[Centro da Cidade] Praça Mauá e Porto do Rio de Janeiro

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[Centro da Cidade] Praça Mauá e Porto do Rio de Janeiro

Mensagem por NarraDiva em 20.05.18 20:01




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Narração - Ira-Desoladora-do-Grande-Fenris

Mensagem por NarraDiva em 20.05.18 20:05

Foi uma grande sorte para o Fenris conseguir viajar num navio daqueles. O Porto do Rio recebia navios de luxo e o Fenris havia conseguido com ajuda de terceiros em sua terra natal uma passagem para ir até o Rio. O Ahroun chamava atenção e ficou a maior parte do tempo recluso em sua cabine, saindo apenas para as refeições quando necessário.

Depois de uma longuíssima viagem, o navio atraca e o Fenris acorda com o aviso que ecoa em todas as cabines. O Lua Cheia havia escutado algo no barco sobre uma onda de violência na cidade e se sentiu vigiado em todos os momentos dentro daquele navio, embora fosse incapaz de saber exatamente quem o vigiava, se é que esse alguém existia.
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Ira-Desoladora-do-Grande-Fenris / Chegada

Mensagem por Ira-Desoladora-de-Fenris em 20.05.18 21:53

A longa viagem finalmente chega ao fim e o Lua Cheia estava no Rio de Janeiro. O quarto do navio onde ele havia ficado acomodado era muito mais confortável que o de costume. Sua rotina também havia mudado naquele longo período de viagem.

Como não havia muito o que se fazer adotou a mesma rotina de um prisioneiro confinado em sua solitária. Dentro daquele pequeno mundo o Cria de Fenris se exercitava, treinava seus golpes, lia um livreto de bolso em norueguês cujo título era "1001 Frases Norueguesas em Português Brasileiro" e fazia mais exercícios até estar completamente exausto e dormir.

Como muitos dos viajantes não estavam acostumados ao semblante de um homem marcado por violentas batalhas, o Modi procurava ir até o convés do navio nas noites de furiosas tempestades. Naquelas ocasiões, somente a tripulação embarcada se fazia presente em seus postos de serviço. Eles não se importam com sua presença, desde que ele não tentasse cometer alguma besteira, se jogando no mar, por exemplo. Quando estava diante do mar agitado, ou então, diante das furiosas tempestades enviadas por Thor, o Þórunn Asbjorn sentia uma enorme paz. Era o mais próximo que ele tinha do calor de uma batalha.

Apesar de tudo cuidado pré-programado para evitar sucumbir a um momento de Frenesi, ou se envolver em alguma confusão, o Cria constantemente sentia-se observado. Mesmo nos momentos mais tranquilos da viagem ele sentia um par de olhos em suas costas sempre a lhe observar. Quando finalmente o navio atracou no porto do Rio de Janeiro o Garou sentiu de fato que alguém estava bem próximo. Mesmo tendo aquela sensação de estar sendo seguido, comportou-se conforme mandava o protocolo de viagem. Ele desocupa o seu quarto recolhendo seus pertences e segue em alerta total na direção do cais, onde procuraria uma forma de chegar até o seu destino: a Floresta da Tijuca.
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Narração - Ira-Desoladora-do-Grande-Fenris

Mensagem por NarraDiva em 21.05.18 10:04

O Fenris era um dos poucos que desciam. O navio ia ficar atracado ali por uns dias e alguns passageiros ia para outros destinos. Outros preferiam esperar o dia para desembarcar. O Saguão das Docas estava vazio. Havia no máximo 5 funcionários atendendo e autorizando a partida. A sensação de estar sendo vigiado crescia mas dessa vez, o Fenris podia ter uma noção de onde vinha. O Segurança, um homem negro forte que estava na porta não tirava o olho do recém-chegado. 
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Ira-Desoladora-do-Grande-Fenris - Narração

Mensagem por Ira-Desoladora-de-Fenris em 21.05.18 13:40

O Hominídeo segurava sua grande, e pesada, sacola de viagem nas suas costas sem muita dificuldade. Ele puxou o capuz da jaqueta sobre a cabeça para suas cicatrizes não chamarem a atenção dos passageiros que desembarcavam.

