Clareira Central

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Réquiem - Sangue Forte de Luna - Todos na Assembleia

Mensagem por Angelique T. Albrecht em Ter Maio 15, 2018 9:49 am

Forma Atual: Crinos

O próximo desafio é de seu ex alfa contra um garou de que ela não conhecia, mas tinha certeza que Sussurros Solitários iria vencer aquela luta. Ele era bem competente, apesar das desconfianças que ela tinha sobre ele. Ela não entendia muito bem porque os Theurges não utilizavam os espíritos para as lutas e se muniam de garras e mordidas.

*Será que é porque querem que as lutas terminem rapidamente? Gostaria tanto de ver a habilidade dos Theurges para com os espíritos.*

A luta é bem rápida e traz o resultado esperado pela Galliard. A ação do Uktena é estranha, enfiando a mão na fogueira que se mantinha acesa em honra ao totem e à Assembleia. A próxima luta é de seu Mestre de Rituais contra um irmão de sua tribo que ela não conhecia.

-Boa sorte na sua luta Anda Com Espíritos. Dê tudo de si, lute com honra e traga glórias para sua matilha.

Agora era esperar a luta começar. Estava bem dividida para quem torcer. Queria o sucesso de Nate, mas também o sucesso de sua tribo. A parte boa era que independente do resultado, ela se sentiria vitoriosa.

Quando a luta começa, ela já vê que Nate avança primeiro, mas quem vence era Filho da Alvorada, seu irmão de tribo. Não sabia ao certo se uivava em honra ao Presas de Prata ou lamentava a derrota da Sangue Forte de Luna. Anda Com Espíritos tinha vencido uma luta no torneio e a Galliard estava orgulhosa dele. Por fim, decide uivar em honra ao Filho da Alvorada.

Quando Nate retorna à matilha, o Theurge pode ouvir as palavras da Alfa:

-Você foi bem no torneio Anda Com Espíritos. A vitória pode não ter lhe agraciado, mas aprendemos muito na derrota. Toda sua matilha está orgulhosa de você.

E bate no ombro do Theurge em tom de encorajamento.

Outras lutas são realizadas. Angelique observa a luta de seu irmão de tribo. O Presa de Prata Impuro vence, não de forma honrada na visão da Impura, pois achou aquele tapa na cara da Fúria Negra desrespeitoso. Não deixa de notar que sua tribo não uivava em honra ao garou. Outra luta termina e então é aberta pauta livre na assembleia. Angelique ainda tinha a constrição com os Garras Vermelhas e com o Grifo, mas preferia fazer isso posteriormente à apresentação de sua matilha. Então não se manifesta. Mas um dos novatos pede o osso para se apresentar de forma correta. Quase metade das coisas que o Cria de Fenris diz ela não entende.

*O que é Skald? Godis? Pelo menos Modi seu que é Ahroun.*

Ela diz ao seu Beta:

-Depois você podia traduzir o que é Godi, Skald e outras palavras das quais eu não estou entendendo?

E aguarda os próximos garous que se pronunciariam na pauta livre.
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Angelique T. Albrecht

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Re: Clareira Central

Mensagem por Convidado em Ter Maio 15, 2018 10:23 am

Rob bebia com seus novos companheiros. Quando o mestre de cerimonias avisa que iriam entrar em discussão de tema livre. * Não sei se essa é uma boa hora, mas devido a tudo que ouvi aqui e do que aconteceu a este Caern seria uma boa hora pra tentar trazer a tona algumas verdades. E descartar de vez a loucura que estão propondo a um Garou gerar um filho in Vitro isso não vai de contra o circulo natural das coisas? Aprisiona-la em uma prisão, talvez essa seria a melhor opção se não estivesse grávida. Não foi a toa que Gaia deu a nós a capacidade de gerar e herdar características dos pais e passar sentimentos mesmo quando ainda somos embriões. Como Galliard eu tenho a obrigação de lembrar a este Caern que nós Garous somos feitos para guerrear, somos feito com uma Fúria que nos impele a lutar e dês que nascemos só temos que fazer uma decisão, escolher pelo quê e por quem lutamos, Gaia, Wyrm e Weaver. Então cabe a nós decidirmos qual história e canções queremos que sejam contadas no futuro. Se este impuro irá combater o Apocalipse ou se ele irá causa-lo. Se o futuro é tão inexorável como pregamos só nos resta fazer o que é certo para Gaia para que em nossa morte podemos entrar em seus salões com toda Gloria, Honra e Sabedoria que merecem os Justos. Sim acho que isso está bom pra falar, mas agora represento um dos filhos do Elefante*

Rob se aproxima de Susurros Solitários.

-Susurros Solitários, se me permite tenho algo a falar. Que me diz respeito a função de meu augúrio. É algo breve e pontual se me permite ter a honra da palavra nesta gloriosa assembleia, eu o gostaria de fazer. E ai meu Alpha o que me diz? – Uivo Flamejante iria entender se o Alpha o negasse, afinal das contas Rob sabia que não causara uma boa impressão em sua apresentação e nenhum deles pelo menos agora saberia que o foi de propósito.

