As Ruas da Zona Oeste

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As Ruas da Zona Oeste

Mensagem por NarraDiva em Dom Jun 25, 2017 9:56 am

A Zona Oeste do Rio de Janeiro, é uma área é uma área geográfica brasileira carioca, localizada a oeste do Maciço da Tijuca.

Abrange os bairros Anil, Bangu, Barra da Tijuca, Barra de Guaratiba, Camorim, Campo dos Afonsos, Campo Grande, Cidade de Deus, Cosmos, Curicica, Deodoro, Freguesia de Jacarepaguá, Gardênia Azul, Gericinó, Grumari, Guaratiba, Inhoaíba, Itanhangá, Jacarepaguá, Jardim Sulacap, Joá, Magalhães Bastos, Paciência, Padre Miguel, Pechincha, Pedra de Guaratiba, Praça Seca, Realengo, Recreio dos Bandeirantes, Santa Cruz, Santíssimo, Senador Camará, Senador Vasconcelos, Sepetiba, Tanque, Taquara, Vargem Grande, Vargem Pequena, Vila Militar, e Vila Valqueire e uma população de aproximadamente 3 084 995 habitantes.
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Legado do Trovão - Grupo A

Mensagem por Luke Constantine em Ter Jul 11, 2017 11:07 am

* Luke seguia cortando as ruas da cidade. O Alfa dirigia rápido e aquilo lhe trazia alguma alegria mas seus irmãos poderiam notar nunca chegava à velocidades alarmantes. Ultrapassava sem dar margem para riscos e tirava o pé sempre antes de começarem a extrapolar, não era difícil perceber que ele sabia o que estava fazendo. Tentava decorar o máximo possível do caminho mas sabia que demoraria algum tempo até se adaptar completamente à nova cidade. Uma de suas grandes vantagens era conseguir se posicionar de maneira excelente mas aquela cidade tinha tantas quebradas que era bem possível que tivesse que conseguir um GPS. Conforme ia conduzindo, aproveita para explicar como procederiam: *
 
- Vamo deixar o carro no ponto de encontro então mas não vamo perder tempo por lá. A ideia é ir andando até o local do crime e dar uma olhada na cena, juntar as informações que pudermos e depois entrar na Umbra pra descobrir o que rolou. A gente não sabe o que pode acontecer então fiquem atentos a qualquer detalhe, não vamo deixar passar nada.
 
* Faz uma curva, segue por outra rua, e então comenta com o Pacificador: *
 
- Você tem alguma dúvida sobre a sua parte? Quando eu parar no QG você tá liberado pra fazer o que tem que fazer, só me dá as direções antes que eu me viro com o resto.
 
* Um farol se fecha, o Ahroun acompanha com olhos duros a movimentação de três moleques que atravessam a rua olhando pro carro. Definitivamente o carro não ia ajudar.. já chamavam atenção demais mesmo andando, que dirá com um carro importado do tamanho de um caminhão. Lembra de uma questão que lhe estava martelando a cabeça e pergunta para o caveira: *
 
- O que era aquele símbolo que você meteu na frente da matilha lá na Umbra?
 
* Enquanto as respostas não chegavam, segue pilotando. *
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Skull-Head - Matilha Olhos da Tempestade (Grupo A) | Legado-do-Trovão

Mensagem por Skull-Head em Ter Jul 11, 2017 11:58 am

Skull-Head observava o passar da cidade pela janela do carro. Achava interessante como cada cidade parecia tão diferente e tão semelhante às outras ao mesmo tempo. Os prédios altivavam e passavam diante de seus olhos, despontando de um lado para o outro pela janela do carro. As luzes noturnas pulavam diante de seus olhos como se fossem as estrelas que a cidade não deixava transparecer.

Sua atenção se volta para o carro quando Luke o questiona diretamente.

"- Aquilo era o símbolo que o nosso povo usa pra representar a tempestade. - Ele começa a desenhar no ar o mesmo símbolo a medida que ia falando. - As nuvens, como o topo do mundo; o raio que cruza os céus até a Mãe; e os trovões que rugem em nossos ouvidos. Esse é o símbolo Garou para a Tempestade. Eu adicionei esse traço mais abaixo para 'fechar' olho."

Ele faz uma pausa, olhando para o lado de fora do carro mais uma vez.

