Clareira Central

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Pantaneiro - Luke, Lukas, Alef, Victor e Spybot.

Mensagem por Yorick MacAlister em Sab Jul 01, 2017 1:55 am

O Alpha parecia ser direto e rápido. Isso agradava Pantaneiro que estava ansioso por ação. A retribuição do mesmo era sucinta o que indicava pressa em iniciar logo os trabalhos e não perder tempo, o que era bom, porque assim poderia ser mais ágeis com um Alpha que focava em objetivo.

Pantaneiro faz uma aceno positivo diante da resposta em chutar o rabo da Wyrm e com isso uma novidade, mais dois integrante para a matilha. Cujo primeiro era um Philodox.

* humn... interessante... outro juíz... a pergunta é: quem vai ser o bandeirinha?...*

Tinha um palpite, mas o jogo ainda não havia começado. O nome do Philodox que se apresentava era Lukas e parecia entusiasmado. Logo após outro, um Galliard, esse nem tanto e deveria ter seus motivos para isso.

" Vamo precisar memo de alguém pra conta nossa história..."

Pantaneiro segue o passo que Victor se apresenta, e também faz as honrarias cumprimentando os recém-chegados com um aperto de mão firme.

- Prazer, moçada. Sou Yorick McAlister, "Pantaneiro", Ahroun Cliath Fianna da Irmandade de Herne e a honra é toda nossa em chutar a bunda da Wyrm.

Esboçou o que pareceu um sorriso, apesar do semblante mais sério. Então Victor pergunta a Luke qual eram as ordens e sede por ação já fazia o sangue de Pantaneiro vibrar nas veias, como uma onça com fome pra pegar um bezerro novo. Se levaria sorte na sua nova jornada com tantos desconhecidos, não sabia, mas precisava confiar em cada um ali como irmão de batalha, afinal, era sua nova matilha, seus novos irmãos.

Reforçou por final as palavras do Philodox para o Alpha demonstrando prontidão para prosseguir.

- É só falar, alpha e vamo que vamo. 


Cruzou os braços e estava pronto. Notou que Victor acendeu um cigarro e pensou:

* Porque não..?*

Disse para o Philodox em tom mais próximo para não atrapalhar o diálogo:

- Dá um ai pra eu mata a vontade, xômano...

E estendeu a mão sendo simpático e amistoso.
  
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Re: Clareira Central

Mensagem por Convidado em Sab Jul 01, 2017 2:03 am

É interessante ver como o nosso mais novo "Alfa" lida com a situação, nos conduzindo a uma sociabilização aparentemente saudável, como ele não nos conhece decide apenas "pedir" que a gente se apresente como já o fizemos. *Isto que da termos chefes demais* pensei comigo mesmo enquanto ouvia todos os outros se apresentando.

Como Asa-Solitária havia dito sobre ele mais do que apenas nomes e títulos, ele contou sobre seu passado e suas habilidades e assim outros o fizeram. Talvez eu esteja errado, talvez a "Olhos-do-Caos" e "Âmago-de-Gunnr" não saibam muito sobre nós, então as apresentações talvez sejam necessárias de fato.

Ouço Kiba e confesso respeitar a sua história, ele tem passado como garou e eu basicamente não tenho, viveu entre Roedores e então talvez isto o faça sensato e não cego de arrogância pela tribo a qual pertence, bom.

Depois veio Grace, a Irlandesa que teve um pai brasileiro. Musicista, arqueira e com parentes lobisomens, treinada neste mundo e já o conhecia antes de aqui estar.

Jessica então fala, eu não sei o motivo dela ser legal comigo, mas acho que gosto disso no fim, só espero que não seja apenas o "momento". Mas é engraçado as qualidades que ela descreve nela mesma porque basicamente ela se define como "uma ótima ladra".

Diante de todos da minha matilha, me sinto... envergonhado. É a minha primeira matilha, meu primeiro Caern, mesmo após eu ter sido achado pelos Andarilhos e ter minha iniciação, posso dizer que só agora sou um Garou de fato e me sinto um filhote, pior do que isto, me sinto deslocado.


" - Tomás von Ludwig, não sei se tenho parentes vivos que sejam garous, mas acho que não, nasci em São Paulo e me mudei para cá aos quinze anos por circunstâncias não pertinentes ao momento. Sou também Brilho-dos-Sonhos, Ragabash e Cliath dos Andarilhos do Asfalto. Não sei no que posso ser útil, mas tenho habilidades especificas bastante incomuns, sou muito bom com maquiagem e disfarces, também sei atuar. Quando mais novo fui um bom ladrão e sou incrivelmente flexível o que é bom para lutar, infiltrar-se... ou dançar. - "

Diante do que falo me afasto pensativo olhando para o chão, eu sei fazer outras "coisas", mas não sei se me destaco em relação aos meus colegas, ao me afastar eu me espreguiço torcendo os ossos do meu braço e desfazendo o processo, ao fim, desviro o rosto para que não me vejam diretamente e então comento. "-Acho... acho que preciso beber alguma coisa-". 

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Re: Clareira Central

Mensagem por Victor Montenegro em Sab Jul 01, 2017 2:10 am

Victor sorri para o Pantaneiro e lhe passa a carteira de cigarros e os fósforos.
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Pantaneiro - Victor e os demais

Mensagem por Yorick MacAlister em Sab Jul 01, 2017 2:27 am

Pantaneiro pega a carteira de cigarros, bate na mão de leve, tira um e leva na boca. Risca um fósforo e acende e traga com gosto a primeira e depois solta lentamente. Devolve então para Victor seu cigarro e fósforo e agradece:

- Valeu, xômano.