Ao ver Hagen se pronunciando ele percebe que aquele Garou era tão orgulhoso que isso poderia ser o seu fim. E existiam várias histórias sobre a rubris que derrubavam até os maiores heróis, afinal de contas era um inimigo interno. E isso seria uma outra história a ser contada. Então levanta sua garrafa em um brinde mental *Ao Fenris que têm uma visão deturpada de si * então ele toma um gole do hidromel e espera o seu Aplha se pronunciar sobre o assunto.

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Re: Clareira Central

Mensagem por Sombra-da-Coruja em Ter Maio 15, 2018 10:53 am

Forma Atual – Crinos
 
A assembleia é aberta pra temas que os garous desejem por à discussão da Seita.

Existia sim um ponto que Hadrian desejava discutir, mas, após se aconselhar com seu líder tribal, sabia que não era um tema para aquele momento.

Um dos Garous que chegara junto do fianna amalucado pede o osso, ele emanava enorme raça pura e, ao chegar, manteve seu silêncio, talvez trouxesse notícias importantes de onde quer que tivesse saído, afinal, tal raça pura não era comum entre garous.

*Por tudo que há de profano no mundo, chegou um comboio do hospício nesta merda*

O Fenrir confundia temas para discussão da seita com holofote para contar sua arvore genealógica.

*Um principezinho imbecil?*

Parecendo inspirado por seu companheiro de viagem, Rob, maluco flamejante decide que também queria falar.

*Por gaia, não! Agora não..*

O Peregrino limita-se ao pensamento enquanto esperava a resposta de seu Alfa.
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Re: Clareira Central

Mensagem por Sussurros Solitários em Ter Maio 15, 2018 11:52 am

Forma atual: Crinos 

O lobo escuta o pedido do Fianna e logo é possível notar o profundo desagrado na expressão do Uktena. O Alfa então responde em tom sério apenas para a matilha: 

“- O que tem de tão importante para falar Galliard que já não tenha falado na hora errada e sido repreendido pelo líder do Caern? Gaia nos deu 2 ouvidos e 1 boca para ouvirmos mais do que falamos. Esse Caern e essa matilha passaram por muita coisa nos últimos dias. Eu prefiro que falemos primeiro em matilha e não quero chamar atenção desnecessária para nós nesse momento.”
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Skullhead (Crinos) - Matilha Olhos da Tempestade | Todos

Mensagem por Skullhead em Ter Maio 15, 2018 11:58 am

A semifinal dos Galliard Fostern se inicia e as lutas são interessantes, dando a final para o Impuro Presas de Prata e Alpha da Renascidos pelo Fogo e o Wendigo da Lobos Incansáveis. A primeira luta dura mais tempo que a segunda, onde o Wendigo imobiliza a Senhor das Sombras e mostra todo seu poder. Após isso, a pauta livre da Quebra-do-Osso se inicia e o primeiro a se pronunciar é um dos outros Garous que havia chegado com Uivo-Flamejante. Ele se apresenta e faz o blá-blá-blá que todo o Cria de Fenrir amava fazer. Nada muito interessante é dito, além de uma árvore genealógica extensa com um bocado de novo que Skullhead sequer conhecia. Felizmente, genealogia Fenrir era um assunto tedioso demais para ele.

*...E que Cólera-de-Balder não saiba disso...*

Ele termina sem fazer colocações a mais. No mesmo instante, aparentemente instigado pelo discurso alheio, Rob pede a permissão para ter a palavra, ao passo que Sussurros veta qualquer pronunciamento da parte dele secamente.

*Não tô afim de saber quem pariu ou deixou de parir o cabelinho-de-fogo aí também... graças a Gaia Sussurros intercedeu por nossos ouvidos!*

Ele toma mais um gole de seu hidromel, esperando agora que mais manifestações fossem feitas.
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Re: Clareira Central

Mensagem por Sombra-da-Coruja em Ter Maio 15, 2018 12:05 pm

Forma Atual - Crinos

Após a resposta de seu Alfa, o Ragabash só consegue lembrar de seu pensamento anterior..

*Bem vindo né??? Essa ai não foi nem a cuspida..*

O humor do Peregrino lentamente volta a melhorar..
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ESPÍRITO TRANQUILO (crinos) - SEITA / NARRAÇÃO

Mensagem por Espírito Tranquilo em Ter Maio 15, 2018 1:27 pm

Ouve a questão entre o alfa e Fúria-Justa-de-Esteno. E ao ver a posição do alfa, lhe acena forma positiva. Apoiando aquela forma de agir dele mais polida.


 *Talvez não todo Senhor da Sombra seja tomado por seu ego...*

 Os embates se seguem. E junto da matilha, o albino única de forma tímida em honra ao Presa de Prata. Era estranho de certa forma estar na torcida por quem mal conhecia, mas era o correto a se fazer para se integrar a matilha. Observa também com bons olhos o ato dele de dar o sangue ao fogo.
 Então mais dois embates seguem, albino observa se há satisfação em Boitatá. E nota que Presa de Prata não comemoram por seu filho.

