Clareira Central

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CRINOS | FORTALEZA DE GAIA

Mensagem por Hagen Bernhardt em Qua Ago 08, 2018 3:13 pm

Hagen concorda com a cabeça e ergue Padmatavi no colo, era fácil já que ele estava em crinos e a mesma em hominídeo.

- Sim, irei  cuidsr dela, se houver alguém que possa cuidar dela no alojamento eu retorno ou irei ajudar o caern a levar os desmaiados para un local protegido.

Hagen volta a clareira com o seu olhar, buscando mais pessoas desacordadas.
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Amélia Carder (Hominídea) - Estrela-da-Manhã

Mensagem por Amélia Carder em Qua Ago 08, 2018 5:25 pm

Amélia conversava com a Fianna e percebia o garou que estava por perto se afastar.
Derepente sente uma dor juntamente de uma agonia imensa e cai no chão de joelhos em berros involuntários. Aos poucos tenta se levantar, respira fundo tentando se acalmar  mas ela sente uma raiva ou fúria, uma inquietação difícil de descrever. Quando finalmente consegue se levantar ela olha ao redor e percebe que muitos estão olhando pro céu. Ela acompanha os olhos de todos e percebe uma segunda estrela rubro.


- Não pode ser, é mais um dos sinais não é ?! Não pode ser.

Amélia lamenta enquanto sente agora uma agonia diferente e uma lágrima escorre de um dos seus olhos sem pedir permissão.
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Ira-Desoladora-de-Fenris (G) - FdG

Mensagem por Ira-Desoladora-de-Fenris em Qua Ago 08, 2018 5:53 pm

Após todos os eventos drásticos acontecerem, Ira-Desoladora-de-Fenris se recompõe ao seu tempo. A dor de cabeça, que se espalhou pelo corpo, havia borrado seus sentidos, bem como a memória, e ele agora não lembrava de nada. Se esforçava para tentar reconstruir as últimas cenas da noite e finalmente compreender o que acontecia ao seu redor.

Olhando a sua volta, vê que muitos garous haviam supostamente desmaiado frente a insuportável dor. De alguma forma ele não havia sucumbido e estava ali, apoiado no chão. Perguntava-se: por que ele estava apoiado no chão? A que horas ele havia caído? E por que estava chovendo sangue?

Ainda olhando ao redor, o Fenris percebe que muitos membros da seita, sujos com o sangue da chuva e que não estavam tentando reanimar os companheiros caídos olhavam para o céu com certa aflição. Tentando também entender o motivo daquilo, o Modi imediatamente mirou seu olhar para cima. Teve a sensação de estar tendo um déjà vu com aquela ação.

Ao contemplar o céu e ver a Segunda Estrela Rubra lá firmada, foi como torna-se o único ser vivo não só em Midgard, mas em todos os outros nove reinos. Tudo a sua volta havia se tornado calmo e silencioso. Até o tempo parecia ter parado. Só havia ele, a Estrela e um vazio. E ali, completamente sozinho na imensidão do seu ser, uma voz feminina sussurrou uma palavra que ecoou por toda sua mente e o trouxe de volta. A voz disse: Ragnarok!

O Fenris então voltar para a realidade, recuperando os sentidos e em completo estado de alerta. Sentia cada gota de sangue que lhe caia sobre o extraordinário físico. Ele também lembrou-se de tudo. De como foi parar no chão depois que olhou para a Segunda Estrela Rubra no céu. Agora, um sentimento inexplicável incendiava o coração do guerreiro Fenris, que prontamente se colocou de pé.

Enquanto muitos ainda olhavam para o céu cheios de incerteza e duvidas, Pórunn conseguia sentir do Rio de Janeiro os tambores do Caern de Guerra das Bestas de Fenris, lugar onde nasceu, celebrarem aquele acontecimento. Queria estar lá uivando, em algum ritual de combate lutando contra seus irmãos ou se embriagando, celebrando o 'Crepúsculo dos Deuses' que finalmente havia chegado.