Sorri sendo simpático para o mesmo.

*Talvez ele não seja tão quarta-feira quanto parece... As vezes tá escondendo o leite...*
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Legado do Trovão - Pantaneiro / Justiça do Predador / Spybot

Mensagem por Luke Constantine em Sab Jul 01, 2017 2:35 am

* Os últimos dois Garous se apresentam e a matilha agora estava quase completa. Não deixa de notar a postura de ambos, que não podiam ser mais diferentes. Enquanto o Philodox era abertamente amistoso e aparentemente estava disposto a fazer aquilo dar certo, o Galliard se mantinha rígido no auge de toda a sua raça pura e não apresenta nada além do estritamente necessário. O Senhor das Sombras assume de imediato o gesto do Presas de Prata como amostra de descontentamento mas não se importava com isso enquanto não atrapalhasse o desempenho dos matilha, caso em que tomaria as providencias devidas. Não tinha tempo para adular criatura alguma e, mesmo que tivesse, não o faria. Seu irmão tribal o interpela tão logo as apresentações se encerram e era chegada a hora de iniciar os trabalhos. Com sua voz grave e séria se dirige à todos: *

- A primeira coisa que tenho pra dizer é que vai ser uma honra lidera-los e que eu vou até o maldito inferno pra fazer isso dar certo.

* Olha demoradamente para todos os presentes com um olhar confiante. Deixa as palavras se fixarem e permite um instante de silencio antes de seguir:

- A partir de agora correremos, lutamos, morremos e vencemos juntos. Pra isso funcionar precisamos de um vinculo e isso não vai acontecer do dia pra noite mesmo que eu passe horas aqui falando sobre o que eu era antes. Já sabemos o estado que a Cidade se encontra, sabemos que nosso território é grande e que temos um puta trabalho pela frente então vou ser objetivo: tamo em guerra e cada instante vale uma vida inteira.

* Termina a frase com resolução, não estavam num conto de fadas e era seu papel ser realista ali. Novamente deixa as palavras no ar por um momento antes de prosseguir:

- Vamo ter tempo pra conhecer o passado de cada um aqui mas, por enquanto, eu quero falar sobre o que somos agora: uma matilha. E a primeira coisa que eu quero como Alfa dessa Matilha é definir como seremos conhecidos daqui pra frente, porque esse é nosso vinculo. Precisamos de um nome, um vinculo de honra e glória, um nome pelo qual valha a pena lutar! 

* Apesar de seu tom sombrio habitual, parecia genuinamente interessado quando indaga a todos: *

- E então, sugestões?!
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Tarek - Derek - Kiba - Tomás - Grace - Jéssica - Zvanna - Sarah

Mensagem por Convidado em Sab Jul 01, 2017 2:37 am

Thiago, ainda estava incomodado com aquele olhar e as sensações que tinha e se ele pudesse, sem arranjar mais problemas, já teria saído para dar uma volta. Andar era algo bom para limpar sua mente. Nem conseguiu muito prestar atenção no que os outros diziam ali. Mas notou que todos já tinham falado e que se ele ficasse só ali sentado quieto seria pior a ele. Estaria desrespeitando o pedido do líder. E pior já tinha gente ali se manifestando que queria sair e beber algo.
Suspirou, e começou a falar meio baixo.
"- Thiago, Tarek, Sussurro da noite... Já sabem... Como, já devem imaginar, por causa da minha tribo, que nunca tive matilha e que sou rápido. E sim é isso mesmo...Parece que meu pai era um peregrino, mas nunca conheci ele e nem sei se tá vivo... Parece que não está."
Ele nem sabia direito o porquê de estar falando aquilo. Talvez fosse o incômodo que sentia, a angústia e como aquilo fazia o lembrar da infância e tudo de ruim que sentia lá com a impotência de ser pequeno.
"-Nasci no estado de São Paulo, mas nos últimos tempos fiquei no Paraná e corri um pouco a região sul. Para além de correr, e ser mensageiro, dizem que escrevo bem e consigo até bem resolver charadas e decifrar alguns códigos... É, pode não parecer, mas eu gosto de ler... É isso..."
Termina e ainda ali sentado se abraçando tudo incomodado e passa a encarar o chão. E sussurrou a si mesmo.
"- Preciso dar uma volta..." 

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Re: Clareira Central

Mensagem por Victor Montenegro em Sab Jul 01, 2017 3:13 am

Victor ouve as palavras do Alfa com um expressão plácida no rosto. O líder era prático, disso não havia dúvidas, mas a falta de interesse do Garou no passado ou nas habilidades dos outros membros de matilha, preferindo se focar de imediato em "questões mais práticas", parecem denotar a necessidade de provar algo . Isso pode ser desastroso. *Ahrouns...*.

Victor passa alguns segundos em silêncio e então, com um meio sorriso, se dirige ao Alfa:

"- Luke, não me leve a mal. De fato o estado em que a Cidade se encontra é preocupante... ou assim me disseram, sabemos que nosso território é grande e que, sim, temos muito trabalho a fazer,mas algumas coisas não podem sair atropeladas. Saber do passado de cada um realmente pouco me importa, acabamos de nos conhecer e não vamos ficar aqui brincando de fingir intimidades, mas saber as habilidades, pontos fortes e fracos de cada um é essencial. Sem saber disso, como você acha que vai conseguir liderar? Pretende apenas assumir as nossas capacidades baseado em nossos augúrios? Não me parece muito prudente."

Victor sorri para o Filho do Trovão.

