, 2018 2:14 pm

Assim que Pata Dourada e Espirito Tranquilo terminaram de esfregar as costas do ruivo. ele olha para os dois e fala:
-Obrigado!

Em seguida ele veste o calção e levanta a blusa mostrando a estampa do pikachu. Sério iso?

-Acho que combinaria mais se fosse o charmander. - comenta tentando quebrar o gelo com todos ali.

*Realmente para Rob os dois presas de prata ali eram seus iguais, lelo menos até ser aceito pela seita. E o Ostracismo não era algo tão absmado assim até era um rito comum, mas relegar um garou sozinho em uma guerra era pedir para que ele voltasse para o seio de Gaia. Tinha muita coisa errada ali. Suas suspeitas só cresciam e via como os Garous dali estavam perdendo a guerra, era quase um cavalo de tróia. A guerra estava acontecendo de alguma forma dentro da seita, e fora dela.* Dois fronts de batalha e em quem realmente posso confiar? *  Ele sabe da resposta, pois o sangue sempre fala mais forte. Ao terminar de vestir a blusa comenta.

-Temos que ter mais informações e se eles disseram que nossas vidas correm risco só por ter lutado ao lado dele, é por que eles têm inimigos de dentro da seita que querem suas cabeças, somente assim vejo um pouco de lógica nisso tudo. E sobre quem deveria narrar os acontecidos? Isso não importa pois cada um vê os fatos de forma diferente, mas a unica certeza que tenho é que esses fatos devam unir a seita para que enxerguem o inimigo real. Siggy eu não brinco com com coisa séria e talvez eu seja o melhor orador presente, isso eu prometo como prometi que ninguém iria morrer. E aqui não estamos falando de um simples fato, temos que usar essa história para ajudar os garous e esta seita , como disse falo melhor do que luto e eu sozinho derrubei o dobro que os dois crias, não falo isso pra me exibir e sim por que sei que palavras podem ferir mais do que arma, e devaneios só quem os têm são os loucos. - Rob fala com um peso que faria Siggy sentir que estaria ali carregando uma tonelada nas costas, e mostraria para os outros que ele pode ser amigável ou realmente implacável quando quisesse bastava escolherem que Rob eles queriam.


Última edição por Rob, Uivo Flamejante em Ter Maio 01, 2018 2:40 pm, editado 2 vez(es)

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Mensagem por Espírito Tranquilo em Ter Maio 01, 2018 2:21 pm

O olhar e fala de Hagen faz o impuro encolher mais os ombros e quase se esconder atras do Fianna que ajudava a se limpar. O usando como escudo. Logo Siggy entra dando apoio. Mas ele se sente ali incomodado em ser foco de atenção. Sem encarar ninguém, suspirando ele inicia o relato.
 
 "- E-eu, chamei o rato, animal urbano, seria útil ali, ele me informou dos 90 vampiros no aeroporto, e pedi que ele seguisse os caminhões para saber onde iriam já que ele disse que não poderia circular a área do aeroporto pelo excesso de mortes inclusive dos seus, então talvez mais tarde, amanhã tenha informações onde levaram tudo, ou aproximações, não é todo lugar que o rato pode entrar e vampiros tem proteções também. Só não sei se terei como informar os senhores Presas de Prata aqui... Mas a seita será informada e agirão sobre isso, então talvez seja bom ficarem longe disso...  Pagarei o acordo com o espirito-rato ofertando comida a seus filhos... E-então... eu ouvi gritos, precisava fazer algo, neguei a ajuda de Henry. Decidi chamar um inimigo dos vampiros, um solaris, pedi ajuda a Helios... Mas o espírito demorava, provavelmente por eu ser fraco, eu continuava a ouvi gritos de vocês. Não fui paciente, nem dedicado, nem sabio, n-nem honrado... Fui checar vocês na sala, vi os caídos e queria curá-los... O espírito chegou sem ser recebido por mim... Em sua raiva, incendiou o local, consegui conter maior parte dos danos, mas... Helios irá jogar sua ira sobre mim, por falta de honra... Isso recairá também sobre a matilha que eu estiver... No fim, não fui de ajuda e só atrapalhei mais garous... É-é, eu preciso ao chegar ao caern, fazer ritual de constrição a Helios, e ser julgado por falta de honra com espírito elevado, colocar outros garous em risco, no caso vocês por causa do incêndio, além de fazer com que perdessem seus pertences, e contribuir com a destruição de um local que provavelmente era protegido por outra matilha... Tenho uma dívida com Helios, com a seita, com vocês todos aqui e com a matilha responsável pelo local..."