"- Isso é o que nós somos: Os Olhos da Tempestade. Esse símbolo era muito utilizado no Caern de onde eu vi. No Norte, próximo da floresta amazônica, as chuvas já são rotina."
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Legado do Trovão - Grupo A

Mensagem por Luke Constantine em Ter Jul 11, 2017 12:35 pm

* O Alfa escuta atento o relato do Andarilho do Asfalto e fica satisfeito mais uma vez, aquilo era um Record diário de aprovação. Gosta do tom que o Theurge dá ao falar o nome da matilha e acha o símbolo perfeitamente adequado. Olha pelo retrovisor central até fixar os olhos no Caveira e lhe diz, olhando para a estrada a frente a cada intervalo de segundos: *
 
- É um símbolo que nos honra. Vou adotar ele daqui em diante, esse glifo vai estar onde a Olhos da Tempestade estiver.
 
* Percebe então que o Lupino se transforma em hominídeo para revelar um aspecto indígena. O índio começa a vestir as roupas que lhe foram concedidas e Luke não tinha pensado nessa possibilidade mas, como estava, o Uktena chamava mais atenção do que em sua forma racial. Teriam que dar uma amenizada no visual indígena que ele tinha. Acha engraçado imaginar a cara de Pantaneiro se soubesse que tinha um índio passando a bunda pelada no banco de couro da sua caminhonete importada. Espera o lupino se vestir e comenta com ele em tom quase compreensivo: *
 
- Os homens não costumam usar isso na cabeça por aqui.. * se referia ao cocar, mas não sabia qual palavra usar para defini-lo ao Uktena *  você vai ter que tirar até voltarmos pro Caern, as pinturas também. Você entende o que eu quero dizer?
 
* Segue dirigindo enquanto aguarda pelo Pacificador. *
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Re: As Ruas da Zona Oeste

Mensagem por Sussurros Solitários em Ter Jul 11, 2017 12:52 pm

O índio analisa as palavras do alfa com cautela e entende que diferentes tribos de macacos usam adornos diferentes. Com agilidade e cuidado ele vai aos pouco tirando os seus adornos. Em sua tribo, aqueles adornos o marcam como um pajé, voz dos espíritos e conhecedor dos segredos. Mas infelizmente entende que é necessário e que para ajudar a matilha precisa se parecer mais com os outros macacos. "- As minhas pinturas não vão sair sem um banho de rio. Posso ficar escondido na besta da weaver até chegarmos aonde precisamos? Alguém tem um espelho?"
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Mensagem por Luke Constantine em Ter Jul 11, 2017 2:43 pm

* Ao ouvir o que era dito pelo lupino o Senhor das Sombras percebe que teriam muito à ensina-lo sobre os caminhos da cidade. Ao menos o Uktena tinha a clara intenção de colaborar e isso bastava por ora, não duvidava de sua competência em seu campo de atuação. Luke responde tentando exemplificar de forma simples, dando entonação especial para as palavras que o lupino provavelmente não conhecia: *
 
- A gente chama essa besta da Weaver de “carro”. Você não pode ficar nele porque vamo deixar o carro no ponto de encontro e andar o resto do caminho. Andar nesse “carro” é a mesma coisa que chegar cantando pra caçar um porco do mato, acaba com a surpresa e com a melhor chance. Um bom caçador não faz isso.
 
* Olha pelo retrovisor para verificar se o lupino o entendia e então segue: *
 
- No ponto de encontro você toma um banho rápido e tira as pinturas, a gente te mostra.
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Skull-Head - Matilha Olhos da Tempestade (Grupo A)

Mensagem por Skull-Head em Ter Jul 11, 2017 3:13 pm

Luke visivelmente se encanta com o discurso do Theurge de uma maneira que o mesmo não esperava. Talvez fosse pelo fato de estar tão alinhado com a simbologia que ela se tornou rotineira para ele. O Alpha promete a utilizar do símbolo como maneira de marcar a matilha e o Andarilho apenas assenti afirmativamente, se comprometendo com o mesmo.

