[Ilha do Governador] Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim

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[Ilha do Governador] Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim

Mensagem por NarraDiva em Ter Abr 24, 2018 6:00 pm

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Mensagem por NarraDiva em Ter Abr 24, 2018 6:14 pm

Cada um vinha de um canto para se apresentar à Seita da Coroa de Fogo. Informações desencontradas foram passadas em maior ou menor grau para cada um: haviam grandes problemas no Rio de Janeiro, mais de 20 garous tinham morrido, a Tribo Fianna havia perdido a liderança da Seita carioca. Cada um daqueles 6 Garous, que vinham de 6 lugares diferentes, sabia alguma parte (ou nada) daquela história, mas não era só isso que eles tinham em comum.

Todos os vôos eram para chegar bem mais cedo do que chegavam. Nas instruções que receberam de onde partiram, os Garous sabiam que uma assembleia ia começar à 1h da manhã no Caern para o qual se encaminhavam, mas muitos imprevistos impediam isso. Todos os vôos foram horríveis, dos mais próximos aos mais distantes. Todos fizeram pelo menos uma escala além do previsto. Muitas turbulências e, no caminho para a dita "cidade maravilhosa", só se falava na intervenção militar que acidade sofria, em pleno ano de 2001, após um mega ataque de milícias locais que haviam deixado um rastro de mais de 2 mil mortos na noite passada nas regiões mais afastadas do centro da cidade.

Aqueles seis reforços da Seita já chegavam sabendo que iam encontrar problemas. Todos tinham o endereço do Caern onde tinham que chegar. Os aviões pousam quase que ao mesmo tempo e todos seguem para o desembarque para aguardar suas malas. Um a um os outros passageiros vão pegando suas malas e saindo dali até só sobrarem os seis, que não viam sua bagagem chegar e se viam sozinhos naquele espaço do terminal com 1 hora já de atraso para a assembleia. Mesmo sem se conhecerem, todos sentiam que os demais possuíam Fúria. O que fazia saber que poderiam ser outros Garous, ou talvez outro tipo de criaturas...

Like a Star @ heaven Jogadores, descrevam-se. Os que emanam Raça Pura, deixem claro no post. 
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Re: [Ilha do Governador] Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim

Mensagem por Convidado em Ter Abr 24, 2018 6:55 pm

Rob, nunca gostou muito de viajar de avião não entendeu a necessidade de usar aquele passaro da weaver em vez de uma ponte da lua. Seria muito mais seguro e sem contratempos. Se bem que a foda no banheiro com a comissária de bordo foi uma bela recepção Brasileira. Ele estava cheirando a Wiskey do bom. Sempre com um sorriso no rosto, nada poderia tirar o ar amigável daquele Garou. Sabia que tinha muita merda acontecendo no Brasil, pelo menos sabia que iria conhecer um rosto amigável no Caern. Não via a hora de chegar no Caern e se livrar de suas roupas, andar pelado e tomar um belo banho no rio ou mar. Sabia que a estrela rubra estava no céu da Umbra e aquilo não era nada bom, ele vira com seus próprios olhos os exércitos enviado a Tara Prateada, e aquilo o inspirava mais do que o deixava triste, pois ele viveu a história dos Garous e poderia repassar para os demais.  E no rio não seria diferente, Grandes batalhas traziam grandes Glorias


*Uma grande merda de Cidade, como em pleno século 21 essa porra de cidade têm uma intervenção militar? Por Gaia não entendo por quê diabos as pessoas daqui suportam isso calado. Ainda bem que não sou uma pessoa, e acho que elas estão precisando de uma bela dose de inspiração. E quando digo dose é daquelas que esquenta até o Cú. Falando de dose que esquenta o cú, que bela noite, essas 6 pessoas não são tão normais assim. Só têm uma forma de saber se lutam pela Mãe ou são malditos da Wyrm*  

Rob faz um teste de vigor+empatia ( e faz um pequeno rosnado de apresentação usando o dom chamado da Wyld apenas para os 6 ouvirem)

*Se forem guerreiros de Gaia eles responderão a minha apresentação*

(Rob faz um rosnado que lembra mais um pigarro: “Filho do grande Fianna, Nascido sob a proteção do grande javali, guerreiro herói das defesas de Tara Prateada e descendentes dos grandes heróis da nobreza dos filhos do cervo, beba e dance comigo ou lute bravamente não sou morno nem frio eu ardo com o calor de um Uivo Flamejante” )

*Então Rob, o Uivo Flamejante aguarda as reações

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Re: [Ilha do Governador] Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim

Mensagem por Erin Johannes em Ter Abr 24, 2018 7:16 pm

Depois de mais de 12 horas de vôo, a bela Erin Johannes não era mais a mesma. Com fome e sono, começara a pensar se era uma boa ideia ter voltado para o Brasil. Ainda mais com nada além de uma carta na mão.

Sentou-se em uma das cadeiras do hall do aeroporto. Depois de toda aquela espera, nada importava mais. Prendeu os longos cabelos em um coque. Aquele calor carioca era muito familiar. Seus olhos azuis passearam mais uma vez pela grafia rebuscada daquelas páginas de papel. Era um chamado para uma assembleia no Caern da Seita da Coroa de Fogo. Com tudo que havia sido informado sobre os Fianna, não podia deixar de comparecer.

*nem sabia que tinha um Caern aqui. Essa terra só emana Wyrm*, pensou.

Outra coisa a incomodava. Uma sensação estranha de ter algo em comum com aqueles cinco que também tiveram a bagagem extraviada. Cantarolou uma canção Garou. Ouviu algo familiar, uma saudação. Um irmão de tribo.

"Irmão de sangue e de glória, una suas mãos às minhas, que nessas plagas longínquas podemos renome e grandes batalhas encontrar. Pata Dourada o saúda, companheiro de tribo", aproximou-se e respondeu.


