Cemitério - Lar dos Ancestrais

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Cemitério - Lar dos Ancestrais

Mensagem por NarraDiva em Ter Ago 08, 2017 4:52 pm

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Kiba Valentine (Hominídeo) - Asas da Esperança

Mensagem por Kiba Valentine em Seg Dez 04, 2017 1:37 pm

O Presa de Prata chega ao cemitério depois de alguns minutos de caminhada. Ele observava o local enquanto esperava que os outros irmãos de matilha chegassem e que Grace fizesse o uivo de convocação.

Off:
Zero, me descreve o lugar por favor.
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Fúria-Justa-de-Esteno | Alma-da-Bruxa | Sangue-Sobre-a-Neve (Lupino) - Matilha Asas da Esperança

Mensagem por NarraDiva em Seg Dez 04, 2017 6:28 pm

Um uivo convocava as Fúrias Negras ao cemitério por Alma-da-Bruxa. Logo a Theurge chega com o corpo de Flecha-Voraz e para perto de Helena, dizendo:

'- Sei que tem compromissos com sua matilha, mas não deixe de honrar nossa irmã quando terminar aqui.'

A Arhoun concorda com a cabeça enquanto a Theurge segue para uma área mais extrema do cemitério, bem longe da Asas da Esperança onde todas as Fúrias Negras do Caern começavam a se concentrar e conversar. A cerimonia delas tinha tudo para ser rápida, havia apenas uma Garou para ser honrada e enterrada.
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Grace (Glabro) - Helenna, Todos

Mensagem por Grace Tavares Conney em Ter Dez 05, 2017 12:41 am

Chegando ao cemitério, Grace coloca o corpo de Zvanna com cuidado no chão, e nesse momento, um uivo chama as Fúrias Negras para a Cerimônia particular de Flecha-Voraz. Lamenta não poder participar, mas compreende. 

Observa enquanto Helenna é chamada pessoalmente pela Garou que trouxera o corpo. Não querendo deixar sua amiga dividida entre seu dever com a Tribo e com a Matilha, e percebendo que a cerimônia das Fúrias Negras deveria ser rápida, a Galliard sugere. 

- Quer ir até sua Tribo e começarem a Cerimônia de vocês? Posso esperar você voltar para começar a nossa. Até cavarmos nossas quatro covas talvez vocês já tenham terminado. E eu também preciso me concentrar...     
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Fúria-Justa-de-Esteno | Sangue-Sobre-a-Neve (Lupino) - Matilha Asas da Esperança

Mensagem por NarraDiva em Ter Dez 05, 2017 1:06 pm

Helenna ouve as palavras de Grace e diz:


'- Eu não quero atrasar a honra dos nossos mortos. Eles precisam descansar e cada segundo perdido é um ato de desrespeito a eles, mas se o Alfa permitir eu gostaria sim de participar da cerimônia de minha tribo.'
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Legado do Trovão (Glabro) - Olhos da Tempestade

Mensagem por Luke Constantine em Ter Dez 05, 2017 2:27 pm

* Luke auxilia Alef a transportar o corpo de Pacificador ao cemitério e encontram o local já bastante movimentado. Pousa o corpo de seu irmão ao chão e logo encontra algumas pás disponíveis para que as valas fossem cavadas. Trás algumas para a matilha e imediatamente se põe a trabalhar, escolhendo um local para cavar a sepultura do Filho de Gaia. Não era a primeira vez que tinha que cavar e já possuia alguma experiencia no oficio. Enquanto fincava a pá no chão e jogava a terra para o lado, formando um monte, diz para a matilha por sobre os ombros: *

- O Lucas tem um irmão, um parente dos Filhos de Gaia se não me engano. Ele gostaria que o sangue de seu sangue estivesse presente.

* Joga mais terra para o lado e prossegue: *

- Will, faz a convocação.