Depois disso, o papo se volta para o Uktena de poucos hábitos humanos. Ele tinha muito o que aprender vindo atuar numa cidade tão urbanizada como o Rio de Janeiro. Apesar de ser uma das capitais com o maior quinhão de terra verde, o Rio ainda era uma selva de pedra e ele precisava saber se mover por ela. O Senhor das Sombras guiava o lupino pelas primeiras lições e o Andarilho decide ajudá-lo de alguma forma também:

"- Não te preocupa, Sussurros, a gente vai ter dar uma mã... uma ajuda com esses assuntos de homens. Espelho eu não tenho, mas, por enquanto, acho que isso deve ajudar; o banho vai ser uma pedida certa, chefe! Com certeza!"

O Andarilho termina sua fala citando o odor forte que começava a se instalar por todo o carro.

*Yorick vai amar quando receber o carro de novo, 'véi', certeza que ele vai grilar com o cheiro de cachorro molhado, pô...*

Ele abre a sua janela para dissipar um pouco do cheiro, mas era fato que o lupino não era a melhor das fragrâncias do jardim do Caern.
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Re: As Ruas da Zona Oeste

Mensagem por Sussurros Solitários em Ter Jul 11, 2017 3:33 pm

O Índio escuta as palavras do Alfa com atenção. " - Tudo bem. É um ponto de encontro de rios? Por isso você quer que me banhe lá?" Pergunta ao Alfa com cuidado.

" - Eu não me preocupo irmão, e agradeço a sua ajuda."
Esperava resolver tudo isso mais depressa possível para poder sair dessa forma repugnante e voltar a sua forma original.

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Pacificador - Legado-do-Trovão | Sussurros-Solitários | Skull-Head

Mensagem por NarraDiva em Qua Jul 12, 2017 1:07 am

Pacificador seguia guiando Luke e, pelo caminho, já vai indicando os principais pontos do bairro para Luke e os demais. Mostrara onde era a rua da delegacia, os principais acessos aos morros mais perigosos que haviam nas proximidades, a região dos bares e pontos de prostituição, coisas do tipo. Indica também os becos - diferentes - onde ocorreram os assassinatos e fala com o Alfa:


'- Não tenho dúvidas, estacionando sigo para a delegacia imediatamente.'


O carro entra em uma rua e o ponto de encontro podia ser avistado. O lupino podia notar que não havia nenhum rio nas proximidades.


OFF GAME: A cena deve continuar em Edifício 13 de Maio.
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Legado do Trovão - Grupo A

Mensagem por Luke Constantine em Qui Jul 13, 2017 1:44 pm

* Luke conduz o carro popular até o beco mais proximo que deveriam investigar. Era a primeira parada e a partir dali deveriam ter atenção redobrada. Estaciona no local mais discreto possivel perto possível da entrada do beco e diz aos irmaos: *

- Fiquem atentos. 

* Antes de sair do carro dá uma boa olhada no local procurando por riscos enquanro aguarda qualquer manifestação dos demais. * 
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Narração - Skull-Head | Sussurros-Solitários | Legado-do-Trovão

Mensagem por NarraDiva em Qui Jul 13, 2017 2:00 pm

O beco era sujo, fedido e tirando um mendigo que dormia perto de umas latas de lixo não tinha nem sombra de movimentação.
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Pantaneiro - Victor e Alef.

Mensagem por Yorick MacAlister em Qui Jul 13, 2017 2:57 pm

Conforme Victor vai falando, Pantaneiro ia prestando atenção. O Philodox estava coberto de razão. Havia faltado sabedoria e uma hora isso poderia lhe custar caro. Nada disso havia acontecido se tivesse ignorado a cena. Leva em consideração os conselhos também dado pelo Senhor da Sombras e também do Galliard. Tira de tudo aquilo um grande aprendizado, que apesar dos riscos que correram, ainda tinha sido positivo.

Responde então para o Philodox dando um sorriso quando pediu para tirar a cara de decepção:

- OK. Vô fazer isso.


Agora estava feliz. A matilha estava do seu lado. Entendia a situação e compreendia seus motivos. Eis que então o assunto se tornou a missão. Escuta atentamente os comentários de Alef e decide avisar o Alpha do rumo que estavam tomando para que ele pudesse ficar esperto.

