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Sangue-dos-Quatro-Ventos (crinos) - Guardiões da Canção Ancestral, Orgulho-Renascido, Lâmina-de-Badb

Mensagem por Deganawida "Degan" Oneida em Qui Jun 21, 2018 4:39 am

Degan assume crinos, mas a ameaça é logo contida pelo Mestre de Rituais da Seita, com uma fala direta e pontual. 

Mesmo assim, o Wendigo olha em volta e tem a certeza de que ainda precisariam evoluir muito como matilha, ao comando do líder, apenas ele havia mudado. 

O jovem Philodox recebe a alfa dos Fiannas com uma saudação com a cabeça, ainda em crinos. Ele não pode deixar de notar a indiscrição do Presa de Prata diante de Lâmina-de-Badb.

Tsc... Outro Presa de Prata, outra Fianna... Qual o problema desses caras com a Primeira Lei? 

Degan se vira para Helenna, apenas para ver se havia notado a olhadela. 

Que falta faz um inverno rigoroso para essas violações...

Ele então ocupa uma posição central dentre os Garou ali reunidos e inicia, com a voz mais elevada, buscando captar a atenção de todos:

" - Muito bem, pedi para que fosse chamada, Lâmina-de-Badb, porque aparentemente, ocorreu uma grave violação do véu no território de sua Matilha. Vou iniciar o julgamento e poderá ouvir o acusado e se manifestar."

O tom de Degan, ao explicar essas etapas, é como o de um professor. Ele mesmo havia ouvido assim há pouco tempo na Clareira, de Temido-como-Vulcões.

" - Estamos reunidos sob as bênçãos da Meia Lua e na presença de Gaia, neste solo sagrado, para o julgamento de Espírito-Tranquilo, Theurge, Métis dos Filhos de Gaia. O acusado nos contou que conjurou um Espírito de Hélios para enfrentar vampiros e a Wyrm no Aeroporto que faz parte do território da matilha Guardiães da Fúria Sagrada, liderada por Lâmina-de-Badb. No entanto, o acusado teria desrespeitado o espírito solar, que ateou fogo no Aeroporto, causando muitos danos e assegurou que sua ira recairia sobre a matilha de Espírito-Tranquilo, bem como sobre ele mesmo."

Degan faz uma pausa e registra as reações de seus companheiros de Matilha, especialmente, Igor e Espírito-Tranquilo. Ele, então, retoma:

" - À primeira vista, me parece que estamos lidando com a violação de três Leis: Não Serás um Fardo para teu Povo e Não Erguerás o Véu e ainda a lei que manda Respeitar o Território do Próximo."

Ele mira Lâmina-de-Badb. E finaliza:

" - Eu dou a palavra ao acusado para que conte o caso com mais detalhes, até mesmo por estarmos diante da líder da matilha responsável pelo território, que poderá solicitar a palavra logo em seguida."

O Wendigo aguarda Espírito-Tranquilo comentar seu caso com mais vagar. Sua expressão é séria, mas seu tom de voz não parece estar irritado.
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Deganawida "Degan" Oneida

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ESPÍRITO TRANQUILO (Homenídeo) - GUARDIÕES DA CANÇÃO ANCESTRAL | NARRAÇÃO - LÂMINA-DE-BADB | ORGULHO-RENASCIDO

Mensagem por Espírito Tranquilo em Qui Jun 21, 2018 6:18 am

O albino espera em completo silêncio as apresentações ocorrerem, e espera ali com cara neutra o juiz dar início ao julgamento. Único movimento que faz é dar alguns acenos de cabeça conforme o Deganawiga explica a situação para todos e pontua seu nome.
Por fim o juiz pede para que ele explique a situação de forma detalhada. Allen respira fundo ali, como se tivesse se concentrando e focar o olhar sobre ninguém, como se olhar qualquer um o pudesse interromper ou o intimidar da início.
 
“- O-obrigado... É... Q-queria aproveitar a oportunidade para fazer relato de toda a situação, como todo, informar a líder responsável sobre o território e nossa própria matilha sobre os ocorridos... M-mesmo não sendo galliard farei o meu melhor... B-bom deveria ter chegado a tempo do início da assembléia, mas houve muita turbulência no voo, e uma parada forçada em Vitória, e lá fiquei sabendo sobre o ataque na cidade. Ao finalmente chegar no aeroporto, não tinha quase ninguém, e minha mala nunca chegava, assim como de outras 5 pessoas. Que logo notamos ser todos garous, todos reforços que deviam vir a esse caern. Não havia mais ninguém apenas nós 6 no salão esperando as bagagens. As luzes se apagaram e ouvimos tiros no exterior. Alguns foram verificar as janelas, outros verificar câmeras, e eu contatei um espírito rato, animal urbano, para ter informações sobre o que ocorria ali, e se ele poderia ser também um guia já que ninguém ali sabia andar pela cidade. E seria bom achar uma forma discreta de sair dali.”
 
Faz uma pausa e continua ali com fala baixa e calma, sem olhar diretamente para ninguém, concentrado nos ocorridos e também fugindo de olhares vindos de Igor. Especialmente aquele estranho olhar brilhante amarelado.
 
“- O rato contou que havia muita morte ali, e não poderia nos guiar, mas que tinha ali no aeroporto 90 vampiros. Uma das garou informou que viu pela janela uma estranha movimentação de caminhões sendo carregados no exterior, pedi ao rato para seguir o caminhão o quanto pudesse, para informar durante o dia, um possível esconderijo dos vampiros ou ao menos da carga roubada, informação que assim que receber passarei aos líderes... E-então ouvirmos mais tiros e uivos, vindo do salão ao lado, garous que estavam comigo se lançaram para ajudar o possível irmão enquanto eu terminava a negociação com o espírito rato. Eu ouvia gritos, uivos, e sons de batalha. Os vampiros estavam munidos de armas com balas de prata, estavam preparados para combate com garous. Decidi chamar um espírito ligado a Hélios para contribuir com a batalha, afinal sabia da franqueza dessas criaturas com o sol, mas o espírito se demorava a chegar, eu fiquei com medo, não confiei em meus irmãos, e ouvia a batalha acontecer e uivos de queda de alguns deles... E-então eu saí para checar e tentar fazer algo, os curar talvez... E-e, p-para minha surpresa havia ali junto dos garous que chegaram junto a mim um poderoso garou, que derrubava os vampiros ali com facilidade exterminando tudo... E-e nesse momento o espírito de Solaris chegou, estava completamente irado, e com razão, por eu não estar ali para recebê-lo, pude o conter antes de destruir tudo, mas ele pelo meu desrespeito jurou que ira de Hélios recairia sobre mim e a matilha que estivesse e em sua fúria incendiou partes do aeroporto. Com a incêndio, e mais uma explosão no exterior, todos os garous se reagruparam do lado de fora. E então havia outro garou estranho ali. Os dois estranhos não agiam em conjunto, houve ali surpresa entre eles de se encontrarem. Esse novo garou informou que vampiros estavam atrás de armas, itens e principalmente armas químicas, mas segundo ele, o ele tinha conseguido parar e explodir o caminhão que carregava a carga mais perigosa. Os garous, afirmaram que o incêndio cuidaria da questão de corpos e vampiros do aeroporto, me deram tempo para curar os garous Fenris caídos.”
 
Dá um pequeno e tímido olhar para Lâmina-de-Badb, esperando que ela entendesse ali sobre quem seriam os dois garous misteriosos sendo ela filha do Bardo-Forjador, que seria o homem de confiança para conversar.
 
“- R-reagrupados pelos garous que estavam lá, nos foi ofertado dinheiro para um taxi para vir ao caern, enquanto eles seguiram outro caminho. Naquele momento, dois garous recém-chegados decidiram seguir seus caminhos sozinhos, não mais os vi. O taxista parecia suspeito, havia forte cheiro de cigarro, ele não se incomodava com toda a fúria do Ahroun fenris e nossa aparência não muito peculiar... Uivo-flamejante tentava tirar dele informações sobre a cidade e o corrido da noite anterior, já que a rádio do táxi falava sobre 3500 mortes... Por fim o taxista contou que o filho, um segurança, esteve na região na noite anterior e estava vivo, mas parecia estranho. Uivo-Flamejante achou suspeito, e o taxista pareceu curioso sobre onde iríamos descer, a entrada do Caern, então o galliard Fianna, de forma a não levantar suspeitas, o convenceu que talvez o papel que tínhamos do endereço estava errado, que éramos turistas perdidos e assaltados, o taxista então nos deixou num hotel próximo. Uivo pegou o contato do taxista e filho.  Seguimos para dentro do hotel, o Fianna considerava bom não levantar suspeitas, ter um álibi de ter passado a noite no hotel e até tentar talvez contatar o taxista novamente depois. Ele conseguiu um quartos no hotel, mas a galliard Fenris ali decidiu seguir sozinha  ao caern...”
 