O clima da cidade brasileira era quente, diferente do inverno anual norueguês. Fazia 32° na cidade carioca e todos os poucos tripulantes que tentavam desembarcar vestiam bermudas, camisas florais e usavam chapéus panamá mesmo não tendo um único raio de sol naquele litoral. O Fenris era o único imbecil em exceção vestido de outra maneira.

Ira-Desoladora, seguiu o fluxo com os passageiros que resolviam não continuar hospedados no barco. A sensação de estar sendo vigiado aumentava até que finalmente descobriu o foco daquele feeling.

Resolveu aguardar o campo ficar completamente tumultuado e os civis fizeram um bom trabalho com os 5 funcionários os deixando bem ocupados. Conforme planejado, não houvesse nenhum desocupado. Þórunn Asbjorn podia seguir na direção daquele sujeito que lhe observava atentamente.

Olhou ao redor do ambiente, enquanto passava cuidadosamente entre os passageiros, na tentativa de identificar se o “leão-de-chácara” estava em um ponto cego não coberto por câmeras. Também tentou identificar se os agentes de desembarque estavam armados.

Quando já estava próximo o suficiente daquele que o observava, o indagou com seu ainda rudimentar português.


‘- Você poder ajudar com pegar taxi? Chegar em um lugar eu preciso.’

A besta-de-fenris sabia que aquele sujeito estava lhe observando. Se era ele quem estava a lhe observar durante a viagem e só agora resolveu se mostrar é porque aquele era o momento do Lua-Cheia descobrir o motivo de tal vigilância.
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Narração - Ira-Desoladora-do-Grande-Fenris

Mensagem por NarraDiva em 21.05.18 18:16

O homem estava em um ponto cego e isso pode ser notado pelo Fenris. Ele puxa um maço de cigarros, pega um cigarro,  acende e comenta:

'- Pra onde que você tá indo? A cidade tá bem deserta, por uma boa grana talvez eu conheça alguém que faça o transporte...'
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Ira-Desoladora-do-Grande-Fenris - Narração

Mensagem por Ira-Desoladora-de-Fenris em 22.05.18 10:53

Þórunn era um guerreiro de Fenris da mais pura linhagem. Aquilo era algo que não se limitava apenas as características físicas mas também características mentais bem como seu comportamento. Não temia entregar sua vida a uma causa de Gaia, ou, em honra ao Grande-Lobo-Pai. Dificilmente cederia a demanda do segurança.

Além disso, a sensação de estar sendo observado, algo que perdurou por toda a viajem, ainda pairava no ar. Reconhecia o tom malicioso do homem que estava a sua frente pois um malandro é um malandro em qualquer parte do mundo. Não entregaria seus poucos trocados e também não arriscaria revelar a localização do Caern. Tentaria descobrir a intenção de seja lá quem estivesse a lhe monitorar através daquele possível capanga. Era tudo o que estava ao seu alcance no momento.

* Nunca mande uma presa fazer o trabalho de um predador *


'- Talvez meu português não tenha sido claro, montanha de esterco...”

O Modi era um belíssimo espécime voltado para a guerra. Alto o suficiente para pegar uma estrela com a mão. Mãos grandes o suficientes para esmagar o pescoço de um homem. Corpulento e musculoso. Um verdadeiro monstro titânico. Haviam cicatrizes violentas ao longo de todo seu corpo, o que lhe deixava assustador.

O semblante do Fenris muda drasticamente, não parecia mais com a face de alguém disposto a resolver um assunto a base do diálogo, se é que a face do Garou passava tal sensação.


'- Desembucha logo o que você está escondendo ou então engolirá não só esse cigarro. Engolirá também seus dentes podres, o meu punho destruidor e esse seu ar de malandro carioca. Te garanto que quando eu terminar, sua cara imunda vai estar saindo pela nuca!'

Sua última carta estava lançada dando uma última chance a seja lá quem fosse aquele sujeito de revelar suas reais intenções. Era evidente que se o homem não cooperasse pelo “amor”, cooperaria pelo terror.
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Narração - Ira-Desoladora-do-Grande-Fenris

Mensagem por NarraDiva em 22.05.18 11:29

'- É mesmo? É agora que eu deveria ficar com medo?' - diz com a ironia de quem não se abalou com nenhuma palavra do Fenris.