* Observa que as Fúrias Negras se reuniam no canto mais distante do cemitério, certamente querendo alguma privacidade. Não iria se aproximar, sabia que isso seria visto por elas com maus olhos e aquele não era o momento para causar atritos. Segue trabalhando na vala enquanto deixa que as formalidades sejam feitas. *
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Re: Cemitério - Lar dos Ancestrais

Mensagem por Sussurros Solitários em Ter Dez 05, 2017 3:06 pm

Forma atual: Lupino

Agora era real, depois de todas as coisas que aconteceram nessa noite pavorosa, ali estavam todos reunidos enterrando pela primeira vez um irmão de matilha. Era um momento solene e de pesar, o lupino dirige uma prece silenciosa para que o Pacificar encontre o seu lugar junto aos ancestrais e continue guiando a nação na guerra contra a Wyrm.

*Descanse em paz e encontre seu lugar com os que vieram antes de nós.*
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Re: Cemitério - Lar dos Ancestrais

Mensagem por olhosdegaia em Ter Dez 05, 2017 3:59 pm

Forma - Lupino

O lobo apenas segue com seu Alpha e matilha para o cemitério, com suas patas dianteiras começa a cavar uma cova em um espaço próximo que fossem caber 4 covas lado a lado, teriam uma área específica da Matilha no cemitério.
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Skull-head (Hominídeo) - Matilha Olhos da Tempestade

Mensagem por Skullhead em Ter Dez 05, 2017 7:45 pm

Eles chegam no cemitério parando próximo ao lobo enquanto o Alpha se distanciava para buscar algo. Ele via as covas que se amontoavam pelo terreno até que sua atenção se volta mais uma vez ao Alpha, que voltava com pás. O lobo parecia numa oração enquanto o Alpha inicia a cavar a cova. Eles não tinham muito tempo. Camilo se adianta e pega uma das pás, enterrando-a a primeira vez na terra e jogando a terra escura no monte já iniciado pelo Alpha.

Silencioso, ele vai trabalhando ao lado do Ahroun enquanto o Mestre de Cerimônias convocava a todos. Os Filhos de Gaia estavam reunidos, provavelmente apareceriam em peso para homenagear o irmão. Ele visivelmente fazia bem menos diferença que o Senhor das Sombras, visto que seu físico era miserável e ele não estava numa forma mais avantajada como Luke.

*Vai ser um despedida do caralho, Lukas!*

Ele vai cavando enquanto esvaziava sua mente de todos os problemas que ocorreram e que os esperava após ali. Havia os deixado na entrada do cemitério, afinal os mortos não mereciam ser atormentados com os problemas dos vivos.
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Kiba Valentine (Hominideo/Lupino) - Asas da Esperança

Mensagem por Kiba Valentine em Ter Dez 05, 2017 9:22 pm

O pedido de Grace é recebido com um olhar contemplativo que é destinado inicialmente a ela e depois a Helenna. Assim como a Fúria Negra ele não queria demorar em dar o devido descanso aos irmãos, mas imaginava que a Galliard precisaria de tempo para juntar as emoções e palavras necessárias para a ocasião.

- Certo.... Pode ir Helenna.... Enquanto isso vou ajudar o Olhos de Gaia a cavar as covas.

Dito isso, Kiba muda para a forma lupina. Um pequeno, porém robusto, lobo de pelos brancos e cauda longa que arrastava pelo chão. O Presa de Prata então se afasta das duas e segue para perto do Theurge da matilha. Sem dizer nada, mas destinando um rápido olhar para seu irmão, ele começa a ajudar a cavar as covas para seus companheiros.
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Re: Cemitério - Lar dos Ancestrais

Mensagem por Victor Montenegro em Ter Dez 05, 2017 10:19 pm

Victor, ainda em silêncio, pega uma das pás trazidas por Luke e começa a cavar quando então percebe Skullhead tentando utilizar a pá com uma mão só. Seria uma cena engracada, nao fosse toda a nuvem de pesar e receio que pairava por todos que nao eram o Will.


A visão do esforço infrutífero do theurge possuia uma beleza simbólica, mesmo que fugaz. O Senhor das Sombras para de cavar fincando a pá na terra, toca o ombro do Theurge e diz em tom calmo quebrando o seu silêncio:


- Cuide do corpo de Pacificador e deixe Alef tomar seu lugar por um momento. - o Philodox oferece um meio sorriso sereno e depois troca um olhar cúmplice com Alef pedindo para que fosse feito como fora falado.