 *Por quê? Mais conflitos... E internos também...* 

 Passa os olhos em Filho-da-Alvorada o parabenizando e junto tentando ler sua expressão para saber se tinha alguma dica sobre aquele conflito.

 "-P-parabéns... B-belo embate..."

 O philodox chega, albino sabia quem ele era por causa de Cordas-Trêmulas, mas as apresentações formais são feitas ali.

 "- Espirito-Tranquilo, metis, theurge, cliath dos Filhos de Gaia, entre homens me chamam de Allen Norson... P-prazer em conhecer n-nobre juiz... T-tem feito belo trabalho, beta..."
 
 Acena para o Wendingo em resposta ao aceno dele.  E abaixa a cabeça, desviando um pouco o olhos.
 Logo se abre espaço livre para fala e Hagen toma o osso fazendo apresentação pessoal. 

 * Para quem fala que vai ser curto para não fazer como o Fianna, falou de mais... Teceu toda a árvore genealógica... Só para se mostrar...*

 Respira fundo e bota os olhos sobre Rob num momento tentando prever se ele iria falar ali. Então, volta aaolgar a matilha se preparando para falar com o alfa, e então ouve beta falar em constrição. Suspira de novo e se dirige ao alfa e beta, mas qualquer um da matilha o poderia ouvir.

 "-C-com licença... Sei que pediram pra mim ver... Mas deveria eu me apresentar agora? Ou esperar outro momento? E ca-caso seja questionado sobre o aeroporto, eu precisarei me pronunciar... E-eles não falam com os espíritos, algumas informações só eu tenho... E..."
 
 Fez uma pausa se encolhendo, mantendo orelhas baixas.


 "- E-eu... Preciso fazer também c-constrição com... H-Hélios... E talvez ser julgado por atos no aeroporto... Frente a essa seita..."
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Re: Clareira Central

Mensagem por Convidado em Ter Maio 15, 2018 1:34 pm

Rob entende a decisão do Alpha. Ele também sabe que ali era a hora de pelo menos ganhar um pouco de renome que lhe era devido, talvez faria os outros esquecerem de sua falta de educação e receber um pouco do respeito que lhe era merecido.

-Sussurros Solitários entendo e concordo com seus motivos. Mas seria sábio que nosso Philodox explique a todos o que aconteceu hoje a noite na chagada dos novatos. Não posso me aprofundar e acho que aqui e agora nem é o local e a hora. Então queria que se possível ele incluísse na pauta os acontecimentos e dessa vez de uma forma mais precisa e que não gere duvidas e questionamento. – disse Uivo com o intuito de mostrar para a seita o que ocorreu, mas de uma forma que não ficasse um holofote em cima dele.

-Então vai ponderar sobre o que pedi, já que se enquadra com tema livre de assuntos pertinentes a seita?
– Aguarda Rob uma resposta.

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Clareira central Sangue-Forte-de-Luna

Mensagem por Anda-Com-Espiritos em Ter Maio 15, 2018 1:35 pm

Sua derrota no torneio nao havia lhe abatido. Mas ele gostaria de ter ganhado aquela luta.

Mais dois duelos seguiram e entao foi aberta a pauta para qualquer assunto.

Nate pensa em se pronunciar mas prefere ficar calado, ainda nao era a hora de falar!

"-Obrigado Requiem. Farei melhor nas proximas vezes."

Nate observa a conversa de sua Alfa com o seu Beta de rabo de olho curioso!
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Re: Clareira Central

Mensagem por Sussurros Solitários em Ter Maio 15, 2018 1:38 pm

Forma atual: Crinos

O Lobo escuta a resposta do Fianna e fala: 

"- Muito bem, conte os fatos para Sentinela-das-Sombras e ele decide a melhor maneira de apresentar estes fatos a seita."
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Re: Clareira Central

Mensagem por Victor Montenegro em Ter Maio 15, 2018 1:39 pm

Diante da pergunta de Rob, que claramente forçava a intimidade, Victor apenas sorri e diz de forma cortês :

'- Quem sabe uma outra hora eu lhe conto.'- O Philodox não parecia surpreso com o fato de o Fianna conhecer seu antigo nome, já que ficara claro que este havia se encontrado com Alef.

Victor retoma a atenção aos combates e fica chateado por Língua Afiada não ter ganhado, mas nada demais.

A cerimônia da quebra do Osso é retomada e Rob pede ao alfa para falar, mas é duramente silenciado. O Senhor das Sombras, entretanto, ergue a mão pedindo o Osso e se pronuncia:

'- Gostaria nesse momento de pedir desculpas públicas e formais a Pantaneiro e Skull-Head por tê-los deixado para retornarem sozinhos ao Caern quando da missão da noite passada. Deixei que minha ira para com o Fianna turvasse meu julgamento, o que me fez agir de forma desonrada. Meu augúrio é um que exige sabedoria e honra em suas decisões, não devendo nunca ser comprometido por paixões. Nunca deveria ter deixado Skull-Head com Pantaneiro. Eu era o Garou de posto mais elevado e sobre mim recaia a responsabilidade de zelar por eles até o fim. Garanto que o erro que cometi na noite anterior estará sempre em minha memória, será para sempre lembrado por mim e dele retirarei meu aprendizado. Não se repetirá, mas, pelo que aconteceu, peço desculpas.' - Finaliza, devolve o Osso para a Mestra de Cerimônias e se mantém ao lado de sua matilha esperando o seguimento dos ritos.
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Re: Clareira Central

Mensagem por Igor Petrunov em Ter Maio 15, 2018 4:58 pm

Igor voltara ao meio de sua matilha, recebendo os cumprimentos de seus companheiros.

