Ambientação da Crônica

Novo Tópico   Responder ao tópico

Ir em baixo

Ambientação da Crônica

Mensagem por NarraDiva em Sex Mar 30, 2018 2:13 pm

Segredos sombrios habitam as noites cariocas


O Rio de Janeiro é um grande polo de atração místico. Todas as criaturas sobrenaturais tem interesse na cidade para a qual parecem convergir todas as profecias. Se no mundo inteiro as noites são repletas de segredos, no Rio de Janeiro esses segredos vão além. Os destinos da cidade e seus habitantes são definidos quando o sol se cai e as peças no tabuleiro começam a se mexer.

Por séculos, João Bilé, um vampiro ancião do Clã Ventrue deu as cartas por aqui. Seus principais adversários eram a Espada de Caim, com bases sólidas em Niterói e na Baixada Fluminense e os lobisomens, radicados na Floresta da Tijuca. Hábil, Bilé jogou os inimigos uns contra os outros e conseguiu enfraquecer o Sabá ao ponto dele se tornar um problema menor e deixar que o sangue azul focasse na guerra contra as “bestas da lua”. 

A guerra entre vampiros e lobisomens no Rio de Janeiro durou mais de 100 anos. Foram, pelo menos, duas gerações inteiras de garous enfrentando os sanguessugas pelas noites do Rio. Entre vitórias e derrotas, a morte de João Bilé pelas mãos do Fenris Presas-Vingativas-de-Gaia parecia um sinal de que o jogo viraria para os lobisomens. Ledo engano.

Realmente, nos primeiros anos os Garous ganharam espaço, mas um círculo de anciões enviados pela Camarilla mudou o rumo da história. Rebecca Antunes, do Clã Brujah; François Carlent do Clã Nosferatu; Helmett Zarathustra do Clã Malkaviano; Anabelle Louise do Clã Toreador, Abiodun Foluke do Clã Tremere e Yohan Van Hagen assumiram o controle da Camarilla na cidade e, com astúcia, usaram o mundo mortal para acabar com os lobisomens.

O primeiro passo do grupo foi controlar todo poder político e econômico da cidade. Em pouco tempo, as políticas públicas da prefeitura garantiram a municipalização do Parque Nacional da Tijuca e sua posterior privatização. Grupos de proteção ambiental passaram a dominar a região do Caern e os garous acabaram expulsos de seu solo sagrado. Os poderes místicos dos vampiros sepultaram a energia do lugar e enfraqueceram os filhos de Gaia que não tinham mais um solo pra chamar de seu.

Logo em seguida, rituais macabros enrijeceram a película da cidade tornando toda transposição da umbra cansativa, violenta e perigosa. Entrar e sair da umbra causava dor e, por vezes, Garous se perderam para sempre na travessia e nunca se soube o que para onde foram levados.

Feridos, separados e sem um Caern, coube aos Garous sobreviver em uma cidade que nunca foi sua, mas também nunca havia sido tão hostil.

Economia liberal favorece grandes investidores estrangeiros e aumenta desigualdades nas regiões pobres


O avanço do neoliberalismo na década de 90, impulsionada pela influência dos cainitas permitiu que grandes grupos econômicos viessem para o Rio de Janeiro. A cidade se desenvolveu, se modernizou e passou a ser um dos carros chefes da economia mundial fora do eixo Europa-Japão-Estados Unidos. 

Praças desportivas foram modernizadas, Universidades reequipadas, grandes indústrias e empresas do mercado financeiro firmaram na cidade suas cedes: tudo enraizando mais o controle dos cainitas.

A desigualdade social aumentou: a zona oeste e o subúrbio da zona norte continuavam a ser grande concentração de pessoas pobres e moradores de rua. A violência nessa região aumentava, mas nada que atrapalhasse os planos e algo que tornava a região atrativa para a caça. A Barra e a Zona Sul, por outro lado, eram sinônimos de riqueza e prosperidade, sendo uma verdadeira Europa na América do Sul.