"Se você vai liderar, precisa saber do que seus companheiros são capazes, ou nos liderará para a morte certa. Acho que talvez seja melhor sabermos um pouco mais uns dos outros, assim você pode decidir como esta matilha de guerra vai agir e podemos escolher um nome apropriado para nós"

Ouvir Victor falar é algo estranho e muitas vezes perturbador para a maioria das pessoas. A sua expressão é praticamente imutável, sempre uma cara plácida e um sorriso no rosto. O tom da voz sereno não se altera em qualquer momento. E eh praticamente impossível discernir se há sinceridade, sarcasmo, honestidade ou desdem em seu discurso.  

Victor olha para seu Alfa, dá um leve sorriso e volta a fumar seu cigarro.
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Legado do Trovão - Pantaneiro / Justiça do Predador / Spybot

Mensagem por Luke Constantine em Sab Jul 01, 2017 4:53 am

* Luke olha de volta para seu irmão de tribo conforme este lhe dizia o que julgava ser mais apropriado para o momento. Das duas uma, ou aquilo era uma afronta deliberada para testar sua autoridade ou Justiça do Predador não havia entendido exatamente o propósito da coisa. Duvidava completamente da segunda opção. Aquilo era ironicamente engraçado, ser criado em uma tradicional família Senhor da Sombras havia lhe possibilitado vivenciar mil vezes cenas semelhantes a essa. Ao contrário do que se poderia imaginar e apesar do sorriso de Victor, Luke mantem o semblante impassível e seu tom de voz permanece inalterado ao responder: *

- Você deve ter confundido a questão. Como Philodox eu suponho que você entenda que a sugestão dos nomes diria muito sobre cada um de nós e seria um ponto de partida adequado pra nos entendermos, diria ainda mais para alguém que nasceu na lua dos Juízes. Mas não se preocupe, nós não vamos pra lugar algum antes discutirmos tudo isso. Não pretendo fazer qualquer análise leviana sobre nossas capacidades. 

* Pondera por um instante, decidindo devolver o favor ao Philodox, e complementa encerrando suas palavras no mesmo tom em que as havia iniciado: *

- Faremos as duas coisas então. Justiça do Predador, você começa o ciclo. Fala sobre suas habilidades e dá uma sugestão de nome, se tiver alguma.
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Re: Clareira Central

Mensagem por Kiba Valentine em Sab Jul 01, 2017 6:45 am

Kiba nota que o Peregrino se esconde atrás dele, mas prefere não questionar a atitude. O que o preocupa mesmo é o que a Theurge havia feito. Ela era uma Cliath, mas ainda assim uma Senhor das Sombras, devia ter um leque bem maior de dons do medo do que ele sonhava em conhecer.

A Fianna decide então ser a primeira a se manifestar depois dele e Kiba escuta atentamente, sem desviar o olhar. Saber que ela era boa com arcos lhe deixa feliz, pois era uma das coisas que sempre quis aprender a usar em Chicago, mas ainda era novo demais quando saiu da cidade.

Logo depois foi a Theurge e ela é tão direta quanto ele esperava, porém era informação suficiente por enquanto. Depois a Roedora de Ossos e a essa Kiba destina um sorriso ao termino de sua história. Era bom ter um Roedor entre eles, aquilo o deixava mais tranquilo.

Depois era a vez da Fenrir e Kiba acena em agradecimento quando esta termina de falar.

Quando chegou a vez do Andarilho se manifestar Kiba não havia notado nada estranho. Até já pensava em como fazer uso das habilidades de disfarce do Garou, mas aparentemente algo o havia incomodado e este queria sair dali. O Peregrino também se apresenta e pensa em fazer o mesmo, então Kiba levanta e diz:

- Calma ai gente... Vamos ter tempo de sobra pra beber alguma coisa depois... Se for realmente um gole d´água eu tenho uma garrafa aqui na minha mochila. - O Presa de Prata retira a mochila de suas costas e começa a revirar as poucas coisas que tinha dentro dela até retirar uma garrafa plástica com um pouco mais de água que a metade e estende para o Andarilho primeiramente. - Toma ai... Mas precisamos definir ainda o nome da matilha, Totem e funções. Quando essa noite acabar eu prometo que a gente toma uma cerveja pra relaxar...

Kiba faz nova pausa e olha para o Peregrino, esperando que ele também aceitasse a ideia, depois para os demais membros da matilha e diz:

- Agora que conheço vocês um pouco melhor e vocês me conhecem um pouco melhor... Precisamos começar a pensar em como vamos querer ser chamados como matilha... Temos 1 Ahroun, 2 Galliards, 1 Philodox, 1 Theurge e 2 Ragabashs, então praticamente não temos preferência de Augúrio... A dúvida é: como vamos querer ser conhecidos? Uma matilha de combate? De pesquisa? Resgate? Ou uma matilha que faz de tudo? Isso é algo pra se pensar, não temos que responder isso agora, mas acho bom pensarmos sobre isso...