- Obrigado, pessoal.

A luta que se seguiu foi de um irmão de Tribo, Garras-do-Falcão-Noturno, contra uma Fúria. Esperava que ele levasse a melhor e permaneceu calado, observando. Achou estranho que sua própria tribo não tenha uivado em apoio e, por por não saber a razão, achou prudente também não fazê-lo.

Com o término da rodada de combates, os debates voltaram a ser o assunto da Assembléia. Tão logo teve a oportunidade, o Cria que chegara junto de Espírito-Tranquilo tomou a palavra, dessa vez pelas vias corretas, na Assembléia. Dessa vez, talvez para compensar a péssima impressão inicial, ele decidiu discorrer longamente sobre sua genealogia, como se algum nome no meio daquela enxurrada fizesse sentido pra alguém ali.

"Será só falta de respeito ou burrice mesmo se dirigir à Assembléia nesses termos?" - pensou o Presas, intrigado pelo vocabulário de Hagen. Igor entendia que a língua garou existia justamente para que toda a Nação pudesse se entender, independente de sua origem. Usar essas denominações humanas no meio de uma Assembléia, além de pedante e desnecessário, parecia uma grande falta de sabedoria.

Degan propôs que a Contrição ao Boitatá fosse feita naquele momento, já que a pauta era livre, e Igor concordou.


- Você tem razão, Degan. Acho que é melhor que a gente se redima com o Boitatá o quanto antes.

Allen pediu opinião do alfa e do beta sobre se apresentar e contar sua experiência no aeroporto, mas uma parte da sua fala acabou chamando mais atenção de Igor do que todo o resto.

- Contrição com Hélios, Espírito Tranquilo? - questionou o lua crescente, virando-se completamente para o novato.
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Re: Clareira Central

Mensagem por Convidado em Ter Maio 15, 2018 5:26 pm

Agora era a hora de contar o que realmente aconteceu no aeroporto e da eminente ameaça que estava surgindo, afinal os Vampiros estavam com carregamentos de armas pesadas e suas fileiras poderiam ser reposta em alguns meses de forma rápida.

-Acho que todos vocês antes de todos devem saber o que aconteceu no aeroporto até chegarmos aqui – disse se referindo a sua nova matilha – Chegando no aeroporto logo percebi que estava ocorrendo algo muito estranho. Primeiro pelo fato de não termos vindo por uma ponte da lua, não entendi o real motivo de não usarmos já que era uma viagem mais segura e rápida. Mas enfim tudo bem até ai não entendi o que ocorrera, talvez alguém de Tara Prateada teria previsto, isso realmente não importa. Mas não fora uma viagem agradável, muitos atrasos e no final quando finalmente chegamos no Rio – então Rob percebe que essa versão não poderia ser nem extensa e nem completa – Estávamos em seis e nos reconhecemos pela fúria, sabíamos que tinha algo errado e decidimos colher mais informações a Pata Dourada descobriu que tinha um carregamento de armas pesadas sendo descarregado para três caminhões. Espirito Tranquilo havia invocado um rato para colher informações e por ele descobrimos que haviam 90 vampiros ali no aeroporto. E então foi quando ouvimos que os sangue sugas foram atacados no saguão, então pensei que o rato poderia fazer o serviço de saber para onde os lideres iriam, mas o Theurge foi mais esperto e pediu para ele seguir os caminhões. Então decidimos entrar em combate mesmo sabendo que eles tinham munição de prata. Eu fiz um plano rápido para nós nos focarmos para derrubarmos quem estivesse armado, mas os Fenris ignoraram minha estratégia e entramos em combate. Lá estava um Garou com pelos prateados e com uma Grande Glaive que ia derrubando inimigo após inimigo e um outro Garou passou reto em direção aos caminhões. Hegan teve dificuldade em derrubar seu primeiro oponente e logo o Garou de pelos prateados chamou a maioria dos ataques para ele, eu demorei um pouco pois vendo a situação tive que uivar para Gaia, assim induzindo medo a todos os inimigos e o segundo uivo para lembrar aos meus companheiros por quem lutamos. Então a outra Fenrris, Swift Claws,  estava contra dois e também ignorou meu plano.  Henry tinha ordens de proteger Espirito Tranquilo, mas acabou sumindo. E assim entrei em combate seguindo a minha estratégia. No final Swift derrubou um Vampiro e caiu para um tiro a queima roupa e se eu não intervisse poderia ter sido pior. Pavor de Jörmungandr havia derrubado dois vampiros antes de ser alvejado tab´m por balas de prata e também segui derrubando aqueles que derrubaram meus companheiros, A Pata Dourada, uma das Garous que desistiu depois de ficar no rio após esses acontecimentos havia ajudado arremessando cadeiras nos vampiros e logo tinha sido presa por tentáculos negros que a agarraram e para que ela não ficasse presa tive que matar o vampiro que controlava esses tentáculos de sombras. No final seguindo meu plano havia destruído 6 vampiros sem ser ao menos tocado, Hagen 2 e Swift 1, e acho que uns 25 sangue sugas foram destruídos facilmente pelo portador da Grande Glaive. Após isso os dois saíram do saguão para impedir um carregamento de armas toxicas e químicas. E nós fomos pra fora do aeroporto e houve uma explosão. Pata dourada tira Swift Claws e eu volto para pegar Hagen e retorno mais uma vez para pegar Espirito Tranquilo que havia invocado um espirito. Após esses incidentes e sabermos o que estava acontecendo pegamos um taxi onde percebi que era um servo de um vampiro e para não revelar a localização da entrada do Caern eu o enganei e peguei mais informações sobre ele e onde poderia achar seu mestre. E suspeito que eles tenham envolvimento em tudo que aconteceu dês dos atrasos até saber onde fica o Caern.  