Faz ali uma pausa, e dá um suspiro meio frustrado com a situação de debandar dos garous e Siggy querer seguir ali sozinha.
 
“- O-o plano de Uivo-Flamejante era entrar no quarto do hotel, seguir pela umbra até o caern, voltar na manhã ao hotel e pagar a conta e seguir como se tivéssemos passado a noite lá, manter o véu e o álibi... E assim fizemos, ao adentrar a umbra, encontramos com Bayakko, um espírito que estava nos observando e nos protegendo em nome de Flor-de-Lótus... O-o que me lembra que ainda preciso agradecer ela por isso... M-mas, b-bem... O-o espírito abriu a ponte de lua que nos permitiu chegar ao caern... E-e... J-já sabem o que ocorre a partir daí... Concluo aqui o relato do ocorrido da noite. C-creio que os garous que chegaram comigo podem dar mais informações sobre o combate e o que viram... E-e também atestar pelo que digo, caso precise... E-e que seja de alguma utilidade a informações desse relato para além do julgamento...”
 
Respira ali e faz uma breve reverência ao philodox e a Fianna convidada. Sentia de certa forma um pouco aliviado de finalmente ter feito o relato e dado as informações necessárias a matilha e garous de postos mais elevados. Esperava que aquilo pudesse ajudar o caern na situação que passavam na luta com os vampiros especialmente somado a fala anterior do Peregrino. E tinha certeza que nunca tinha falado tanto na vida com um grupo de seres viventes.
 
“- Logo, s-sou responsável por receber a irá de Hélios e com isso fazer cair sobre minha matilha seu peso, sendo fardo, e responsável pelos danos causados na região do aeroporto pelo incêndio, e por provável levante de véu causado pela presença de Solaris em fúria e incêndio subsequente... Coloco a disposição de reparação por danos causados a matilha de Lâmina-de- Badb...”
 
 Conclui a fala e espera ali em silêncio questionamentos que provavelmente viriam ali sobre toda aquela quantidade de informação e por fim sua sentença. Era verdade ali que sentia vergonha da situação, afinal deveria ter chego para ajudar e acabara por trazer mais problemas. De cabeça baixa por uns momentos observa novamente o ventre de Cordas-trêmulas.
 
* Seja como Gaia deseja...*
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Orgulho-Renascido | Lâmina-de-Badb | Black-Hat | Fúria-Justa-de-Esteno - Guardiões da Canção Ancestral

Mensagem por NarraDiva em Qui Jun 21, 2018 9:26 am

Orgulho-Renascido ouve todo relato do jovem Filho de Gaia e balança a cabeça negativamente enquanto observava o Juiz. Não concordava cada vez mais com aquele julgamento e logo após a fala do Filho de Gaia, diz:

'- Insisto no quanto esse julgamento é inapropriado. Um diálogo resolveria tudo isso. O Véu não foi violado, as pessoas foram mortas pela Wyrm e não existem testemunhas para que o véu possa ser considerado rompido pelo meu irmão de tribo. Se alguém violou foi a Wyrm, os Vampiros, e ele agiu para proteger seus iguais e para combater a Wyrm como manda a Litania. Taxar um Cliath de fardo por cometer um erro no começo de sua vida Garou é absurdo e não ajuda em nada no ideal expresso pelo líder dessa seita de forjar heróis. Cliaths erram. Punir, punir e punir não ajuda ninguém a evoluir. Sobre agir em território de outra matilha, eu peço a Lâmina-de-Badb que ponha um fim a essa acusação, eles agiram pelo senso do dever quando a Wyrm aproveitava nossa assembleia para agir em seu território.'

A Fianna balança a cabeça concordando com o Filho de Gaia:

'- A Guardiães da Fúria Sagrada não considera um problema a ação dos que lutaram no Aeroporto. Somos gratas pois a Wyrm devia sim ser combatida e isso não podia esperar que vocês chegassem até a seita. Obrigada.'

O Ahroun dos Filhos de Gaia, já demonstrando impaciência, cruza os braços e fica encarando o Wendigo. Helenna, ao ver aquilo apenas se desloca ficando ao lado de Degan e cruzando os braços e ela mesma encarando o Lua Cheia dos Filhos do Unicórnio. Black-Hat, vendo os ânimos se acirrarem, comenta:

'- Muito boas as opiniões, mas o juiz é quem julga e seu veredicto é soberano... todo mundo aqui sabe e aceita isso, não é mesmo?'

Passa o olho na direção do Filho de Gaia que mantém sua postura. Estava firme, no entanto, não era intimidador.
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Calmaria - Guardiões da Canção Ancestral - Julgamento do Espírito Tranquilo

Mensagem por Miguel Calmaria em Qui Jun 21, 2018 10:48 am

Calmaria de Gaia escutou o Alpha. Como já estava em Crinos pelos antigos ferimentos, assim ficou. Manter a forma em que estava não representava uma transgressão ás ordens de Luke ou Líder da Seita.Além disso, precaução nunca era demais e ele aprendeu essa lição duramente ao longo da vida.  

Ficou levemente chateado em saber que julgariam seu novo irmão de matilha "Zé gotinha Magricela". O cara parecia ser, como o nome dizia, tranquilo. No entanto, cagadas acontecem.

"Pois é, todo mundo tem um dia de merda".

Escutou o relato. Quando os Ahrouns pareceram se encarar ele achou engraçado. Lembrou dos colegas da antiga escola.
Era igualzinho: Dois moleques se xingando, quase se beijando, ai um "amigo da paz" (ou maior que os dois) apaziguava os ânimos para que nenhum saísse como covarde. O problema todo era que Helena era fêmea. E ao contrário dos machos, que costumam rugir para afugentar, fêmeas de todas as espécies costumam partir pra porrada mesmo. 

"Amigo... Fúrias Negras têm Fúria no nome por alguma razão..."

Seu olhar ficou sombrio e um sorriso escorreu ao lado da boca quando escutou "90 vampiros".

"Que farra...." -  Imaginou-os correndo em chamas. - "E não é que o maninho manja dos pontos fracos dos vampiros?".

Continuou escutando e aprendendo, o theurge parecia esperto e relativamente poderoso. Apenas... pouco cuidados... coisa de moleque.
A expressão de Miguel era de "absurdo esse julgamento", no entanto, ele não era nada... e sua opinião não era relevante.
Entendia o aspecto territorial, mas para ele, isso é mera burocracia para organizar a defesa de Gaia. Para o Peregrino, a Wyrm deve ser combatida sempre que possível, da melhor maneira e onde surgir. Infelizmente, naquele momento, o Espírito- Tranquilo fez o que achou melhor, mas algumas pessoas discordavam. 

"Punir o impuro por queimar dezenas de Vampiros? Ainda bem que alguém interveio nessa insanidade"

O Garou procurou o olhar do filho de Gaia sob julgamento e acenou positivamente em apoio. Agora Miguel era da matilha e queria mostrar isso.

Quando a Fianna diz que não tinha problema o ocorrido, o jovem Peregrino suspirou feliz. Ele se afeiçoara pelo Impuro. Embora fosse um Garou com relativa raça pura, sua adolescencia não foi das mais fáceis. Ao contrário da maioria da Matilha, ele não era bonito, simpático ou o melhor aluno, dessa forma, entendia o que era ser excluído. Sua única diferença é que ele nunca se recolheu em timidez, ao contrário, seu sobrenome era encrenca. 