Última edição por Erin Johannes em Qua Abr 25, 2018 9:50 am, editado 1 vez(es)
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Mensagem por Hagen Bernhardt em Ter Abr 24, 2018 7:33 pm



A  viagem tinha sido diferente do que o nórdico gostaria, ao invés de atravessar o oceano em embarcações como seus antepassados viajavam, remetendo ao famoso Ragnar Lothbrok ou Bjorn Ironside, Hagen Bernardt estava dentro daquela coisa de metal que voava, claramente um fruto da weaver. Não poderia esperar muito da garou de confiança de sua mãe a Andarilha Mainframe, quem arrumara as passagens aéreas,  conhecida pelas suas soluções práticas e tecnológicas. Pelo menos aquele pássaro da weaver seria "rápido" e logo chegaria ao seu destino: O país que Golgol Fangsfist resolvera proteger,  pensava o fenrir, não muito satisfeito pelo avião, mas conformado em viajar pelo ar, o problema que não foi bem assim.

Durante o caminho um grande flashback surgia em sua mente, Hagen pensava nos falecidos familiares, seu pai Reidar, aquele que sempre estava em seus pensamentos mais complexos e claro, no seu querido irmão Alberich, ambos que já estavam em outras vidas, provavelmente olhando os feitos do promissor garou.

Pensou nas mulheres mais importantes que passaram pelos seus braços, a impura Tarja, as suas namoradinhas Sanne e Tenna e claro nos cabelos pretos de Lotte... O Modi sentia vontade de tocar novamente cada uma em especial e assim pensava com certo desejo, afinal, aquele momento que o avião seguia mais tranquilo ele relaxava perdido em sua mente, enquanto não chegava ao seu destino e o desembarque, momento pelo qual esqueceria esse sentimentalismo tolo na sua visão e focaria no que era importante, ceifar a garganta de Jörmungandr.

As vezes que tiveram turbulências na aeronave o deixaram um pouco aflito, queria logo colocar seus pés em solo firme e logo esquecia pensamentos de prazeres ou coisas sem importância de sua vida e assim passava a mão na bússola nórdica Vegvisir, confiando no que sua irmã falara, que estaria protegido nesse caminho.

Não tinha medo algum do que viria, só esperava que sua matilha fosse honrada,  afinal sua experiência anterior não tinha sido nada agradável, tirar a vida de garous que correram com ele era um fardo que o jovem passara, mas ele na época era um Fenrir junto com outra Fenrir e ambos não perdoariam as falhas e corrompidos, heroicamente Hagen explanou a corruptora e tinha orgulho disso, sua tribo era superior, não iria permitir que qualquer membro caído para Jörmungandr se sobrepujasse. Era um Fenrir, combateria a wyrm aonde ela proliferasse, só esperava que não fosse a garganta de algum membro da matilha que iria correr, assim como fizera na Aurora-Boreal. Pensava mais uma vez em Tarja, Fenrir feroz e honrada, tinha o corpo quente assim como seu temperamento, pensava sorrindo o jovem garou em momentos que a viagem parecia um pouco mais "calma".

Finalmente o avião chegara. Hagen sabia pouco do seu destino, sua irmã Godi Vetka-Espiritual apenas falara que uma guerra civil acontecera e que o fenrir deveria honrar o nome de sua família, o que não precisava dizer era um garou honrado e sua mãe teria notícias de suas glória, junto também que os Fiannas perderam sua liderança, o que Hagen prontamente remetera a fraqueza dos filhos do cervo em conter seus sentimentos e paixões fugazes.


"Se lutassem como se divertem teríamos fortes aliados, são quase como nós na arte de guerrear, mas falta disciplina..."

Hagen notara que estava atrasado, algo que detestava era não chegar cedo em compromissos, principalmente os compromissos Garous, era sua vida, era o que fazia, seu principal interesse na passagem por Midgard e já estava atrasado para isso. Assembleia remetia à combates e estava esperançoso de chegar e participar de lutas em honra à Fenrir e Gaia, seria interessante chegar no caern e mostrar um pouco de sua ferocidade. Escutando burburinhos, o Fenrir nota que a cidade estava um caos.

"Com uma liderança fraca sobre a "bandeira" os filhos do Cervo, o que esperar? Depois reclamam quando tomamos seus territórios para fazer o trabalho deles, melhor que eles..."

No fundo o Fenrir esperava ajudar e dar orgulho à sua tribo, ser o herói que sempre gostaria e sorri de canto de boca, era a cidade certa para começar, se os fracos não tinham poder para manter a ordem, os Fenris tinham, e ele era um fenrir e sentia orgulho por isso, seu coração até palpitava em poder encher de glórias sua família e já imaginava se tinha algum Skald a sua altura, para proferir sua história e grandes feitos, Hagen queria ser o melhor e lutaria para isso.

Na sala de embarque era notória sua presença: Um Humano com a cara de um vikingr contemporâneo, barba espessa loira, olhos azuis claríssimos, pele branca e longos cabelos loiros presos. Um grande homem de 1,93m, qualquer garou poderia apontar a tribo do mesmo, estava cuspido fenrir em sua face, não somente, exalava em sua aura uma poderosa Raça-pura (nível 5) que o remetia a grandes heróis do passado, provável que qualquer garou olhasse para Hagen e imaginasse que era um Ahroun da tribo nórdica. No seu pescoço tinha um colar em forma do martelo de Thor, com um urso esculpido atrás presenteado pela sua irmã Skald. No pulso, o Fenrir usava um bracelete dado pela Jarl em pessoa e nos bolsos um saco de runas e o pano com Vegvisir, a bússola nórdica, dados como presente pelas irmãs Godis. Suas vestes eram práticas, um all star branco de couro, camisa preta, calças jeans e uma jaqueta em suas mãos. Seu semblante era fechado, frio e compenetrado, não expressava sentimentos e muito menos inquietação.

Hagen olha a sua volta e repara que tinham mais cinco além deles. Notoriamente eram criaturas sobrenaturais, sentia isso, não iria falar nada, não era do seu feitio se manifestar muito, esperaria sentado alguém vir falar algo.


"Provavelmente garous como eu, uma assembleia deve reunir vários estrangeiros..."

De repente eles começam a se manifestar, primeiro era o chamado da Wyld e o que parecia um pigarro era uma apresentação de um Fianna, seguida de outra fianna que se apresentara também, nomes como Pata-Dourada e Uivo-flamejante, eram garous sem dúvida alguma. Hagen se aproxima dos dois, os olha bem sério e assim se apresenta sem cerimônias, falando bem baixo.