Kiba faz uma pausa para pegar fôlego e prossegue:

- Agora o nome... Precisamos de um nome antes de correr atrás de um Totem. Eu pensei em Nova Esperança... Por termos todos vindos de cantos diferentes pra cá ajudar o Caern. Se gostaram ou não, digam ai... E se puderem dar sugestões de nomes, manda ver...
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Re: Clareira Central

Mensagem por Victor Montenegro em Sab Jul 01, 2017 11:01 am

Victor dá um sorriso sincero e balança levemente a cabeça em aprovação. O Philodox parece agradado com a resposta do Alfa. *Vejam só quem não é apenas um poço de raça pura*. Olha para todos em volta e fala em tom calmo e amigável:

"-Muito bem, me parece justo. Bom, eu sou o que precisam que eu seja e faço o que precisa ser feito. Não tenho muito dinheiro, cara de modelo ou venho de linhagem pura, o que eu possuo é uma série particular de habilidades que eu adquiri ao longo dos anos. Habilidades que fazem de mim um pesadelo para qualquer um que fique em meu caminho, especialmente para os lacaios da Wyrm. Enquanto as leis estiverem sendo respeitadas ao meu contento, ninguém deverá ter problemas comigo, caso contrário, eu irei caça-los, eu irei acha-los e eu irei mata-los."

Victor para, e sorri para o Alfa.

"-Bom, é isso. Mas se não for problema, eu vou escutar o que os outros têm a dizer antes de sugerir um nome."

Acende mais um cigarro e espera que os outros se manifestem.
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Pacificador - Legado-do-Trovão | Justiça-do-Predador | Pantaneiro | Spybot

Mensagem por NarraDiva em Sab Jul 01, 2017 11:54 am

Os cumprimentos de Victor são recebidos pelos membros da matilha que respondem em igual tom. Pantaneiro faz o mesmo e tem a mesma recepção dos novos integrantes. O diálogo entre os dois senhores das sombras é acompanhado com atenção pelo Filho de Gaia e pelo Presas de Prata. O Filho de Gaia, toma a palavra falando:

'- Acho muito bom começarmos falando um pouco de nossas habilidades. Meu nome de tribo, Pacificador, diz muito sobre mim e minha personalidade. Sou bom na mediação de conflitos e em encontrar a paz em meio à guerra. Possui também alguns conhecimentos de dons de cura que podem ser úteis visto que não vejo um Theurge em nossa matilha. Sei me defender, tenho habilidades medianas em tradicionais artes de defesa da minha tribo. Sou filho do Pai Mulo, o que me confere uma resistência para além do comum e, é isso... estou aqui para colaborar com a matilha e seguir em meus estudos sobre as tribos perdidas da nação, em busca de respostas para os dilemas que vivemos nos dias de hoje. Não tenho sugestões de nomes até o momento, esse não é um ponto forte meu.'
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Âmago-de-Gunnr | Olhos-do-Caos - Asa-Solitária | Brilho-dos-Sonhos | Sussurro-da-Noite | 99-Centavos | Cordas-Trêmulas

Mensagem por NarraDiva em Sab Jul 01, 2017 11:59 am

A Fenris ouve as primeiras apresentações com atenção, enquanto a Senhor das Sombras tinha expressões difíceis de serem lidas. Sarah é quem toma a palavra para uma sugestão:



'- Por minha vocação de tribo, sugeriria uma matilha de guerra, mas pela diversidade que temos aqui eu acredito que seremos uma matilha que fará de tudo um pouco. Devem se ater a isso quando forem pensar num Totem e em quem irão honrar coletivamente daqui pra frente.'
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Pantaneiro - Luke, Lukas, Alef, Victor e Spybot.

Mensagem por Yorick MacAlister em Sab Jul 01, 2017 3:14 pm

Não demora muito após o comentário de Victor para o Alpha mostrar qual direção iriam tomar. A começar pelo discurso, Pantaneiro gostava daquilo quando o negócio era lutar junto e morrer junto. Isso para o Fianna demonstrava confiança de que estava sendo liderado por alguém que tinha culhões em admitir que era necessário toda união da matilha para que os planos de todos dessem certo. Aquilo era guerra e na guerra o objetivo era a vitória, porém soh aconteceria com grande esforço e nisso também concordava com o Alpha que disse que o trabalho seria duro.

Eis que então a nova pauta era um nome da matilha e nesse momento surgiu um monte de ideias. Estava pronto para dar sua sugestão quando o Philodox começa a frase dizendo para Luke não levasse ele a mal. De acordo com sua experiência, quando alguém começa dizendo isso, pode ter certeza que a pessoa vai levar por mal e no final das contas Victor contesta o Alpha dizendo que ele estava atropelando as coisas, precipitando e principalmente questionando sua capacidade de liderança da matilha.

* Quer dizer então que de cara de quarta-feira passou a ser probleminha... por essa eu não esperava...*

Na opinião de Pantaneiro, se Victor fosse mais inteligente ia saber as fraquezas e forças de cada um ali somente observando e isso deveria bastar. Ou ele tava achando que tudo que fosse falado ali seria possível ser realizado por cada um sem que fosse necessário ser provado? Falar até papagaio fala, mas na hora do 'vamo vê', as coisas sempre mudam, pelo menos era o que acreditava.

Honestamente achou aquilo uma perca de tempo por parte do Philodox. Desnecessário para o momento. Era molhar na chuva. Alpha deu sua resposta cedendo à vontade do Senhor das Sombras e mostrando que também sabia lidar com aquelas situações constrangedoras, em contrapartida, Victor respondeu, sem ter um nome a sugerir para a matilha, onde pelo visto lhe faltava criatividade e a resposta do Philodox o deixava com um pé atrás. Ao passo que Pacificador, também se descreveu, sem criatividade para um nome também.

Virou-se então para Victor de modo cortês, com um sorriso simpático, até porque o momento pedia cordialidade e disse de forma tranquila sem esboçar grande interesse para aquela discussão sobre a fraqueza individual de cada um.