Limpando os joelhos da calça dedicada, sujos pela lama vermelho ele percebe quatro dos garous que integram sua matilha mais adiante. E como um drakkar navegando entre as tormentas de Thor e os maremotos de Aegir, Ira-Desoladora-de-Fenris cruza a clareira até chegar no local onde sua matilha estava reunida. Pantaneiro, Xavier e Visões do Futuro estavam juntos. Pad, desmaiada, estava nos braços de Hagen. Não havia sinal de Luna, ela havia saído mais cedo. Quanto a Gwen... Ela também deveria estar ali. Em glabo, o Fenris pergunta:

'- Onde está a Cabelos-Vermelho!?'
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Pantaneiro ( hominideo ) - Fortaleza de Gaia / Todos

Mensagem por Yorick MacAlister em Qua Ago 08, 2018 9:58 pm

Bruno era rápido. Não via Aurora-Serena, mas o que o Theurge relatou deixou Pantaneiro mais preocupado que já estava. Além da Galliard não estar ali, a Umbra estava um caos.

"Agora fodeu de acordo... Se ela não tá aqui, aonde ela tá?"

Tinham que localizar e o mais rápido possível. Já ia sugerir a Pedra-Caçadora quando o próprio Bruno faz essa observação. Mais do que depressa, Antonio corre e prepara o Ritual. É só em sua fala que nota que sua Beta havia desmaiado. Se aproxima e se certifica que estava tudo bem.

"O baque foi grande... suportar isso vai levar um tempo..."

Hagen que estava de prontidão é quem se prontifica já que um Ahroun a menos naquela situação era menos prejudicial que um Theurge à menos. A ideia do Fenris era sensata. Sinaliza positivamente para Hagen concordando. Seu trabalho era cuidar de Padmatavi agora. Sem ter certeza de que o Fenris o entenderia, disse:

- Cuide dela, Hagen.


Apontou para Padmatavi, depois para o alojamento e fez um aceno de cabeça que indicava respeito por aquela ajuda. Os avisos de Bruno não passam despercebidos. Se o que havia acontecido com Aurora-Serena era só o início, as coisas iriam se complicar muito. Isso dá mais fome. Devorava aquelas pães enquanto pensava naquilo tudo até que Pórunn aparece e pergunta de Gwen. Responde de imediato.

- Sumiu.


Olha para o Fenris e completa.

- A segunda estrela Rubra apareceu e ela simplesmente sumiu! Não tá na umbra daqui, que por sinal pelo Bruno falou, tá um caos. 


O semblante de Pantaneiro era de preocupação extrema. O sumiço de Gwen junto com tudo aquela angústia não facilitava nada as coisas. Rapidamente disse para Pórunn, Bruno.

- Bruno, Pórunn, Antonio nóis vamo atrás dela!

Volta seu foco para Antonio se aproximando do Theurge e diz:

- Qual o caminho, Antonio? Nóis não podemo perder tempo. Ela pode tá em perigo com essa loucura toda.


Aguardava a resposta do Portador. 

"Onde caralhos ela foi parar e como?! As coisas vão ficar loucas a partir de agora... puta merda... tudo pra facilitar... se é que existe facilidade com o apocalipse vindo à passos largos..."
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Clareira central

Mensagem por Anda-Com-Espiritos em Qua Ago 08, 2018 10:28 pm

Forma: Hominideo>>Garou



Nate conversava amistosamente com Fenix de Prata. Ele havia acabado de lhe mostrar quem era Lingua afiada e a quem poderia procurar para aprender algum ritual: Essencia do abismo, sua irma de tribo, ou Perfect illusion, um filho da barata.

*Ficar em divida com um Senhor das Sombras é complicado, mas por outro lado eu nao conheço ninguem do caern e cair nas graças de alguem com influencia pode me ser util!*

Esses eram os pensamentos de Nate no exato instante em que uma força cosmica puxou sua atenção para o ceu. Ao virar-se para ver o que estava acontecendo seus olhos foram preenchidos pelo vermelho escarlate da segunda estrela que mesmo quase amanhecendo emanava uma forte luz forte que podia ser visto com clareza. Aquele mar escarlate penetrou nos olhos de Nate invadindo sua alma. Por um momento sua mente nao era mais sua e ele vagou por universos e mundos distantes em milésimos de segundos. Foi tudo tão rapido que ele nao percebeu ao certo o que havia acabado de acontecer. 