Rob tenta resumir tudo que realmente acontecera, e irá esperar um momento melhor para expor a sua versão estendida para Victor.

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Re: Clareira Central

Mensagem por olhosdegaia em Ter Maio 15, 2018 6:06 pm

Forma – Crinos

Os pêlos do Garou se eriçam quando o embate de modos ocorre dentro de sua matilha, o Garou instintivamente, diferente de seu irmão de tribo, se move em direção aos dois que brigavam, levemente se antepondo entre os dois, mas discretamente, pois logo em seguida, a situação parece resolvida, apesar das palavras da Fúria Negra, que continuavam a revelar um grande rancor, que como guia espiritual da matilha o interessava muito, a Fúria corria menos contra seus companheiros, e mais voltados aos seus adversários.

O próximo a enfrentá-los era Filho-da-Alvorada, e o Theurge acompanha o combate de seu companheiro de augúrio, filho do Falcão, com o filho do Trovão da outra Matilha. Igor vence rapidamente, e Olhos-de-Gaia abaixa a cabeça, lhe prestando essa homenagem quando retorna à Matilha, era o modo da linguagem lupina de lhe dar os parabéns.

A luta dos Galliard jovens começa e mantém a atenção do Lupino o suficiente para ele ver o Presas de Prata prevalecendo em uma luta difícil e depois o massacre do Wendigo que lutava de maneira muito confiante.

Logo depois dos combates novamente estavam abertas as discussões, nesse momento com tema livre, o Theurge pensa em tudo que descobrira até ali e como aquela informação ajudaria a seita, mas não se posiciona para falar, tinham combinado manter o assunto restrito, então apenas observa a apresentação do Cria de Fenris que chegara junto com o ruivo tagarela.

Sabiamente Sangue-dos-Quatro ventos se posiciona lembrando da contrição ao Boitatá, ela era devida a atitude do Filho de Gaia a pouco, ele apenas abaixa a cabeça a essa menção, mas aguarda seu Alfa se pronunciar.

No entanto quando Espírito-Tranquilo fala de uma contrição diferente e de um julgamento, o Lupino apenas fala em voz baixa para sua matilha.

“- Hoje ter muitos julgamentos, os filhos do Uirapuru escutar seus irmãos antes de queimar na fogueira.”

As queimaduras em seu corpo atestavam pela sua pergunta, deixando um tom não muito claro para o outro Filho de Gaia se a fogueira era literal ou metafórica.

Ele dava abertura a seu irmão de tribo para continuar, seguindo o questionamento do Presas de Prata com os olhos.
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Black-Hat | Fúria-Justa-de-Esteno - Guardiões da Canção Ancestral

Mensagem por NarraDiva em Ter Maio 15, 2018 6:50 pm

Black-Hat havia se calado depois de Helenna. A Andarilho não era burra para entrar num combate com uma Ahroun ou expor sua matilha. O comentário de espírito tranquilo é recebido pela Lua Nova que apenas comenta:

'- Não é necessário se apresentar. O era quando chegaram, mas o Fianna trouxe toda a Sapucaí pra dentro do Caern e vocês perderam o tempo certo para isso. Deixa passar. O que tiver que ser julgado ou não nosso juiz vê ao final da assembleia, sem expor a matilha.'
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Cólera-de-Balder - Matilha Olhos da Tempestade

Mensagem por NarraDiva em Ter Maio 15, 2018 7:01 pm

Siegfried ouve a apresentação de Hagen e em seguida a história contada por Rob. Como assim o Fenris havia caído tão rápido? E matado menos vampiros que o Fianna? Cólera-de-Balder estava indignado e olhava na direção de Hagen balançando a cabeça negativamente:

'- Golgol deve ter fraquejado quando gerou aquele lado da família...' - resmunga diante dos comentários de Rob e comentando com o resto da matilha:

'- Também fedia a sanguessuga naquele labirinto da Weaver que fomos de tarde. Esses malditos estão por todos os lados. Temido-Como-Vulcões está certo quando fala que precisamos rever algumas coisas nesse Caern...'

