Cemitério - Lar dos Ancestrais

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Re: Cemitério - Lar dos Ancestrais

Mensagem por Hagen Bernhardt em Dom Jul 08, 2018 11:55 am

Hagen estava sério e assim entendia o que ficava claro mesmo não falando palavra alguma.

' - De onde eu vim, os garous de posto inferior não se intrometem em conversas de hierarquia maior. Peço desculpas pela intromissão e eu mesmo não
Entendi nada do que fora falado, não falo português e por isso estou me comunicando dessa forma. Peço perdão pela nossa falha, por mais que eu não tenha falado nada, sou responsável por não segurar o ímpeto de meu colega de matilha.


Hagen assumia o erro e canalizava para si toda a questão.

' - Se for necessário, eu me prontifico a pagar pelos erros e fico à sua disposição, reparo o erro que cometemos e redimo nossas ações... A nossa intromissão foi uma preocupação em saber o paradeiro do corpo de Tyler.. Representando a Fortaleza de Gaia, estamos preocupados com isso, e me coloco a disposição para qualquer coisa."

Hagen era respeitoso com o garou de posto maior e coloa a mão no peito, se fosse necessário corrigir algo perante a morte o garou puxaria essa responsabilidade para si.

Hagen pa
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Fênix-de-Prata (G) - Pavor-de-Jörmungandr

Mensagem por NarraDiva em Seg Jul 09, 2018 11:55 am

Fênix-de-Prata respira fundo após todas as declarações de Hagen. Era bem problemático lidar com jovens impetuosos sem noção de hierarquia como o Fenris que havia o incomodado, mas diante da explicação do Ahroun, não havia porque não explicar-lhe o pouco que sabia.

Adock olha para Hagen e diz:

'- Seu irmão de matilha precisa aprender modos se quiser chegar a algum lugar. Mas, indo ao que interessa, não sabemos exatamente o que aconteceu com o Andarilho. A morte veio busca sua alma mas foi bloqueada por algum tipo de ritual ou similar executado ao mesmo tempo que nossa assembleia. O corpo e a alma de Tyler foram roubados. É preciso encontrar quem fez isso. Eu mesmo irei conversar com outros espíritos da morte ao longo do dia. Tenho afinidade com eles mas, infelizmente, esse não é o único assunto que preciso dar conta com urgência... sua matilha tem bons Theurges?'
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Re: Cemitério - Lar dos Ancestrais

Mensagem por Hagen Bernhardt em Seg Jul 09, 2018 2:22 pm

Hagen estava com o semblante sério, escutava atentamente as palavras do Theurge e concorda.

' - Minha matilha tem um Theurge, pelo que sei, ele é novo e um cliath. Falarei com o meu alfa e passarei tudo, vamos buscar resolver isso, não é do meu augúrio essas questões, mas me prontifico a ajudar... Sobre o meu colega Fenrir, peço desculpas e eu mesmo conversarei com ele, não devemos em tempos assim sermos imprudentes. '

Hagen respira por um momento e conclui:

' - Peço para o nosso Theurge procurar você ? '


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Fênix-de-Prata (G) - Pavor-de-Jörmungandr

Mensagem por NarraDiva em Qua Jul 11, 2018 9:19 pm

O Presas de Prata acena em positivo com a cabeça e fala:

'- Sim. Peça que me procure no começo da próxima noite. A mim ou a Legado-de-Anúbis.'
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Re: Cemitério - Lar dos Ancestrais

Mensagem por Hagen Bernhardt em Qua Jul 11, 2018 11:34 pm

Hagen estica a mão para Fênix-de-Prata saudando o garou e se despedindo.

' - Perfeito, agora voltarei para a umbra, preciso saber aonde está Pórunn, o Fenrir intrometido. Obrigado Fênix-de-Prata, Fortaleza de Gaia agradece
Seu auxílio.


Hagen se despede e aguarda a partida do garou para retornar a umbra.
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Fênix-de-Prata (G) - Pavor-de-Jörmungandr

Mensagem por NarraDiva em Qui Jul 12, 2018 8:30 pm

Fênix-de-Prata parte.
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Re: Cemitério - Lar dos Ancestrais

Mensagem por Hagen Bernhardt em Qui Jul 12, 2018 10:24 pm

Hagen rasga a película e retorna para a umbra.