Aguardou o julgamento.
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Igor :: Guardiões da Canção Ancestral // Lâmina-de-Badb // Orgulho-Renascido

Mensagem por Igor Petrunov em Qui Jun 21, 2018 12:07 pm

Degan iniciou o julgamento, dando ênfase à gravidade da suposta violação cometida por Espírito-Tranquilo. Até o momento, o Presas não sabia exatamente do que se tratava, apenas que o Filho de Gaia provocara a ira de um Solari, o que por si só já era um problema grave o bastante.

Pelas violações que o juiz apontou, a priori, a história parecia bem pior do que o lua crescente imaginou em princípio. Sangue-dos-Quatro-Ventos passou, então, a palavra ao filho do Unicórnio, para que contasse com detalhes a merda colossal que havia feito.

Espírito-Tranquilo iniciou sua narrativa e Igor o encarava com a expressão séria. Ouviu o relato sobre os vampiros no aeroporto, o Rato e, finalmente, o ponto nevrálgico da história, a invocação do Solari. A intenção do Filho de Gaia fora boa mas, talvez pela falta de habilidade em lidar com espíritos conjurados, principalmente os de alta ordem como um Solari, falhara miseravelmente em tratá-lo com a devida deferência.

À medida que o relato se desenrolava, Igor tentava encontrar os pontos que justificassem as violações citadas por Degan, mas tudo que conseguia ver era o relato de um theurge inexperiente tentando não virar ração da Wyrm.

Com o fim da história, Orgulho-Renascido e Lâmina-de-Badb se manifestaram sobre o caso, indo na contramão dos apontamentos do juiz. De certa forma, o Presas concordava com ambos.
 

- Black-Hat tem razão, o veredicto cabe inteiramente ao juiz. Mas acredito, também, que Sangue-dos-Quatro-Ventos chamou Orgulho-Renascido e Lâmina-de-Badb porque queria ouvir o que tinham a dizer. Tenho minhas próprias impressões, da perspectiva de um lua crescente, sobre a história de Espírito-Tranquilo e posso compartilhá-las, se nosso meia lua assim quiser.

Igor terminou olhando para Degan, esperando a resposta do juiz. Afinal, fora nominalmente convocado para o julgamento tal como os visitantes, no entanto, respeitaria o protocolo e só exporia sua opinião se Sangue-dos-Quatro-Ventos assim o permitisse.
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Sangue-dos-Quatro-Ventos (crinos) - Guardiões da Canção Ancestral, Orgulho-Renascido, Lâmina-de-Badb

Mensagem por Deganawida "Degan" Oneida em Qui Jun 21, 2018 2:25 pm

O jovem Philodox escuta o relato do Filho de Gaia... E o acha um tanto alarmista com aquilo. Era insegurança, mais uma vez, o problema que parecia acometer os Filhos de Gaia. Ele escuta os protestos de Orgulho Renascido, mas se uma coisa aqueles julgamentos anteriores o ensinaram era de que cara feia era fome, além do que, era melhor que o Filho de Gaia fosse julgado e absolvido por Degan e a matilha do território testemunhasse tudo, do que alguma coisa ficasse para trás e a matilha tivesse de se ocupar daquilo depois. 

Ele escuta as observações de Black-Hat e Filho-da-Alvorada assente com a cabeça para ambas. Nota que Helenna tinha vindo para seu lado, com a mudança de postura do Athro. 

Tsc, tsc, nem mesmo tendo conversado com ele antes, amistosamente, ele parece satisfeito...

O Philodox então se manifesta:

" - De início, diante da manifestação da alfa da Guardiães da Fúria Sagrada, eu o absolvo de violação do território alheio. Os danos, aparentemente, foram superados, justamente, pelo cumprimento da Litania, do Combaterás a Wyrm onde ela estiver e sempre que proliferar."

Degan faz uma pausa, aquilo devia ser um certo alento ao Filho de Gaia, que tremia como vara verde, como diziam os brasileiros. Ele continua:

" - Eu vou ouvir Filho-da-Alvorada, mas antes, eu gostaria de fazer algumas perguntas. Pergunto a Espírito-Tranquilo se ele sabe dizer se haviam pessoas nas áreas mais afastadas de onde vocês estavam, onde o espírito de Hélios ateou fogo. Você disse tê-lo contido, sabe dizer se ele fez alguma vítima?"

Era uma dúvida justa, mesmo que no lugar onde ocorreu seu combate a área estivesse infestada pela Wyrm, talvez o espírito tivesse feito alguma vítima. Degan também parece assentir com a cabeça quando o Presa de Prata mencionou que queria ouvir o que ambos tinham a dizer:

" - E sim, eu pedi a Lâmina-de-Badb para que viesse e recebo Orgulho-Renascido, justamente, para apurar os fatos e trazer justiça, entendam que a Meia Lua não é um inimigo. Aproveito a oportunidade para perguntar a Orgulho-Renascido se tem algo que gostaria de acrescentar: você disse não haver testemunhas. Algum contato ou espírito aliado lhe informaram sobre a situação?"

Degan não alterou seu tom de voz. O Aro Sagrado o havia ensinado bem, a pressão dos julgamentos anteriores o havia ensinado bem, e ele realmente não tinha nada contra aquele Garou até o momento.
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ESPÍRITO TRANQUILO (Homenídeo) - GUARDIÕES DA CANÇÃO ANCESTRAL | NARRAÇÃO - LÂMINA-DE-BADB | ORGULHO-RENASCIDO

Mensagem por Espírito Tranquilo em Qui Jun 21, 2018 3:26 pm

Após o relato, Orgulho-Resnacido entra em sua defesa, como seria de esperar o fazer de um filho do unicórnio, por alguém como ele. E a palavra confiança lhe pesa de novo na cabeça desde a profecia.
 Suspira ali e fica surpreso com a fala da Fianna que termina em um "obrigado". Mas nossa o clima se acirrar ali com a mudança de posição estratégica de Helenna e intervenção de BlackHat.


 *Não briguem, por favor...*

 O Presa de Prata de manifesta, e logo o Wendigo da seu veredito quanto a apresentação do fato. E lhe questiona sobre a contenção do Solaris.
 Era ali momento de tentar apaziguar os ânimos enquanto respondia.


 "- N-não, houve vítimas ali, o aeroporto estava vazio, haviam os garous e corpos de vampiros e humanos, quando o Solaris chegou, eu logo fui intervir em sua ira... O contendo, pedindo desculpas, tentando explicar a situação e lhe oferecendo gnose pelo incômodo de sua vinda e desrespeito meu... Ele se foi logo após prometer irá de Helios sobre mim e minha matilha... Apenas deixou o prédio em chamas... A-alguns garous que estavam ali, no combate, e não falam com espíritos e não me viram chamar o Solaris, nem entenderam o que motivou o incêndio no local, nenhum deles se feriu pelo fogo, isso ao menos, pude garantir... E-então não, n-não houve vítimas... E a volta não parecia ter construções e pessoas, mas não pude ver muito, não conheço o local...F-foi tudo rápido... Mas o aeroporto estava vazio..."
 
 Faz ali uma breve pausa, olha para o Ahroun de sua tribo por um instante, e então continua falando com calma, buscando tranquilizar os animos.

 "- E-eu pedi o julgamento sobre meus atos por considerar que era necessário frente o ocorrido, não queria deixar arestas não aparadas com matilha e seita para questões futuras e impressões erradas... E-espero que entendam isso... A-aprecio a dignidade de Orgulho-Resnacido em proteger um irmão, assim como as palavras e atenção de Lâmina-de-Badb e a sabedoria do juiz ao qual devemos confiar sempre, da mesma forma que creio que irei apreciar a sabedoria de Filho-da-Alvorada para lidar com a situação com Helios... T-todos juntos cumprem seus papéis conforme seus espíritos e não há necessidade de exaltação entre irmãos... C-certo? Somos todos irmãos..."