 Termina ali o relato, sem olhar para ninguém, mantendo os olhos presos no chão, se tivesse em forma lupina certeza que teria orelhas baixas e rabo entre as pernas. Apenas por um instante se arrisca em olhar Alef, o motorista do furgão. Nem a piada do fianna barbudo o fez reagir ali de forma positiva.


 "- Eu compreendo caso queira que eu desça do furgão e siga andando..."

 Resignado e tenso esperar ali.
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Re: As Ruas da Zona Norte

Mensagem por Convidado em Ter Maio 01, 2018 2:31 pm

-"Por Gaia, Espírito Tranquilo, levante esse olhar, ninguém vai te expulsar daqui." - Seu tom era neutro, não era ríspido ou frio como o de Hagen, mas também não tão caloroso como poderia ter sido, pois ainda não se sentia completamente a vontade ali. -"Como disse, sem julgamentos sobre o acontecido. E também sem complacência. Não tínhamos uma liderança dando direções, e você provavelmente não passou por muitos combates, por isso a ansiedade de estar em todos os lugares. O que aconteceu já é passado, foque em resolvê-lo o mais rápido possível para não atrapalhar sua matilha, mas não se penalize."

Após isso, a Skald franze a fronte enquanto responde Rob: -" Você não sabe se é o melhor orador entre nós. Mas está claro que é o mais entusiasmado. Precisamos de objetividade e precisão em nosso relato, já que precisamos ocultar fatos, o melhor é não darmos margem a muitos questionamentos." - Após uma breve pausa, complementa: -"Não questiono sua proeza em batalha, ou sua habilidade com as palavras, mas essa missão não é para você. Você é expansivo como o Sol, Uivo Flamejante, precisamos de algo mais clínico no momento."


Última edição por Swift-Claws-of-Sif em Ter Maio 01, 2018 2:46 pm, editado 1 vez(es)

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Re: As Ruas da Zona Norte

Mensagem por Hagen Bernhardt em Ter Maio 01, 2018 2:35 pm

Hagen escuta os garous atentamente e logo em sua mente vem a primeira questão.

" Que diabos é pikachu ou charmander? Devem ser espíritos da wyld."

Hagen não se importava muito com  quem iria relatar desde que demonstrasse o ocorrido, não iria se intrometer na decisão dos Skalds, mas sabia que a voz do relato teria papel importante e chegaria com uma boa visão sobre si.

O nórdico escuta atentamente as palavras do impuro, seu relato e fala para o mesmo sem desmonstrar qualqher alteração em sua frieza.

' - Allen, independente do augúrio seja Rotagar ou Modi, Skald ou Godi, todo garou precisa de treino. Minhas irmãs são duas respeitáveis garous do seu augúrio e elas treinam muito para serem as melhores Feiticeiras espirituais. Não desista, foi sábio em chamar o espírito rato e faltou treino para chamar o outro espírito, foi corajoso em não se afastar do campo de batalha. '

Hagen passava um olhar confiante e ao mesmo tempo paternal. Não iria julgar o fianna Henry, não era seu augúrio mas era o garou menos considerado na visão do fenrir.

' - Peço que quando tiver mais informações com o espírito rato que compartilhe comigo, mesmo que por ventura e destino não corrermos juntos na mesma matilha.

Hagen olhava firme e apenas aconselhava treino ao jovem theurge.
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Re: As Ruas da Zona Norte

Mensagem por Erin Johannes em Ter Maio 01, 2018 2:52 pm

Ao ouvir o agradecimento de Rob, Erin faz um aceno positivo com a cabeça, mas seu rosto logo se contorce com a fala do ruivo. *E quem deu a ele o título de 'melhor orador'?*, pensou.