Victor, então, pega mais uma vez sua pá e continua a cavar.


Última edição por Victor Montenegro em Qua Dez 06, 2017 12:44 am, editado 1 vez(es)
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Grace (Glabro - Lupino) - Todos

Mensagem por Grace Tavares Conney em Ter Dez 05, 2017 10:32 pm

Grace lança um olhar para Kiba, reforçando com uma muda ternura o pedido. Tinha muito apreço por Helenna e pelas Fúrias Negras, e sabia que esse momento era importante para elas. 

Contudo, sua amiga tinha razão em lembrar que os mortos da Matilha não podiam esperar, e depois que Kiba autoriza a Ahroun a ir, vira-se para ela e o alpha, esclarecendo. 
- Eu vou dar início aos procedimentos. Nossa cerimônia deve ser mais longa, na pior das hipóteses, você voltará com ela pela metade, Helenna. Acho que ainda dará tempo para você dizer algumas palavras, se quiser...

Vê, com um visível ar de aprovação, que Olhos de Gaia se adiantara em cavar as covas, e logo Kiba se une a ele. Grace também pretendia fazer o mesmo, mas antes, ela ergue a cabeça, tensionando suas cordas vocais, e uivando solene e com pesar. 

- ASAS DA ESPERANÇA CHAMA AO CEMITÉRIO TODOS OS QUE QUISEREM SE DESPEDIR DE SUSSURROS DA NOITE, OLHOS DO CAOS,  ÂMAGO DE GUNNR E BRILHO DOS SONHOS. 

Acreditou que os mais próximos dos mortos podiam querer ajudar com as covas, e enquanto cavavam, iria dar tempo das pessoas interessadas se aproximarem. 

Assim, passando também para a forma lupina, a Garou de pêlos avermelhados e brancos segue ao lado dos dois irmãos, e cavando uma outra cova ao lado dos irmãos.
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Skull-head (Hominídeo) - Matilha Olhos da Tempestade

Mensagem por Skullhead em Ter Dez 05, 2017 10:41 pm

Não era efetivo, obviamente. Ele diminuía a distância de apoio, mas com apenas um braço as coisas eram bem menos efetivas. Victor lhe dá um olhar cumplice e sugere uma mudança de papéis. Obviamente o pouco que ele conseguia fazer seria nulo quando o buraco ficasse profundo. Numa situação normal, Skull-head fecharia a cara e diria que conseguiria fazer aquilo, que não precisava de ajuda. Resmungaria. Mas ali não era espaço para aquilo.

Ele ergue a pá com seu braço e se desloca para longe do buraco que começava a se aprofundar. Ele estende a pá para Alef, como Victor havia sugerido. Ficaria, então, ao lado do lupino, um pouco mais próximo do corpo. Ele observava a situação que Lukas tinha ficado e realmente era triste, uma forma bruta de se perder a vida. Mas eram Garous e a selvageria era inerente a vida de todos, dos com instinto mais elevado até aqueles que não o possuiam.

Ele se limita a ficar em silêncio, então. Mentalizando o momento futuro que passaria. Havia participado uma vez de um rito daquele, com muitos mais Garous estendidos sob a relva. Não importava quantos, sempre era triste se despedir de um irmão.
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Guardião-Ancestral | Cólera-de-Balder - Matilha Olhos da Tempestade

Mensagem por NarraDiva em Qua Dez 06, 2017 1:52 am

Alef não via sentido em Luke lhe ajudar a carregar o corpo que já havia carregado a maior parte do trajeto sozinho, mas depois de tudo que a líder da Seita havia falado - e como havia falado - não cria caso e deixa que o Alfa fizesse o que queria sabe-se-lá porquê. O alfa então comenta sobre o irmão de Pacificador e, Alef diz:

'- Duvido que hajam parentes no Caern a essa hora. Eu mesmo me encarrego de dialogar com o irmão dele pela manhã.'

Alef, enquanto Skullhead (sabe-se-lá como) e Luke cavavam a cova, começa a preparar o corpo para o enterro. Enquanto fazia isso, ele comenta com Will:

'- Vou deixá-lo pronto para que você conduza a cerimônia.'