Pega o seu celular no bolso, e começa digitar a seguinte mensagem de texto:

"Alpha, conseguimos pegar as informações e os laudos no IML. Tivemos a surpresa de encontrar uma sanguessuga, mas relaxa, eliminamos ela. Estamos indo para a segunda parte do nosso plano que são as viúvas e se liga nãos informações:

1- Todos eram casados, brancos e moravam em Realengo
2- Membros separados em direções opostas sem qualquer utilização de objetos cortantes ou marca.
3- Orgãos sexuais e olhos dos cara arrancados e não encontrados.
4- As alianças das vítimas não foram encontradas junto aos corpos.
5- O legista disse que viu um símbolo no coração das vítimas, que é o glifo das fúrias negras, que estava invertido, porém quando foi fotografar, o símbolo já tinha sumido.
6- Bem provável que seja algum tipo de ritual.
Fica ligeiro, cuidado as sanguessuga, tão em todo lugar e qualquer coisa liga pra nóis.

Ass: Pantaneiro"


Feito isso mandou a mensagem para Luke. Informava a posição da matilha e o que tinham encontrado. Pantaneiro então completa, concluindo a ideia que tinha enviado para Luke:

- Então é bem provável que isso é um ritual macabro de sangue, mais porque o símbolo de uma Fúria Negra invertido?

Pensa um pouco melhor e completa.

- Ou é pra elas ou é algo delas... Não de todas, claro.


Não tinha muito certeza, pensava alto, mas contava com a matilha para pensar melhor.

- Honestamente não entendo, mas um símbolo invertido das Fúrias Negras só pode ser algo contra elas ou de alguma delas. Sabem dizer pra mim se houve alguma traição de alguma Fúria Negra de algum tempo pra cá aqui nesse Caern? Ou de algo que elas fizeram que justifique esses símbolo? Tá bem estranho essa história...

Notou então que o cheiro podre dos corpos só aumentava a cada instante.

- E por Gaia, precisamo dar um fim nesses presunto. Tá podre aqui.

Finalizou:

- Mandei torpedo para o Alpha agora avisando todas essas informações. Talvez ele precise mais do que nóis lah.


Pensava mais à respeito da situação enquanto compartilhava com seus companheiros suas dúvidas.
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Re: As Ruas da Zona Oeste

Mensagem por Sussurros Solitários em Qui Jul 13, 2017 3:15 pm

O índio agora livre de suas pinturas se encontra mais uma vez com roupas humanas e dentro de uma das bestas da Weaver, ou "Carro" como diziam os irmãos de matilha.

Olhava com curiosidade para a selva de pedra que se desdobrava em seu caminho.
*Com tantas luzes assim é difícil saber se já é noite ou dia.*

Quando finalmente param em um beco sujo e escuro o lobo olha com curiosidade para o mendigo e fala baixo para o Alfa:
" - Essa é a toca dele? Devemos desafiá-lo por seu território?"

O lobo passa a farejar e buscar por algo que remeta a violência ali ocorrida. Por um minuto se concentra e expande os seus sentidos tentando sentir a presença da corruptora.

OFF GAME: Uso o dom Sentir a Wyrm.

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Skull-Head - Matilha Olhos da Tempestade (Grupo A) | Sussurros-Solitários | Legado-do-Trovão

Mensagem por Skull-Head em Qui Jul 13, 2017 3:28 pm

Depois de terem deixado o Edifício da Matilha, eles finalmente chegam no local onde havia acontecido o esquartejamento mais próximo. Era uma boa que houvesse um carro popular na garagem do local, pois andar no importado do Fianna não era uma das melhores ideias.

O Alpha pede alerta dos Theuges, já deixando o veículo. O local conseguia feder mais que o próprio lupino e parecia ser moradia de um mendigo. Havia apenas ele ali. O Andarilho se posiciona ao lado do Alpha, olhando o homem maltrapilho de esguelha. Ele escuta as palavras curiosas do Uktena, mandando a real para ele:

"- Homens são mais complexos que os lobos, Sussurros. Talvez ele esteja sim protegendo seu espaço, 'vigiando' a área, mas provavelmente não é o lugar que ele queria estar. Aqui na cidade ou você tem dinheiro, e compra um lugar lá no alto, ou você não tem nada, tendo que se contentar com esse pedacinho de terra maldita."

As palavras inocentes do lobo dão uma ideia para o Andarilho, que cochicha para o Senhor das Sombras:

"- A gente vai dar uma olhada primeiro por aqui, certo? Tu acha legal a gente bater um papo com esse cara? Sussurros falou algo interessante; Ele parece dormir por essas áreas, talvez tenha visto algo; talvez não."