- "Rob, meu irmão Fianna, você fala bem, mas temo que suas palavras efusivas possam enredá-lo mais do que ajudá-lo no relato. No entanto, se realmente fizer questão, ficarei à vontade de vê-lo falar", afirmou.

Ouvindo a fala do Theurge, colocou a mão sobre seu ombro e, com ternura, lhe falou:

- "Até agora não tinha compreendido a nobreza de seus atos, mas agora que você falou um pouco mais a respeito, fico feliz que esteja bem. Lidar com espíritos requer uma habilidade muito específica e contribui também na batalha. Não fosse pela sua atuação, o rato não revelaria a localização dos vampiros. Você pode não ter tido a mesma sorte com Helios, mas a sua contribuição já foi de grande valia com o rato. Um herói se distingue pela honradez de seus atos e atitude em ajudar aos seus. E isso você demonstrou nessa noite", disse.
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Re: As Ruas da Zona Norte

Mensagem por Convidado em Ter Maio 01, 2018 3:03 pm

Rob olha para o pequeno Theurge e passa a mão na cabeça dele como se ele fosse o cara.

-Sobre o melhor orador essa não é a hora, mas depois que tudo isso passar fico lisonjeado em vencê-los em uma disputa sobre oratória ou contar historias, só dizer o dia e o local. E depois beberíamos rindo de nossas disputa. E o renome será dado a todos, mas como não tenho uma matilha a minha voz só fala por mim. - ele diz com a intenção de não ofender ninguém, ora estava ali para ajudar a todos, mas que Galliard daria sua voz ao outro? Talvez eles ainda estejam aturdidos com tudo que aconteceu.

-Então me diga, Erin, qual história iremos contar aqui? Acho que não cabe nós a decidir isso. E sim ao ancião que salvou nossas vidas. Por isso é hora de escutar.


Última edição por Rob, Uivo Flamejante em Ter Maio 01, 2018 3:08 pm, editado 1 vez(es)

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Re: As Ruas da Zona Norte

Mensagem por Hagen Bernhardt em Ter Maio 01, 2018 3:07 pm

Hagen se atenta as palavras de Rob que ficaram despercebidas pelo garou ao se manisfestar interessado em o que o espírito rato poderia revelar sobre os vampiros, Hagen era interessado nesse ponto.

Mas vem a tona um porém. Rob era exacerbado e isso poderia ser ruim ao chegar a assembléia, o exagero era punido e se o garou era firulento na batalha, imagina o que poderia causar logo na chegada e seus relatos, poderia ser preocupante.

O fenrir franze o cenho, pensa taciturno.

" preciso melhorar meus treinos, fenrir deve estar rosnando por escutar que um filho do cervo matou mais que seu filho. Tenho que me aprimorar..."

Hagen olha aquele embate e como não tinham alfa ali, o autoritarismo não funcionaria e nem mesmo a força, quem sabe Então a democracia...

' - não possuimos um orador, contudo, será escolhido um para relatar, acho que podemos fazer uma votação já que há um impasse aqui, voto na Erin para relatar o ocorrido, ela participou de toda a ação e Henry deve relatar o que viu no lado de fora, já que esteve sozinho.'

Hagen olha sério para o impuro esperando seu voto e sua frieza em querer resolver a situação era evidente, estava preocupado com a língua exagerada de Rob, achava a Erin mais direta, talvez fosse sua ascendência sueca.
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Re: As Ruas da Zona Norte

Mensagem por Convidado em Ter Maio 01, 2018 3:22 pm

Siggy respira fundo e range os dentes enquanto, finalmente, veste uma roupa limpa.

-"Não existe nenhuma disputa, Fianna. Nem tem porque haver, mas se achar necessário..."

"E que perda de tempo seria."

-"Erin." - Responde ao Modi imediatamente.

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Mensagem por Espírito Tranquilo em Ter Maio 01, 2018 5:46 pm

Ele se sentia confuso ali, e isso ficava um tanto quanto estampado na cara.

 *Fenris e Fiannas sendo complacente com um impuro e que fez coisas erradas? Isso está errado...*

 Suspira ali, ainda sem olhar para cima mesmo com as palavras de Siggy, mas abre um breve sorriso frente ao apoio recebido e toque gentil da Fianna.