O homem se desencosta da parede, de forma a dar mais liberdade para seus movimentos e diz:

'- Tú vai querer encrenca ou vai ficar pianinho e meter o pé antes que eu te enforque com sua língua grande?'

O homem olha sério e rude para o Fenris.

Like a Star @ heaven Para resistir à intimidação do "segurança", Ira-Desoladora-do-Grande-Fenris terá que obter 4 ou mais sucessos em um teste de Força de Vontade.
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Mensagem por Ira-Desoladora-de-Fenris em 22.05.18 15:12

Aquele sujeito tinha fibra e não parecia se intimidar com facilidade. O Fenris ficou realmente surpreendido com a resiliência do sujeito.

O “homem” desencosta da parede, ainda fumado seu cigarro, e Þórunn dá um passo para trás. O Cria estava acuado. Não sabia com que tipo de inimigo estava lidando. Coragem desprovida de prudência não é coragem, é apenas estupidez. Þórunn não era estupido.  Cometeu um erro ao menosprezar o sujeito que estava ali na sua frente. Ao que tudo indicava, não se tratava de um reles capanga.


‘- Quem diabos é você?’ - O Fenris ainda estava acometido e muito confuso.
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Mensagem por NarraDiva em 23.05.18 12:06

'- Alguém que não tá gostando do seu tom e com quem você não devia se meter.' - o homem "crescia" para cima do Fenris que mais uma vez teria que resistir à intimidação sofrida.

Like a Star @ heaven  Ira-Desoladora-do-Grande-Fenris precisa resistir à 6 sucessos de intimidação. A dificuldade é +1 dada a intimidação no turno anterior.
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Mensagem por Ira-Desoladora-de-Fenris em 23.05.18 22:25

O Cria estava encolhido. Não havia mais nada a se fazer diante daquela situação. Parecia perder por completo o controle do seu corpo frente a intimidação que o sujeito lhe causara. O Lobo-Pai deveria estar envergonhado do seu filho.

A intimidação era tamanha que por um instante Pórunn começou a falar em sua língua materna, o norueguês. Não demorou muito, se recompôs lembrando que aquilo não faria sentido para o homem a sua frente. Pelo visto a confusão lhe abalara mentalmente também pois o português saia espremido e sem a fluência de instantes atrás, quando o Fenris ainda tinha confiança de que estava no controle. Ele começou a falar novamente e como um carro que esta acelerando e subindo de marcha foi retomando a fluência, deixando de falar como um índio que acabara de ser ensinado.


'- V-vamos tentar apagar mal entendido de uma vez. Ok? A forma como me olhou me deixou intrigado. E-eu não fazer boa viagem. Sensação de vigiado a todo momento. Você olhar, sensação de ameaçado vir. Tomado pela raiva eu fui e falei ofensas. Peço desculpas. Você apenas querer ajudar. Humildemente reconheço meu erro e  aceitar sua oferta se ela ainda estiver de pé. Mas lhe adianto: não tenho como pagar no momento. Como podemos resolver?'
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Mensagem por NarraDiva em 24.05.18 11:04

'- Tem nada aí que possa me dar como Pagamento? Pra onde você quer ir?' - pergunta o homem ainda com postura intimidadora, mas sem avançar mais a intimidação nesse momento.
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Mensagem por Ira-Desoladora-de-Fenris em 24.05.18 16:49

O Cria balançou a cabeça negativamente. Não tinha nada de valor consigo. Como barganharia? É o que ele estava prestes a descobrir.

‘- Não tenho nada de valor comigo que possa lhe interessar, amigo. O que trago neste saco são algumas roupas, um cobertor, uma lamina e um fazedor de fogo.  Além disso, os poucos trocados que tenho são para comer. A menos que você possa me oferecer sua cortesia, aceito um bom conselho. Sou um forasteiro nesta terra. Toda ajuda é bem-vinda. ’

Olhou para a rua. Ela era tão deserta quanto emoções no peito daquele Cria de Fenris. Não havia um único veiculo parado ou rodando por ali. Uma inquietante calmaria. Lembrou que o negro havia lhe dito que a cidade estava bastante agitada. Talvez fosse apenas uma piada. Talvez ironia?  Havia ouvido falar das ações dos vampiros no Rio antes de partir de sua terra natal, mas desde que colocou seus pés no navio perdeu os últimos acontecimentos da cidade Carioca.