O sistema de transporte aquaviário foi modernizado, galerias de esgotos totalmente reformadas, o metrô expandido, a rede de trens totalmente reformulada. O Rio de Janeiro era uma nova cidade, mesmo que ainda tivesse velhos problemas, uma cidade dominada por uma elite vampírica que via seu poder completamente inabalável.

A resistência sobrenatural


O fato do total controle da Camarilla não quer dizer que apenas ela existia na cidade. Jurando lealdade à Seita, os clãs independentes conseguiam se manter pelo Rio de Janeiro. Os Seguidores de Set se concentraram na região de Del Castilho e do Jacaré; os Giovannis se radicaram no Cosme Velho; os Ravnos caminham pelas vielas da Lapa enquanto os Assamitas ninguém sabe exatamente onde se escondem.

Enfraquecido, o Sabá mantém uma base de operações em Guaratiba, além de ter o controle da Baixada Fluminense. Em Niterói, foram extintos e seu espaço agora é dominado por um grupo de magos, que usa dos poderes da Pedra do Elefante e do Parque da Cidade para seus ritos.

Caçadores sempre são vistos pela cidade, mas costumam não durar muitas noites vivos.

Novo prefeito ligado à Igreja Católica é uma grande incógnita para grupos que sempre dominaram o poder.


A hegemonia da Camarilla parecia ameaçada até um incidente que mexeu com a vida de toda a cidade. O Prefeito Eduardo Montserat, que vivia seu segundo e bem-sucedido mandato, junto com seu vice e sua família, sofreu um grave acidente de helicóptero. O caos político repentino não era esperado e, sem uma linha sucessória ainda organizada, os vampiros perderam o poder local: o Padre Raymundo de Anchieta foi eleito indiretamente pela Câmara de Vereadores para assumir a cidade. Com a reforma administrativa a nível federal patrocinada por deputados influenciados pelos cainitas, grandes cidades tinham absurda autonomia e a cidade estava nas mãos da Igreja Católica.

É claro que a Igreja não assumiu sozinha e uma articulação combinada dos Andarilhos do Asfalto, dos Fiannas, dos Portadores da Luz Interior e das Fúrias Negras conseguiu garantir um parente de carreira no serviço público a ser nomeado como novo Secretário Municipal de Meio Ambiente. Anselmo Figueiredo é irmão do líder da tribo dos Andarilhos do Asfalto. O parente garantiu a reforma e liberação para o público da enorme trilha transcarioca, uma reserva natural que corta a cidade de ponta a ponta. Um alento para Garous que não tinham uma terra mas que durou pouco. Anselmo foi assassinado brutalmente e, a única mensagem que conseguiu passar antes de morrer era a de que haviam mais forças do que apenas a Igreja se movendo dento da prefeitura.

Os Lobisomens não perderam tempo e se apossaram do território. Lá, encontraram um monumento estranho em forma de coroa dentro de uma de suas grutas. Essa coroa tinha espaço para encaixe de seis jóias e emanava um calor que queimava mais que a mais ardente das chamas caso tocada. 


O estudo dessa coroa foi intenso, ao mesmo passo que os ritos para abertura do Caern foram feitos. Um perdido totem, o Boitatá, se manifestou e abençoou a Seita da Coroa de Fogo. Os Garous tinham um novo Caern. Um Caern de Guerra, nível 4. E, organizados, agora, chamavam por reforços para recomeçar seu trabalho na cidade. Enquanto aguardavam reforços, os estudos sobre o estranho altar continuavam. O mais velho dos Garous vivos, pessoalmente, conduziu esses estudos e fez uma grande descoberta: aquele altar fora usado pelos Bunnyip antes de sua extinção, para deter a noite eterna que emergia na Idade Média e adiar em 500 anos o apocalipse. No ritual haviam sido usadas 7 jóias, as 7 jóias da cora de Gaia, porém, ninguém descobriu nem ao certo que jóias são essas e nem se elas ainda existem.