O Theurge conversava, olhando de um lado para o outro, procurando qualquer movimentação. Quem fez aquilo com aqueles homens poderia estar por ali, então todo o cuidado era pouco.
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Re: As Ruas da Zona Oeste

Mensagem por Victor Montenegro em Qui Jul 13, 2017 3:48 pm

Victor escuta Pantaneiro e diz:

"-Boa."

O Senhor das sombras absorve sua camisa do Mickey para dentro do corpo e, enquanto pega desodorante e uma camiseta branca limpa de dentro da sua mochila vai falando:

"-Cara, do pouco que eu entendo de rituais, eu diria que parece obra de uma Fúria Negra caída. Sabe como é... olhos e paus arrancados, alianças não encontradas... o ódio pelos homens pode ter corrompido uma de nossa irmãs."

Terminando de se vestir continua:

"-Acho que a gente vai conseguir mais algumas informações com as viúvas. Alef, já ta ficando tarde então a gente vai se dividir. Deixa eu e pantaneiro na casa da primeira viúva e já segue pra próxima. Quando a gente acabar lá a gente pega um táxi e se encontra na casa da terceira... E não estaciona em lugar movimentado. Esse fedor pode chamar atenção"
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Legado do Trovão - Grupo A

Mensagem por Luke Constantine em Qui Jul 13, 2017 9:05 pm

* Luke tinha acabado de descer do carro quando seu celular vibra. Tira o aparelho do bolso e ouve as perguntas de seus irmãos enquanto começa a ler a mensagem. Aproveita que Skull Head já tinha respondido o lupino e fica em silencio por um momento, raciocinando sobre as novas informações. Expõe para os outros dois: *

- O Pantaneiro mandou mensagem, parece que eles fecharam a parte do IML e mataram um vampiro. Isso é o que eles descobriram até agora...

* Lê em voz audível para os Theurges o inteiro teor da mensagem (post do Pantaneiro acima). Quando termina a leitura começa a digitar um torpedo de resposta para o Pantaneiro: *

"Ok. Continuem como planejado e me mantenham informado. Vejam se os caras tavam traindo as mulheres ou batendo nelas. "A". "

* Envia o SMS e guarda o celular no bolso, certificando-se antes de coloca-lo apenas para vibrar. Aproveita o momento para dizer: *

- Quem fez isso deve ter usado algum ritual, se não os caras iam ter marcas pelo corpo. Tem toda a cara de uma "punisher".. * havia esquecido a palavra em português mas complementa para ajudar no sentido *  .. de vingança.

* Foca sua atenção no beco a frente e sente o cheiro de podridão que emanava. Olha fixamente por toda a sua extensão tentando detectar qualquer ameaça, depois das palavras do Grupo B todo cuidado era pouco. O mendigo em si parecia incapaz de gerar problemas mas aprendera a não duvidar das possibilidades. Atento, diz para seus irmãos em tom baixo e direto: *

- Vamo começar a procurar qualquer pista, foquem nos detalhes. O cara deve acordar e eu falo com ele quando isso acontecer pra descobrir o que ele sabe. Fiquem preparados, depois do que o Grupo B disse isso pode ser uma emboscada. 

* Espera um instante para ouvir quaisquer sugestões ou teorias, tranca o carro, e só então caminha para dentro do beco prestando o máximo de atenção em todos os detalhes que pudesse vislumbrar.


OFF: Luke está ativamente investigando em busca de marcas, vestígios, sangue, ou qualquer coisa que possa ser uma pista.
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Re: As Ruas da Zona Oeste

Mensagem por Sussurros Solitários em Qui Jul 13, 2017 9:25 pm

O Índio escuta as informações que a outra parte da matilha conseguiu com atenção. Também escuta as ordens do alfa e fala: "- Aqui não vamos encontrar sinais de rituais, apenas de quem capturou os mac... homens e os levou daqui para outro lugar. Rituais precisam de privacidade e tranquilidade. Quando voltarmos precisamos falar com as fúrias, elas podem saber mais."