 - E-eu não... Não se trata de... - respira ali - Apenas relatei o que houve, a seita e vocês serão avisados assim que tiver informações do rato. A seita decidirá o rumo a tomar. Comuniquei aos galliard o que sei para seu relato. A questão do julgamento pelos meus atos dentro seita, é apenas constatação de fatos que já adianto, é o certo a ser feito. Deixemos que um philodox exerça sua função no momento... 

 Da outra olhada meio insegura para Alef, enquanto os galliards tentam decidir, enquanto discutem nas entrelinhas seus méritos, quem deles relataria os ocorridos. o Fenrir grandão dá sua opinião e logo olha ao albino esperando dele um posicionamento. O que o faz engolir em seco ali. Ele não pretendia se manifestar sobre, mas se vê agora compelido a fazer.


 "-Não é de meu augúrio tomar tal decisão, mas o mais satisfatório e completo seria que todos os galliards dividissem a função, como já foi sugerido, cada um com seu ponto de vista complementar... Apenas seria bom que nesse tempo em que terão uma refeição, tomem suas providências e façam seus acordos e concordâncias em narrativa... Mas todos aqui devem ser informados... E creio que eu deva de qualquer forma responder a alguma perguntas, sendo o theurge e único que fala com espíritos... Dom que aconselho que busquem aprender com suas tribos, é de grande utilidade..." 

 Termina ali falando de forma diplomática como é de se esperar de um filho de Gaia
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Re: As Ruas da Zona Norte

Mensagem por Erin Johannes em Ter Maio 01, 2018 5:58 pm

Não havia muita sujeira em Erin, exceto pelo cheiro de fumaça nos longos cabelos e pela fuligem que se agarrara em seu suor, dando um tom escurecido à sua branca pele. As roupas estavam em ordem, passando um paninho aqui e ali, tudo ficaria apresentável. Já estava arrumando seus cabelos em um rabo de cavalo e limpando seus braços e pescoço com álcool quando ouviu os Fenrir discutirem com o ruivo sobre quem deveria relatar o quê. Seu nome parecia forte na disputa. Resolveu se pronunciar.

- "Dentre todos, por oferecer o relato mais objetivo e fidedigno aos fatos, observando a difícil situação em que nos encontramos, acredito que estou qualificada para tal. Já chegamos no olho do furacão em um ataque de vampiros, no território de uma matilha que não conhecemos, acompanhados de Garou que foram fadados ao ostracismo e não podemos ser traídos por nossas próprias palavras. Vamos ser razoáveis nisso", sentenciou.
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Re: As Ruas da Zona Norte

Mensagem por Hagen Bernhardt em Ter Maio 01, 2018 6:13 pm

Hagen olha para Allen bem sério, não curtia muito os que ficavam em cima do muro e a ideia ds divisão o próprio fenrir a tivera antes.

' - Jâ dei essa ideia de divisão da narração e foi rechaçada pelos próprios Skalds, Espirito-tranquilo escolha um nome. '

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Re: As Ruas da Zona Norte

Mensagem por Henry Donnelly em Ter Maio 01, 2018 7:59 pm


* Ainda bem que esses Presas de Prata não perceberam nada. O que está no volante disse que se chama Alef Campbell. Campbell? Já ouvi esse nome antes... onde foi? Lembrei! São de uma família de Presas de Prata, da Casa Uivo Austero. Preciso conversar com ele depois.*

Sentado em um dos cantos do furgão, Henry começa a ponderar as coisas enquanto eles são levados ao seu destino.