Sua cabeça então doeu e uma subita raiva tomou conta de seu corpo e em um gesto de reflexo ele ajoelhou em uma perna e levou as maos à cabeça, que latejava. Uma vertigem tomava conta do garou que teve que se esforçar para nao tontear e ir ao chão.

Entao ele juntou suas forças e se concentrou para manter sua mente focada e ponderar o que poderia ter acontecido.
* A profecia do apocalipse*
Era tudo que vinha à sua mente. Entao com a mão no chao ainda de joelhos ele olha para Fenix de Prata:
"- Você está bem?"
Depois olha ao redor pela clareira para ver o que estava acontecendo com os outros garous. Olha para sua Alfa por instindo para ver se estava tudo bem com ela. Lembrava de ter visto ela com outros garous ali perto. 

Entao ele lembra da passagem que a bruxa profetizou que falava de Cordas tremulas e de como a segunda estrela brilharia se sua filha morresse. 
*Deve ter sido isso*
"- Você sabe onde está Cordas-Tremulas Fenix de Prata? Acredito que algo tenha acontecido com ela!!!"

Nate perguntou e se despiu enquanto aguardava qualquer resposta se ela viesse. Em seguida seus musculos foram começando a crescer e tomar mais massa, seus pelos iam ficando mais espessos, suas maos maiores, seus pês mais cumpridos e seu rosto mudando para a forma de garou.
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Réquiem - Todos no caern

Mensagem por Angelique T. Albrecht em Qui Ago 09, 2018 5:48 pm

Um uivo é ouvido no Caern:

-GAROUS DA SANGUE FORTE DE LUNA, SIGAM AOS ALOJAMENTOS.
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Amélia Carder (Hominídea) - Estrela-da-Manhã

Mensagem por Amélia Carder em Sex Ago 10, 2018 7:50 pm

Amélia escuta o uivo da sua alfa.

- Entrela-da-manhã, podemos deixar nossa conversa para depois se preferir. Preciso me dirigir até o alojamento agora. Se puder me indicar qual o sentido do alojamento já seria de grande ajuda, acontece que cheguei hoje.

Amélia sorri de forma educada e espera pela resposta da Fianna.
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Mja-na-Wyrm (H) | Flor-de-Lótus (H-D) - Matilha Fortaleza de Gaia

Mensagem por NarraDiva em Sab Ago 11, 2018 10:02 am

Luna se aproxima de sua matilha na forma hominídea. Ao contrário de todos, ela parecia absolutamente tranquila e plena. Seu olhar percorre todos até ver que a Portadora da Luz Interior estava desmaiada e, mesmo tendo chegado a tempo de escutar o Fenris falar que cuidava dela, a Ragabash diz:

'- Deixe que eu cuido dela, Fenris. Melhor outra mulher, não acha?'

Seu tom tinha um quê de ácido e Hagen podia pensar que ela duvidava das boas intenções dele. Luna em momento algum quis esconder isso.

Antonio sabia que havia sido bem sucedido na Pedra Caçadora, mas a Pedra girava aleatoriamente sem indicar qualquer direção.


Aparência 2, Fúria 7
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Fênix-de-Prata (H) - Anda-Com-Espíritos

Mensagem por NarraDiva em Sab Ago 11, 2018 10:12 am

'- Aquela diaba deve estar morta, para o bem dela.' - diz Fênix-de-Prata se recompondo e visivelmente enfurecido. 

O Theurge olha mais uma vez aos céus e via que a chuva de sangue que caía sob o solo sagrado. Ele conhecia aqueles sinais e sabia o que significavam. Próximo a Anda-Com-Espíritos, comenta com ele:

'- Perdemos a única chance que tínhamos de controlar a agenda do Apocalipse. Agora, a Wyrm tem tudo para fazer com que as coisas aconteçam no tempo em que ela quer.'

Seu tom era sério e mantinha seu olhar na chuva enquanto falava.
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Estrela-da-Manhã (H) - Asas-de-Cailleach

Mensagem por NarraDiva em Sab Ago 11, 2018 10:13 am

Estrela-da-Manhã, atônita com tudo que acontecia, indica o caminho dos alojamentos para Amélia.
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Fenix-de-prata / Clareira central

Mensagem por Anda-Com-Espiritos em Sab Ago 11, 2018 2:21 pm

Forma: Garou

Nate ouvia as palavras de Fenix-de-Prata enquanto sua metamorfose se completava. Ao fim olha para cima mais uma vez enquanto os pingos vermelhos explodiam em sua face. Murcha as orelhas decepcionado com a verdade das palavras de Fenix de Prata e abre sua garganta em um som gutural e grotesco em palavras com timbre pesado e pouca dicção.