' - Pavor-de-Jörmungandr, Fenrir Modi nascido em duas patas.'

Normalmente a apresentação seria mais extensa, mas Hagen não sabia quem eram os outros dois e não seria prudente falar muito, entenderiam o que queria dizer e no futuro se apresentaria adequadamente como todo e bom fenrir faria, com uma certa dose de exagero e orgulho pelos seus feitos.



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Re: [Ilha do Governador] Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim

Mensagem por Henry Donnelly em Ter Abr 24, 2018 7:59 pm

" - Depois de mais de 16h de voo, finalmente cheguei no Rio!"
Esse é o primeiro pensamento que o rapaz tem assim que pisa em solo. O voo foi mais conturbado do que deveria ser. O serviço de bordo tinha sido péssimo, principalmente pela atitude de alguns comissários de voo.
*Graças a Gaia, esse piloto demonstrou tamanha proeza em meio a essa tempestade. Onde já se viu uma tempestade daquela ter nos acompanhado desde que fizemos a bendita escala em Lisboa? Preciso ir ao banheiro e procurar algum lugar onde tenha alguma cerveja ou whisky.*
Caminhando em direção ao banheiro, ele começa a repassar as últimas 48h.
*Essas convocações dos Netos de Fionn estão ficando cada vez mais estranhas. Corremos como loucos atrás daqueles malditos Uivadores da Wyrm pela fronteira do País Basco, mas só conseguindo capturá-los próximo de Bilbao. Se não fosse pela ajuda do Javier e o grupo de Parentes, dentro do ETA, não teríamos tido sucesso...*
"- Com licença, o banheiro mais próximo fica onde?"
Um dos funcionários do aeroporto o encara, parecendo seriamente irritado e aponta para uma placa a alguns metros a frente. Seguindo o caminho indicado, o jovem pensa.
*De certa forma, eu compreendo o por quê dele estar irritado. Viver preso nessa selva de pedra, aço e vidro deve ser  a maior desgraça. Junte isso com o nervosismo que o sangue Garou sempre desperta nos humanos e teremos os mesmos problemas do serviço de bordo.*
Antes que chegasse ao banheiro, ouviu um algo que o fez soltar o primeiro sorriso desde que entrara no avião, em Barcelona.
*Com certeza isso é uma apresentação.*
Quase instantaneamente, ouve uma resposta a primeira saudação. Isso melhora ainda mais o seu humor.
Ele aguarda ao lado da porta do banheiro e emite sua resposta.
" - Irmãos Fiannas, é com grande prazer que eu os saúdo! Sou Henry Canção-dos-Antigos-Espíritos, Dançarino da Lua Fianna. Nascido dos homens, Cliath. Vou ao encontro de vocês."
OFF: 3 sucessos no teste de Carisma + Expressão
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Mensagem por Espírito Tranquilo em Ter Abr 24, 2018 8:14 pm

Era a primeira vez que ele tomava um avião, e ainda ia ali atravessar o oceano. A vida dele nunca foi muito de andar por centros urbanos, vivia mais recluso na seita, e agora estava a caminho de uma das maiores cidades. Suspirou ali pensando sobre as mudanças que tomaria em sua vida. O dom de ser ignorado nunca foi tão útil para passar batido e receber menos olhares alheios ali. Era difícil não chamar atenção com sua aparência.
   Primeiro voo, e foi uma confusão, turbulência e atrasos. Ao chegar ao Brasil ocorreu uma parada em Vitória antes de ir ao Rio. Aquilo só dava a sensação de mau presságio somada a já toda ansiedade e desconforto de estar num avião pela primeira vez, mas havia também certa empolgação com o novo, o que o mantinha mais tranquilo com tudo.
   Na parada forçada em Vitória, confirmou que não teria como chegar a assembléia em tempo, já seria um mau começo ali. Checou novamente o papel que continha o endereço e o nome do garou que devia procurar, enquanto esperava no aeroporto de Vitória para poder voltar ao avião e concluir o trajeto, faltava pouco agora. Na TV no saguão do aeroporto viu notícias sobre os problemas no Rio de Janeiro, milícias, ataques, mortes, muitas mortes e intervenção militar. 
   Supirou ali começando a entender o real motivo do pedido de apoio para aquele caern. Parecia ali haver uma guerra civil e provavelmente havia muito mais envolvendo os garous do que qualquer notícia apresentaria.
   *Pobres almas... E grandes desafios...*
   Finalmente tomou o avião e seguiu até a cidade dita maravilhosa, mas que agora pelas notícias que vira não era nada disso.
   Seguiu até o desembarque, tudo que queria era logo chegar ao caern onde provavelmente se sentira mais a vontade. Não tinha costume de ter tanta gente a volta ali.
   Sua mala nunca surgia ali. começava a ficar um pouco preocupado com a situação, e mais ainda ao notar que por fim apenas restava ali em torno dele outros cinco que pareciam também esperar suas bagagens, e pior eles não eram simples humanos. Mais presságios sobre o que viria se formava ali.
  Antes que pudesse pensar em fazer algo, um deles reagiu de forma discreta num baixo uivo e se apresentando.
  O garoto magro e albino de touca, óculos escuros e sobretudo, se cobrindo o máximo que podia, mesmo no calor intenso do Rio, eleva a sobrancelha ao ouvir aquilo, e vê logo se aproximar dele uma mulher lhe respondendo em tom baixo. Retirou os óculos abaixando a cabeça e encolhendo os ombros, demonstrando claramente timidez e incomodo, se aproximou do outro lado do homem e ficando mais distante de um deles que parecia ser maior em porte físico, exalava raça pura e acabava também por se apresentar de forma firme e curta, Seguido por outro que que falava de forma expansiva e sorria.
  Todos ali eram estrangeiros garous, e todos sem mala. Era intrigante aquilo.
  "- É-É um pr-prazer estar entre irmãos... Só me intriga que tipo de agouro é esse... Pertences faltantes, e encontro dos que caminham por Gaia..."
  Falava baixo, gaguejando um pouco deixando claro a timidez, olhando para baixo sem encarar os demais.
  *Fiannas e Fenris... Péssimo agouro inicial para um impuro... Paciência dai-me Gaia...*
  "- E-Espírito-Tranquilo, F-Filho de Gaia... Theurge, cliath e impuro... "
  A voz baixa ia sumindo conforme falava, apesar de tímida era calma. E nem era preciso ele falar para se notar que era um impuro. Sua falta de melanina denunciava.
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Re: [Ilha do Governador] Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim

Mensagem por Convidado em Ter Abr 24, 2018 10:52 pm

Forma atual: Glabro

Todos ficaram surpresos quando Siggy se candidatou a viagem ao Rio de Janeiro, mas a localização era fortuita demais para deixar passar e fez questão de ser escolhida. Ainda assim, via a coincidência com desconfiança, o que a fez estar com a atenção redobrada. O fato de uma viagem que deveria ter sido relativamente tranquila ter tido tantos problemas a deixava ainda mais inquieta, ela poderia ter considerado que estava visitando um país fora do eixo Europa-América do Norte no meio de uma intervenção militar(!?) como a causa, contudo o incidente com as bagagens a fez ter certeza que tinha algo mais...

Quem olhasse a portuguesa sequer imaginaria que estava preocupada ou atenta ao ambiente, com sua mochila, fones no ouvido e óculos escuros de madrugada dentro de um ambiente, ela parecia uma simples turista. Pura balela. Seus olhos podiam vagar de forma mais discreta e não tinha nada tocando, era apenas a fachada que sempre usava para passar ainda mais desapercebida. Mas enquanto estava parada no salão esperando sua bagagem, sua atenção se voltava para avaliar cada um deles, interessada ao sentir a Fúria, e ao ambiente, atenta a qualquer mudança.

A Fenrir esperou intencionalmente todos se apresentarem, imaginava que todos haviam respondido ao mesmo chamado, mas é claro que essa coincidência de horário e problemática não era nada bem-vinda. Porém não pode deixar de dar um leve sorriso enquanto ouvia as apresentações e se aproximava do grupo, a garou levantou os óculos para a cabeça e olhou nos olhos de cada um deles, particularmente focada em Hagen, antes de responder:

-"Swift-Claws-of-Sif, Skald dos Fenrir. Eu os saúdo, e eu os aconselho: fiquem atentos, esse agouro... " - Menciona a fala anterior de Espírito-Tranquilo -"...não está a nosso favor."

De forma natural Siggy fica mais próxima do Filho de Gaia, era o menor, de aparência mais jovem e frágil, se fossem atacados, era ali que deveria estar.

"Mas ora, que piada, como se isso fosse acontecer se realmente formos atacados."

Siggy sabia que qualquer boa-vontade de proteger seus irmãos seria esquecida se qualquer embate começasse, sobrepujada pela necessidade de ferir e torturar, ainda assim, tentar se enganar as vezes era necessário.

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Re: [Ilha do Governador] Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim

Mensagem por Convidado em Ter Abr 24, 2018 10:53 pm

*A personagem obteve 3 sucessos e causa uma boa impressão nos demais personagens, aqueles que tiverem alguma razão fundamentada para resistir precisam de 3 sucessos num teste de força de vontade.*

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Re: [Ilha do Governador] Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim

Mensagem por Hagen Bernhardt em Ter Abr 24, 2018 11:07 pm

"Sou enviado para salvar um caern dos Fiannas e encontro três!? Ter que consertar o que os filhos do Cervo são responsáveis... para completar só falta dizer que O Olho de Wotan nos céus são de autoria dos mesmos...Creio que não, celtas são escrotos com seus métis, seria até irônico um Celta gerar um impuro perfeito..."

Aquela divagação rápida em uma pessoa que falava pouco, observava muito e era resoluto em seus pensamentos, enquanto todos ainda se apresentavam, algo que acontecia muito rapidamente e de maneira sucinta e sútil, pelo menos da parte do fenrir.

Hagen permanecia impassível, sua tez não modificara em cada apresentação, não julgaria o filhos de gaia por ser um impuro, seus pais que mereciam punição em sua opinião, só esperava que o garou tenha sido bem "educado" e claro, não começasse com o discurso pacífico, mas não daria tempo e nem assunto para ter opiniões adversas. Nem a apresentação da fenrir modificara as feições de Hagen, não era amiguinho de ninguém e ali, não eram sua matilha, seriam conhecidos, quem sabe poderiam conquistar a confiança do garou, pelo momento eram apenas garous, conhecedores de causa. Mas as impresões eram boas, Hagen não fizera força para se convencer de que eram bons garous, mantém o benefício de que provem seu valor, afinal, sua mãe mesmo já lhe dera esporros imensos sobre a supremacia Fenrir, não era algo que deveria ser falado a todo momento, quem era, não precisava falar, mas poderia dar o benefício de se provarem.

Hagen olha a última a se apresentar e ela atesta a prontidão de todos, ganhou ponto fenrir, sempre alerta.


' - Boa noite, tens razão Skald Swift-Claws-of-Sif. - Hagen direcionava ao grupo - Precisamos estar sempre alertas, se houver algum embate, eu assumo a dianteira, peço que os Galliards me auxiliem, dois ao meu lado e dois mantendo o theurge no centro mais protegido. Filhos de Gaia, não sei o que pode fazer, mas peço que nos auxilie, todos de acordo?. '

O tom de Hagen era seco, não era autoritário, era claramente uma sugestão, mas por aparentar ser o mais forte e ter 4 Galliards no meio, seria mais prudente ter o Theurge protegido por dois Skalds para poder agir e dois Galliards ao seu lado em um embate. Hagen era um combatente e tinha essa veia de liderança, principalmente em manobras ofensivas e defensivas, era uma Fortaleza de Gaia.
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Re: [Ilha do Governador] Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim

Mensagem por Convidado em Ter Abr 24, 2018 11:44 pm

*Rob olha para os cinco fazendo um meneio om a cabeça em cada apresentação, seu sorriso e confiança era notoria. Mas sabia que dificilmente aquilo seria coincidencias, serem obrigados a virem de avião e suas malas atrasarem, por Gaia isso estava muito nitido para Rob.*