 A voz do theurge ia sumindo conforme falava, mas esperava que aquilo gerasse calma aos animos de todos. Ver garous se indispondo ali era algo muito ruim.
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Orgulho-Renascido | Lâmina-de-Badb | Black-Hat | Fúria-Justa-de-Esteno - Guardiões da Canção Ancestral

Mensagem por NarraDiva em Qui Jun 21, 2018 10:46 pm

O Filho de Gaia balança a cabeça negativamente quando Degan usa o mesmo argumento que usou outrora. Ele não devia escutar o que dizia, na opinião do Filho de Gaia. Sem mudar sua postura, o Ahroun espera o fim da fala do Wendigo e do Filho de Gaia para se manifestar:

'- Os humanos costumam falar que médicos e juízes acham que são deuses. É justamente por repetir o comportamento que leva os humanos a pensar assim que muitos Garous enxergam os Philodox do jeito que você diz para não enxergarem, Sangue-dos-Quatro-Ventos. Um julgamento foi instituído sem uma conversa ou apuração prévia dos fatos. A sanha punitiva das tradições da Nação é um bloco de concreto que nos arrasta para o fundo do poço, diminui cada vez mais nosso número, enfraquece as forças de Gaia e só ajuda nossos inimigos fazendo com que precioso tempo seja perdido. Veja você mesmo, você está me perguntando se algum contato ou espírito me deu o álibi para inocentar meu irmão de tribo cuja acusação sobre ele é feita sem nenhuma prova ou indício de que o véu tenha sido violado. Como assim ele tem que provar que é inocente e não quem acusa tem que fundamentar o porque da acusação e da culpa? Isso está totalmente errado! O Aeroporto tem seus terminais isolados. Não existe trânsito na hora do ocorrido, não existem vizinhos para testemunhar, tudo, pelo que ouvi, aconteceu nas dependências internas. É óbvio para mim que o véu não foi corrompido, mas acho que se alguém duvida disso, deve provar. E aí sim, o caso deveria ser julgado.'

O Filho de Gaia faz uma pausa e comenta:

'- O garoto é um Cliath com claros problemas para se sentir seguro, uma profecia foi revelada para que ele se sinta seguro, sendo julgado por um erro num caso que poderia ser resolvido com uma boa conversa em matilha não fortalece vocês, apenas os enfraquece ainda mais... vocês tentam julgar se há ou não um fardo num jovem que começa sua vida Garou, eu lhes digo que esse tipo de postura repetida por tantos juízes da nação é uma fábrica de fardos, destruindo a autoestima de jovens, jogando-os num estado permanente de medo de errar que induz a uma espiral de fracassos que nos leva até onde a Nação está agora...'

Black-Hat ouve todo discurso feito pelo Filho de Gaia e surpresa apenas comenta:

'- Dessa vez eu sou obrigada a concordar com o Filho de Gaia, mas eu não acho saudável que esse julgamento continue com as posturas de Orgulho-Renascido e Fúria-Justa-de-Esteno. Os Luas Cheia podem nos fazer o favor de aliviar o clima aqui?'

O Filho de Gaia descruza os braços e para de encarar diretamente o Wendigo. Helenna relaxa um pouco mas se mantém ao lado de Degan. Lâmina-de-Badb comenta, aproveitando o aliviar do clima:

'- Partindo do princípio que não houve punição por agir em meu território e que a matilha não se sente ofendida pela ação, acho que não precisam mais da minha presença. Correto?'
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Re: Clareira Central

Mensagem por Igor Petrunov em Qui Jun 21, 2018 11:24 pm

Orgulho-Renascido tinha alguns bons argumentos e Igor, novamente, tendia a concordar com o Filho de Gaia. No entanto, o Presas não queria entrar na forma do julgamento em si, pois isso extrapolaria a função do seu augúrio, mas sim em mostrar suas impressões sobre o caso.

O julgamento parecia estar em vias de terminar, apesar do clima tenso criado pela postura de Yanni e Helenna. Antes que Degan pudesse responder à Iris, Filho-da-Alvorada pigarreou, chamando atenção pra si.
 

- O que eu posso dizer sobre a narrativa de Espírito-Tranquilo é que vi um garou recém-chegado numa terra desconhecida, que foi emboscado por um sem-número de criaturas da Wyrm e fez o que estava em seu alcance para tentar sair vivo. Até aí, nada de errado.

O theurge fez uma pausa, e pousou os olhos sobre o réu.

- No entanto, Espírito-Tranquilo falhou miseravelmente na forma de lidar com um espírito da côrte de um Celestino que ele mesmo conjurou e, dessa forma, falhou também miseravelmente em cumprir seu papel de augúrio devidamente. Esse é um erro grave, principalmente para um lua crescente, e precisa ser observado. Mas ele é um cliath, assim como vários de nós aqui, sujeito a cometer esses erros, e acredito que ao invés de puní-lo, ele deva ser corrigido e aprender com ele.

O Presas fazia sua explanação de forma compassada, concatenando as ideias, e demonstrando conhecimento sobre o que falava. Logo voltou a encarar o juiz.

- Você já provou a si mesmo essa noite e tenho tranquilidade em dizer que confio plenamente na sua capacidade de julgamento, Sangue-dos-Quatro-Ventos e, o que você disser que deve ser feito será o correto a se fazer. Da mesma forma, Espírito-Tranquilo deve se provar como um lua crescente, e superar esses erros, tornando-se mais sábio e mais forte. Com um theurge mais sábio e forte, a Guardiões da Canção Ancestral crescerá e prosperará.

Igor fez uma pausa e encarou os semblantes de seus irmãos de matilha e dos convidados, certificando-se das suas reações. Temia passar um pouco da conta mas, se já começara a falar, era hora de terminar.

- Por isso, como sugestão, acredito que ao invés de simplesmente conjurar o Solari para a Contrição que Olhos-de-Gaia me permitiu conduzir, Espírito-Tranquilo deve buscá-lo no mundo espiritual, o verdadeiro lar da alma de um lua crescente, em sinal de respeito ao espírito que ele severamente desrespeitou. Como o condutor do ritual, me comprometo a acompanhá-lo, não para advogar em seu nome perante o Solari, mas para me certificar de que o chiminage com o espírito pelo seu perdão e da nossa matilha seja devidamente cumprido.

O theurge expirou e completou sua fala, voltando a observar Degan, esperando o veredicto.


Última edição por Igor Petrunov em Sex Jun 22, 2018 12:14 pm, editado 1 vez(es)
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Sangue-dos-Quatro-Ventos (crinos) - Guardiões da Canção Ancestral, Lâmina-de-Badb, Orgulho-Renascido

Mensagem por Deganawida "Degan" Oneida em Sex Jun 22, 2018 3:43 am

Espírito-Tranquilo responde à pergunta de Degan... E ele revelava cada vez mais insegurança. Na verdade, parecia ser milagroso, um evento daquele tamanho ter ocorrido em um lugar movimentado como um aeroporto, em um território de outra matilha, com tudo dando errado em uma conjuração, explosões e danos e não ter restado nenhuma testemunha e nenhum ferido... Realmente, se havia um conceito de milagre, aquele Filho de Gaia estava bem perto dele.

Mas sem dúvida, isso o deixou inseguro... Deixaria qualquer um inseguro, se o véu ou se outra matilha encarariam bem a questão ou não. 


Logo depois da fala do Cliath, Orgulho-Renascido se manifesta... E pede uma prova do juiz para uma confissao que o Wendigo pediu para que esclarecesse. Deganawida acha aquilo tudo muito estranho e parece confuso com a noção de julgamento que aquele Filho de Gaia parecia ter.

Ele havia aprendido com sua tribo a respeitar os ancioes, a confiar neles e em seu julgamento, porque às vezes alguém não sabe a melhor maneira de agir, ou vê o errado e acredita ter cometido um crime, e, por vezes, teme o julgamento. Claro, a melhor lição para passar por isso, é ver um dos Chefes de Paz exercer seu augúrio. Às vezes a violação e o medo estão na cabeça de quem confessa. Ser inocentado em um julgamento, que era o que parecia estar prestes a ocorrer, era uma lição a se ter: juízes não são inimigos, e julgamentos não são calvários, ou nao deveriam ser. Não os dos Wendigo.

Tsc, esse sujeito deve achar que eu sou algum delegado desse país...


Black-Hat pede para que os ânimos melhorem e Orgulho-Renascido para de encara-lo. Em seguida, o Presa de Prata de sua matilha toma a palavra, e Degan parece com conordar com ele. Diante de todas as falas, o Wendigo passa a abordar uma por uma:


" - Muito bem. De início eu agradeço e dispenso Lâmina-de-Badb. Muito obrigado pela disposição em informar e participar desses trabalhos."


Ele a cumprimenta com uma breve reverência. E retorna para Orgulho-Renascido.