- Uma dúvida, xômano. Cê disse que tá tudo tranquilo se as leis forem respeitadas ao seu contento ou ao contento de Gaia? - completou - Porque nóis sabe que isso tem diferença. Até porque quem respeita as leis de Gaia, não vai tê problema com você ou com qualquer outro Philodox. O que realmente importa pra mim é que qualquer julgamento seja feito aos olhos de Gaia sem qualquer interferência pessoal, se for assim, tá tudo certo, não é? Concorda comigo?

Foi meio que um comentário retórico. Esboçou um sorriso para Victor. Se o Philodox fosse inteligente entenderia o recado que ninguém estaria acima da lei e pela forma que falou ficou claro para Pantaneiro que qualquer um que atravessasse seu caminho, usaria de seus previlégios para caçar e eliminá-los, mas não funcionava bem assim. Gaia funcionava na vontade de Gaia e não dos Garous que se achavam 'Deuses'.

Voltou-se então para o Alpha continuando.

- Mais enfim, Alpha, honestamente eu acho que nóis fica fazendo isso agora é perca de tempo, visto que nóis poderia tá fazendo isso na lugar que Bit-Coins deu pra nóis fica e já se preparando para a missão. Nós tem coisa mais importante pra nóis vê agora do que isso, como o cê mesmo disse. - Completou - Até porque nóis vamo vê isso de verdade no dia-a-dia da matilha e no campo de batalha, na convivência, na união de cada um aqui. A única fraqueza que eu vô tê é se eu tiver que fica me preocupando em defende algum Garou da nossa matilha que não consegue se defender por conta própria, mais precisa de ajuda é diferente, ajudo e morro se for preciso por cada um aqui. Sou um Ahroun, uma máquina de guerra, gente boa, que tem amizade com quem quiser ter comigo, brincalhão, cachaçeiro e parceiro. Quanto ao resto, pode contar com o meu melhor, que quero entrar pra regaçar com a Wyrm.

Assentiu para todos e demonstrava firmeza com suas palavras, apesar de um semblante tranquilo. Foi sincero também com o que disse e era o que pensava, tinha coisas mais urgentes do que aquilo. Completou:

- E sobre o nome da matilha eu tenho umas ideia. - deu ênfase ao nome - 'Os brutos de Gaia'.

Achou o máximo aquele nome, e continuou com as sugestões.

- 'Guerreiros de Gaia'.
Deu mais um nome, este abusando um pouco da criatividade.

- 'Os sangue no zóio'.


Fez uma expressão esperando a manifestação dos demais para o nome da matilha. Era o melhor que tinha conseguido até o momento, mas já estava pensando em mais quando nota que Spybot não havia se quer esboçado qualquer palavra ou reação para o Alpha ou para qualquer integrante da matilha. Indagou para o irmão de matilha então:

- E o cê, parceiro? Ta tudo nos conforme? Cê ta bem? Cê tá quetão aí faz tempo e na minha terra quando o cara tá queto demais ou ele tá nervoso com alguma coisa ou ele é mudo. Cê é mudo? Hahaha...


Brincou com Spybot. As vezes ele era mudo mesmo e não sabia. As vezes o irmão de matilha tava precisando era soh de um gancho para se apresentar e se soltar, abrir o coração, já que era isso que Victor queria e o Alpha cedeu, o que para Pantaneiro, poderia ter deixado para depois.


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Re: Clareira Central

Mensagem por Convidado em Sab Jul 01, 2017 5:56 pm

Tómas aceita a água e a toma logo devolvendo a garrafa para Kiba com metade do volume de água que recipiente o suporta e então logo depois ele se senta no chão um pouco mais afastado do grupo, o excesso de proximidade causa uma sensação de "aperto" que o incomoda, no solo ele saca uma lanterna pequena de sua bolsa e passa a iluminar o chão, tira uma das folhas que tinha caído de alguma árvore a estuda, depois a devolve no chão e pega outra, ele repete este processo quase o tempo todo enquanto Kiba fala.

Ouvindo seu alfa, Tomás pensa numa resposta sem parar com suas observações vinculadas as folhas caídas no solo.
"- É estranho definirmos a especialidade da matilha sem termos avaliados seus membros cumprindo funções, Âmago-de-Gunnr e Cordas-Trêmulas alegam saber lutar assim como você alega saber hackear assim como eu alego ser no mínimo um dançarino competente, mas talvez nossas percepções sejam... errôneas sobre nós mesmos e nos damos conta de sermos talentosos em coisas que não sabíamos. Por enquanto, Asa-Solitária, nosso líder, suponho que devemos ser um pouco de tudo até constatarmos nossas forças e fraquezas, pois a diversidade de nossa matilha é notória. -"
  Um momento de silêncio enquanto Tomás volta a procurar folhas ao seu redor, mas elas tinham acabado, as que ele já tinha pego passaram a ser divididas em pequenos montes categorizadas por formato, para o rapaz era mais fácil "funcionar melhor" quando sua mente estava focado em algumas coisas em especifico.  
"- Hydrochoerus hydrochaeris, como o próprio nome indica vem de "hidro" que esta vinculado a água em latim, mas para nós se chama Capivara, um roedor que tem como costume viver em ambientes com presença de rios e lagos. Você, Kiba, veio de um histórico de convivência com Roedores, temos uma Roedora entre nós, "Sussurro-da-Noite" viveu no Paraná onde Curitiba é considerada a "capital das Capivaras"... ou algo assim, assim como a maioria de nós nos apresentamos aqui, a Capivara é um animal calmo, mas assim como Âmago podem se tornar territorialistas, protetoras e até briguentas... inclusive como elas temos que proteger nosso território e como ela creio que protegeremos os filhotes garous que encontrarmos, além de ser um animal nacional são extremamente adaptáveis a ambientes urbanos e selvagens... e eu gosto bastante de capivaras.-"
Tomás termina a frase num tom mais baixo, como se já tivesse acostumado a ser criticado pelos seus gostos... mesmo que ninguém o tenha criticado ainda.