Victor parecia com uma boa intenção, mas o Galliard se achava mais apto a lidar com mortos que o Theurge e apenas comenta:

'- Deixa que nós, Galliards, cuidamos disso, Victor.'

O Cria de Fenris se coloca a ajudar a cavar a cova, o que faz com que tudo acabe rapidamente. A matilha agora esperava pelo uivo de Will e pela condução da cerimônia em si. Com uma força invejável
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Contos-de-Hélios | Justiça-de-Hélios | Veloz-Como-o-Vento | Sangue-Sobre-a-Neve - Matilha Asas da Esperança

Mensagem por NarraDiva em Qua Dez 06, 2017 2:02 am

Usando a forma Hispo, a Lupina ajudava a cavar as covas e era bem mais rápida que aqueles que usavam instrumentos humanos para tal. Helenna agradece com a cabeça e se retira para participar da cerimônia das Fúrias Negras ao passo que o uivo de Grace corta o Caern.

E, com o uivo, os Garous começavam a chegar. Os primeiros a chegar eram os Peregrinos Silenciosos Veloz-como-o-Vento, Contos-de-Hélios e Justiça-de-Hélios. É o líder da tribo, Contos-de-Hélios, quem se aproxima e com um tom de voz calmo comenta perguntando:

'- Que tragédia, como isso aconteceu? Ele ainda tinha tanto a aprender...'

Seu tom era de lamento, mas não havia surpresas.

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Aparência 1, Raça Pura 5, Fúria 3

Aparência 3, Raça Pura 3, Fúria 7
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Henker (Hispo)

Mensagem por Convidado em Qua Dez 06, 2017 9:37 am

Com cuidado, o ahroun coloca o corpo no chão e muda para hispo e passa a cavar a cova que serviria para o descanso final do corpo de Brilho dos Sonhos. 

Estava em silêncio, a parte das conversas que permeavam o ambiente, sabendo que logo chegaria o momento em que ele teria que falar de sua culpa no incidente. 

Enquanto esse momento não chegasse ele ficaria com seu luto pessoal e seus pensamentos.

A noite fora dura, e mesmo tendo uma cicatriz de batalha que mostraria a todos que estivera em batalhas por esse caern, o garou achava, ao parar rapidamente e olhar seus irmãos caídos e ao lembrar dos outros das outras matilhas, que o preço fora muito alto.

Não era forte o suficiente, não era rápido o suficiente, não era esperto o suficiente... 

*Inadequado...*


Era o pensamento que pairava na mente do garou.

Suas orelhas estavam baixas, seu olhar distante e vago... Ele então baixa o focinho, cheira aquele solo que ele estava cavando... Um lugar de morte e de renovação era aquele. Ele sabia que era um ciclo, mas nesse momento ele só conseguia pensar na perda.

Volta a cavar até que possa dar uma cova digna ao Ragabash que caíra.

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Re: Cemitério - Lar dos Ancestrais

Mensagem por Yorick MacAlister em Qua Dez 06, 2017 9:44 am

Pantaneiro chegava no cemitério junto com a matilha com o sentimento de tristeza e pesar. Definitivamente Pacificador não merecia esse destino. Logo ele, que zelava pelo bem estar de todos da matilha. Ele que havia o ajudado nos momentos mais difíceis, porém Gaia devia ter um plano maior com o Filho de Gaia

O Fianna nota a movimentação das Fúrias Negras um pouco mais longe enquanto Luke põe-se a cavar. Caveira tenta ajudar com uma mão só e Pantaneiro fica olhando aquilo com certa surpresa.

"Se não fosse pela boa vontade dele, eu ia me perguntar que diabos ele tá fazendo..."

No entanto, apesar de ser uma cena cômica, Camilo estava fazendo o que podia para honrar o irmão mesmo em última hora. Aprovava aquele gesto e quando pensa em agir para terminar aquilo mais rápido, Alef pede para que ele fizesse aquilo, afinal, era mais apto. Tudo fica pronto e todos só esperavam Will iniciar a cerimônia.