Off: continua na umbra rasa.
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Bruno Caselli (Glabro) - Hagen / Gwen

Mensagem por Bruno Caselli em Seg Ago 06, 2018 7:15 pm

Bruno surge com Hagen e Gwen instantes depois de desaparecerem na Umbra. Sem dúvidas, romper a película no meio da Wyld era infinitas vezes mais fácil do que se estivesse na Weaver, um sinal claro de que somente os fortes eram capazes de viver nas cidades.

Em seguida, Bruno solta seus companheiros e diz olhando para ambos:

- Vamos?

Diz isso gesticulando com ambas as mãos para que os dois o guiassem, visto que ele não fazia ideia de onde estaria Pantaneiro naquele momento.
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Glabro | Aurora-Serena | Visões-do-Futuro

Mensagem por Hagen Bernhardt em Seg Ago 06, 2018 7:22 pm

Hagen imerge no mundo físico com seus irmãos e escuta Bruno, olhando a sua volta, Hagen observa o local e fecha o punho, lembrando que o corpo de Tyler era para estar ali...

- Toda a Fortaleza de Gaia está na Clareira, Pantaneiro, Pórunn e os dois Portadores. Vamos caminhando...

Hagen era um entusiasta nas matérias de ocultismo, aprendera pouca coisa com as suas irmãs theurges e assim comenta com Bruno, iniciando um assunto enquanto começavam a caminhar.

- Como são os theurges andarilhos? Digo, não sei bem como perguntar, mas via minhas irmãs utilizarem muito de Runas e artefatos místicos do norte... creio eu que os Theurges andarilhos, utilizam de coisas mais da weaver... ou não?
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Re: Cemitério - Lar dos Ancestrais

Mensagem por Gwen O'Dyna em Seg Ago 06, 2018 7:33 pm

Aurora Serena sente o peso familiar e confortável do mundo físico, tomando o caminho ao lado dos irmãos com as mãos nos bolsos.

A pergunta de Hagen para o Andarilho do Asfalto revelava o início de um storytime, e a Galliard vivia para alimentar-se de histórias. Sorriu de forma calorosa para o Theurge, claramente incentivando-o a falar. Em que pese um cemitério ser um lugar com histórias próprias, de glória e de pesar, era um momento feliz estar ali, entre os vivos, e aprender um pouco mais da vida de um Irmão em Gaia.

- As teias se espalham incontrolavelmente nas grandes cidades... - a ruiva quase sussurrou, falando bem baixinho - Sei que elas não o afligem como a mim, Druida da Weaver, mas... eu às vezes atravesso a Película sem querer, entende? As cidades me causam um temor real de que isso aconteça em meio a lugares de onde eu não possa escapar...

A ruiva se calou, maldizendo o hidromel horroroso ao tomar mais um gole da bebida terrível.
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Bruno Caselli (Glabro) - Hagen / Gwen

Mensagem por Bruno Caselli em Seg Ago 06, 2018 8:35 pm

Bruno se surpreende com a pergunta de Hagen, mas seu semblante mostrava que ficou feliz com o questionamento do Fenris. Não imaginava que ele estava pronto para ouvir tudo, então pensou nas coisas que menos assustariam o Garou e disse:

- Pergunta interessante... Vejamos, nós realizamos rituais da mesma forma que as demais Tribos, creio eu, mas as “ferramentas” para executá-los são diferentes... Por exemplo.

Bruno abre sua bolsa e mostra uma pequena garrafa de vinho e mostra para Hagen e para Gwen, dizendo em seguida:

- No ritual de purificação originalmente os Theurges utilizamos usam um ramo de oliveira e água purificada. Talvez pra quem viva na floresta isso pode até ser algo fácil de conseguir, mas no nosso caso nós “adaptamos” o ritual a nossa realidade.

- Esse vinho tinto Casanova, por exemplo, substitui não só o ramo de oliveira como a água na realização do ritual. Assim como esse, existem vários rituais que minha tribo adaptou a nossa realidade.


Aquele era o exemplo mais simples que Bruno julgou ser cabível para uma primeira apresentação das vantagens de se ter a Weaver como guia.