Começa a procurar por pistas em todo o local ainda preocupado em sentir se havia o toque da corruptora no beco, no mendigo ou em algum objeto deixado por ali.
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Re: As Ruas da Zona Oeste

Mensagem por Yorick MacAlister em Qui Jul 13, 2017 9:47 pm

Logo após os comentários de Victor, Pantaneiro nota seu celular vibrando no bolso. Rapidamente saca e vê a mensagem do Alpha. Diz em voz alta para seus irmãos.

- O Alpha respondeu. Disse pra continuar com o plano e manter ele informado. É pra ver se os caras tava traindo as muié ou batendo nelas.


Completou então sobre o comentário de Victor sobre ser uma Fúria Negra caída.

- É faz sentido, uma Fúria Negra caída poderia explicar tudo.

Achava que aqueles corpos dentro do carro poderiam ser um problema se Alef não tomasse o devido cuidado, mas sabia que o Galliard parecia ser esperto, então acenou positivamente com a cabeça diante do comentário de Victor e estava pronto para avançarem com o plano.
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Skull-Head - Matilha Olhos da Tempestade (Grupo A)

Mensagem por Skull-Head em Qui Jul 13, 2017 9:50 pm

As informações que o Alpha havia terminado de receber apontava para um verdadeiro trabalho ritualístico. Pelo fato de aparecer o glifo das Fúrias Negras invertido, isso os leva diretamente para uma delas que possa ter se desgarrado da Mãe. O fato dos alvos serem homens casado aumenta as chances dessa possibilidade, junto com o fato deles terem sido encontrados sem as genitais. Skull-Head fica visivelmente incomodado quando Luke descreve isso. No fim, a situação era totalmente bizarra, precisavam investigar.

O Alpha complementa, acreditando que o esquartejamento possa ser feito por meios ritualísticos, o que faz o lupino acreditar que os ritos possam ter sido feitos em outros locais e não ali nos becos. O Andarilho não pensa muito sobre isso, ainda preso na informação sobre a vampira. Era fácil imaginar um bairro como aquele repleto de sanguessugas. Toda atenção era pouca.

O Senhor das Sombras inicia as buscas dentro do beco, passando pelo seu "vigia". O Theurge faz o mesmo, procurando possíveis pistas. Ele olhava de vez em quando para o mendigo, a fim de notar qualquer movimentação do mesmo.

OFFGAME: Se houver teste pra investigar o local, Skull-Head vai gastar 1 de FdV. 
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Guardião-Ancestral - Justiça-do-Predador | Pantaneiro

Mensagem por NarraDiva em Qui Jul 13, 2017 10:21 pm

O Galliard escuta mais um discurso do Fianna se concentrando em dirigir. Ele reflete sobre algumas das coisas ditas por Pantaneiro e logo em seguida ouve o juiz e comenta:

'- Então Victor, eu tava pensando em outra coisa. E se eu fosse dar um fim nesses corpos e depois fosse ao Caern? Deixa eu te explicar o porque: nós agimos no território de outra matilha sem avisá-los e, por Gaia, o véu foi preservado mas se eles tiverem uma boa vigilância na área deles será questão de tempo ate saberem que sequer os comunicamos da ação. Eu posso ir para saber se já sabem e fazer o teatro de que estava indo avisar e desculpar-me em nome da matilha, e se não souberem para informar que a ação está acontecendo. Não tem muita burocracia com isso na seita pelo que entendi, desde que aqui cheguei, mas isso parece de praxe. E, o motivo real de ir ao Caern, é que queria conversar com alguma Fúria Negra. Acho que posso descobrir algo se relatar os fatos que descobrimos a uma membro da tribo.'
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Narração - Skull-Head | Sussurros-Solitários | Legado-do-Trovão

Mensagem por NarraDiva em Qui Jul 13, 2017 10:30 pm

Sussurros-Solitários sente a Wyrm em grande parte da região. Tudo fedia à Wyrm naquele beco. O Andarilho tenta observar a região e havia algumas pessoas transitando normalmente na rua fora do beco, mas o beco era escuro e deserto. Luke também faz uma busca pelo local sem nenhum indício e sem acordar o morador de rua. O toque da corruptora, no entanto, era muito maior onde estava o mendigo, mas o lupino sentia que não vinha diretamente, era do local onde ele estava. Algo havia concentrado a Wyrm de tal forma ali que ainda deixava uma grande mácula até aquele momento. As investigações não surtem efeito (e ninguém precisou gastar Força de Vontade para isso). Só o lupino sentia algo ali, mas fisicamente, nenhum rastro havia.
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Re: As Ruas da Zona Oeste

Mensagem por Victor Montenegro em Sex Jul 14, 2017 12:18 am

Virtor escuta a ideia do Galliard e parece satisfeito. *É sempre bom quando um presa de prata tem um momento de lucides*

"-Muito bem, façamos assim então."