A noite é de 31 de Janeiro de 2001, e a Seita aguarda a chegada de vocês. A estrela rubra já tem quase um ano no céu, o apocalipse se aproxima e o destino do mundo tal qual se conhece será definido nas noites cariocas que estão por vir.
avatar
NarraDiva
Admin

Mensagens : 2331
Data de inscrição : 25/06/2017
Idade : 34
Localização : Rio de Janeiro

Ver perfil do usuário http://7joiasdacoroadegaia.forumeiros.com

Voltar ao Topo Ir em baixo

A Seita da Coroa de Fogo

Mensagem por NarraDiva em Sex Mar 30, 2018 2:40 pm

Fundada há pouco tempo, a Seita da Coroa de Fogo é uma das esperanças da Nação Garou para retomar o controle sobre os níveis de corrupção na cidade do Rio de Janeiro. Sua formação foi acompanhada pela anciã Theurge das Fúrias Negras, Mary Cabrah, uma das principais aliadas do Rei Albretch, que garantiu o estabelecimento do círculo de anciões e evitou que as divergências ideológicas entre as tribos acabasse com tudo antes mesmo da seita nascer.

O envio de Mary se justificou pelo fato de que as disputas internas minaram a antiga seita, Coração de Gaia. Mary se articulou com anciões enviados para a cidade e frisou a necessidade de união para garantir estabilidade do local e só deixou a cidade após a seita estar firme. E, a partir de então, as disputas começaram.

Liderados pela anciã Fianna Estrela-da-Manhã, a seita tem um alto círculo formado majoritariamente por Fiannas e seus aliados. As matilhas são divididas de acordo com os territórios da cidade, sabendo que a cobertura total ainda é impossível e que o controle da cidade, mesmo com o novo prefeito, ainda é feito pelos vampiros. Lana é tida como uma das maiores Galliards da Nação e tem bom diálogo com praticamente todas as lideranças tribais. É hábil no trato político e pessoal, mas mesmo assim tem sua liderança contestada especialmente pelos Impuros, que não lidam bem com o tratamento feito pelos Fiannas aos frutos do pecado.

O Porta Voz da Seita e, segundo no comando, é Bardo-Forjador, Ragabash dos Fiannas e braço direito de Estrela-da-Manhã. Contestado por sua acidez ao lidar com certas questões, é habilidoso e garante, sempre que necessário, o apoio que Lana precisa. 

Justiça-de-Hélios é o garou mais velho do mundo e tem o posto de Lenda. O Peregrino Silencioso é o juiz da Seita e já ultrapassou os 100 anos de vida. Pouco sai do Caern e foi o responsável por conseguir desvendar o pouco que se sabe sobre o misterioso altar da coroa de fogo. Por uma mensagem enviada por um avatar de Gaia, quando da fundação do Caern, soube que ainda tinha um destino a cumprir embora alguns Crias de Fenris achem que o destino dele deva ser morrer enfrentando a Wyrm em uma última batalha. Para a maioria, um sábio. Para uma minoria, um fardo. Por ser muito antigo, apenas os grandes julgamentos chegam até ele, os problemas do dia-a-dia costumam ser resolvidos pela caçadora da verdade, a Philodox das Fúrias Negras, Coração-da-Verdade.

Flor-de-Gaia, Theurge dos Presas de Prata é a Mestre de Rituais. Tem uma relação pessoal boa com Lana, mas também é grande defensora da ideologia de sua tribo e muitos a vêem como uma possível líder da seita no futuro. Além de participar do alto conselho, Flor-de-Gaia acompanha o trabalho de alguns membros do baixo conselho, no caso o vigia do portão Canção-da-Guerra (Theurge, Lupino, Crias de Fenris) e do conjurador da Wyld, Oráculo-das-Sombras (Lupino, Theurge, Senhores das Sombras). Com ambos mantém uma relação profissional, não sendo ela a responsável pela nomeação dos dois para seus postos. 