* Devia ter feito mais pelo grupo. Me preocupar em apenas chegar vivo a seita, não tinha que ter sido a minha prioridade.* encarando os Fenris * Pelos olhares que os Fenris me lançam, possivelmente, estão desconfiados de minha coragem. Mas isso não me importa. Do jeito que essa cidade é, logo poderei comprovar que sou tão digno quanto eles.*

* Dentre os Galliards aqui presente, acho que Pata Dourada e Uivo-Flamejante poderiam muito bem narrar o ocorrido. Ambos estiveram nas duas frentes de ação do aeroporto. Enquanto Uivo-Flamejante se uniu ao Ahroun Fenris de um lado, combatendo os vampiros que estavam indo em direção ao setor de bagagem, Pata Dourada e a Galliard Fenris lutaram contra os vampiros no saguão. Ambos, derrubaram seus inimigos e ainda salvaram seus companheiros de batalha.*

"- Acho que não devemos dividir a narrativa em diferentes partes, mas estabelecer uma narrativa única e coerente." - olhando para Uivo-Flamejante - " Narre novamente o que você e o Ahroun Fenris enfrentaram. - olhando para Pata Dourada e a Galliard Fenris - "- Façam a mesma coisa. Assim como você, Espírito-Tranquilo, seu relato sobre os espíritos também é tem a sua importância. Incluam o máximo de detalhes possível. Mas sem citar nossos anfitriões Presas de Prata. Sobre quem fará a narrativa, acho que Pata Dourada poderia ser a escolhida."

Reparando na nova camisa de Uivo-Flamejante, Henry suspira e fala:
"- Seria melhor se fosse de um Venusaur ou um Kadabra, mas um pokémon elétrico sempre é bom ter no time. - olhando para a cara de espanto de todos - "- Cruzei com alguns Andarilhos que me apresentaram esse jogo. Tem até um desenho animado. Isso se tornou a maior febre entre as crianças. Esses Andarilhos que conheci acham que, com jogos iguais a esse, podem estabelecer um elo entre o virtual e o real."
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Re: As Ruas da Zona Norte

Mensagem por Hagen Bernhardt em Ter Maio 01, 2018 8:19 pm

"Por Gaia, agora descubro que o fianna ausente da batalha é mancomunado com oa filhos da barata, o que ele quer dizer com jogos, Kadabra, Venusaur, pokemon ...será que são espíritos da cidade?! Cada vez mais eu quero chegar na seita, que grupo estranho."

Hagen sem dizer nada  esperava os demais se manifestarem.


Última edição por Hagen Bernhardt em Ter Maio 01, 2018 8:28 pm, editado 1 vez(es)
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Re: As Ruas da Zona Norte

Mensagem por Henry Donnelly em Ter Maio 01, 2018 8:24 pm

Olhando a cara de incredulidade do Hagen, Henry começa a cantar:
"- Esse meu jeito de viver
Ninguém nunca foi igual
A minha vida é fazer
O bem vencer o mal

Pelo mundo viajarei
Tentando encontrar
Um Pokémon e com o seu poder
Tudo transformar

(Pokémon! Temos que pegar)
Isso eu sei
Pegá-los eu tentarei! (Pokémon!)
Juntos teremos que
O mundo defender!

Pokémon! (Temos que pegá-los)
Isso eu sei
Pegá-los eu tentarei
Vai ser grande a emoção
Pokémon!

Temos que pegar
Temos que pegar!

Desafios vou encontrar
E os enfrentarei
Lutando pelo meu lugar
Todo dia estarei!

Vem comigo, vamos formar
Sempre a melhor equipe
E sempre juntos vamos vencer
O sonho é poder

Pokémon! (Temos que pegá-los)
Isso eu sei
Pegá-los eu tentarei! (Pokémon!)
Juntos teremos que
O mundo defender!

Pokémon! (Temos que pegá-los)
Isso eu sei
Pegá-los eu tentarei!
Vai ser grande a emoção! Pokémon!
(Temos que pegar)
Temos que pegar

Temos que pegar
Temos que pegar

Pokémon! (Temos que pegá-los)
Isso eu sei
Pegá-los eu tentarei! (Pokémon!)
Juntos teremos que
O mundo defender!

Pokémon! (Temos que pegá-los)
Isso eu sei
Pegá-los eu tentarei!
Vai ser grande a emoção!
Pokémon!
Temos que pegar
(Temos que pegar)
Temos que pegar

Pokémon!

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Henry "Canção-dos-Antigos-Espíritos" Donnelly
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Henry Donnelly

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Re: As Ruas da Zona Norte

Mensagem por Hagen Bernhardt em Ter Maio 01, 2018 8:33 pm

Hagen não sabia o que dizer sobre a canção, era bonita sem sombra de dúvidas, devia ser uma canção sobre oa feitos de coleta desses pokemons, suas irmãs Godis devem saber sobre eles.