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Âmago-de-Gunnr - Asa-Solitária | Brilho-dos-Sonhos | Sussurro-da-Noite | 99-Centavos | Cordas-Trêmulas

Mensagem por NarraDiva em Sab Jul 01, 2017 6:24 pm

A Fenris parece não acreditar em um primeiro momento, ou pelo menos não havia interpretado da melhor das formas aquela frase. Sua sobrancelha se ergue em curiosidade ao passo que pergunta ao jovem Tomás:

'- Por acaso você está realmente me comparando a uma Capivara? Comparando os grandes predadores que somos, os lobos, o topo dos topos da cadeia alimentar a uma capivara? Realmente? É sério?'

Olha indignada para o restante da matilha não acreditando em suas reações e esperando ver o que sairia dali.
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Henker - Garras-do-Trovão

Mensagem por Convidado em Sab Jul 01, 2017 7:35 pm

O ahroun segue o senhor das sombras até a clareira central.

- Muito obrigado pela recepção, Garras do Trovão, o senhor pode me informar à quem eu devo me dirigir?

Havia na voz o respeito por tudo o que o nome e a raça pura exigia, e só. Dá mesma forma que foi direto, o Cria também era.

Não gostava de esteriótipos, ele mesmo era a prova de que isso é estupidez, mas ainda sim.

*É a porra de um senhor das sombras... com tanta tribo tinha que ser...

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Garras-do-Trovão - Algoz-de-Einherjar

Mensagem por NarraDiva em Sab Jul 01, 2017 8:38 pm

O Senhor das Sombras apenas a uma Garou que emanava uma raça pura baixa (2) e diz que carregava dois envelopes em sua mão:

'- Aquela é Estrela-da-Manhã, a Anciã que lidera esse Caern. Apresente-se a ela.'


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Re: Clareira Central

Mensagem por Grace Tavares Conney em Sab Jul 01, 2017 8:53 pm

Grace não entendeu o comportamento dispersivo de Tomás e Thiago, mas aprovou a atitude de Kiba de estender uma garrafa d'água ao primeiro, bem como os esforços dele em manter o foco daquela primeira reunião de Matilha.

O Ragabash Andarilho tenta defender um ponto, mas não é muito feliz em seu discurso, e ela também não se agrada que, na defesa que ele faz da Capivara como Totem, o nome da Fianna sequer tenha sido mencionado, e um sutil franzir de reprovação toma sua face.

Porém, a Cria-de-Fenris resolve fazer barraco, e ela se sente no dever de tentar apaziguar a situação, fazendo bom uso da palavra, o que era sua especialidade.
- Foi uma comparação bem ruim, Âmago-de-Gunnr, descabida na verdade, mas como Brilho-dos-Sonhos disse, ele gosta de Capivaras, assim, devo entender que ele tenha gostado de você, o que é natural. Você tem o porte de uma grande guerreira e a dureza necessária de uma juíza, tal como a bela e brava Brunilda, que decidiu pelo que era justo, mesmo enfrentando a fúria de Odin. Acredito que ele teve a melhor das intenções.

Vira-se para os demais, e sugere.
- Asa-Solitária, gosto de sua sugestão de nome de Matilha, mas acho que devemos decidir primeiro o Totem e  o estilo da Matilha, já que dessas escolhas podem derivar o nosso nome. Devo aproveitar para lembrar que Âmago-de-Gunnr e Olhos-do-Caos já possuem Totens pessoais - lança um breve olhar de repreensão para Tómas - e embora as sugestões delas sejam bem vindas, elas provavalmente não compartilharão do dogma e da bênção do Totem que nós escolhermos.
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Mensagem por NarraDiva em Sab Jul 01, 2017 8:56 pm

As palavras da Fianna bastam para diminuir a tensão. A Philodox não tece mais nenhum comentário sobre aquilo e vira a página, dando razão à linha de raciocínio apresentada pela Lua Gibosa:


'- A Galliard tem razão.'
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Re: Clareira Central

Mensagem por Convidado em Sab Jul 01, 2017 10:12 pm

Emoções, eu não entendo, se não haviam gostado apenas deviam ter dito "não", simplesmente "não" e parte de mim queria levantar-me e dizer *Hey, bitches, se não gostaram não precisam tratar como ofensa pessoal.* Mas não, me sinto encolher enquanto Âmago fica irritada e sinto uma vergonha imensa quando Cordas-Trêmulas declara que minha comparação foi ruim e descabida.

Eu não consigo compreender o que eu havia feito de errado, eu pensei que os garous aceitaram "rato" e "barata" como totens porque eles entendiam como cada animal de fato é. O pior é que assumindo que Cordas-Trêmulas parecesse calma e sossegada, mas sabia usar o arco e flecha, ela podia ser representada pelo animal.

Os únicos não representados por mim era Olhos-do-Caos e eu mesmo, não sou adaptável, nem forte, nem... nada e não consigo tirar nada da "Olhos" que nada fala. Como eu posso errar tanto? Eu não devia falar, ainda assim me levanto, limpo minhas vestes e me aproximo um pouco Âmago sem olhar em seus olhos, encarando uma pedra no chão próximo a nós. -"Perdoe-me, guerreira, não quis subestimar-te... ou a tua força ou as suas capacidades, eu errei."-

Diante do comentário e a olhada negativa da irlandesa para Tomás, ele desvia o olhar e se encolhe com o braço esquerdo segurando o direito.