-Ora o sangue dos antigos herois fenrris pisa no mesmo solo que um filho dos herois dos Fiannas. Meus antepassados derramaram sangue ao lado dos seus (Rob tira uma garrafa de aço inox de 500ml abre a tampa e derrama um pouco no chão, opos ebtorna um gole bem generoso) um brinde a toda sua descendencia filho de Trine e que toda sua herança se esplahe como a areia se espalha ao ser jogada ao ar. Que possamos agora contar as estorias futuras e que possamos derramar o nosso sangue juntos como fizeram nossos antepassados em defesa de nossa grande Mãe. Três vivas para toda descendencia Jarl. Para que todos aqui presentes saibam que é uma honra lutar ao lado de descedencia tão pura. E é obvio que ao lado de todos vocês meus amigos.

*Merda ele ta certo que tem algo errado com essa esteira e que isso seria um plano perfeito pegar o refoç antes que chegue no destino*

-Dito isso e todos apresentado, queria saber se alguem aqui tinha algo importante em suas bagagens. Pois ja ouvi relatos de como vampiros ontrolam as instituições, pode soar um pouco paranoico, mas sao muitas coincidencias juntas. Vamos logo para onde possa tdr humanos, pois nem eles arriscariam a mascara assim. E gostei do seu plano Pavor, mas acho mais senssatos como um plano de contigencia. E como sempre gosto de acreditar nao fujo de uma boa briga, mas tudo tem sua hora. Vamos sair daqui todos juntos a unica coisa de valor que tenho está em minha mão, entre mihas pernas e meu nome ou seja nao preciso esperar minhas roupas. E vocês estão de acordo?
*Rob olha sempre nos olhos de todos e espera que todos decidam antes de agir*

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Re: [Ilha do Governador] Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim

Mensagem por Hagen Bernhardt em Ter Abr 24, 2018 11:59 pm

Hagen vê a saudação do Fianna Uivo-Flamejante com ótimos olhos, se tinha coisa que os fiannas eram, sabiam ser bons com as palavras, o Modi tinha que admitir e assim as palavras do Fianna quebram um pouco a frieza do garou.

' -Uivo-Flamejante, que possamos honrar nossos antepassados em glória, te saúdo pelos teus antepassados, aceito o brinde de bom grado e quando pudermos dividiremos uma caneca de cerveja com histórias de glórias. ' - Um Sorriso brota no rosto do Fenrir, afinal, qual Modi não gosta das palavras, lutas e cervejas, mas rapidamente se volta a o ocorrido e novamente sua tez se fecha.

' - Não tenho nada de valor. ' - Meneia Hagen com a cabeça, esperando os outros comentarem se possuíam pertences importantes. Seguiria a sugestão de Rob em sair calmamente e se precisasse de uma contenda de defesa, seguiria o que tinha planejado em tomar a dianteira.

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Re: [Ilha do Governador] Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim

Mensagem por Convidado em Qua Abr 25, 2018 12:20 am

Para termos de sistematica fiz um teste para causar boa impressao e manter a confiabilidade em Rob com 6 sucessos. Quem quiser resistir deve jogar fdv e ter algum motivo para tal.

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Re: [Ilha do Governador] Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim

Mensagem por Henry Donnelly em Qua Abr 25, 2018 12:25 am

Olhando para o grupo que acabara de encontrar, um pensamento ocorre a Henry.
* A melhor definição para esse grupo é diverso. Quatro Galliards, um Ahroun e um Theurge. Muitos diriam que é loucura, mas dois filhos de Fenrir, um filho do Unicórnio e três filhos do Cervo é um ótimo sinal. Três Fiannas Galliards. Se Forjador dos Espíritos visse isso, com certeza diria que é um ótimo sinal*

"- Concordo com o grandão. Me encarrego de proteger o impuro"

Analisando o grupo mais de perto, Henry começou a teorizar sobre os outros Garous que encontrou.
* Uivo Flamejante parece um dos nossos heróis antigos. Tanto ele quanto o grandão emanam uma certa aura de poder que só tinha visto nos mais aristocráticos membros da família de Vô Pencroft.*

"- Relaxa, sua bagagem logo irá aparecer. Quando tivermos tempo, precisamos sentar e conversar. Te contarei algumas histórias que irão te agradar" - diz Henry ao se aproximar, sorrindo, do Jovem Theurge.

* Por mais que nossa tribo tenha sua forma de ver a questão dos impuros, muitos deles já deram as suas vidas para proteger os nossos caerns e Parentes. Um dos melhores exemplos disso é o próprio Cormac Mac Eire, que é um dos Guardiões do Tara de Prata.*
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Mensagem por NarraDiva em Qua Abr 25, 2018 12:54 am

Tudo era absurdamente estranho. Só os seis ali, aquele terminal já não muito habitado pelo avançar da madrugada. Por vezes um ou outro funcionário passava, mas eram poucos e nada das malas aparecerem. Os olhares de todos os Garous não captavam nenhum tipo de ameaça até o momento...

... até o momento.

A luz cai. Luzes de emergência são acionadas.

Muitos barulhos de tiros e gritos no salão externo para onde eles deviam seguir depois que pegassem as malas. 
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Re: [Ilha do Governador] Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim

Mensagem por Henry Donnelly em Qua Abr 25, 2018 1:02 am

"- Abaixe-se e fique ao meu lado" - diz Henry para Espírito-Tranquilo"- Swift-Claws-of-Sif, você está bem?"
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Re: [Ilha do Governador] Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim

Mensagem por Convidado em Qua Abr 25, 2018 1:22 am

Siggy relaxou um pouco enquanto amenidades eram conversadas junto a uma breve estratégia no caso de algum conflito, era notório a estirpe heróica dos homens que conversavam, além do que o modi de sua tribo parecia particularmente letal, como qualquer bom Fenrir.

"Muitas histórias de glória para se ouvir e contar. Não esperava por isso aqui. Muitas roupas para se rasgar, também é importante. "

A Skald fez um breve movimento com o ombro para mexer a mochila, enquanto guardava os fones desconectados no bolso de sua calça jeans.