Em seguida era a vez de Gwen se manifestar. A Fianna parecia sofrer de um caso raro do que Bruno chamava de “devaneio umbral”. O Theurge coça o queixo peludo de glabro e em seguida comenta:

- Eu já vi isso acontecer antes, mas é bem raro.... Sua energia espiritual inconscientemente a leva a atravessar a película. Normalmente isso ocorre por algum tipo de gatilho, algo que faz ou deixa de fazer, mas sem sombra de dúvida é tratável. Posso enviar uma mensagem aos meus parentes e ver se algum deles já tratou de algum caso desses. Se quiser, é claro.
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Re: Cemitério - Lar dos Ancestrais

Mensagem por Gwen O'Dyna em Seg Ago 06, 2018 9:09 pm

Gwen acompanhou com interesse a explicação sobre o uso do vinho e recebeu com surpresa positiva a oferta do Theurge para buscar ajudar para seu problema.

- Aye, se puder dispor desse tempo em meio às nossas muitas missões, eu... eu realmente nem sabia que essa minha característica era algo curável. Os Theurges das Highlands pareciam considerar normal que a Herdeira de Diarmuid vagasse pela Penumbra de tempos em tempos. Era quase como se fosse algo que me veio junto com o nome.

Aurora Serena sorriu e apoiou a mão gentilmente no braço do Andarilho do Asfalto, em um gesto de carinhoso agradecimento.

- Não sei se é algo que pode mesmo ser resolvido, mas aprecio o gesto, Bruno. Espero ter tempo para debater questões do Oculto com você, Druida, nos dias que virão. Afinal, o uso de vinho em rituais muito me interessa. - a ruiva riu de maneira travessa e completou - Por um acaso é um sacrilégio beber dessa garrafa? Se ela não estiver de alguma forma consagrada à Weaver e for, para o bem ou para mal, apenas um bom vinho, há chances de que seja melhor que esse álcool de cozinha que chamam de hidromel por aqui.

A garota levantou a garrafa - já pela metade - para que Hagen e Bruno vissem, torcendo o narizinho de fada com expressão de exasperação.
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Re: Cemitério - Lar dos Ancestrais

Mensagem por Hagen Bernhardt em Seg Ago 06, 2018 9:25 pm

 Notando o exemplo de Bruno, Hagen fica atento observando seu irmão falar na semelhança de certos ritos e a adaptação de artefatos com o exemplo do vinho, era algo interessante ao nórdico. O norueguês era um garou mais político, via todos como peças de um grande quebra-cabeças e que para se vencer a batalha, deveria se extrair o melhor dos aliados. Hagen sabia (achava) que os Fenris eram os mais preparados para os dias finais, e como era de seu desejo participar ativamente do Ragnarok, era importante nesse ínicio fazer alianças importantes. Logo Gwen falava sobre o que a acometia e o Fenrir presta atenção no que Bruno se prontifica a ajudar.

"Deve ser algo estranho, ter essa falha com o mundo espiritual..."

O fenrir vê como a fianna lidava com as questões com leveza e sorri quando a mesma levanta sua garrafa e indaga se pode tomar aquele vinho.

' - Bruno, nossa matilha não possui lupinos, somos praticamente urbanos e acho necessário saber que o Rio de Janeiro sofre hoje uma guerra de vampiros, duas facções, os que mantém o véu e os que não ligam para isso.. nossa jornada a essa ilha de cárcere do urso, sendo da weaver, faz com que naturalmente você seja um membro que dará as direções de nossas ações. Quando cheguei aqui no Brasil, o aeroporto eatava tomado por vampiros e pelo que sei houveram ataques. Profecias se realizando, a estrela rubra nos céus, vampiros na cidade fazendo sua guerra, estamos em guerra e devemos nos preparar, o apocalipse está chegando e devemos subir de posto para nos aperfeiçoarmos e vencermos.. '

Hagen tinha uma visão otimista de que a guerra chegar ao fim era questão de tempo.




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Bruno Caselli (Glabro) - Hagen / Gwen / Narração

Mensagem por Bruno Caselli em Seg Ago 06, 2018 10:54 pm

Bruno sorri diante do gesto de Gwen e quando pensa em responde-la é Hagen quem toma a palavra, falando sobre a situação da cidade com relação aos vampiros e relembrando o Theurge sobre a questão do urso. O Andarilho para, pega seu celular no bolso da calça, e começa a digitar uma mensagem para sua irmã.

SMS: Dani, boa noite. Recebi informações de uma possível base da Pentex que está mantendo ursos em cativeiro e realizando testes com eles. O local foi descrito com uma grande concentração de Aranhas Padrão o que leva a crer que é um local evoluído tecnologicamente. Pode ajudar a pesquisar os possíveis locais a começar pela Ilha de Guaratiba? Se receber mais informações vou repassando.