*Como eu posso ter errado tanto com elas? Bem, que assim seja, é melhor me calar e observar.*

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Re: Clareira Central

Mensagem por Victor Montenegro em Sab Jul 01, 2017 10:55 pm

*Por Gaia... Parece que para o Pantaneiro qualquer informação mais complexa do que "vai lá e bate nele" vai ter que ser explicada como que para um débil mental...Eu vou ignorar o comentário sobre o "meu contento", porque, enfim, se ele não aprendeu português básico até agora, duvido muito que eu consiga explicar pra ele, no curto espaço de tempo que temos, que as leis são de Gaia, mas nós, os Philodox, fomos designados por Luna para nos assegurar que elas fossem cumpridas, e sim, cumpridas ao nosso contento. Caso contrário, qualquer um com a inteligencia de Pantaneiro poderia interpretar a Litania conforme lhe fosse conveniente. Honestamente, não vale a minha saliva...*  

Victor olha para pantaneiro, sorri, faz um pequeno gesto de assentimento com a cabeça e diz:

"Irmãozinho, veja bem. Eu entendo que você está empolgado para chutar traseiros, mas não adianta atropelar as coisas. Nomes na nossa sociedade carregam muito peso. É como ficamos conhecidos no mundo dos espíritos e no dos Garou. Entende? Nossos nomes Garou não são como os nossos nomes de batismo, ninguém escolheu eles por que são estilosos, estão na moda ou são bonitinhos. Eles nos foram dados e simbolizam uma parte intrínseca da nossa essência e de quem somos, não são só nomes legais. O mesmo vale pra matilha, cara. O tipo de matilha que vamos ser assim como o totem que vai nos apadrinhar são fatores determinantes para a escolha do nome. E a gente tem que fazer isso aqui e agora, sim. A Líder do Caern disse que nos entregaria nossa primeira missão ainda esta noite, e a noite já está alta."

Victor acende mais um cigarro e olha para o Galiard e para o Ragabash.

"- E então?"
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Mensagem por Yorick MacAlister em Sab Jul 01, 2017 11:29 pm

* Por Gaia... de quarta-feira passou a ser uma vitrola quebrada...*

Era muita conversa fiada para Pantaneiro e no final das contas o Philodox só tinha que responder sim ou não e não conseguiu. Quanta conversa fiada para no final chegar na mesma conclusão de Pantaneiro: que estavam perdendo tempo com aquela ladainha. Para o Fianna ficou claro que nesse momento, esquivando da resposta, algo de estranho tinha com aquele Senhor das Sombras, até porque havia sido evasivo. Não deixaria de tratar bem por causa daquilo, mas redobraria sua atenção e passaria observar melhor suas atitudes até saber realmente quais eram suas intenções na matilha e no Caern.

Sorriu para Victor diante da sua resposta que ignorou uns 60% do que disse, até porque estava de bom humor e não fazia ideia do que significava 'intrínseca' e algumas outras coisas. Disse então para o Senhor das Sombras: 

- Pois é, xômaninho... - Completou - Que bom que o cê concorda comigo que o importante agora é escolher o nome pra matilha, um totem como padrinho e o resto é perca de tempo, porque é como o cê mesmo disse, nóis tem uma missão pra nóis resolve e quanto mais nóis fica com esse papinho furado com palavra difícil, menos tempo nóis vai tê pra nóis executa a missão. Só acho que podemo deixar isso pra quando chegar na casa ou quem sabe até depois. Isso não é atropela as coisas, isso se chama agiliza as parada.

Dava uma aula de como era falar difícil para o Senhor das Sombras. Olhou mais uma vez para o Alpha como se passasse a palavra para ele porque aquilo não levaria lugar algum.

- Mais aí já não é comigo...

Completou dizendo:

- Eu tenho mais umas sugestão de nome, vê ai que que o cêis acha. - Enfatizou mais uma vez - 'Filhos da fúria', ou então , 'Fúria de Gaia'.

Se esforçou para pensar em mais alguma coisa e então completou pensando em nomes para a matilha.

- 'Heróis de Gaia', 'Defensores de Gaia', 'Predadores da Wyrm', 'Caçadores da Wyrm'...

Era o que tinha conseguido para o momento mostrando para Victor que ajudar a matilha era isso, avançando no trabalho e não construindo firulas com palavrinhas bonitas que tomavam o precioso tempo de todos.
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Re: Clareira Central

Mensagem por Kiba Valentine em Sab Jul 01, 2017 11:35 pm

Kiba ouve os comentários da Fenris sobre como achava que a matilha deveria se portar, mas antes de questiona-la, preferia ouvir os demais.

No entanto, quando o Andarilho do Asfalto começa a explicar seus pensamentos, Kiba ergue uma sobrancelha no sinal de "Que?" enquanto o Ragabash discursava. Sem duvida, ele não tinha entendido de onde diabos veio aquilo, mas no fim deduz que ele estava querendo sugerir a capivara como totem da matilha e indicava onde ela se parecia com os Garous.

Contudo, aparentemente ele havia escolhido a forma errada de se explicar, ao menos era o que a Philodox deixava claro com sua indignação.

Kiba imaginava que teria que apartar a confusão, mas felizmente a Fianna da matilha havia agido mais rápido. Aquilo sem duvida deixa o Ahroun aliviado, assim como o pedido de desculpas do Andarilho.