-"Tenho tudo necessário comigo, podemos..." - Mas os tiros e gritos a interromperam, e o sorriso que a Fenris abriu foi tão largo e ferino que até seus olhos se iluminaram. -"... nos divertir."

Virando-se para Henry, acrescentou de forma enfática: -"Estou, e contamos com você para defendê-lo."

E ela sabia que deveria esperar, que deveria seguir conforme o planejado e deixar, ao menos, o ahroun guiá-los, mas por que esperar quando poderia avançar em direção ao caos? Siggy não correu, longe disso, mas ainda assim se movimentou de forma rápida em direção ao som, tentando detectar por alto e pelos diferentes barulhos o que estava acontecendo, sem enfiar o focinho de forma direta e literal no próximo salão.

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Re: [Ilha do Governador] Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim

Mensagem por Hagen Bernhardt em Qua Abr 25, 2018 2:27 am



   O pensamento teria que ser rápido no momento caótico, Hagen gostava de combates, mas lembrara de alguma recomendações táticas dos seus treinamentos, em ser sábio na hora de enfrentar situações perigosas, estratégia sempre seria mais eficaz do que se atirar ao fogo.


O fenrir olha para o Godi Filhos de Gaia e para o SKald fianna Henry e fala rapidamente:


' - Procurem se existe uma entrada alternativa e chequem se temos muitas câmeras, se é possivel destrui-las vejam o perimetro e o que pode nos ser útil. '

Hagen vê a movimentação de Siggy e se movimenta também, mas faz um alerta se direcionando à Rob, Erin e Siggy.

' - não vamo nos expor! o inimigo vem em nossa direção e aqui com espaço menor temos a vantagem de não ficarmos em campo aberto, será mais fácil a defesa. Cuidado com o véu! '

Hagen faz sinal para que Rob e Erin se posicionassem de modo que fossem uma segunda linha de defesa, já que Siggy e ele naturalmente assumiram a primeira. Os ouvidos estavam atentos e precisava da checagem do perímetro para saber o que poderiam ou não fazer. Não tinha tempo hábil para falar, poderiam sair de maneira mais eficaz no espaço diminuto do que sair em meio a um tiroteio.

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Mensagem por Espírito Tranquilo em Qua Abr 25, 2018 3:18 am

Logo que termina ali de se apresentar, uma mulher se aproxima, o sexto elemento ali, então ela para ao seu lado e formalmente se apresente. Allen a observa de canto de olho e nota aquele comportamento e também a fala dela para o que dissera.
   Faz um movimento rápido de cabeça num aceno de positivo a ela, então a olha de forma discreta por um momento dando-lhe um sorriso, ainda com a cabeça um pouco baixa.
   Seis garous sem mala num aeroporto estrangeiro, aquilo significava com certeza algo, mas o theurge pensava ali algo que pudesse ter mais significado para além de ser um tipo de armadilha e já terem sido descobertos ali.


   *Criaturas da Weaver...*

   Enquanto isso os garous começam ali se manifestar. Todos pareciam gentis e amigáveis, inclusive com ele. O que era estranho num ponto e muito esperado em outro.


   *Trate o estranho com respeito, trate seu aliado com respeito... E trate o impuro, aquele que te serve, com respeito...*

   Era uma questão de mostrar utilidade e estaria sem problemas entre as tribos famosa por preconceito. Ao menos foi isso que ele tinha aprendido. Mas talvez houvessem aqueles que eram diferentes, o mundo mudava.
   O homem maior do grupo se manifesta ali propondo uma formação, o albino acena com a cabeça e se preparava para falar algo, quando o primeiro a se manifestar e fazer o chamado da Wyld, puxa uma garrafa e faz um discurso, Allen nota com bom gosto ele derramar um pouco da bebida antes de tomar, era um gesto de oferenda aos espíritos dos antepassados. Porém quanto ao discurso ele nota que só as últimas palavras eram o que lhe competia. Pureza não era algo que lhe fazia parte. Mas ainda assim não havia nada que parecesse ali ofensivo, alias o homem até parecia bastante cativante.
   E logo o mesmo homem comenta sobre vampiros, sobre os pertences que tinham e sobre o plano de contenção que começavam a ter para se defenderem caso precisassem.


   - O véu precisa ser mantido... É prioridade...

   Comenta ali baixo, não sabendo se outros dariam importância a sua fala ali. Ia comentar mais sobre a situação quando outro inicia a fala. Com calma ele espera.
   Aparentemente o plano do homem grande era acatado por todos e um dos homens se propõe ali como seu protetor. Talvez ele não tivesse notado a posicionamento da garou ao lado antes o que indicava, mas agradecia a solicitude deles. Logo o mesmo que se colocava como protetor chega sorrindo e falando para não se preocupar com a bagagem e prometendo contar historias. Aquilo leva o albino a levantar a cabeça e colocar os olhos violeta claros que com o excesso de luz pareciam tomar um tom mais róseo, sobre ele e dar um pequeno sorriso, olhar para esteira, olhar para seu próprio braço e de volta ao garou.


   - O-obrigado... Coisas materiais podem ser conquistadas novamente, o mais importante está aqui já... Ficaria honrado em ouvir histórias suas, e poso lhe dar enigmigas e histórias que sussurram os espíritos. Se desejar...

   Finalmente olha a todos com discrição.


   - N-não sou nenhum grande combatente... Sei um mínimo... M-mas, ficar mais ao meio me permite que possa curar-lhes as feridas. Farei o meu melhor para mantê-los inteiros... Que os espíritos de Gaia nessa terra nos protejam...


   *São gentis... Esperança em renovação e união das tribos aumentada...*

   Então logo a calmaria antes da tempestade se desfaz, as luzes se apagam e surgem as luzes de emergência, e a tranqüilidade se vai embora. Tiros e gritos são ouvidos vindos do salão para onde deviam ir. A mente do  garou apenas consegue se recordar das notícias que vira na TV, era triste...
   Logo ouve aquele que seria seu protetor, com a concordância da mulher que parara antes ao seu lado de tal fazer tal função, para que ele se abaixasse e ficasse perto, o que ele logo corresponde em fazer.
   Logo ouve o homem maior falar sobre buscarem alternativas de saída e em destruir câmeras. Percebia a tensão no ar, e pior que alguns ali queriam o combate. A tranqüilidade e a paz lhe ensinavam outros caminhos, junto a prudência da sobrevivência.