O Fenris lança um olhar ao Boitatá.
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Skullhead (Crinos) - Matilha Olhos da Tempestade | Todos

Mensagem por Skullhead em Ter Maio 15, 2018 8:19 pm

O único membro a pedir a palavra final na Quebra de Ossos, por enquanto, era Sentinela-das-Sombras... e a atitude dele surpreende o Theurge. Ele pedia desculpas por ter abandonado os irmãos de matilha no centro, sozinhos... na verdade, pedia desculpas ao Andarilho por tê-lo abandonado com o Fianna.

*Ô, Gaia... o coração-filho-da-puta desse meia lua tem algum ressentimento?*

Era interessante ver o Philodox se submetendo diante de toda a Seita. O mesmo retorna a matilha e Skullhead apenas sussurra para ele, apoiando a mão metálica em seu ombro:

'- Água passadas, Sentinelas-das-Sombras... vamos seguir...'

Evidentemente, Victor ainda tinha muito o que explicar para Skullhead... assim como Rob parecia ter para toda a Seita. Ele insisti que deveria repassar algo e o Alpha ordena que ele conte o causo e que Victor mediasse se realmente era importante. Ele conta mais uma vez a história do aeroporto e ouvi-la duas vezes tornava as coisas menos surreais. Eles haviam lutado ao lado dos ostracizados e caçados, combatido sanguessugas e recuperado uma carga importante... era coisa pra caralho!

Skullhead espera um parecer de Victor enquanto o Beta lamentava o aproveitamento de seu irmão tribal, e aparentemente um parente seu, diante do combate que Rob narra.
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Kiba Valentine (Crinos) - Fortaleza de Gaia

Mensagem por Kiba Valentine em Ter Maio 15, 2018 10:19 pm

Kiba dá um sorriso de agradecimento para Padme e nota que Pantaneiro e os demais prestavam atenção neles.

“Já passou da hora de me levantar...”

O Ahroun se levanta enquanto Pantaneiro e o novato conversavam sobre aprender português e sobre treinarem táticas de matilha.

Em seguida, Kiba nota que Guy atacava de vencer sua batalha, porém não ouve uivos vindo dos Presas de Prata. O Roedor de Ossos simplesmente não acreditava que eles continuariam a tratar o Galliard dessa forma.

Os assuntos se prosseguem e o novato se apresenta a Seita “formalmente”. Kiba aproveita que as atenções não estavam sobre ele e coloca a mão no ombro de Antônio, dizendo para ele em tom que só sua matilha ouvisse.

- Desculpa cara... Tava tão na merda que nem te dei parabéns pela luta... Tenho certeza que se houver uma próxima vez nós faremos diferente...

O Ahroun tentava se motivar daquele jeito e aos demais, mas ele não acreditava ser capaz de mudar seu destino. Ainda se sentia um lixo, mas se desse as costas a sua matilha seria pior do que lixo.

Victor então se manifesta pedindo desculpas a Pantaneiro pela noite passada, mas Kiba não conseguia acreditar na verdade em suas palavras principalmente depois daquela noite. O Ahroun cruza os braços e se mantém em silencio esperando que as coisas de desenrolassem.
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Re: Clareira Central

Mensagem por Victor Montenegro em Ter Maio 15, 2018 10:33 pm

Ao retornar para junto de sua matilha Victor é recebido de forma amigável pelo Theurge e lhe o oferece um sorriso e um tapinha nas costas em agradecimento.

Rob então começa a relatar o ocorrido no aeroporto como uma metralhadora. O Philodox meio que arqueia a sobrancelha, mas escuta tudo o que era dito.

* Por Gaia, como fala!... E como se enaltece... deve ser mal da tribo. *

Victor escuta tudo atentamente e ao final comenta:

'- Hmm, entendi. Melhor nao levantar isso agora, mas incluirei na apresentação... por falar nisso, você sabe tocar um tambor, um atabaque, sei lá. Conheço os feitos da matilha e sou bom com palavras e retórica, mas o trovadorismo e discursos inflamados não são o meu forte. Se souber fazer algo que possa auxiliar na apresentação e deixá-la mais... instigante, enquanto eu narro os nossos feitos, eu seria grato.'

Após dizer isso escuta o comentário desgostoso de Siegfried e indaga ao seu beta:

'- Que tipo de coisas, Cólera de Balder?...'


Última edição por Victor Montenegro em Ter Maio 15, 2018 10:48 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Clareira Central

Mensagem por Convidado em Ter Maio 15, 2018 10:45 pm

Rob olha para Sentinelas das sombras e assente com a cabeça.