Após digitar a mensagem, Bruno volta a guardar o telefone no bolso, ajeita os óculos e diz para Hagen e Gwen:

- Eu sempre ouvi falar dos vampiros, mas nunca tive que lidar diretamente com um. Se eles agem tão abertamente a ponto de atacar um aeroporto não deve ser difícil descobrir onde se escondem. Posso tentar cuidar disso depois que encontrar a empresa que está usando nosso Totem como cobaia, mas infelizmente temos que nos livrar de um problema de cada vez.

Depois disso, Bruno olha para garrafa de Gwen, em seguida para garrafa em sua mão, e a estende para a Fianna enquanto diz:

- Fiquem à vontade. Não creio que será necessário purificar nada esta noite. Me perdoe se lhe ofendo, mas nunca gostei muito dessa bebida que vocês chamam de hidromel. Acho que uma boa taça de vinho acompanhada da refeição certa pode acalmar muito mais o espirito e renovar as forças.

O Theurge mantém a garrafa estendida caso algum dos dois quisesse provar um pouco do vinho.
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Re: Cemitério - Lar dos Ancestrais

Mensagem por Hagen Bernhardt em Seg Ago 06, 2018 11:03 pm

 Hagen recusa o vinho e se volta a querer beber o hidromel. O Fenrir preferia por hora não tomar nada que fosse referente a weaver e assim declina a garrafa. Hagen vê o andarilho digitar em um celular, se mantém com o olhar distante e assim o mesmo fala sobte as prioridades, Hagen o responde:

' - Sim, temos aue estabelecer as prioridades. Estou te relatando o que acontece e informações, vejo que será fundamental para resolver problemas nas cidades.'

O fenrir continuava a caminhada e olha para Gwen, esperando que a eloquente fianna completasse a questão.





OFF: CONTINUA NA CLAREIRA.
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Re: Cemitério - Lar dos Ancestrais

Mensagem por Gwen O'Dyna em Seg Ago 06, 2018 11:31 pm

A Galliard aceita a garrafa que o Andarilho do Asfalto oferecia, exibindo um sorriso estelar em recompensa. Batendo no fundo do vidro, puxou a rolha e cheirou o líquido enquanto os rapazes conversavam sobre o estado geral das coisas. A noite suspirava lentamente nos braços da manhã que logo se ergueria em esplendor. O sol mandaria para suas alcovas os cadáveres da Wyrm, fossem pró ou contra o Véu, e mais um dia surgiria diante do urso em sofrimento. A ruiva sacudiu a garrafa em movimentos circulares e voltou a farejar o vinho.

A estrela rubra era um ameaça distante no céu após dois terços de uma garrafa de scotch e meia garrafa de hidromel. Carregando ambas as bebidas, a garota sorri em cumplicidade para Bruno:

- Se todo o hidromel que você provou é esse álcool de cozinha maldito que fazem aqui na América do Sul, Druida, você simplesmente desconhece o hidromel. É certo que nós, Fianna, somos os melhores na fabricação. Mas reconheço que os Fenris do norte são suficientemente bons nisso. - com um último olhar de interrogação na direção do Theurge, ela completou - Tem certeza de que não há mal algum em beber desse vinho? Parece um vinho comum, para mim...

A ruiva virou a garrafa delicadamente, molhando os lábios com o líquido rubro e deixando que apenas um pequena porção tocasse sua língua. Ainda parecia um vinho, tão bom quanto o esperado, e em nada estranho de nenhuma forma. Mas esperaria alguns segundos antes de se arriscar a goles inteiros.

- Quanto às prioridades, levemos todas as questões ao nosso righ. É dever dele desincumbir-se da distribuição das tarefas e enumerar a ordem de importância delas. Só espero que não deixe o ritual de dedicação das roupas como último da lista! - a Fianna riu aquela risada cristalina de menina levada e posicionou-se entre os dois Garou, deixando o cemitério.

------------------------------------------

OFF: Continua na Clareira Central.
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Bruno Caselli (Glabro) - Hagen / Gwen

Mensagem por Bruno Caselli em Ter Ago 07, 2018 12:41 am

Bruno ouve seus companheiros de matilha mais uma vez e dá um sorriso envergonhado diante da brincadeira de Gwen e sem deixar transparecer a timidez o Theurge diz:

- Não se preocupe. Tenho certeza de que nosso Alfa fará a escolha certa.