   - O banheiro não deve ter câmeras, poderíamos lá tentar seguir pela Penumbra, dependendo de como for a película aqui. Inclusive é uma forma de observar e ter informações sobre o que acontece realmente... É um caminho a seguir...

   Comenta ali já não parecendo tão tímido quanto antes, afinal todos pareciam gentis e a situação pedia um pouco mais de presença. Internamente se questionava se conseguiria ali ter contato com algum espírito naquele lugar que havia acabado de chegar e rodeado com tanta força da Weaver, talvez um rato ou pombo, que pareciam estarem mais adaptados a cidade.


   - Não esqueçam de manter o véu...
   
Esperava que aqueles mais sedentos por combate de cheios de fúria pudessem ponderar aquilo. Passou os olhos sobre o Fianna que tornara sua dupla e esperava a reação dele para seguir.
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Re: [Ilha do Governador] Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim

Mensagem por Convidado em Qua Abr 25, 2018 8:21 am

*O que o Espirito Tranquilo fala é uma boa alternativa. Mas pera ai escutei algo sobre um vampiro Africano que sabia mexer com a umbra, acho que foi assim a história, que merda acho que bebi um pouco demais na ocasião que ouvi a história pra me lembrar agora com exatidão, de qualquer forma acho melhor não arriscar em nosso grupo contamos apenas com um Theurge.*

-Espirito Tranquilo tens razão essa é a alternativa mais sábia a se fazer. Se não fosse pelas histórias que ouvi sobre a umbra do rio, e a composição de nossos aliados. Contamos com um Modi (disse em respeito aos nomes que os Fenrris gostavam de dar aos augurios), 4 Galliard ou Skald como preferir chamar e apenas um Theurge ou Godi. Então amigos a melhor opção aqui e tentarmos localizar as câmeras destruí-las e derrotar o inimigo. Aqui é o único terreno que conhecemos, poderíamos ir lá fora, mas como comentei não sabemos o que nos espera lá. Até o combate chegar a nós teremos algum tempo para evitar que o véu seja rasgado e nos preparar para a luta. (Rob termina de entornar sua bebida e guarda seu cantil no bolso interno do moleton) -Enquanto os dois Fenrris estão protegendo a entrada, nós todos devemos procurar pelas câmeras de segurança e a destruí-las, e procurar outra entrada para não sermos flanqueado. Depois de feito podemos nos transformar em glaboro e o pau vai cantar meus amigos. (mudando o tom como se tivesse empolgado com a situação e começando uma preleção antes da batalha)
-Não podemos sair em nossa forma gloriosa de combate, esses inimigos não a merecem, vamos mostrar pra eles o porquê de sermos conhecido por Guerreiros de Gaia. Aqui meus amigos eu garanto como disse antes o sangue vai ser derramado, mas não será o nosso! -disse apaixonadamente e continuava -Que a sabedoria nos guie, e sejamos honrado com gaia e somente assim conquistaremos a gloria! Ficaremos unidos e não seremos derrotado!

(Rob, Uivo Flamejante após falar procura onde estão as câmeras e por outras saídas fora as que os Fenrris se encontravam dessa vez ele não espera e já vai executando o plano ele pega uma lixeira ou algo que possa quebrar as câmeras, assim que encontrar uma câmera ele a destrói, após todas destruídas ele se transforma em glabro)

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Re: [Ilha do Governador] Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim

Mensagem por Erin Johannes em Qua Abr 25, 2018 9:49 am

Era um grupo excêntrico, sem dúvidas.

*O que temos aqui? Dois Fenrir com um ego maior que esse aeroporto emanando raça pura como dois alvos na testa e na bunda - pelo menos eles causam boa impressão -, um impuro albino franzino - outro alvo fácil - e mais dois companheiros de tribo, só o que vai salvar...*, pensou Erin.

Ela decide ficar atrás do nórdico grandão e observar ao seu redor. As luzes fortes do aeroporto não a ajudavam muito, mas com as luzes de emergência, conseguia enxergar melhor e perceber mais do que talvez seus novos colegas conseguissem ver.

(teste de percepção com a qualidade visão lupina)

Ao olhar para fora do hall, pelo vidro, Erin vê uma movimentação estranha na pista de pouso, confirmando que algo muito suspeito estava se desenrolando.

- "Gente, lá fora está acontecendo algo muito suspeito na pista de pouso. Três caminhões descarregando uma carga de caixas de um avião, muitos soldados armados na pista de pouso. Vamos ficar atentos", alertou.

Assim que Rob consegue quebrar as câmeras, Erin assume a forma Glabro.
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Re: [Ilha do Governador] Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim

Mensagem por Convidado em Qua Abr 25, 2018 10:02 am

Uivo flamejante obteve 8 sucessos para inspirar seus colegas

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Mensagem por NarraDiva em Qua Abr 25, 2018 10:30 am

Siggy e Hagen se aproximam do outro salão mas ainda sem poder ser notada por quem estava do lado de fora dele. A dupla Fenris podia ouvir com nitidez os gritos do que parecia ser uma mulher no comando da situação:

'- Bando 1, 2, 3 e 4 estão descarregando a carga. Bando 5 e 6, quero tudo de valor que tem aqui dentro. Bando 7, escolte a Lotte até o refúgio de Vendetta. Bandos 8, 9 e 10, matem tudo que virem pelo caminho, vamos mostrar pros viadinhos da Camarilla que é o Sabá que manda nessa cidade toda e não só na Zona Oeste!!!'

Uma rajada de tiros e mais gritos. O caos parecia instaurado do lado de fora. Rob não tem dificuldade em identificar as câmeras e eram muitas, mas o parco sistema de segurança fazia com que elas não funcionassem sob as luzes de emergência. Mesmo assim, o Fianna quebra algumas delas e assume a forma Glabro.