-Se conseguir um tambor e uma gaita de fole eu inflamo a todos, vou cadenciando a musica para se encaixar na sua narativa e assim virar um Épico que será lembrado por muito tempo. Talvez Bardo Forjador tenha uma gaita de Fole e um tambor que possa emprestar - fala animado, já que seria util e sua primwira participação em equipe e dentro da matilha.

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Re: Clareira Central

Mensagem por Victor Montenegro em Ter Maio 15, 2018 11:00 pm

'- Sim. Acredito que Bardo Forjador deva ter um tambor. Se o alfa não se importar e você for discreto, pode se aproveitar desse momento da quebra do osso para ir até ele e pedir um emprestado.' - comenta em voz baixa o Philodox
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Grace(Crinos) - Todos

Mensagem por Grace Tavares Conney em Qua Maio 16, 2018 1:18 am

Grace resolve não interferir nas discussões entre irmãos de Matilha, e ao final do julgamento, assiste às lutas dos Ragabash e dos Theurges, sem favoritos. Apenas quando Filho da Alvorada é chamado para lutar que ele lhe deseja boa sorte, e sorri quando ele vence, uivando vigorosamente. Assim que ele volta, faz questão de dizer ao Presas de Prata.

- Foi uma bela luta. Parabéns!

O torneio dos Galliards Forsten ganha mais atenção da Fianna. Admirava Guy Falcon, e admira ainda mais depois daquela luta, onde ele usa seus dons de forma tão eficiente. Preferia apenas que não tivesse enfrentando uma Fúria Negra, o que a deixava dividida. Contudo, uiva para ele ao fim de sua luta.  

Presta atenção também na disputa entre o Wendigo e a Fúria Negra. O lupino era forte, e vence a disputa, na qual ela também faz questão de uivar. 

A Assembleia começa a pauta livre. Deganawida lembra Luke da necessidade da Matilha fazer uma contrição com o Boitatá, e ela acena firmemente em concordância, esperando o Alpha pedir o osso e colocar essa questão. 

Enquanto isso, um Fenris dos recém chegados se apresenta, com tantas palavras estranhas e desconhecidas que ela só consegue pensar que o Fenris devia achar que ainda estava na Noruega.
Segue-se então um pedido público de desculpas de Sentinela das Sombras. Devia ter sido uma das punições de Coração da Verdade, embora as palavras dele não parecessem nem de longe honestas e verdadeiras como haviam sido as de Legado do Trovão.  

Espírito Tranquilo diz que precisava ser julgado, e fazer e uma contrição com Hélios. Filho da Alvorada, com sua ligação ao espírito solar, talvez não levasse muito bem a questão, seja lá qual fosse o motivo do Impuro ter ofendido o solaris. 

Ignorando os comentários de Black Hat sobre seu irmão Fianna, reforça as últimas palavras dela, tentando dar um pouco de apoio ao tímido theurge com seu olhar. 
- É isso mesmo. Conte-nos depois o que aconteceu e então vemos como vamos proceder. 

Vai então até Sangue dos Quatro Ventos, que estava taciturno, mais do que o normal. Em uma voz baixa e suave, pergunta-lhe. 
- Como você está? Imagino que esses julgamentos devem ser exaustivos. 
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Pantaneiro (Crinos) - Assembléia / Fortaleza de Gaia / Todos

Mensagem por Yorick MacAlister em Qua Maio 16, 2018 1:21 am

Quando se abre a pauta livre o primeiro que faz uso dela é Hagen. Em suma se apresentava e fazia questão de falar de toda sua linhagem. Seu nome era Pavor-de-alguma coisa. A língua do Fenris ainda era meio confusa e por isso focou somente no básico. Nesses 3 dias naquele Caern havia aprendido que prego que se destaca é martelado e o quanto antes Hagen soubesse disso era melhor. Em todo caso, a apresentação do Fenris havia sido boa e se limita em acenar em tom de agradecimento.

Depois, para sua surpresa, Victor toma a palavra de novo.

"Que que esse filhote de chocadeira vai falar..."

Estranhamente vinha um pedido de desculpas como forma de arrependimento. Mal podia acreditar que aquilo tava acontecendo.

"Olha que falsiane..."

A prova que o Senhor das Sombras estar sendo falso era que no dia do ocorrido, ao chegarem no Caern, Victor nem se quer demonstrou compaixão, arrependimento ou algo do tipo. Mas agora!? Assim do nada?!

"Esse aí é mais falso que os tênis da bolívia que meu tio trazia..."

Se perguntava se os outros juízes conseguiriam detectar alguma verdade em suas palavras porque honestamente, aquilo era uma mentira deslavada. Uma mentira contada pra fazer com que reparasse a imagem ruim do grande filho da puta que é e que já foi comprovado por causa de atitudes como aquelas. A vontade de Pantaneiro era de pegar o osso e dizer algo que já deveria ser dito, mas ainda não era o momento e esperaria o Philodox abusar da audácia mais um pouco. Quanto mais alto subisse, maior seria a queda.

"Pode convencer toda Seita, mas eu não... eu não."