"- Só nos resta ficar atento a todos os instantes agora. Tenho que me retirar minha alfa me chama. Mas se precisar de mim estou a sua disposição."

retira-se sobre suas 4 patas levando seus mirrados pertences:
*Enfim vou ter onde colocar minhas coisas. Ja nao aguentava mais carregar essa mala para la e para cá.* 
Parecia um pensamento tolo para se ter em um momento de tanta agonia. Mas de algum modo para Nate aquele pareceu um pensamento normal!
Só entao quando ja havia se afastado de Fenix-de-Prata que ele notou que nao sabia o caminho dos alojamentos ainda. Entao ele parou o primeiro garou que viu e perguntou a direção para enfim continuar seu caminho.

OFF: Continua nos Alojamentos
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CRINOS | FORTALEZA DE GAIA

Mensagem por Hagen Bernhardt em Sab Ago 11, 2018 6:50 pm

Hagen nota a aproximação de Luna e vê que seu semblante estava tranquilo. Parecia ser a única ali que estava com uma aura tão light e agradável.

"Estranho... feições tão tranquilas..."

Hagen escuta sua companheira de matilha e vê uma certa insinuação, o Fenrir pensa em responder de imediato maa se contém, não era momento para discussões. Em crinos ele desce o corpo de Padmatavi e coloca com cuidado próximo de Luna, sem esboçar reação, concorda que a mesma deveria cuidar da juíza.

Fico livre, não gostaria de ficar longe se houvesse uma batalha... mas que ela estar tranquila nesse momento é estranho, isso é...

Hagen prefere se calar e não diz nada, apenas fita Luna por alguns segundos e concorda sem hesitar. Olha em seguida para Pantaneiro e espera o que iriam fazer.
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Re: Clareira Central

Mensagem por Antonio Xavier em Sab Ago 11, 2018 8:50 pm

Antonio vê sua "bússola" rodando de forma permanente sem apontar nenhuma direção, sem nenhuma pista. O Portador não entende bem o que acontecia, pois sabia que tinha sido bem sucedido no ritual.

Ele olha para os outros membros da Fortaleza de Gaia e fala:

"- O ritual não está apontando nenhuma direção. Algum fenômeno está interferindo aqui e não nos permite a posição de Gwen. Alguém tem alguma sugestão de como procederemos?"
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Pantaneiro ( hominideo ) - Fortaleza de Gaia / Todos

Mensagem por Yorick MacAlister em Dom Ago 12, 2018 6:02 pm

Pantaneiro de imediato nota Luna se aproximando e fica feliz por ver a Ragabash.

"Caramba... como ela pode tá tão tranquila?!"

Aqui deixava Pantaneiro com mais fome que dá mais duas mordidas violenta nos pães enquanto observa a Roedora dar um indireta em Hagen sobre cuidar de Padmatavi. Não via problema quanto a isso e então disse para Luna.

- Que bom que chegou, Luna. As coisa aqui num tá muito certa não. Veio uma novata Galliard pra nóis chamada Gwen. Depois que a segunda estrela rubra brotou no céu, ela simplesmente sumiu diante dos nossos olhos.

Pantaneiro estava preocupado e ainda digerindo toda aquela turbulência. Nada daquilo era muito fácil de se situar e ainda estava meio perdido. É então que Antonio passa o relatório da pedra caçadora e aquilo não é nada bom. Olha para Antonio e diz:

- Xômano, honestamente não sei muito o que podemo fazer não. Gwen é Cliath, já passou pelo treinamento. Precisamo ter fé em Gaia de que ela possa sobreviver até nóis encontra ela ou ela encontra nóis, o que é mais provável pelo visto.
- Diz olhando para Luna - Nóis já olhou pela Umbra e não vimo nada além de caos, guerra, furacão e tudo muito louco. A pedra caçadora não está funcionando e eu não sei porque dessa desgraçeira. Deve ter a ver com o apocalipse mais perto do que nunca.