" Droga Lukas! Vou sentir sua falta, cara... sem você meus dias vão ser mais difíceis... nada mais vai ser igual..."

Pantaneiro tira seu chapéu levando ao peito e ficando cabisbaixo com aqueles pensamentos. Morrer era uma merda. Principalmente para quem não merecia.
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Contos-de-Hélios | Justiça-de-Hélios | Veloz-Como-o-Vento | Temido-Como-Vulcões | Glorioso-Punho-de-Odin | Essência-de-Hela | Ira-de-Thor | Sombra-de-Loki | Sangue-Sobre-a-Neve - Matilha Asas da Esperança

Mensagem por NarraDiva em Qua Dez 06, 2017 11:12 am

Não demora muito e alguns dos Crias de Fenris da seita se aproximam do local onde ia ocorrer a cerimônia. As expressões são de pouquíssimos amigos e Temido-como-Vulcões se dirige diretamente à Henker, o Fenris da matilha:

'- Como isso aconteceu?'



Aparência 2, Fúria 7



Aparência 2, Raça Pura 4, Fúria 5



Aparência 3, Raça Pura 5, Fúria 6



Aparência 3, Fúria 8, Raça Pura 5



Aparência 5, Raça Pura 5, Fúria 8
Qualidade Notável: Magnetismo Animal e Físico Impressionante
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Re: Cemitério - Lar dos Ancestrais

Mensagem por William McLeod em Qua Dez 06, 2017 11:36 pm

William seguia com sua matilha em silêncio pois sabia  da responsabilidade que era fazer a cerimônia pelos caídos em batalha...e ele queria honrar aquele irmão que mal conhecera, pois sabia que aquela era talvez a hora mais importante na vida de um Garou. Ele quase, quase se deixa distrair pela bizarra figura do exu caveira cavando no cemitério, mas ele se concentra em fazer o que precisava fazer e logo, após trocar as cordas vocais, o longo e profundo uivo afinado de William se faz ouvir pelo Caern:


- A OLHOS-A-TEMPESTADE CHAMA OS MEMBROS DO CAERN PARA HOMENAGEAR NOSSO IRMÃO LUKAS, PACIFICADOR, MEIA-LUA DOS FILHOS DE GAIA, CAÍDO EM BATALHA ESTA NOITE....


Depois, ele se volta para Alef e diz, sério:


- Eu agradeço Alef.... Eu sei que vocês eram amigos, caso você queira falar algumas palavras, você deveria. Melhor pra fora do que pra dentro...
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Deganawida (glabro) - Asas da Esperança

Mensagem por Deganawida "Degan" Oneida em Qui Dez 07, 2017 5:14 am

Deganawida deposita o corpo de Tiago com cuidado no chão e ajuda como pode seus companheiros de matilha. O cemitério era um lugar lúgubre, e Degan ainda sentia grande culpa por tudo.

Percebendo a aproximação dos Peregrinos, é o Wendigo que toma a iniciativa de explicar-lhes o ocorrido e não podia ser diferente. Abordando o lendário Philodox, Degan começa a falar:

Me perdoe, irmão...


" - Grande Ancião, a perda de Tiago foi minha culpa... Eu era sua dupla e o responsável por lutar junto dele. Ele se feriu muito lutando com alguns vampiros, tendo caído e se levantado em frenesi... Mas foi por minha culpa e minhas mãos que ele partiu. Foi um acidente... Eu tentei acertar seu adversário, mas fui ludibriado, enquanto ele se erguia, e minhas garras o acertaram..."


Ele respira fundo. Algumas lágrimas mancham o chão, mas o tom de voz do Philodox não muda.

" - Eu preciso ser julgado, Grande Ancião... Eu tirei a vida de um dos Peregrinos. Agora, devo dedicar a minha a servi-los..."


É assim entre os Oneida e todos os membros das Seis Nações em tempo de guerra... Perdoe-me Gaia. Perdoe-me Grande Wendigo e Coruja...
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Henker (GLABRO) - Crias de Fenris - Todos

Mensagem por Convidado em Qui Dez 07, 2017 2:08 pm

- De forma gloriosa para Sarah, de forma lamentável para todos nós.