Procurou algum crachá de identificação naquele sujeito. A noite estava escura e o local que eles se encontravam era precário de iluminação. De alguma forma a intimidação que o sujeito havia exercido parecia ter desconcertado o Lua-Cheia a ponto dele se esquecer do quão importante é a coleta de informações mesmo estas sendo triviais.


‘- Está havendo algum tipo de toque de recolher no Rio? Normalmente deveria haver taxi, ônibus, etc. Ou seja, vida por estas bandas. Afinal, esta é uma cidade turística e o porto é uma porta de entrada, senhor...?’
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Mensagem por NarraDiva em 25.05.18 19:27

O homem, sem crachás, não levaria o Fenris de graça nem fudendo. Ele olha para o Garou e fala:

'- Cara... a cidade tá bem perigosa. Se eu fosse você, me encostava em um banco e esperava amanhecer para partir. Ônibus você só vai encontrar lá na central, você terá que andar essa rua aqui por duas quadras, pegar a sua esquerda até o final, entrar na segunda direita e seguir até o fim, mas é um caminho escuro e perigoso...'
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Mensagem por Ira-Desoladora-de-Fenris em 26.05.18 10:50

'- Caminhar a está hora realmente é muito perigoso, principalmente sendo de fora. Você me deu um bom conselho, amigo. O tomarei por precalção.'

O Lua-Cheia recapitulou a informação a respeito da cidade. Suspeitava que todo aquele perigo não era apenas fruto de um efeito colateral da ineficiencia dos orgão de segurança pública do Rio. Tinha o presentimento que as coisas andavam daquele jeito por conta das ações dos sangue-sugas, ou mesmo da Wyrm. Precisava de algo que comfirmasse aquele presentimento. Amistosamente perguntou ao sujeito:

'- A respeito do perigo... Você se referiu a criminalidade que é oriunda das Facções criminosas? Achei que isso se limitava apenas aos morros e favelas da cidade. Jamais imaginei o Rio como uma praça de guerra. Alguma zona, ou, lugar em especial para não visitar? Não gostaria de me perder em uma área dominada por Seja-Lá-Quem-For.'
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Mensagem por NarraDiva em 26.05.18 11:54

O homem responde ao Fenris, já diminuindo a tensão da conversa:

'- Cara, a cidade toda é cercada por morros. Dizem até que antigamente isso tudo era um enorme vulcão. Tem favela e crime por todo lado. Inclusive, aqui perto, tem a Providência, bem no meio do caminho pra Central. Um dos morros mais bem armados da cidade.'

A essa altura o Fenris podia notar que falava com um humano comum. Que tinha sido intimidado por um simples humanos. E que a sensação de ser observado continuava e que aquele homem não era a origem dela.
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Mensagem por Ira-Desoladora-de-Fenris em 27.05.18 12:14

'- Nossa! Pelo visto essa tal Providencia é bem barra pesada. Me responde uma coisa... se você souber. Esse morro sempre foi assim, ou, de uns tempos pra cá ele ganhou fama e se tornou conhecido como um dos mais bem armados da cidade? Já ouvi falar que as guerras entre facções criminosas sempre provem a rotatividade de comando nestas comunidades.'

A favela poderia muito bem estar sobre influencia dos vampiros. Sangue, dinheiro, armas, soldados, votos, etc. Há muita coisa que um vampiro pode se aproveitar dentro de uma comunidade. Um morro tão bem armado poderia significar uma 'mina de ouro'. Ira-de-Desoladora precisava ter uma pista a respeito de quem a quele lugar pertencia.
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Narração - Ira-Desoladora-do-Grande-Fenris

Mensagem por NarraDiva em 27.05.18 14:38

O homem apenas responde ao Fenris:

'- Sempre foi assim... mas atualmente tá pior... a cidade tá meio caótica. Mas os militares chegaram, vão dar jeito nisso. O novo interventor também deve assumir. Os falecidos não tinham pulso para comandar.'
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Mensagem por Ira-Desoladora-de-Fenris em 28.05.18 13:49