" - Eu entendi seu ponto, mas acredito que tivemos um mal-entendido. De onde eu venho, julgamentos não são como aqui. Juízes não são apenas os responsáveis por julgar, mas ensinar e celebrar a paz, como eu mesmo falei antes. Eu chamei pelo julgamento porque foi o que o próprio Espírito-Tranquilo quem confessou e quem me procurou, por duas vezes, para dizer que precisava ser julgado pelos problemas no aeroporto, especialmente o véu. Investigar também é algo que se faz em um julgamento, e eu não preciso provar uma confissão, mas posso inquiri-la."


Depois de tê-lo respondido, ele apenas conclui:

" - Entendo e levo em consideração o que diz, e peço que faça o mesmo com minhas tradições. Sem mais atrito."


Se perguntando se realmente é uma boa pedir que um notório violador da Litania respeite as tradições, ele continua:

" - Me parece que a culpa consome Espírito-Tranquilo, e ele quis tanto se punir que ele não enxergou as verdadeiras consequências de seus atos... Eu entendo um pouco sua culpa, e eu mesmo já tive meu julgamento e confissão. Por isso, acredito que o melhor é que você veja, por si mesmo, seu julgamento, sem demora. Você disse não haver vítimas e nem testemunhas no Aeroporto. Orgulho-Renascido disse que o lugar é fechado, e não haveria espaço para a violação. A própria Matilha que protege o território disse aprovar os atos de vocês, porque cumpriram a Litania. Por tudo isso, eu o absolvo da suposta violação ao véu."


Tsc. Levanta essa cabeça garoto. Você agiu bem... Só é um tanto alarmista...


" - Agora, eu vou à suposta última violação. Por sua história, o Solaris ameaçou você e sua Matilha... Mas não sofremos nada ainda. Não sofremos as consequências de sua ação. Você não se tornou um fardo e ainda há tempo para reparar seus erros. Faço para você a mesma sugestão que fiz para Olhos-de-Gaia, busque Invocador ou a Anciã de sua tribo, por instrução em seu Augúrio... E, para cumprir com sua dívida com o espírito do Sol, aceito na íntegra, a sugestão de Filho-da-Alvorada. Você não é um fardo para teu povo."


Ainda. Boa sorte garoto.


" - Termino minhas considerações aqui, e concluo meu veredito."


O Wendigo havia falado bastante e não gostava muito disso, mas sente-se mais leve. Lembrar das tradições de seu povo acabou lhe fazendo bem, trazendo recordações de seu propósito, e, no final, vendo o "temor" daquele Filho de Gaia, talvez realmente ele pudesse mostrar um pouco do caminho dos Puros...
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Re: Clareira Central

Mensagem por Skullhead em Sex Jun 22, 2018 2:27 pm

O umbrafone do Alfa da Guardiões da Canção Ancestral vibra em seu bolso. Uma mensagem chega para ele diretamente do terminal de Skullhead:

|SMS| Forte ritual da morte acontecendo no cemitério de Campo Grande. ODT se preparando para interromper processo. |SMS|
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ESPÍRITO TRANQUILO (HOMENÍDEO) - GUARDIÕES DA CANÇÃO ANCESTRAL | NARRAÇÃO - LÂMINA-DE-BADB | ORGULHO-RENASCIDO

Mensagem por Espírito Tranquilo em Sex Jun 22, 2018 2:47 pm

Da forma que podia tentou ali acalmar os ânimos, mas aparentemente a postura dos garous só mudou com a fala de BlackHat. Aparentemente sua ação não tinha feito nenhum efeito, mas se sentia melhor por tudo estar mais calmo, deu um breve olhar e sorriso de agradecimento a Ragabash.
 Ele começava a entender os conceitos e postura de Orgulho-Resnacido, se lembrava sobre muitas histórias que ouvira de guerras entre garous por posturas onde um detinha mais poder, ou achava deter, do que outros, briga por poder e autoridade destruíam e corrompiam muitos garous, algo diferente de respeito a sabedoria e a posto superior. 
 Mas também achava entender a postura de Deganawiga frente ao que vira o juiz fazer durante a assembléia. E por um instante se lembrou do irmão tribal ter sido chamado de charach, e começava a supor como algumas coisas ali se relacionavam. 
 No aliviar da tensão, Lâmina-de-Badb, pede para se retirar, já que ela não tinha mais o que acrescentar e não havia mais que se relacionasse a ela.
 Então, após um pigarro, para chamar atenção para si, a palavra é tomada pelo Presa de Prata, antes que o juiz pudesse falar algo à Fianna. Talvez ele quisesse ter a chance de uma última vez se mostrar para a garou. Allen tinha a impressão que em vários momentos a postura dele parecia como alguém que queria se mostrar aos outros.
 Inicialmente se surpreende com Igor, esperava dele um tom mais agressivo, desde a primeira encarada que receberá com aquele olhar estranho. Mas logo vem o termo "falhar miseravelmente" e então as coisas vão mais dentro do que esperava do theurge filho de Helios. Porém, não tinha ali o que discutir, além de concordar com ter que se provar a matilha, ser melhor e mais sábio. Apenas balança a cabeça em positivo com a afirmação.
 Por fim, Igor sugere como proceder com Helios, seria algo muito mais difícil, mas ele apenas aceita em silêncio, seguiria o destino que Gaia lhe dava. Se aquela era uma prova que lhe vinha, ele aceitava.
 O philodox agradece a Fianna e a dispensa, o albino logo fala também, em tom baixo junto de um aceno de cabeça.

 "- O-obrigado Lâmina-de-Badb..."

 Então vê o juiz se pronunciar ao filho do unicórnio de posto maior, tentando se posicionar e de certa forma justificar e se reconciliar, ao menos na visão de Allen era isso que parecia. E ele apreciava tal situação, especialmente a questão de celebrar a paz como falava o juiz. Especialmente se comparado a certo amargor que ouvira que a tribo Wendig.
 Então as palavras se dirigem a si. Respeitosamente ele ouve as palavras do juiz, tanto os conselhos e absolvições. Ele estava certo, precisa ser mais confiante, sentir menos culpa e insegurança ou isso poderia o corromper. Mas o problema é como fazer isso?
 Considera talvez que os aconselhamentos com Flor-de-Gaia, como aconselhava o juiz, poderia ser útil. E também na questão com Helios, já que o philodox acatara a sugestão de Igor. 
 Recordara sobre ali sobre alguns theurges sentirem o peso e saberem reconhecer o espírito e assim avaliarem a melhor forma de pagar chiminage ou fazer constrição, e tal capacidade de theurges mais experientes seria a ele muito útil. Além disso, se recorda também de proteções que alguns garous conseguiam criar para si enquanto na umbra, e este talvez fosse outra coisa importante a saber para cumprir sua prova de valor e em missões da matilha.
 Acena por fim em positivo ao Wendigo. No geral tinha certo alívio sobre si, de não o verem com maus olhos frente a tudo que ocorrera, e fazia sentido as palavras do juiz sobre ele observar seu próprio julgento e ver algumas situações de forma diferente. Restava-lhe apenas agradecer, refletir e acatar.
 
"- A-agradeço a atenção e ensinamentos philodox, Sangue-dos-Quatro-Ventos, prometo buscar quem sugere para aprender mais e tentar ser melhor, me provar a matilha, e ao Uirapuru... C-crescer juntos... O-obrigado... Orgulho-Resnacido, obrigado também irmão, espero poder um dia estar a altura, ter a força interna que mostra ter... Filho-da-Alvorada, irei provar que tenho valor e conto com você como guia nessa jornada de redenção com Helios... Gaia e os espíritos sabem o que fazem..."
 
 Ao falar de Yani, se voltando a ele, o albino da um breve sorriso ao Ahroun, mostrando real agradecimento e admiração ali. 
 É notável no final da fala, uma ponta de confiança que não tinha aparecido antes, era pouca mas havia, talvez a questão de se sentir aceito pela matilha e reflexão das palavras do juiz tivesse o levado a isso. Mas continua na posição de não encarar diretente nos olhos ninguém.
 Volta-se então na direção do Luke, esperando que o alfa se  pronunciasse, afinal parecia certo ter ali a posição dele, nem que fosse para um dispensar todos.
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Orgulho-Renascido | Lâmina-de-Badb | Black-Hat | Fúria-Justa-de-Esteno - Guardiões da Canção Ancestral

Mensagem por NarraDiva em Sex Jun 22, 2018 4:42 pm

Lâmina-de-Badb acompanha com atenção cada palavra dita por Igor e, quando Degan se manifesta e a dispensa, apenas sorri para a matilha que acabara de conhecer um pouco mais e diz:

'- Até breve.'