Ele havia recém terminado de cavar a cova, e apenas aguardara para que Degan terminasse seu relato em respeito, já que a fala dele não influenciaria diretamente na que o ahroun teria que tratar enquanto mudava para a forma glabro.

Ainda sim, o garou responde de uma forma que deixa claro que suas palavras já haviam sido pensadas, de fato, ele as estava remoendo em sua mente, de forma a honrar a memória de sua irmã tribal.

Caímos em uma armadilha, e dois de nossos irmãos entraram em frenesi pelo dano do ataque que uma serpente elétrica provocara, havíamos acabado de sair da luta que resultou na morte de nosso irmão Tarek...


Ele faz uma pausa, visivelmente trazendo as lembranças à memoria.


- Sarah ao perceber o risco de que os dois morressem afogados, ou pelos danos da inimiga, além de conjurar Dragonesa do Mar, sua totem pessoal, pulou na água e resgatou ambos que, como eu disse, estavam em frenesi.


Mas uma pausa, e nesse momento, o semblante do garou se mistura entre raiva, tristeza e vergonha.


Infelizmente, Brilho dos Sonhos, ragabash dos Andarilhos do Asfalto, que era um dos que estava em frenesi, atacou Sarah tão logo ela o havia resgatado, e o esforço descomunal que ela tivera em salva-los, somado ao ataque foram demais para ela, que, em seu ultimo ato, removeu a punição do Chacal de nosso alfa Kiba.


Ele dá um leve sorriso em aprovação.


Justa até o ultimo suspiro...


O sorriso logo se esvai e ele olha para o corpo de Brilho dos Sonhos e continua o relato.


Ao ver o corpo de Sarah cair eu corri para segurar o ragabash, mas fui longe demais... minhas garras... minhas garras cravaram no corpo dele... eu quis segurá-lo... mas... ver Sarah cair... perceber que ele estava em fúria... eu quis segurá-lo e garantir que ele ficaria preso até que sua fúria esgotasse... mas... eu calculei mal minha própria força... eu não tive a intenção de matá-lo... confesso que quis ferí-lo por ter matado nossa irmã... mas ele era meu irmão de matilha... eu não quis matá-lo... foi rápido... eu o abracei... e quando eu percebi ele começou a mudar de forma... de crinos para homem... um corpo franzino em roupas... seu sangue em minhas garras...


Visivelmente o ahroun segurava-se... tentava conter a emoção que estava alta... a voz embargada... mas então ele tosse... pigarreia, limpa a garganta e passando a mão sobre o rosto respira fundo e como quem se recompõe finaliza.


Não foi uma vingança intencional contra nossa irmã e nossa tribo... foi um erro meu... e eu aceito as consequências... assim como me comprometi a assumir os dogmas da Dragonesa do Mar, totem de Sarah. Nossa irmã morreu bem! Nossa irmã morreu em batalha de forma honrada, protegendo seus irmãos e a nação, e cumprindo até o fim com seu augúrio.


E com isso ele se cala, todo o instante olhando para os seus, para sua tribo, aguardando a resposta que deles viria.

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Representantes dos Senhores das Sombras, Peregrinos Silenciosos e Crias de Fenris | Sangue-Sobre-a-Neve - Matilha Asas da Esperança

Mensagem por NarraDiva em Qui Dez 07, 2017 10:05 pm

As covas terminam de ser cavadas. Os Senhores das Sombras surgem no Caern quase todos ao mesmo tempo. Vinham em sua maioria. Não era toda a tribo, raríssimos eram os enterros que atraíam uma tribo inteira (afinal, todos tinham muitos afazeres), mas eram numerosos. Eles chegam todos com seu porte austero, sem demonstrações de emoções excessivas e param enfileirados ao lado de uma das covas, onde, provavelmente ficaria o corpo de Olhos-do-Caos. O líder da tribo, Sombra-da-Justiça, emite as primeiras palavras:

'- A tribo dos Senhores das Sombras manifesta seu pesar por todas as perdas dessa noite e se solidariza à matilha pelas suas baixas.'