Quando param em frente à primeira casa, fala para Alef:

"-Antes de descartar os corpos, tira as carteiras dos caras e quando tiver qualquer novidade lá no Caern manda torpedo pro Pantaneiro e pro Luke. Blz? Boa sorte meu velho."

Vira-se para Pantaneiro.

"-Vamo lá. Eu te ajudo com as cestas-básicas."

Victor sai do carro, pega o caderno e uma da cestas, esperando que pantaneiro leve as outras duas, e segue para a porta da primeira viúva.

OFF: Antes de chegar na casa Victor ativa os Brincos e os Óculos e tenta ver a Umbra no Local. Se o Ritual foi feito por uma Theurge, era bem possível que espíritos estivessem vigiando as esposas das vítimas.


Última edição por Victor Montenegro em Sex Jul 14, 2017 11:06 am, editado 1 vez(es)
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Re: As Ruas da Zona Oeste

Mensagem por Yorick MacAlister em Sex Jul 14, 2017 12:37 am

Pantaneiro escuta a ideia do Galliard e parecia mais do que justa. Já havia falado que precisavam dar um fim naqueles corpos e parecia que o Presas de Pratas havia pensado certo mantendo as formalidades e respeito como de fato a matilha deveria.
Feito isso, Victor passa o comando e pega as duas cestas básicas, uma em cada mão. Acompanhava os Senhor das Sombras e torcia para que as viúvas tivessem alguma informação boa.
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Re: As Ruas da Zona Oeste

Mensagem por Sussurros Solitários em Sex Jul 14, 2017 12:43 am

O lobo estremece ao sentir o fedor da Wyrm na região e rapidamente chega perto do Alfa e fala baixo:


"- Sinto o fedor da Corruptora aqui e fede ainda mais aonde o humano está, talvez seja o local ou algum objeto que esteja com ela. Seja lá o que for, precisamos descobrir o que é. Tire ele dali."


O lobo aguarda enquanto o Alfa fala com o humano e está prestando atenção especificamente para tentar identificar se é algum objeto ou se é apenas o local aonde ele está.
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Sussurros Solitários

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Legado do Trovão - Grupo A

Mensagem por Luke Constantine em Sex Jul 14, 2017 7:54 am

* Luke procurava minuciosamente por quaisquer pistas mas nada encontrava. Sabia que alguma coisa devia ter ficado pra trás, uma marca, um objeto, sempre tinha algo. Persiste na busca e cada vez ficava mais obvio de que não teriam resultados. Xinga por dentro mas seu semblante permanecia sisudo como sempre. Eis que o lupino se aproxima para dizer em tom de confidencia que havia pegado um forte traço da corruptora no local onde o mendigo dormia. O Alfa olha imediatamente para aquela criatura desprovida de sorte e diz também em tom bastante baixo, audível apenas para quem estivesse muito próximo: *

'- Me faz um sinal quando descobrir se a corruptora tá nele ou no lugar que ele deitou.'

* O plano começava a se formar na mente do Senhor das Sombras. Se aproxima do homem maltrapilho e usa um dos pés para cutucar sem força a perna do mesmo. Espera que ele se movimente ou desperte completamente, dizendo agora em seu tom habitual apenas para chamar a atenção do infeliz: *

- Hey.

* Dá dois passos para trás, dando espaço pro mendigo não se sentir imediatamente ameaçado ao despertar. Luke tinha por objetivo afasta-lo do lugar onde estivera deitado e, para tanto, tentaria que ele se levantasse e viesse em sua direção. Espera o homem abrir os olhos e então tira a carteira do bolso bem as vistas, usando a sugestão do dinheiro como chamariz e dizendo: *

- Levanta, só quero conversar.

* Preparado pra qualquer coisa, apenas aguarda a reação do sujeito para continuar. *
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Luke Constantine

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Re: As Ruas da Zona Oeste

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