Se despede e segue seu rumo. Orgulho-Renascido ouvia com atenção cada palavra do Wendigo. Fica incrédulo com o argumento sobre tradições. Enxergava como muito fácil para o Wendigo pedir aquilo quando ele era quem proferiria a sentença e seria a tradição dele que se imporia sobre a de Yanni, mas não interrompe.

No fim, pelo menos uma punição havia sido evitada e, o Filho de Gaia apenas aperta o ombro de Espírito-Tranquilo e diz:

'- Confie mais em si, garoto.'

Olha para toda a matilha:

'- Tenham um bom resto de noite.'

Era a maneira de sair com mais educação, apesar de haver ainda algum desconforto. Séria, Helenna acompanhava o Filho de Gaia com o olhar ao passo que Black-Hat aguardava manifestações de Luke ou Degan.
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Legado do Trovão (Crinos) - Guardiões da Canção Ancestral

Mensagem por Luke Constantine em Sex Jun 22, 2018 7:56 pm

* O julgamento logo se inicia e a história que Espirito-Tranquilo lhes conta gera uma profunda preocupação em Legado-do-Trovão. A primeira vista o assunto parecia bastante sério mas as maiores violações vão sendo descartadas conforme o tema era apurado. Fica satisfeito com Lamina-de-Badb por ouvi-la retirar a acusação sobre o desrespeito ao seu território e acena em aprovação para a Fianna quando isso ocorre. Os maiores problemas não pareciam nem ser o julgamento em si, mas sim a indisposição que ocorre entre Degan e Orgulho-Renascido. Nota que quando as coisas ficam mais sérias Helenna logo se interpõe e a mensagem não poderia ser mais clara: qualquer uso de força seria retaliado. Pensa em também assumir posição ao lado do Juíz de sua matilha para dar-lhe apoio mas acaba por julgar o gesto contraproducente. Na qualidade de Alfa seus deveres diplomáticos eram maiores do que isso e, em verdade, duvidava que o Athro dos Filhos de Gaia tomasse qualquer iniciativa violenta. *
 
“É a fúria falando.. mas esse aí não é idiota de ceder aos seu ímpetos assim..”
 
* Então pensa um pouco melhor sobre o posicionamento de Orgulho-Renascido e talvez pudesse compreende-lo ao menos um pouco. *
 
“Por mais que se prove, o cara tem que lidar todos os dias com o peso de suas violações com outro Garou.. é natural esse asco que ele tem pelo sistema de punições.”
 
* Black-Hat intercede de maneira muito pertinente e consegue ao menos amenizar o clima, possibilitando que o julgamento se conclua sem maiores contratempos. No fim das contas Espirito-Tranquilo é absolvido das acusações, restando apenas a contrição para com o espirito ofendido. Aquilo acalma o Alfa da matilha, vendo que o pior já havia passado. A Fianna se despede com o fim do pleito e Luke a responde com cordialidade amigável: *
 
- Obrigado pela disposição, Lamina-de-Badb. Até logo.
 
* E para Orgulho-Renascido: *
 
- Igualmente Orgulho-Renascido, boa noite.
 
* Acena respeitosamente para o Garou de posto mais elevado e os observa partir por alguns instantes. Quando finalmente estavam sozinhos volta-se para Espirito-Tranquilo, que agora mostrava um pouco mais de confiança, e diz enquanto pousa a mão no ombro do mirrado irmão, tentando controlar a força do aperto para não intimidar o theurge: *
 
- Eu confio no seu potencial, cara. Buscar melhorar é sempre o caminho.
 
* Acena para o Theurge julgado e então se volta para Degan, Laurel e Helenna, reconhecendo a importância de cada um: *
 
- Vocês agiram bem, a matilha se fortalece com esses gestos.
 
* Por fim apenas complementa, agora num tom geral: *
 
- Bom, temos muito o que resolver e conversar e quero aproveitar que estamos todos reunidos para tratarmos o que for prioridade.
 
* Nesse momento o celular em seu bolso vibra e Luke o saca para ler a mensagem enviada por Skullhead. O aparelho era nitidamente de uma tecnologia muito mais avançada do que os modelos de telefonia da época, provavelmente a maioria dos presentes nunca teria visto algo semelhante. Pragueja: *
 
- Putaqueopariu...
 
* O semblante de Luke se torna imediatamente mais sombrio e a preocupação agora restava evidente em sua face. Ele lê novamente a mensagem enquanto pensava sobre o assunto e sabia que não teriam tempo hábil de chegarem a tempo de mudarem qualquer coisa. Olha para seus irmãos e divide sua preocupação: *
 
- Na reunião que tive com os lideres da Zona Oeste eu negociei a questão do território com Pantaneiro e consegui que ficássemos com o Sitio. * Aquela era pra ser uma noticia boa, mas vinha junto com uma muito pior. * - Ainda a pouco Sussurros-Solitário me procurou e eu autorizei a Olhos-da-Tempestade a agir em nosso território pra buscar um corpo que está enterrado num cemitério, isso tem a ver com a caçada de um espectro que eu cheguei a acompanhar enquanto corria com eles. E os caras acabam de me informar que descobriram um puta ritual de morte em andamento e que vão interromper essa profanação. Tenho certeza que não chegaremos a tempo de interceder mesmo se sairmos imediatamente, mas pelo que eles disseram o negócio parece sério.
 
* Olha para seus irmãos nesse ponto, focalizando sua atenção em cada um deles e expõe: *
 
- Eu ainda não conheço bem a região do território ou a cidade então gostaria de ouvi-los agora. Vocês tem algum conselho antes que eu tome a decisão?
 
* Aguarda que seus irmãos se pronunciem. *
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Re: Clareira Central

Mensagem por olhosdegaia em Sex Jun 22, 2018 8:24 pm

Forma – Lupina
 
Enquanto as palavras fluíam, os pensamentos do lupino acompanhavam o raciocínio do julgamento, apesar das palavras fortes de Orgulho-Renascido, o clima duro e a Fúria afluente pareciam sob controle, no entanto, os espíritos já não pareciam tanto controlados.
 
Apesar de não terem havido mortes, o Solari prometera a vingança em nome de toda a sua ninhada, não apenas em seu próprio nome, as ofensas pareciam amplificadas, e as vitórias diminuidas, e todos aqueles julgamentos só expunham a dificuldade de conversar dos Garou, a dificuldade de agirem juntos, não um contra o outro.
 
Ele lança um olhar para o Wendigo de sua matilha, Sangue-dos-Quatro ventos era jovem, mas muito sábio, e, apesar de ser criticado indiretamente, não se abala, e prossegue com sua própria consciência, buscando ensinar, não se vingar.
 
Feliz com o irmão de matilha que tinha, e mais confiante, apesar de também ter sido julgado pelo mesmo a pouco, na vitória que poderiam alcançar se continuassem trabalhando juntos.
 
Assim que os que não eram da matilha se retiram, o Alfa pega um aparelho da Weaver que o Lupino não entende, mas que atrái sua curiosidade pelo brilho, e involuntariamente ele se levanta e ronda em torno de Luke, buscando visão do aparelho.
 
Quando o Senhor das Sombras conta as notícias que as teias haviam lhe passado, Olhos de Gaia levanta as orelhas e, ao sinal de outra matilha precisando de ajuda em seu território, o Filho de Gaia rosna.
 
“- Dever ajudar Olhos-da-Tempestade, nosso território, nossa obrigação.”
 