Like a Star @ heaven Atenção, mudança de forma sem teste equivale a gasto de Fúria.
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Re: [Ilha do Governador] Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim

Mensagem por Convidado em Qua Abr 25, 2018 11:08 am

(Rob, o Uivo Flamejante ao ouvir sua irmã de Tribo percebe que aqueles tiros eram só uma cortina de fumaça e o que realmente importava estavam naquelas caixas. Talvez as coincidências não foram tão coincidências assim, quem os enviara saberia dessas caixas, saberia que aqueles seis garous eram destinada a gloria de frustrar os planos daqueles servos da Wyrm. Assim que Quebra todas as cameras ele muda pra glabro)

-Amigos temo que o real combate esteja lá fora! Essas caixas não podem sair do aeroporto. Esse imprevisto não foi tramado pela servos da Wyrm e sim por alguém muito sábio que nos trouxe para o local certo na hora certa. Temos a vantagem de ele não sabermos quantos somos e que estamos aqui. Devemos esperar a hora certa para atacar, esse ataque. O que deve acontecer de forma coordenado ao comando de Pavor-de-Jörmungandr que será a primeira linha com Swift-Claws-of-Sif. Eu estarei na segunda linha junto com o restante. Me digam rapidamente o que vocês sabem fazer de melhor para eu cantar uma canção de guerra.  Devemos diminuir a distância e derrubar os atiradores, Pata Dourada teria como me descrever melhor a situação? Preciso de um pouco mais de informação e pelo amor de gaia não façam nada precipitado e se afastem um do outro. Algum de vocês teriam como pedir para algum espirito ou mesmo fazer sons de muitos garous sedentos por batalha? Como se toda a seita tivesse no aeroporto?

(Rob sabia que o destino desses seis garous estavam selados com aquelas caixas, mas agora estava ansioso para se inflamar, pois ele era todo fogo que ardia nas vésperas de batalhas pronto pra tocar fogo em todos seus inimigos e inflamar seus companheiros)


Última edição por Rob, Uivo Flamejante em Qua Abr 25, 2018 11:30 am, editado 1 vez(es)

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Re: [Ilha do Governador] Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim

Mensagem por Hagen Bernhardt em Qua Abr 25, 2018 11:29 am

Hagen escuta os garous um à um, tinha percebido que Uivo-Flamejante elaborava suas palavras na hora de falar, era um Skald Fianna, em seu Caern do norte tinham muitos e estava acostumado à lidar com os celtas falantes, quando não eram exagerados ou se importavam com rixas tribais passadas, eram valorosos quase como os Fenrir (isso era um elogio na cabeça do Modi) e poderiam ter convivência boa, Hagen não se importava muito com rixas tribais, quando seguia a linha de certos fenris era repreendido por sua mãe ou irmãs e isso sempre era refletido em dolorosos castigos.

Hagen assumia um plano de contingência, estava frio perante seus conselhos e ações, direcionando todos para certas tarefas afim de chegarem ao Caern sem prejuízos e com todos salvos. Não adiantaria ter um embate com o inimigo sem saber quem é o inimigo, deveria até mesmo por questões marciais e hierárquicas saber que missões deveria fazer, não gostaria de ser punido e uma ação sem controle superior poderia colocar em cheque até mesmo o que outras matilhas estariam cuidando. Resumindo, Hagen era tático e marcial, como cliath não deveria atacar sem ordens expressas para isso, e ao ver a quantidade de movimentação, seria arriscado demais, o garou era parte de um exército e se portaria como tal.

Logo Pavor muda para glabro, depois de ter as câmeras destruídas pelos companheiros do momento, ficando maior e mais forte do que já era. Logo escuta as palavras de Erin, analisando a situação de forma precisa e controlada, eram garous, não suicidas burros.

Uma palavra dos berros do lado de fora mudara as feições do Grande Fenrir, seu rosto modificara e aquela frieza dá lugar a uma expressão mais humana, quem estava olhando para o seu rosto nota nitidamente que a expressão facial do fenrir mudara de repente, perdendo um pouco daquele comportamento frio e tático e passando para um olhar preocupado e pasmo, ao mesmo tempo um pouco inquieto.

Hagen ao escutar certa palavra, pensa rapidamente, era um homem de decisões e contra vampiros depois do que fizeram na Noruega com a morte do ancião, sabia que tinham que ter um comando tático eficiente do caern, Draugrs eram seres inteligentes com grande poder de proteção, uma manobra arriscada e poderiam colocar muito à perder. Deveria reportar nomes como Vendetta, camarilla e sabá... O que internamente faz Hagen inconsciente pensar em aprender mais sobre isso, os motivos, seu íntimo (e o narrador claro) sabiam muito bem.


"Vendetta, não esquecerei esse nome, não posso atacar, melhor ter um plano de fuga para retornar mais forte e aprender sobre o inimigo, salvar quem deve ser salvo."


' - São muitos e são vampiros. - Falava rapidamente o Fenrir - Draugrs são ardilosos e não podemos enfrentar eles abertamente sem ordens diretas dos anciões. Devemos reportar para depois retaliar, podemos nos meter em uma missão suicida e sem saber do que acontece nessa cidade, atrapalhar ações dos anciões de nosso caern, Temos que sair daqui e reportar o acontecido! Se formos entrar em combate, temos que ser furtivos e não causar alarde. Existem dois tipos de vampiro, os que protegem o véu e os que não protegem, parecem ser o segundo. '


Hagen esperava a resposta do Fianna Henry e do Filhos de Gaia, para saber se teriam alguma rota de fuga, enquanto ficava ali em prontidão, era um impasse, seu desejo era seguir o que Uivo-Flamejante aconselhara em partir para o ataque, mas era arriscado, Draugrs eram efetivos e tinham linhas de defesas fortificadas, a preocupação de atrapalhar o território de alguma matilha do caern tb era grande, agir sem comando poderia ser considerado pouco sábio.


OFF:
Gasto um ponto de Fúria para transformação em glabro.
Semblante meio inquieto, nitidamente visível até mesmo para quem conheceu o garou a poucos minutos.
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