' - Bonita canção Fianna, esses pokemons devem ser fortes, seria uma honra lutar contra tais espiritos. '

Hagen falava serio no alto de sua ignorância.
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Hagen Bernhardt

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Mensagem por Espírito Tranquilo em Ter Maio 01, 2018 8:45 pm

O posicionamento mais diplomático parecia não suritr efeito. E pior, Hagen, o ahroun, com seus 1,93 de músculos, parecia insistir que ele desse uma resposta. Escolhendo um dos galliards. Não lhe parecia suficiente ter já lhe pressionado a responder a pergunta.

 *Qual é o problema dele comigo? Bom, ao menos agora parece mais com Fenrir, no trato com outros.*

 Ia abrir a boca, quando Henry inicia sua explanação. Sendo salvo ali. Quando ele termina o albino apenas olha Hagen comenta do baixo.

  "- Aparentemente então nosso galliard já se resolveram não sendo necessária mediação e votacao... Ótimo não?"

 E já desvia o olhar do garou, ficando no nada. Mas logo volta a olhar Henry com cara de incrédulo, por ver o galliard cantando naquela situação música de desenho infantil que ele algumas vezes viu na TV da sala de espera do centro de recuperação de fauna silvestre. 

 *Maluco? Quem canta música assim nessas situações? Bateu a cabeça será?*

 Seja como for, pelo menos aquilo tirava o foco sobre si. É aquilo já era bom. Se mantinha em silêncio ali, nem olhar ninguém nos olhos. Mas atento a qualquer problema que pudesse surgir ali entre os dois garous com nome começado com H.
 Acabando por fim, rindo baixo, discretamente, sozinho da inocência do ahroun em termo de achar que pokémons eram espíritos. Poderia explicaf, e dizer que inclusive espíritos de verdade ficariam ofe discos com aquilo,mas seria melhor fazer isso num outro momento.
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Espírito Tranquilo

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Mensagem por NarraDiva em Ter Maio 01, 2018 9:13 pm

*Como falam, será que vão falar para todo o sempre?* - pensava Alef enquanto dirigia.

É de Rob o primeiro comentário que realmente chama atenção da dupla. O Fianna queria respostas. Os dois nada falam. Escutam os dois conversandos. Em dado momento um dos Fiannas começa a... Cantar.

*Eu deveria ligar o som agora. Rock bem pesado. Mas ele é um Fianna. Fianna são loucos e perigosos. Não quero estragar esse furgão. Definitivamente preciso dele.*

Alef feia bruscamente o carro em uma praça. Ficava perto de uma favela, bem na entrada da mesma. Tinha pouquíssimo movimento. Ele e Isaack descem e o ancião diz:

'- Eu não vou me apresentar pra vocês porque se vocês falarem que não sabem o meu nome, não estarão mentido. A seita não sabe mais meu nome e isso garante minha segurança. E, mais do que isso, garante que não haverá mais uma noite de paz para os sanguessugas dessa cidade. Eu sou um Ancião Ahroun dos Presas de Prata, já fui chamado Coração-Valente, podem me chamar assim hoje, não acho que seja honrado eu falar mal da Seita de vocês, então, escutem o que temos a dizer e não nos peçam opinião nossa pelos motivos que fazem nós estarmos aqui caçado vampiros e não reunidos em assembleia nesse momento.'

*Ele acabou de falar mau, mas como fazer diferente.* - pensa Alef que fala com o grupo:

'- Meu ostracismo é de 6 meses e os motivos podem ser revelados por Justiça-do-Predador quando chegarem ao Caern. Ele pode afiançar que sou confiável. Bardo-Forjador, ,líder dos Fiannas, é outro que pode afiançar minha confiabilidade.'

*A única família que presta nessa tribo maldita.* - pensa o Presas de Prata.