O Theurge era sério em sua postura, e seu rabo agitado também demonstrava uma certa ansiedade, talvez por sair de perto daquela clareira, que só lhe lembrava cheiro de carne queimada e podridão da Wyrm naquele momento.
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Sangue-dos-Quatro-Ventos (crinos) - Guardiões da Canção Ancestral, Orgulho-Renascido, Lâmina-de-Badb

Mensagem por Deganawida "Degan" Oneida em Sab Jun 23, 2018 4:07 am

A Fianna deixa o julgamento assim que é dispensada, e parece se mostrar simpática, apesar de ser filha de quem é. Degan lhe cumprimenta com a cabeça, enquanto prossegue com o julgamento. Logo em seguida, o jovem Wendigo consegue ver certa satisfação no rosto de Espírito-Tranquilo, depois das absolvições. Orgulho-Renascido, no entanto, parece indignado, e deixa o lugar meio desconfortável.

Tsc. Esse lugar é realmente estranho. Quem diria que eu teria que ouvir de um Charach como conduzir meus julgamentos. Wendigo é testemunha que, ao menos, tentei conversar e mostrar como eu aprendi as coisas... 


Degan olha para Helenna, e parece grato por ela ter ficado ao lado dele, apesar de achar que dificilmente haveria violência ali. Em seguida, Legado-do-Trovão faz as vezes de alfa e tenta elevar o moral da Matilha, o que é algo sábio depois de um momento de tensão. 

Infelizmente, outros assuntos emergenciais chegam à tona. Degan até ergue uma sobrancelha, muitas decisões foram tomadas de uma vez, não que houvesse muito tempo para tomá-las, mas enfim, diante das necessidades, o Philodox se mantém atento ao que Olhos-de-Gaia diz. Fica feliz pelo irmão estar participando normalmente dos afazeres, mesmo depois dos julgamentos. O ajudaria com suas missões assim que pudesse. 


" - Olhos-de-Gaia tem razão... Se não temos como chegar, podemos tentar ajudar à distância. Acham que se pedirmos, algum espírito poderia ajudá-los?"


O Wendigo olha instintivamente para os Theurge depois de lançar a dúvida.
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Re: Clareira Central

Mensagem por Igor Petrunov em Sab Jun 23, 2018 6:31 am

Diante da ideia de Degan, Igor levou a mão ao queixo e olhou para baixo, tentando pensar numa estratégia que pudesse ajudar a Olhos da Tempestade naquele momento. A mente do lua crescente maquinava, buscando combinações entre todos os espíritos que já tinha encontrado, algum que tivesse as características necessárias e, ao mesmo tempo pudesse ser útil. O Presas levantou o olhar, mirando seus irmãos de augúrio, tentando absorver deles alguma inspiração. Então, num estalo, veio o insight.

"Mas é claro!"


- O Unicórnio... - disse, quase entre dentes, como se tivesse deixado um pensamento escapar por entre os lábios.

A expressão anuviada que tinha a face do Presas se desfez, e ele continuou, agora em tom audível.


- Para limpar a mácula do ritual e curar os ferimentos da matilha, deixando Sussuros-Solitários e Skullhead livres para focarem em derrotar o inimigo, acredito que enviar um gaffling do Unicórnio seja boa escolha. Além disso, por ser o totem da tribo de Espírito-Tranquilo e Olhos-de-Gaia, penso que ele estará ainda mais propenso a cooperar.

Então, voltou a olhar para os dois luas crescentes.


- O que vocês acham? - perguntou.
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Black-Hat | Fúria-Justa-de-Esteno - Guardiões da Canção Ancestral

Mensagem por NarraDiva em Sab Jun 23, 2018 8:36 am

Os três theurges da matilha sabiam que não havia como garantir que qualquer ajuda espiritual chegasse a tempo. Além do Rito de Conjuração raramente funcionar de forma instantânea, ainda haveria o tempo de negociação, o tempo para o espírito ativar seus encantos, se deslocar e, aí sim, chegar e ver o que poderia fazer. Era uma tentativa válida, mas era uma ação sem garantias. Tudo dependeria de quanto tempo durasse o combate e se não fosse um combate complexo, a tendência era que tudo durasse poucos minutos.

Black-Hat ouve as sugestões e comenta:

'- Acho a ideia do Unicórnio boa, não sei como funciona, mas não acho que fazer isso e cruzar os braços resolva. E se eles falharem? Haverá um problema enorme em nosso território cobrando nossa ação urgente.'

Helenna, dessa vez, concorda com a Ragabash:

'- A Ragabash tem razão. Legado-do-Trovão, deixe nossos Theurges, o Peregrino e Grace trabalhando com os espíritos e vamos eu, você, Degan e Black-Hat para ver o que acontece in loco.'

Like a Star @ heaven A Narração gostaria de lembrar aos Garous que o turno de combate dura poucos segundos e que uma conjuração instantânea só acontece com 5 ou mais sucessos na conjuração por parte do Conjurador.
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Re: Clareira Central

Mensagem por Igor Petrunov em Sab Jun 23, 2018 3:15 pm

Embora soubesse que não havia uma garantia real de que conseguissem fazer a conjuração a tempo de ajudar, Igor julgou que aquela era a solução mais imediata que a matilha podia adotar.

- Pessoal, a verdade é que o tempo corre contra nós e eu preciso ser sincero em dizer que existe a chance da gente não conseguir fazer essa conjuração a tempo. Mas também, não há nada que possamos fazer de mais imediato que isso, ao meu ver. A Laurel está coberta de razão em apontar que esse não pode ser nosso único grande plano, afinal o problema é no nosso território e se a coisa piorar, nós é que vamos ter que arcar com as complicações.

O lua crescente faz uma pausa, então continuou, voltando-se para os dois Filhos de Gaia.

- Essa é apenas uma medida de emergência. Além disso, eu confio plenamente nas habilidades dos meus irmãos de lua em conjurar, em tempo, um jaggling do espírito totem dos Filhos de Gaia e enviá-lo como reforço à Olhos da Tempestade.

A afirmação de confiança do lua crescente poderia ser facilmente encarada como ironia, tendo em vista que ambos tinham acabado de sair de um julgamento justamente por terem criado grandes problemas com conjurações mal executadas. No entanto, o tom encorajador e seu olhar confiante não davam margem para dúvidas de que o Presas realmente acreditava nos dois. Igor imaginava que o moral dos filhos do Unicórnio podia estar abalado por conta das falhas recentes, mas as palavras do Presas de Prata afastaram toda sombra de dúvida que os Filhos de Gaia podiam ter sobre si mesmos, enchendo-os de segurança. Um clima de união e confiança pairava sobre a matilha.


-------
OFF: Igor teve 8 sucessos no teste de Carisma + Liderança, para motivar os theurges na realização do ritual.
Qualquer um que queira resistir à liderança de Igor precisa ter 8 ou mais sucessos no teste de Força de Vontade.
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Sangue-dos-Quatro-Ventos (crinos-hominideo) - Guardiões da Canção Ancestral

Mensagem por Deganawida "Degan" Oneida em Sab Jun 23, 2018 3:44 pm

Deganawida escuta a ideia de Filho-da-Alvorada e de Fúria-Justa-de-Esteno e parece concordar com ambas.


" - A ideia de irmos e deixarmos nossos Lua Crescente conjurando o Unicórnio é boa, ele pode oferecer suporte à Olhos da Tempestade enquanto chegamos e averiguarmos a situação. Mas o que sabemos sobre os inimigos desse cemitério? Quanto tempo vamos levar até lá?"

Degan pergunta e já muda de forma para hominídeo, caso fossem sair.
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Re: Clareira Central

Mensagem por olhosdegaia em Sab Jun 23, 2018 4:22 pm

Forma - Lupina

As discussões sobre o que fariam continuam, mas o Lupino só tinha olhos para o Alfa, ele precisava dar a ordem logo, e já estariam lá, resolvendo problemas e mordendo coisas. No entanto a ideia de mandar um espírito era boa, e Filho-da-Alvorada o incentivava a realizar a conjuração. 

Apesar de ter plena consciência de sua capacidade de fazer aquilo, não se lança à ação, por não poder agir como Mestre de Rituais, e além disso, aguardava Legado-do-Trovão.

"- Ir junto, como matilha, ser nosso território, matilha precisar marcar território, defender nossas terras, conhecer a terra."