E sem mais nada dizer, o Andarilho segue com a dupla para a clareira central.

Off: Continua na clareira central.
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FIM DE NOITE

Mensagem por NarraDiva em Qua Ago 15, 2018 9:44 pm

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Re: Cemitério - Lar dos Ancestrais

Mensagem por Arauto-da-Morte em Qua Out 10, 2018 4:40 pm

Forma Atual - Crinos

O Peregrino caminhava lentamente em virtude dos ferimentos, em contraponto, tinha tempo o suficiente para analisar seus arredores..

Ao chegar no cemitério, local que visitara tantas vezes nos últimos dias, o Ragabash faz um leve aceno com a cabeça para as covas de seus três irmãos ali enterrados enquanto segue para os túmulos dos Fenrir caídos durante a caçada..

Em sua forma de batalha, o Esguio crinos estende um de seus braços, enquanto utiliza a garra indicadora do outro para abrir um talho em seu antebraço.

Hadrian punha sua máxima atenção no processo, absorvendo lentamente a dor do corte, sentindo, antes de ver, o sangue começar a ser absorvido pela sua curta pelagem, este vir a se precipitar de seu braço sobre os túmulos, e, enquanto as gotas começam a cair, ele profere solenemente.

"-Eu, Arauto-da-Morte, que ja fui Sombra-da-Coruja, desrespeitei-os... - Gota - ...não intencionalmente, mas, a tormenta não deseja destruir em seu caminho, ela apenas o faz.. - Gota - .. A Ignorância é tal e qual a tormenta.. - Gota - ... Mas assim como treinamos para enfrentar e parar à tempestade.. - Gota - ... assim como cobramos em sangue aqueles que nos ferem... - Gota - .. lutarei contra minha ignorância e com sangue pagarei por meus erros - Gota -.. desculpem-me ancestrais..."

Ao fim da ultima palavra, sentindo os danos que a perca de sangue lhe acarretara, o Peregrino Silencioso ajoelha-se no chão, vendo que não existiria maneira de levantar-se sem embaraçar à sí diante de uma legião de ancestrais, ele decide sentar-se ali mesmo...

*A fúria é o caminho para a Wyrm...* - As palavras da bruxa ecoam em sua mente...

Sentado, em meio aos mortos, observando a tempestade que se aproximava, Hadrian começa a se concentrar para fazer a travessia à umbra daquele local, ele meditaria em meio a morte.

OFF: Esperarei a ronda para continuar a postagem na Umbra.
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Narração - Arauto-da-Morte

Mensagem por NarraDiva em Qua Out 10, 2018 9:46 pm

Hadrian sente a fúria crescer com seu novo ferimento.

Like a Star @ heaven Arauto-da-Morte ganha 1 de Fúria e 1 de dano letal pela cena.
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Re: Cemitério - Lar dos Ancestrais

Mensagem por Arauto-da-Morte em Qui Out 11, 2018 11:40 am

Forma atual - Crinos

Hadrian sente a fornalha que era a fúria guardada em seu leitorados quando seu joelho toca o chão..

*FRACO..*

Porém, o momento era de uma ironia peculiar, sua fúria o assolava justamente quando estava mais fraco, e, impossível era não realizar um paralelo com a tentação da Wyrm..

Caso ele cedesse a fúria, sua dor iria embora, sua frustração seria convertida em um grito cego em busca de réplica, logo hadrian lembrou-se de seu mantra de infância..

*Tudo é uma oportunidade de treinar..*

Impondo a mente sobre o corpo, o Peregrino, com sua garra, abre um talho na película local, atravessando para a penumbra..

Não desejava a companhia dos vivos..

OFF: Continua na Penumbra.
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ESPÍRITO TRANQUILO (homenídeo) | NARRAÇÃO

Mensagem por Espírito Tranquilo em Sex Out 12, 2018 2:18 pm

Caminha pela chuva ate chegar ao cemitério.
 Não sabia onde estariam enterrados os filhotes, talvez se não fosse a chuva seria fácil encontrar onde a terra foi mexida a pouco tempo, mas naquela chuva seria difícil achar algo. Assim como ele não sabia onde estaria enterrado Diogo, Filho-do-vento.
 Decidiu apenas se ajoelhar num ponto que tivesse menos lama e ali fazer uma prece a todos. Talvez num outro momento pudesse orar individualmente a cada um.
 Em voz baixa, de olhos fechados, de mãos juntas, deu início a sua oração.