Pantaneiro para, coloca a mão na cintura e reflete um pouco. Então diz para a matilha inteira.

- Se alguém tiver alguma sugestão, é melhor dizer agora. Ou então vamo precisar de ajuda.


Tinha esperança que Luna tivesse algum modo de descobrir, mas como ela poderia descobrir se nunca nem tinha visto Gwen? Se Luna não tivesse nenhuma ferramenta de busca milagrosa, pediria ajuda para Estrela-da-Manhã.
"Puta que pariu... Tudo vai ser muito mais complicado que isso e se eu tiver mais uma baixa, vai ficar complicadíssimo..."

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Bruno Caselli (Crinos) - Fortaleza de Gaia

Mensagem por Bruno Caselli em Dom Ago 12, 2018 11:47 pm

Bruno estava com os olhos tão concentrados em Antônio que mal notou a aproximação da Ragabash até ela se oferecer para ajudar. A primeiro momento parecia apenas uma “boa alma” querendo ajudar, mas pelas palavras de Pantaneiro ela era o último membro da matilha que ele ainda não tinha conhecido.

Bruno sente que a fúria da Garou era absurdamente maior que a dele, mesmo se tratando de uma Ragabash, e aquilo lhe deixou um tanto intrigado, mas longe de ser seu foco no momento, pois Antônio acabava de revelar que o ritual da Pedra Caçadora não havia surtido efeito.

“Maldição...”

Pensa o Theurge enquanto tira os óculos de cima no focinho e passa a mão sobre os olhos para tentar se acalmar e raciocinar com maior clareza.

Ele não era conhecedor do ritual, mas sabia o que significava quando ele não funcionava. Assim como Pantaneiro, Bruno queria acreditar que a falha no ritual era devido ao nascimento da Estrela Rubra.

“Pense... Pense...”

Por mais que o Theurge se esforçasse as únicas coisas que lhe vinham a mente envolviam espíritos e isso não era uma opção no momento. Ele então decide se manifestar de forma cautelosa, escolhendo bem as palavras antes de pronuncia-las.

- Não tenho ideia, por mais que me doa dizer isso. Todas as formas que consigo pensar envolvem os espíritos e isso não é uma opção no momento. Se nem os rituais podem nos ajudar...

O Andarilho faz uma pausa, olha para Pantaneiro, e finaliza:

- Podemos recorrer a algum Ragabash Fostern ou a alguém com o Dom Sentir a Presa, mas temos que pensar com cuidado para que isso não soe como “não conseguimos nem encontrar nossa matilha” ou “o mundo está um caos, mas parem o que estão fazendo e nos ajudem a encontrar nossa irmã desaparecida”.
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Mija-na-Wyrm (H) | Flor-de-Lótus (H-D) - Matilha Fortaleza de Gaiai

Mensagem por NarraDiva em Seg Ago 13, 2018 5:43 am

Luna pega o corpo de Padmatavi e diz para Pantaneiro e os demais:

'- Vou colocá-la para descansar nos Alojamentos. Não é seguro e nem inteligente interromper o sono que pode ser profético. E também não é inteligente tomar qualquer conclusão de forma precipitada no olho do furação.' - Diz a Lua Nova.

Luna encara Bruno por uns instantes após a fala dele e comenta:

'- Procurem Sem-Nome, ele pode ajudar vocês.'
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Bruno Caselli (Crinos) - Fortaleza de Gaia

Mensagem por Bruno Caselli em Seg Ago 13, 2018 8:46 am

Bruno não sabia mais o que dizer, mas aparentemente os pensamentos da Ragabash seguiam a mesma racionalidade que o seu. Tomar como “fato” qualquer coisa naquele momento era impossível e isso incomodava bastante o Andarilho do Asfalto, mas também lhe dava um incomum ar de esperança em que ele se agarrava como podia.
 
O Theurge não fazia ideia de quem era o Garou “Sem Nome”, então espera que Pantaneiro tomasse a inciativa ou que alguém fizesse novos questionamentos.
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Re: Clareira Central

Mensagem por Hagen Bernhardt em Seg Ago 13, 2018 10:20 am

Hagen se mantinha calado, observava a Ragabash e o Theurge da matilha, não iria dar mais opiniões, não poderia ajudar em nada que não fosse bater em alguém e assim permanece calado.