Os dois seguem até um trailer. Isaack pede X-Tudo e cerveja para todos e, as cervejas são imediatamente servidas. Os sanduíches um pouco depois. Eram enormes e saborosos, apesar do local parecer bem sujo. A cerveja estava estupidamente gelada, mas era fraca perto das europeias. Isaack diz:

'- Você é o Galliard Alef, faça as honras.'

Alef imediatamente comenta:

'- A noite de ontem foi muito difícil pra essa cidade. Marcou a partida minha e de Coração-Valente do Caern, mas também uma guerra civil entre as tribos. Garou contra Garou. Muitos mortos. A liderança dos Fiannas ruiu e eu não saberia lhes dizer o que vocês vão encontrar nessa assembleia de hoje, onde acho que tudo será repactuado. O que eu sei é que tudo aconteceu após o maior ataque de vampiros da história. Nunca vimos algo parecido. Uma Seita, chamada Sabá, invadiu a Zona Oeste da cidade, território de minha antiga matilha e de mais outras três matilhas, e, se aproveitando que todos estavam em ação praticaram seus jogos macabros.'

Isaack comenta:

'- O Sabá é uma seita de vampiros que não acredita que se manter oculto é uma opção. Eles são os mais sádicos, asquerosos e macabros vampiros dentre todos. São o que há de pior nessa escória. Eles tem uma prática desses jogos para mostrar poder. Eles jogam futebol americano contra humanos e usam dos seus poderes para irem esquartejando-os no processo, dopam humanos e os fazem lutar pelas suas famílias e vão matado membro por membro a cada derrota, queimam casas com famílias dentro, e uma série de outras odiosidades.'

Alef segue falando:

'- Exatamente. E isso matou 2 mil humanos. E essa seita se acha, agora, a dona da Zona Oeste. A seita rival deles controla o resto da cidade. E nós, Lobisomens, controlamos muito mal nosso Caern. Os Vampiros aqui são muito mais numerosos do que em qualquer outro lugar do mundo. E muito mais fortes. São antigos, poderosos. Eu e Isaack nos encontramos por acaso enquanto caçávamos sanguessugas e descobrimos esse carregamento que tentamos impedir.'

Alef para para beber um pouco de cerveja. Rob podia lembrar que havia escutado falar sobre um Presas de Prata chamado Alef que era casado com a irmã de Bardo-Forjador. As referências sobre ele eram as melhores possíveis.
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Re: As Ruas da Zona Norte

Mensagem por Hagen Bernhardt em Ter Maio 01, 2018 9:33 pm

" ou seja, saio de caern forte e estruturado e venho parar em um local com guerra civil, draugrs dominando e garous desestruturados. Agora entendo porque me enviara para cá Trine Bernhardt, as vezes minha mãe..."

Hagen devorava o sanduíche e tomava a cerveja atento aos nomes e palavras, escutando e notando que Draugrs sempre eram problemas aonde as cidades se mostravam grandes. Os galliards deviam ter ponderações a fazer, no momento Hagen pensava no que a seita iria dizer sobre as informações que os garous tem.

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Re: As Ruas da Zona Norte

Mensagem por Erin Johannes em Ter Maio 01, 2018 10:30 pm

De repente Henry que andava calado resolve se manisfestar. *E não é que ele consegue até ser coerente mesmo com as incoerências apresentadas no campo de batalha?*, pensava Erin ouvindo atentamente o que ele tinha a falar... Até ele começar a cantar. *Ok, temos um galliard prolixo e um cantador de temas de desenhos. Essa noite definitivamente está estranha. O que mais pode acontecer?*

Foi quando a van parou repentinamente. Aquele lugar lhe parecia familiar. *Por que raios, com tanto lugar na zona norte ele tinha que parar na entrada da favela?????*, pensou Erin.

Ela desceu completamente desconfiada, olhando para todos os lados, flashes em sua mente, lembranças que a fizeram divagar por um momento. Logo retomou a atenção, mas não conseguiu relaxar naquele ambiente. Tomava um gole da bebida, olhava para os dois lados, uma mordida no sanduíche, olhava denovo. Isso e ainda tentando prestar atenção ao que tinham a dizer aqueles que ali os trouxeram. Entre uma mordida e outra, perguntou:

- "Que favela é essa mesmo?"
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Re: As Ruas da Zona Norte

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