 "- Que essa chuva sejam como lágrimas do mundo que choram a tantos que se foram. Oro pelos irmãos que conheci, e pelos irmãos que não conehci... Oro por todos que se perderam... Foram muitos que morreram no ataque dessa cidade, foram muitos que morreram e nem tiveram a chance de viver com o surgimento da estrela rubra. Eu oro para que todos que tiveram seu ciclo interrompido, possam seguir e fluir como a água e encontrar com Mãe Gaia. Que encontrem conforto em seu caminho espiritual e também conforto aqueles que sentem sua falta..."

 Faz uma breve pausa, pensa nas mortes que viu e ouviu sobre desde a chegada ao Brasil, pensa em Helenna e sua perda e tantas outras garous que perderam crianças ou abortaram. Algumas lágrimas caem de seus olhos e se misturam a chuva.


 "- Irmão e mais que um laço de sangue, ou tribo... Irmão é algo espiritual que temos em comum, algo que a carne não entende... Somos todos força de vida, todos filhos de Gaia... Todos irmãos. Eu oro para você Filho-do-Vento, irmão que não pude conhecer, mas que me receberia nesta terra, e oro para que esteja leve como o vento junto a mãe e nos abençoe como brisa fresca em dia quente. Eu oro a todos os meus pequenos irmãos de raça, mesmo sem saber seus nomes, somos ligados pela marca de nosso nascimento e conhecemos coisas que os outros nunca entenderão, e nisso nos unimos como irmão. Espero os honrar nessa vida e que encontre amor e acalento com Mãe Gaia, como toda criança devia receber. Oro pelos nossos antepassados aqui, daqueles que ouvi a partida recente, a Lenda Velho Eusébio, e tantos outros que já estiveram nesse solo. Que possam ainda suas essências nos guia e aconselhar... Precisamos da uniåo e sabedoria de todas as eras nesses dias difíceis..."

 Faz uma última pausa para finalizar.

 "- Mãe Gaia, sei que chora com tantas perdas e tantos ciclos interrompidos,as como grande mãe que é, receba com carinho, o mesmo que nos dá a vida, todas essas almas... Cuida desses irmãos que partiram... E me permita poder honrar e proteger a vida nesse solo... Adeus irmãos, todos os irmãos e façam tranquila suas travessias... Que minha oração seja uma luz na escuridão do caminho... Obrigado por nos ensinar o valor da vida... Descansem em paz..."

 Passa mais um instante ali em silêncio, desenha na terra mole molhada, com o dedo, o glifo de Gaia, se levanta observando a água da chuva desfazer o desenho, só para depois disso poder partir.
 Sentia um pouco mais leve após a oração e cumprir seu dever como aquele que liga o material e o espiritual
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Re: Cemitério - Lar dos Ancestrais

Mensagem por Arauto-da-Morte em Seg Out 15, 2018 12:18 pm

Forma Atual - Crinos

O Peregrino completa a travessia, instintivamente, vira a cabeça para trás, como se procurasse algo ou alguém..

*Lyra?*


O Silencio o incomodava um pouco, estivera tão preocupado com outras questões que esquecera de dar a devida atenção a pequena não nascida que estava vinculada à ele..

"-Desculpe-me pequena, continuo aqui para você.."

A chuva criava pequenas e efêmeras poças de agua naquele solo sagrado, e, por mais que a pequena estivesse chateada com ele, o esguio crinos abre uma carranca de sorriso quando consegue distinguir, na turbulenta poça, a forma da pequena Lyra a o observar..

Cantaria para ela uma música de fogueira, mas, sua boca doía como se tivesse feito um boquete num gural nervoso e ele não era afeito à tratar a birra com afago..

"-Você que sabe garota.."


Se virando, ele continua seu rumo para a Clareira central, vendo uma tênue forma albina a sua frente, Royce tenta apressar o passo para chegar até ele, mas, não conseguindo, decide apenas afiar os sentidos pela certeza absoluta de que aquele Caern não era um lugar seguro..

OFF: Segue na Clareira Central
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Re: Cemitério - Lar dos Ancestrais

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