"Que noite louca..."
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Re: Clareira Central

Mensagem por Ira-Desoladora-de-Fenris em Seg Ago 13, 2018 12:04 pm

Pórunn escuta o que havia acontecido com Gwen. Em seguida ele observa que Sereno Trovão já estava preparando algo para solucionar aquele sumiço. Observando um pouco mais, ele nota que o Theurge preparava o Ritual da Pedra Caçadora.

*Ótimo!*

Realmente aquela era a melhor aposta que a matilha poderia fazer para iniciar uma busca pela Fianna desaparecida. Até seu alfa estava entusiasmado com aquele plano. Porém, pela expressão que Antônio fez diante do resultado as notícias não eram lá dos melhores. Ira-de-Fenris teve a certeza daquilo quando o Filho da Quimera informou que a agulha da bussola apontava para todos os lugares e lugar nenhum ao mesmo tempo! Em outras palavras, a Matilha estava à deriva no meio do mar.

Pantaneiro, aparentemente sem ideia, com sua voz de Chacal pede uma nova sugestão as membros da Fortaleza. Foi a ragabash Luna, que havia acabado de chegar, quem deu uma nova luz a seguir. Ela, que havia tomado Flor-de-Lotus dos braços de Hagen, com uma suspeita tranquilidade diante do Ragnarok anunciado no Céu disse para a Matilha procurar um certo Sem-Nome.

Antes de bater com os pés em busca do tal garou em questão, o Modi olhou para Pantaneiro aguardando que seu alfa disse algo mais a respeito do sujeito informado por Luna. Pórunn conhecia poucas pessoas naquela Seita e Sem-Nome ainda lhe era desconhecido 'sem rosto'.
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Re: Clareira Central

Mensagem por Sombra-da-Coruja em Seg Ago 13, 2018 2:10 pm

Forma atual - Glabro

O Peregrino caminha até a clareira, notando que varios garous estavam incapacitados, com filhotes e outros garous os amparando.

Olhar para a fogueira do boitatá e vê-la queimando cinza era definitivamente um presságio de mau agouro.

*Será está um pequeno lampejo do futuro? Um mundo cinza?*

Deixa de lado a autopiedade e o derrotismo quando vê David na clareira, uma vez que sua fúria volta a se remexer no peito lembrando do que deveria reportar.

Aproxima-se do líder da seita e, com uma pequena reverência..

“Garras-do-Trovao, desejo reportar, fui testemunha do que ocorrera à filha de cordas trêmulas.”
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Re: Clareira Central

Mensagem por Gwen O'Dyna em Seg Ago 13, 2018 8:35 pm

Correndo como se o chicote de um balrog estalasse às suas costas, Aurora Serena cruzou a clareira com fogo ardendo nos pulmões. Ao longe, viu seus irmãos-de-armas todos reunidos, na companhia de uma Garou estranha que segurava a Juíza nos braços. Correu com redobrado afinco, sentindo a felicidade inundar suas pernas cansadas.

Seu primeiro impulso foi abraçar os irmãos, dizer a eles que teve medo de nunca mais revê-los e...
... Gwen sentiu o olhar de Pantaneiro e se deteve. Talvez ele nem ao menos a repreendesse dessa vez, dadas as circunstâncias. Talvez ele mesmo estivesse feliz em vê-la e mandasse para o inferno os protocolos da seita sobre ausência de demonstrações de afeto. Mas ela sentiu o sorriso diminuir nos lábios, enquanto os demais poderiam notar uma sombra obscurecer os olhos verdes da garota. Endireitando a postura, ela apenas disse:

- Eis-me aqui, meu righ.

A ruiva estava molhada da cabeça aos pés e arfava por causa do esforço. A grande camisa xadrez masculina que usava instantes antes havia sumido, deixando-a apenas com a regata preta de alcinhas e os jeans, além dos All Star sujos de lama. Com uma breve reverência de cabeça para Pantaneiro, a ruiva passeou então os olhos pelos irmãos e deteve-se em Antônio, que parecia ter realizado um ritual que - de alguma forma - envolvia sua mochila. Gwen caminhou até o Theurge e tocou o ombro deste, com um sorriso doce nos lábios:

- Obrigada, Antônio. A Umbra está um caos e eu pensei que não conseguiria retornar, mas... agora estou a salvo. - ela tinha ficado corada, mas o motivo era incerto, escondendo-se no olhar oblíquo que deslizava pelos irmãos.