O mestre de cerimônias é o Portador da Luz Interior Equilíbrio-da-Vida. Grande aliado dos Fiannas na seita, tem um temperamento bem calmo e coordena os trabalhos da membro do baixo conselho, Voz-de-Gaia, a menestrel da Seita.

Por fim, o alto conselho se completa com o vigia Hit-Mark, Ahroun dos Andarilhos do Asfalto que é outro grande aliado dos Fiannas. Ele acompanha os trabalhos do Vigia da Terra, Bit-Coins (seu irmão de tribo), dos Guardiões Vingança-de-Arawn (Fianna), Ira-de-Thor (Crias de Fenris) e Garras-do-Trovão (Senhores das Sombras, e do Inimigo da Wyrm (Presas de Prata). Todos os caros foram nomeados, também, pela liderança da Seita.

Merecem destaque, também os professores de filhotes nomeados pela líder. Esse, na prática, é o primeiro cargo de importância (pra além da liderança de matilha) que um Garou pode assumir na seita. Os professores são: Spyware (Andarilho do Asfalto) para os Ragabashs, Coração-da-Guerra (Fenris) para os Theurges, Justiça-Ancestral (Presas de Prata) para os Philodox, Segredos-das-Quebradas (Roedores de Ossos ) para os Galliards e Rasga-Carne-da-Wyrm (Garras Vermelhas) para os Ahrouns.

 A política interna da Seita


A unidade existe, mas é frágil. As tribos são muitos diferentes e os confrontos são comuns. A liderança Fianna é bem aceita, até certo ponto, mas não é unanimidade. As tribos das Fúrias Negras, dos Andarilhos do Asfalto e dos Portadores da Luz Interior acabam por ser os principais aliados dos filhos do Cervo para condução da seita. Presas de Prata, Peregrinos Silenciosos e Filhos de Gaia tem muita afinidade e mantém bom diálogo com a liderança mesmo divergindo da mesma por inúmeras vezes. Apesar dos Presas serem vistos como líderes em potencial, a tribo mantém uma relação de respeito com a liderança e ajuda a sustentar a seita funcionando.

Os Fiannas tem um diálogo mais complicado com os Roedores de Ossos, Uktenas e Senhores das Sombras. As três tribos divergem bastante da linha dos Filhos do Cervo e se mantém afastados da liderança da Seita e, por vezes, a contestam. Defendem mais ousadia por parte da liderança da Seita, sem recorrer numa defesa de ataque total, mas cobrando mais atitude frente às ameças existentes e exigindo uma tática de recuperação para o Caern de Cura.

Em clara oposição aos Fiannas encontram-se os Garras Vermelhas, os Crias de Fenris e os Wendigos, mas os três pouco fazem política e se organizam entre si. A avaliação comum das três tribos é a de que falta coragem para que a Seita parta de uma vez por todas para acabar com os vampiros da cidade.
avatar
NarraDiva
Admin

Mensagens : 2331
Data de inscrição : 25/06/2017
Idade : 34
Localização : Rio de Janeiro

Ver perfil do usuário http://7joiasdacoroadegaia.forumeiros.com

Voltar ao Topo Ir em baixo

Do nascimento das novas matilhas à trágica caçada

Mensagem por NarraDiva em Sex Mar 30, 2018 2:49 pm

2001, duas novas matilhas são formadas na Seita da Coroa de Gaia, que era protegida pelo Boitatá. Essas matilhas são compostas por reforços vindos de outros Caerns e estavam destinadas a mudar para sempre não apenas a história daquele Caern, mas de toda a nação. Nasceram assim as matilhas Asas da Esperança, liderada pelo Presas de Prata Ahroun Asa-Solitária e; Olhos da Tempestade;liderada pelo Senhor das Sombras Ahroun Legado-do-Trovão.

As mudanças dessas matilhas na história não foram poucas e logo na primeira noite, elas já estavam no centro dos comentários do Caern. A Asas da Esperança recuperava um totem perdido, há muito não honrado por ninguém, o Uirapuru, da ninhada de Uktena. A Olhos da Tempestade busca na força do Elefante, também da ninhada de Uktena, sua bênção. 