* Militares a caminho... Pelo visto esses burocratas de merda entenderam que em tempos de guerra não se combate o inimigo com flores e gratidão. *

O Modi era um amante da guerra não por questões obvias, mas por entender que os tempos de paz eram prejudiciais a toda e qualquer nação. Em tempos de paz a guarda fica baixa. A falsa sensação de segurança torna a sociedade materialistas e avarenta. A hombridade  é completamente aniquilada. Você não nota o senso de sacrifício em prol de um bem coletivo maior. A carne também paga pois sucumbe aos mais variados tipos de prazeres. Toda via, nenhum Caern, ou Sociedade, conseguiu sobreviver por muito tempo através da paz. Todos acabaram subjugados por um invasor ofensivo.  Nenhuma nação iria muito longe contando apenas com seus departamentos de “Defesa”.  Para Þórunn, o  ataque sempre era e sempre seria o melhor ataque. Para ele, a paz é como ferrugem.

Após uma breve reflexão de como o governo daquela cidade estava se readaptando a atual situação, o Cria indagou o homem novamente afim de saber mais:


'- Pelo menos no porto tudo parece estar tranquilo e sob controle. Creio que os militares não vão precisar vir aqui já que não há nada de estranho acontecendo... Ou será que está?'
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Narração - Ira-Desoladora-do-Grande-Fenris

Mensagem por NarraDiva em 28.05.18 20:55

'- Claro que vão... aqui é o porto... o centro da cidade... quer área mais estratégica? Você tá a 200 metros da sede da Marinha...' - comenta o homem de porte físico avantajado, apontando para a sede do 1º distrito naval, que ficava do outro lado da praça onde se situava a entrada e saída de passageiros do Porto do Rio de Janeiro.

O homem se espreguiça:

'- Se liga, eu vou meter o pé... você quer uma carona até algum lugar? Acho que nenhum desses playboys vai ter coragem de sair na madruga e o próximo navio vai demorar a chegar...'
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Mensagem por Ira-Desoladora-de-Fenris em 29.05.18 10:49

O Fenris olhou na direção em que o homem apontou e viu o conglomerado militar. Ele ainda olhava para a instalação naval quando o sujeito informou que iria "meter o pé". Þórunn franziu a sobrancelhas sem entender o dialeto. Apesar de já compreender muita coisa, expressões idiomáticas ainda eram desconhecidas. O problema foi resolvido quando o sujeito perguntou se ele gostaria de uma carona. Imediatamente o Lua-Cheia compreendeu que meter o pé significava ir embora.

O Cria-de-Fenris podia não ter conhecimento acadêmico, mas tinha um raciocínio rápido e afiado para resolver problemas. Sua adaptação a linguagem brasileira era prova daquilo. O Cria de Fenris concordou com a oferta do homem e imediatamente explicou-lhe, mais ou menos, a região onde se localizava uma das entradas do Caern pela Zona Sul.  Feito isso perguntou ao carioca:


'- Tem como me deixar o mais perto disso possível?'
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Narração - Ira-Desoladora-do-Grande-Fenris

Mensagem por NarraDiva em 29.05.18 16:03

'- Tem sim, vambora...' - diz o humano caminhando até seu carro. Era um Gol, não o modelo do ano. Bastante surrado já de muito ter rodado pela cidade.

Ele abre a porta do motorista, entra e destrava a do carona para que o Fenris pudesse entrar.
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Mensagem por Ira-Desoladora-de-Fenris em 29.05.18 16:35

Ira-Desoladora-do-Grande-Fenris acompanha o sujeito até seu veículo observando bem as características do carro que era bem simplório por sinal. Típico carro de trabalhador. Um 'golzinho de guerra' icônico. Coloca suas coisas no banco de trás e ocupa o acendo do carona, aguardando a partida.
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Mensagem por NarraDiva em 29.05.18 17:21

O homem dirige até a entrada da Urca, deixando o Fenris livre para seguir seu destino e depois segue seu rumo.

Like a Star @ heaven O personagem já está liberado para chegar na Entrada Sul do Caern.
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FIM DE NOITE

Mensagem por NarraDiva em 15.08.18 21:52

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