O Lupino mantinha a postura séria, mas sua agitação era claramente notada em suas orelhas em pé e cauda incessantemente balançando.
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Grace(Crinos) - Todos

Mensagem por Grace Tavares Conney em Sab Jun 23, 2018 4:52 pm

Grace acompanha em silêncio o jugamento. Embora concordasse com as críticas de Orgulho Renascido sobre os danos da cultura punitivista no Caern, achava que o Filho de Gaia as dirigia ao juiz errado. 
"Falar isso tudo pra um Forsten é fácil. Falar para Temido como Vulcões ou pra Sopro da Justiça de Merlin ninguém quer...

Deganawida era equilibrado e racional. Suas punições não tinham o sadismo de certos Philodox, mas buscavam efetivamente fazer o julgado superar seus erros. Ele demonstra isso ao absolver Espírito Traquilo conforme os fatos vão sendo apurados, e que eram menos graves do que pareciam à primeira vista. Mantêm apenas a necessária contrição a Hélios, da forma como havia sido sugerida sabiamente por Filho da Alvorada.  

A tensão entre Yanni e Helenna também se dissipa, muito com ajuda da intervenção de Laurel. Não gostara de ter visto dois de seus amigos em conflito, mas achava que a Fúria Negra agira certo em apoiar o irmão de Matilha. Despede-se, tanto de Íris, quanto de Yanni, com um aceno cortês.

Assim que a Matilha fica a sós, Grace achava que poderiam tratar de todos os assuntos que tinham, depois da acertada a pontual motivação de Luke, porém, o Alpha, após usar um dispositivo tão moderno, que só podia ser coisa de Andarilhos do Asfalto, traz informações preocupantes de um problema que precisaria de ação imediata. Olhos de Gaia os lembra de sua obrigação com o território, com a qual ela concorda, acenando enfáticamente com a cabeça.

Sugestões são colocadas para lidar com a situação, Grace as escuta, reflete e então opina. 
- Poderíamos nos dividir, da maneira que Helenna sugeriu, e depois do Unicórnio ser enviado, os membros que ficaram no Caern seguiriam atrás dos que foram primeiro. O Ritual da Pedra Caçadora poderia ajudar a localizá-los, se for o caso. Lembrando que recebemos da Seita a missão de investigar a violação de túmulos no Cemitério de Campo Grande. Poderíamos aproveitar esse deslocamento para começarmos a resolver esse caso, que pode até estar relacionado com o Ritual de Morte que a Olhos da Tempestade encontrou.
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Black-Hat | Fúria-Justa-de-Esteno - Guardiões da Canção Ancestral

Mensagem por NarraDiva em Sab Jun 23, 2018 8:09 pm

Helenna e Laurel aguardavam uma decisão. 
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Legado-do-Trovão (Hominideo) - Guardioes-da-Canção-Anceatral

Mensagem por Luke Constantine em Sab Jun 23, 2018 11:02 pm

* Luke ouve seus irmãos reagindo ao seu comentário sobre os problemas no território e fica satisfeito em ve-lôs se empenhando para lidar com o assunto da melhor maneira possível. Olhos-de-Gaia parecia mais afoito com a defesa do território mas sua posição era válida. Degan sugere uma atuação espiritual como meio de enviar reforços e Igor a complementa com a indicação do Unicórnio,  essas ideias também eram boas. Em ambos os casos não haviam garantias de que as ações de fato ajudariam em algo, mas não fazer nada quando algo dessa magnitude acontecia no território parecia abandono de dever ao Senhor das Sombras. *


"Já passei por isso antes, nao é algo que eu vá permitir de novo."

* Laurel incentiva a ação espiritual segue uma linha de que apenas aquilo não seria o bastante. Hellena corrobora o discurso da Ragabash, o que não era usual, demonstrando que a ideia era inquestionável. Luke pondera sobre a sugestão da Fúria Negra sobre a divisão dos grupos enquanto Igor faz um discurso realmente motivador para incentivar os theurges que haviam sido julgados recentemente. Seu tom era bastante convicto e suas palavras muito bem colocadas. *

"Não sei se as profecias estão certas ou não, mas o sacana tem talento.."

* Então Grace também adiciona sua voz, sugerindo que o outro grupo poderia seguir depois e Luke se dá por satisfeito. Havia ouvido a maioria da matilha sobre o tema e relógio corria contra eles nesse instante. Se posiciona com tom resoluto, expondo sua posição: *

- Eu acredito na força da Olhos da Tempestade mas não podemos ficar de braços cruzados torcendo pelo melhor enquanto temos problemas no território. Se algo der errado, temos que estar lá para defender o que é nosso. Além disso, pode ser que isso tenha algo a ver com as profanações de túmulos. 

* Dadas as linhas gerais, fixa os olhos em Degan e responde seu questionamento com brevidade: *


- Não tenho maiores informações sobre esses ritualistas.

* Então dá as ordens e fixa o plano de ação da matilha: *


- Vou acatar a sugestão de divisão de grupos, isso vai economizar tempo. Theurges, Calmaria, Grace e Toque-de-Beladona ficam  pra tocar a conjuração. Me informem quando concluírem aqui e eu darei novas instrucoes. Anotem meu número, xxx. Se alguma coisa acontecer e eu não responder, sigam pro cemitério também. 

* Fixa os olhos em Grace e diz, deixando o ponto claro para todos: *

- Na qualidade de Mestre de Cerimônias, Cordas-Trêmulas toma as decisões pelo grupo em minha ausência.

* Para Calmaria: *


- Voce é responsavel pela seguranca do grupo, e não permita que nada atinja Cordas-Trêmulas.

* Deixa por dizer o "Se necessário, proteja-os com sua própria vida", mas sabia que o Lua Cheia entenderia a mensagem. Então para o Grupo que levaria consigo: *

- Helenna, Laurel, e Degan vem comigo pro cemitério. 

* Dadas as ordens, olha para os irmãos de matilha uma última vez e apenas adiciona, com ar confiante: *

- Deem o melhor de si, confio em vocês. Agora vamos!

* Dá permissão para que os trabalhos de iniciem e segue com o Grupo que levaria consigo a passos apressados para a saída do Caern. *

- Laurel, você ta de carro?
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Re: Clareira Central

Mensagem por Miguel Calmaria em Dom Jun 24, 2018 12:16 pm

Forma Crinos

O Peregrino escutava o julgamento absorvendo a dinâmica dos Garous.
Gostou do desenrolar e concordou mentalmente com o fato dé Espírito Tranquilo ser alguém inseguro. Ele poderia ajudar nisso futuramente. O Impuro parecia alguem legal, mais isento das politicagens garou. Alguém bem.diferente do Presas de Prata Chamado Filho da Alvorada.

Embora pertinente e muito boa a sugestão da excursão ao Umbra, aquela colocação ao final de um julgamento, pareceram ao jovem peregrino uma forma óbvia de se colocar ao centro das atenções. E o pior não era isso, ao sugerir "buscar sabedoria" no final de um julgamento, dava um ar de punição. Como se garou devessem buscar sabedoria apenas quando para evitar cagadas. O Peregrino acreditava que isso poderia ser dito menos formalmente e que poderiam ter dado a oportunidade do Espírito Tranquilo sugerir aquilo.

"Me disponibilizarei para ir junto." tinha decidido.

Ele é um Ahroun, mas sempre se encantou com o.mundo espiritual. aquela era uma oportunidade de aprender mais com.dois Theurges.

Ele se despede dos Garous a medida que eles iam embora. Ao final do julgamento. Um aparato do Alpha toca, e as feições de Luke passam a honrar o nome da tribo do.mesmo.

"Deu ruim"

Ele escuta o que é dito silenciosamente. Apesar de querer ir com os ourtros Ahrouns pra pancadaria evidente, entendeu o posicionamento do Alpha em.deixar os "calouros" lá. Também tinha sua preocupação em detonar os caras que o foderam nessa noite, mas isso ficaria para depois.
Ao comando de Luke, ele apenas consentiu com a cabeça e olhar, aproximando-se de Grace sem dizer uma palavra, apurou os ouvidos.

"geradora da Impura Prefeita."

Ele sabia o que significava protegê-lá. Como Um Peregrino, Ahroun, crescido no mito da terra perdida, perder uma batalha e continuar vivo sem dar o melhor de si era algo impensável. O Garou mantém sua coluna ereta. Era alto para um Peregrino, e peregrinos são naturalmente altos na forma de batalha.




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Re: Clareira Central

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