Virando-se para Padmatavi, a ruiva afastou uma mecha dos cabelos da Philodox que insistia em cair sobre a testa, com carinho e suavidade. Encarando a mulher que a segurava nos braços, apresentou-se:

- E sou Gwenhwyfar O'Dyna, recebida pelo Cervo como Aurora Serena, Galliard dos Menestréis Fianna sob a Fortaleza de Gaia. Posso cuidar da Philodox, se houver outros assuntos urgentes que reclamem sua atenção. - dando um passo atrás, mas mantendo-se protetivamente próxima de Padmatavi, ela olhou para os irmãos - Ou posso ser útil em algum outro assunto? Visões-da-Arcádia está sozinho no inferno que a Umbra se tornou. Não há nada que possamos fazer? E há outros irmãos caídos, talvez outros desaparecidos? Precisamos ser assertivos e ajudar nossa seita da melhor forma possível.

Gwen falava muito e falava rápido. Estava nervosa. Não podia ver tanto sofrimento, sua Juíza desmaiada, e não se compadecer. Queria ser útil para aquelas pessoas. Queria retribuir o bem que fizeram...
... sem nem ao menos se lembrar do mal que alguém ali havia praticado, ao invadir sua mente. Não, haveria tempo para isso depois. Agora, o que importava era ajudar os outros.

- Suas ordens, meu righ. - a ruiva encharcada de chuva encarou Pantaneiro, aguardando.
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Mija-na-Wyrm (H) | Flor-de-Lótus (H-D) - Matilha Fortaleza de Gaia

Mensagem por NarraDiva em Seg Ago 13, 2018 8:58 pm

'- Qual teu problema, não tá vendo que eu já tô fazendo isso?' - responde arredia a Roedora de Ossos que dá um passo para trás ante o toque da Fianna na Portadora da Luz Interior.
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Garras-do-Trovão | Temido-Como-Vulcões - Sombra-da-Coruja

Mensagem por NarraDiva em Seg Ago 13, 2018 9:00 pm

Garras-do-Trovão conversava com Temido-como-Vulcões quando é abordado por Sombra-da-Coruja. O Fenris faz menção a se retirar mas o Senhor das Sombras com a mão direita no ombro esquerdo do Fenris faz o sinal para que fique e, diz:

'- Reporte-se, Sombra-da-Coruja. Eu já ia fazer meu pronunciamento, certamente ele será melhor sabendo o que de fato aconteceu.'
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Amélia Carder (Hominídea) - Estrela-da-Manhã

Mensagem por Amélia Carder em Seg Ago 13, 2018 9:40 pm

Amélia tentou engolir o nó que estava em sua garganta mas foi em vão. Ainda sem acreditar que tudo que seu amigo havia lhe contado sobre os sinais do apocalipse estava acontecendo, caminha em direção ao alojamento com uma das mãos na autura do coração por causa da dor de agonia que ainda sentia.
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Re: Clareira Central

Mensagem por Sombra-da-Coruja em Seg Ago 13, 2018 10:09 pm

Forma atual - Glabro

O Peregrino levanta a cabeça para olhar diretamente para o líder daquela seita.

”-impossível ser breve Anciões, mesmo sabendo que o tempo é, a partir de hoje, recurso valioso à todos nós.


Estava em missão com a olhos da tempestade, caçávamos um espectro que era utilizado por servos da Wyrm, que, após cada morte, gerava uma mácula da Wyrm.


Chegamos ao cemitério onde sabíamos estar o corpo da mortal que originara o espectro e nos deparamos com um ritual perpetrado por  6 vampiros que utilizavam o corpo da mortal em uma espécie de orgia profana.

Irrompemos o cemitério sendo recebidos por mortos vivos e espíritos invocados por estes malditos canitas, estes contavam em 20, a batalha foi violenta, e, ao fim, infelizmente deixamos um vampiro escapar, bem como um espírito gaiano do unicórnio fora destruído após o espectro possuir um membro da olhos da tempestade, Skullhead e utilizar-se de seu implante da Weaver para tal.