Quando as coisas pareciam que iriam se acalmar o Ahroun diz:

- Gente... Eu disse que como iremos ser conhecidos não precisava ser respondido agora. Foi como disseram, nos conhecemos muito pouco para decidirmos que seremos matilha de combate, resgate ou o que quer que for... Disse apenas para que pensem nisso. Não é uma resposta que eu espero ouvir nessa noite, sinceramente.

O Ahroun olha para seus irmãos, parando por ultimo em Grace e dizendo:

- Tá certa... Temos que pensar em um totem, realmente, mas antes de invoca-lo, precisamos de um nome para nos apresentarmos como matilha. Vamos ao totem...

Kiba faz nova pausa e pensa sobre quem iria indicar, sem duvida os totens que lhe veem a mente são totens de combate. Depois de ponderar um pouco o Ahroun diz:

- Eu acho o Javali um ótimo totem. Ele é duro na queda e bom de briga, sem duvida ajuda bastante nossa matilha em missões mais combatentes. A Coruja também é um totem bom... Nos ajudaria em missões mais furtivas... Só não curto muito a ideia de prender pequenos animais nas árvores, mas estou disposto se isso for o melhor pra matilha... Enfim, deem suas sugestões também...

Novamente o Ahroun abre espaço para que os demais argumentassem sobre o que pensavam sobre o futuro totem da matilha.
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Tarek - Derek - Kiba - Tomás - Grace - Jéssica - Zvanna - Sarah

Mensagem por Convidado em Dom Jul 02, 2017 1:58 am

O jovem peregrino estava ali sentado atrás do alfa e acenou com a cabeça em positivo a questão de ficarem ali para conversar. Não que quisesse fugir da conversa, ou ficar longe do grupo, só queria andar um pouco para limpar a mente. E pior nem tinha achado que alguém tinha ouvido seu comentário ali.
Ficou quieto conforme a conversa andava. Agora um pouco mais atento ao que se era falado, especialmente quando do teve seu nome citado por Brilho dos Sonhos numa relação a estar perto de Curitiba e lá ter capivaras. Um pouco confuso, mas o que seguiu da descrição quase o fez realizar um "facepalm" e sussurrou baixo um comentário para apenas Kiba ouvir.
"- Esse guri precisa aprender como paquerar e elogiar... Acho que vou ter que dar umas aulas para ele..."
Então ouviu a Fianna tecer palavras de forma a acalmar os ânimos ali. Galliards Fianna e sua famosa língua doce como mel ou perigosa como espada, um clássico.
Thiago pensou se devia dizer algo, mas achou melhor não. Extender aquilo seria pior. E a Fenris já parecia calma.
*Essa coisa de matilha é complicada, começo a entender porque os meus costumam rodar o mundo sozinhos... Liberdade...*
 Então passa a ouvir as explicações do alfa. Kiba lhe parecia o tipo de cara legal e sensato. Talvez certinho de mais. Mas estava tentando fazer o trabalho que lhe deram, e seguia bem até. Mas claro que Thiago ficou incomodado com o comentário dele sobre a coruja, já que está era o totem de sua tribo. Não disse nada, apenas deu uma fechada no semblante por um instante.
Finalizado tudo, ao pedir sugestão. Resolveu então se manifestar.
"- Se a ideia é que busquemos algo mais versátil, já que somos um grupo bem diversificado, talvez algo como uma pantera negra, que é uma animal forte e caçador, mas ao mesmo tempo, bastante furtivo. E talvez, até a tal da capivara, já que esta é um animal de movimentação em água ou em solo. Mas bom, meio que me pareceu que todos aqui tem algo ligado a movimento como ponto comum, seja dança, corrida, luta, mover dos dedos sobre um instrumento, talvez algo ligado a movimentos preciso e rápidos, possa ser algo que favoreça a todos, e coisas assim... Aves costuma ter esse tipo de característica não?"
Tentou dar um pequeno sorriso ali enquanto falava, especialmente ao citar a capivara novamente e quebrar por fim o que restava de tensão. De certa forma agora ele se sentia ali menos angustiado agora.

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Pacificador | Guardião-Ancestral - Legado-do-Trovão | Pantaneiro | Justiça-do-Predador | Spybot

Mensagem por NarraDiva em Dom Jul 02, 2017 7:18 am

O Galliard ia começar a falar, mas o Ahroun Fianna que falava mais que uma matraca toma a palavra mais uma vez e Pacificador apenas diz, intervindo na situação:

'- Acho que todo mundo sabe muito bem o papel que tem a cumprir e as opiniões divergentes servem pra construir mais do que ficar procurando pelo em ovo, amigo Lua Cheia... vamos em frente?!'

Diz com um sorriso no rosto e olha para o Galliard dando a ele a chance de tomar a palavra finalmente e é isso que Alef faz. O Presas de Prata diz, focando sua fala no alfa:

'- Eu fui treinado como Filho de Falcão para ser um dos guardiões dos legados que vêm até nós desde nossos ancestrais, mas apesar disso sou considerado à frente de nosso tempo pela minha tribo. Faço parte de um grupo de Presas de Prata que busca modernizar a tribo e a Nação nessas noites turbulentas. Sou talentoso na arte do combate e um diplomata com diversos recursos. Sempre que a matilha precisa de alguém que cante seus feitos ou que entre para negociar uma situação extrema, ou ainda precise de alguém que mexa com a alma de cada um aqui para motivar rumo nossos objetivos, vocês terão em mim o garou ideal.'

Esboça um meio-sorriso indicando que tinha terminado de falar e dá a deixa para que o Ragabash encerrasse a rodada de talentos.
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