Oráculo-das-Sombras e Duas-Caras eram os que mais chamavam atenção entre os Senhores das Sombras. A primeira por conta de seu aspecto sombrio e o segundo por sua beleza. Os irmãos Konietzko chamavam atenção pela Raça Pura. Era uma tribo das mais fortes do Caern, mas que encontrava-se afastada dos verdadeiros espaços de poder. Ou não.

Os Peregrinos ouvem a fala emocionada e repleta de culpas do Juiz. Contos-de-Hélios ia se preparar para falar algo, mas a Lenda da tribo coloca a mão em seu ombro e toma a palavra a si, dizendo:

'- Suas palavras trazem dor e culpa, colocaremos tudo na balança da Coruja ao final da cerimônia. Encaminhe-se ao Templo da Justiça junto com sua matilha quando as honras por aqui se encerrarem.'

Sua voz era calma e não parecia trazer rancor. Logo ali ao lado era Henker quem se explicava aos Crias de Fenris. A explicação que o último ato de Sarah fora remover a voz do Chacal de Kiba arranca as primeiras palavras de Temido-como-Vulcões que olha para o jovem Presas de Prata e fala:

'- Espero que faça por merecer esse último ato trilhando o caminho da Honra.'

Sua voz era firme e o tom duro. O mesmo juiz comenta ao fim de todo relato:

'- Faça como o Wendigo, vá com sua matilha se colocar a julgamento no Templo da Justiça após esse fim trágico. Nossa tribo conversará melhor sobre esses fatos em nossa reunião amanhã às 11 da manhã na Montanha mais alta do leste do Caern.'

Enquanto as conversas aconteciam, Oráculo-das-Sombras se aproxima do corpo de Zvanna. Ela ergue as pálpebras do cadáver e arranca os dois olhos da Garou falecida, voltando ao seu local com ambos em suas mãos e recebendo um gesto de aprovação com a cabeça vindo de Duas-Caras e de Segredos-da-Noite.


Aparência 3, Fúria 3



Aparência 3, Raça Pura 3, Fúria 3







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Representantes dos Filhos de Gaia | Guardião-Ancestral | Cólera-de-Balder - Matilha Olhos da Tempestade

Mensagem por NarraDiva em Qui Dez 07, 2017 10:13 pm

O uivo de William ecoa pelo Caern e traz ao cemitério a maior parte dos membros da tribo dos Filhos de Gaia, incluindo a líder da tribo Flor-de-Gaia e seu filho, Coração-Justo. Sempre próximos um ao outro, o Casal Aedo-Campeão e Orgulho-Renascido eram os dois que demonstravam maior abalo com a perda do Juiz. Era possível ver um limpando as lágrimas que as vezes insistiam em cair pelo rosto dos outros. A líder da tribo cumprimenta com um gesto com a cabeça a matilha e diz:

'- Os Filhos de Gaia estão presentes para honrar a memória de nosso irmão Pacificador.'

Cólera-de-Balder fica olhando de cara feia para o casal homossexual de Garous que ali estava. Alef, que terminava de ajeitar os corpos e conversava com Will apenas diz ao Fianna:
'- Eu vou tocar algo para expressar a dor de nossa matilha ao fim da cerimônia, se me permitir.'



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Re: Cemitério - Lar dos Ancestrais

Mensagem por Convidado em Qui Dez 07, 2017 10:20 pm

O garou se limita a confirmar com a cabeça e fica em silêncio aguardando o desenrolar da cerimônia.

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Representantes dos Andarilhos do Asfalto, Senhores das Sombras, Peregrinos Silenciosos e Crias de Fenris | Sangue-Sobre-a-Neve - Matilha Asas da Esperança

Mensagem por NarraDiva em Qui Dez 07, 2017 10:28 pm

Em poucos instantes, o Andarilho do Asfalto  Bit-Coins (líder da tribo) chega no local da cerimônia. Ele nada diz, apenas olha para o corpo morto com marca de garras nas laterais de seu irmão de tribo e olha com curiosidade na direção do líder da matilha, Kiba Valentine. Será que o Presas de Prata tinha algo a dizer para o filho da Barata?



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Re: Cemitério - Lar dos Ancestrais

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