Ao fim dos vampiros, e, tão logo conseguimos expulsar a mulher de branco de nosso companheiro, levamos a luta a umbra enquanto parte de nossa matilha trabalhava em purificar o corpo profanado para que erradicássemos a existência da criatura que espalhava a mácula em seu caminho.


A luta fora terrível, estávamos exauridos após tantos eventos, e, o espectro conseguia incitar a besta em nós, tive de retirar Sentinela-das-Sombras, que sucumbira a algum poder da criatura, retirando-o dos reinos umbrais, e, no momento que retornei para ajudar meu irmão, fui enviado à algum reino umbral feito de sombras, frio, tempestades e medo.


Fui abordado e, por fim, marcado, por um espírito vingativo de uma criança, que aparentemente buscava respostas sobre crianças abduzidas, a pobre criatura, ao me atacar, me enviou para a penumbra conhecida da cidade, porém, presenciei garous da Guardiões da canção ancestral sob ataque direto, espíritos de meninas os atacavam e - neste momento trava o maxilar controlando sua fúria - Cordas-trêmulas sendo enjaulada em teias padrão de diversas aranhas.“

Neste momento o Peregrino toma um segundo para se controlar.

“Utilizei o resto de minhas forças para retirá-la da penumbra e da prisão de teias, fomos seguidos por todos da matilha, porém, nas ruas, nos deparamos com um peregrino silencioso que desconheço, possuído pelo frenesi nojento da corruptora, como denotavam os malditos glifos, este fora jogado em nossa direção por um Canita que o segurava apenas com um dos braços.”

Novamente, o Peregrino para para respirar.

“O frenético se chocou contra todos nós, nos  levando ao chão, eu sabia o que estava atrás de mim, aquela que traria a próxima anthelios, se morresse, de acordo com o que escutamos da boca da bruxa a menos de duas horas. 


Levantei-me e tentei parar o garou em fúria, porém, admito, minha fraqueza foi tal que cai em um golpe, e, por isso, aceito ser julgado, mas, o que presenciei então, fora o ato que mais me assombrou, estávamos em vantagem de 5x1 e, mesmo assim, Cordas-Tremulas, assumira sua forma de batalha, uivara, atraindo a atenção do Crinos ensandecido, e, com essa decisão, não só deliberadamente atraiu para si a atenção da criatura tocada pela influência da Wyrm, como abdicara de qualquer chance de se defender ativamente do golpe que a rasgou quase ao meio, e, infelizmente, levou apenas sua filha não nascida.“

O Ragabash começa a ver aquela amálgama colorida que sabia ser a criança não formada se formar atrás de David, neste momento, seu olhar vacila, encarando-a, que, desta vez, apresentava-se sem olhos, apenas com metade de seu maxilar formado, bizarramente, a parte inferior, suas mãos eram de Crinos adultos, porém, com 13 dedos em cada mão, e, o Peregrino precisa fechar os olhos para poder voltar a concentração.

*Desculpe pequena, eu não falharei de novo..*

“-Um evento sucedeu-se, parecendo uma vingança da Wyld sobre a Weaver, quando a estrela brilhou o véu foi dilacerado, galhos e flores brotaram pela rua e romperam dos apartamentos,  não saberia transmitir com precisão a magnitude daquilo, mas o rasgo no véu fora inconcebível.”

Com um ultimo suspiro, conclui.

“-Toda a matilha estava abalada, alguns até agressivos, não me conheciam assim como não conhecia a maioria dons que lá estavam, porém, a impura perfeita estava morta, sua gestora, deliberadamente desprezou todos os esforços e sacrifícios feitos para proteger a nação do apocalipse precoce, não senti mais nenhuma obrigação para com ela, pois, até onde me consta, está, mesmo com um leque de possibilidades, escolheu a MAIS arriscada a nação e eu a considero indigna de confiança.


Por fim, avisei ao alfa da matilha, bem como pedi que repassassem a informação à sussurros-solitários que eu retornaria ao Caern, o que fiz e, es tu a o primeiro à quem me reporto.”


Última edição por Sombra-da-Coruja em Seg Ago 13, 2018 10:35 pm, editado 2 vez(es)
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Re: Clareira Central

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