Aquelas desculpas não serviam. Não aceitava. Era conversinha de quem queria ser bem visto, mas era podre por dentro. Apenas encarava o Philodox com total desprezo e quieto. Só restava uma forma de ter certeza. Se aproximou bem perto de Padmatavi e cochicou para sua Juíza:

- Ele realmente tá dizendo a verdade? Confesso que é difícil acreditar.

Por final, olhou para sua matilha e notou que pelo visto ninguém mais pediria a palavra. Era melhor assim. Menos atenção era melhor no momento.
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Re: Clareira Central

Mensagem por Hagen Bernhardt em Qua Maio 16, 2018 2:21 am

Hagen ao retornar a sua matilha nota a cara de dúvidas que muitos direcionavam para o jovem Fenrir.

"Não estão acostumados com as palavras que usamos comumente... mas Não voltarei para traduzir, falei até demais."

Fenris eram muito orgulhosos na hora de descrever suas origens, Hagen tinha um imenso prazer em falar da sua mãe e claro, era uma apresentação formal perante a assembléia, provável que as palavras exageradas do fenrir não se repetiriam.

Hagen nota Asa-Renegada falando com Sereno-trovão e logo após o pedido de desculpas de Justiça- do-Predador, Pantaneiro fica inquieto. Hagen observa o pedido de desculpas ao fianna e o mesmo aparentando irritação com aquilo.

"Curioso isso...enfim, já falei demais..."
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Legado do Trovão (Crinos) - Guardiões da Canção Ancestral

Mensagem por Luke Constantine em Qua Maio 16, 2018 4:27 am

* Luke ouve a resposta de Helenna e nota nesse instante a magoa que ela carregava contra aqueles que outrora foram de sua matilha. Pensa que talvez aqueles que agora compunham a Olhos da Tempestade nutriam o mesmo tipo de sentimento contra sua pessoa, a vida era mesmo uma coisa estranha e cheia de ciclos. Acena para a Fúria Negra com a cabeça e não perpetua discussões, nem era isso que desejava de qualquer forma. Então observa com olhos atentos a luta de Igor contra um outro filho do Avô Trovão e, por mais que isso pudesse parecer estranho, comemora com o bom desempenho do Theurge e uiva em sua honra após vê-lo derrubar seu oponente. *

"O cuzão teve o que merecia depois de expor a tribo por causa de um animal abatido.."

* Diz para o Presas de Prata quando ele retorna para a matilha: *

- Boa!

* Então apenas observa as duas lutas seguintes e, a contragosto, vê Língua-Afiada ser derrubada pela ferocidade de um Wendigo. Gostava da Galliard e desejava a ela melhor sorte depois de terem encarado a morte juntos na noite anterior. Nota também que Guy Falcon, apesar de fazer um excelente combate, não era exaltado pelos Presas-de-Prata após sua vitória. *

"O cara é polemico mesmo mas porra, vai entender.. exaltam a impura sobrinha do Rei e tocam o foda-se pra um cara que tem feitos além da arvore genealógica"

* Então a pauta livre é instaurada e não demora até que Degan, agora de volta, retoma o assunto da contrição. Sua sugestão era corroborada por Igor e Grace e os outros pareciam não ter nada a dizer sobre o tema, de modo que provavelmente concordavam também. A verdade era que o Philodox já havia condicionado a matilha a fazer aquela contrição, não havia motivos para prorrogar ainda mais o tema.  Espirito-Tranquilo aproveita o momento e indaga se deveria fazer sua apresentação, revelando ter conhecimento sobre temas que eventualmente poderiam vir a ser julgados. Troca olhares com o Juíz por um instante, sem saber o que esperar mas já esperando problemas, e após palavras sábias de Black-Hat delibera ao impuro: *

- Seguimos o conselho da Ragabash, mas eu vou querer saber essa história direito assim que tivermos tempo.

* Ouve trechos da apresentação do Fenris que havia chegado junto com Espirito-Tranquilo e perde muitos detalhes por não entender os conceitos que o mesmo adotava em suas longas dissertações sobre a origem do seu sangue.. o que, particularmente, lhe parecia uma perda de tempo tremenda. Quando Victor faz seu pedido de desculpas, apenas pondera: *

"Jogando o jogo.. como sempre."

* Por fim, vendo a oportunidade, levanta a mão e pede o osso, dizendo com uma voz grave dotada de etiqueta treinada quando a voz lhe é concedida: *

- Em nome da Guardiões da Canção Ancestral, peço desculpas públicas à essa Seita e ao Boitatá em virtude da quebra de protocolo cometida por um membro dessa matilha ao deixar a assembléia após seu inicio. Sentimo-nos na obrigação de reparar o dano causado a esse grande totem e, conforme previamente anunciado na apresentação dessa matilha por nosso Juiz, desejamos honrar a o nobre Boitatá com um ritual de contrição. Deste modo, se a liderança da Seita assim entender adequado, gostaria de solicitar respeitosamente ao Mestre de Rituais deste Caern que nos auxilie no processo ritualístico no momento em que julgar oportuno.

* Faz uma mesura educada tanto ao Líder do Caern quanto ao Mestre de Rituais e então retorna ao seu lugar junto aos seus. *
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Re: Clareira Central

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