O segundo sopro do apocalipse, no entanto, acontece logo que as matilhas se instituem. Alegando estarem ludibirados por uma bebida mágica feita pelo líder dos Fiannas, Asa-Solitária (alfa da Asas da Esperança) e Cordas-Trêmulas (Galliard, Fianna) copulam no rio que corta o Caern. Tanto poder gaiano envolvido acaba gerando um filho especialmente poderoso para os dois garous que, após um ritual posterior indica que a Fianna está grávida da Impura Perfeita das profecias: a criança que traz consigo o Apocalipse.

O Caern fica agitado. A Asas da Esperança entra numa onda de desrespeito que leva seu alfa a ser duramente punido, o nome da matilha chega à lama em sua primeira noite, porém, com o empenho e a união da matilha, os tempos difíceis vão ficando para trás e hoje, a principal fama da matilha é a de ter derrubado um grande líder dos vampiros que age na Zona Oeste.

A Olhos da Tempestade, por sua vez, começa chamando a atenção pela sua efetividade, mas uma cena de desrespeito do juiz da matilha acaba por abrir as portas do Caos e, enquanto a Asas da Esperança escrevia seu nome, a Olhos da Tempestade conhecia o amargo sabor da desgraça.

Em meio a tudo isso, ao mesmo tempo que a Asas da Esperança construía alianças com 3 das 4 matilhas que cuidam da Zona Oeste e saem para caçar um poderoso vampiros, a quarta matilha, Olhos da Tempestade, excluída da aliança, com o monopólio da informação que o território seria atacado, abandona sua defesa em busca de sua glória. O resultado é drástico. Ao mesmo tempo que a Asas da Esperança cumpre sua missão com as demais matilhas, um massacre sem precedentes acontece na Zona Oeste. Vampiros da seita conhecida como Sabá promovem uma onda de carnificina que gera milhares de mortos, deixa um largo rastro de destruição e, coloca a Olhos da Tempestade com a pecha de grande culpada pelo ocorrido. A matilha é punida pelo abandono de território, chegando próxima ao fundo do poço.

Fruto também dessa ação, o ancião dos Presas de Prata, fanático por caçar vampiros, age em desobediência para defender o território abandonado pelos Filhos do Elefante e acaba sendo punido pela líder do Caern, a Fianna Estrela-da-Manhã. Sobre ele é lançada uma caçada sagrada. Crias de Fenris, Senhores das Sombras e Presas de Prata agem em desobediência. O Caern entra em guerra civil e mais de 20 garous encontram a morte, dentre eles as lideranças das tribos Presas de Prata, Fúrias Negras e Roedores de Ossos. No meio de tudo isso, o Theurge da Olhos da Tempestade, Sussurros-Solitários e o Juiz da Asas da Esperança, Sangue-dos-Quatro-Ventos descobrem que uma poderosa força manipulava o Totem do Caern (que por sua vez controlava a líder da Seita). A dupla age e consegue, com o auxílio do Uktena, de Avô Trovão (invocado pelos Senhores das Sombras para agir diante da caçada) e uma surpreendente manifestação da Tartaruga acabam por livrar o Totem e a líder do Caern.

Estrela-da-Manhã perde a liderança do Caern e enfrentará o julgameto na assembleia da noite seguinte. O Senhor das Sombras Garras-do-Trovão, filho do Margrave, assume o Caern com o desafio de recuperar a Seita duramente marcada pelos últimos acontecimentos.
avatar
NarraDiva
Admin

Mensagens : 2331
Data de inscrição : 25/06/2017
Idade : 34
Localização : Rio de Janeiro

Ver perfil do usuário http://7joiasdacoroadegaia.forumeiros.com

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ambientação da Crônica

Mensagem por Conteúdo patrocinado


Conteúdo patrocinado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 
Permissão deste fórum:
Você pode responder aos tópicos neste fórum