A Umbra Rasa (Penumbra)

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A Umbra Rasa (Penumbra)

Mensagem por NarraDiva em Dom Jun 25, 2017 9:42 am

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Âmago-de-Gunnr | Olhos-do-Caos - Matilha Asas da Esperança

Mensagem por NarraDiva em Qua Jul 05, 2017 12:24 pm

A matilha Asas da Esperança atravessa a Penumbra e daí vem a primeira grande surpresa desses jovens Garous. Uma Penumbra onde a floresta era muito mais intensa e fechada que o mundo físico e onde a energia gaiana parecia fluir com uma intensidade cinco vezes maior. 

Olhos-do-Caos não parece surpresa e apenas diz:

'- Por favor, vamos todos formar uma meia-lua para que eu possa convocar o totem.'
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Re: A Umbra Rasa (Penumbra)

Mensagem por Sussurros Solitários em Qua Jul 05, 2017 2:59 pm

Ao chegar na Umbra com os seus irmãos de matilha, Sussuros solitário os posiciona da melhor forma possível para o ritual com instruções rápidas e precisas. Ele olha para Skull Head e fala:
"- Estou pronto quando você estiver..." Aguardando o sinal positivo do outro Theurge para que ambos possam conjurar um avatar do Totem do Elefante e pedir que ele abençoe esta matilha.
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Skull-Head - Matilha Olhos da Tempestade

Mensagem por Skullhead em Qua Jul 05, 2017 3:11 pm

Sussurros Solitários era prático e Skull-Head gostava disso. O Andarilho também não gostava de muitos floreios, então logo auxilia o lupino a organizar o ritual. Quando o mesmo questiona se o filho da Barata estava pronto, esse apenas responde:

"-Estou tão pronto quanto tu. Podemos começar agora..."

O Andarilho olha cada um de seus irmãos antes de iniciar o procedimento junto ao outro Theurge. Aproximava-se do lupino, tomando a forma de batalha para iniciar o ritual. Achava respeitoso manter-se na forma Crinos para uma ocasião tão importante como aquela. Aqueles que observassem o corpo esguio da forma de batalha do Andarilho poderiam perceber que a pelagem negra por vezes se mesclava com manchas brancas, formando desenhos disformes.
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Elefante | Pacificador | Guardião-Ancestral - Matilha Olhos do Caos

Mensagem por NarraDiva em Qua Jul 05, 2017 6:47 pm

Os dois Theurges, apesar de tão distintos, parecem ter um começo promissor e harmônico na Olhos da Tempestade. Pacificador e Guardião-Ancestral observavam o trabalho da dupla atentos. 

O rito é muito bem executado e, em pouco tempo, um pequeno elefante, que ainda só falava na língua dos espíritos aparece diante dos Garous. 

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Re: A Umbra Rasa (Penumbra)

Mensagem por Luke Constantine em Qua Jul 05, 2017 7:05 pm

* Luke sente o mundo material se dissolver ao seu redor conforme a pelicula era rasgada para permitir a passagem da matilha. Era uma sensação incomoda, como se seus sentidos estivessem fora de sintonia. Tudo acontece bastante rapido e logo estavam diante de uma floresta cerrada repleta de sussurros. O ambiente era misterioso e não totalmente amistoso, mas uma energia boa percorria o local.  Quando a linha se forma, assume a posição central que lhe era de direito e assiste o trabalho ritualistico dos theurges. O desempenho de ambos fora excelente e o Alfa os aprovava em silêncio, pois em pouco tempo tinham um avatar do elefante diante de si. Ele era pequeno ainda, mas um dia seria realmente glorioso. Em silêncio, aguarda o lupino e o caveira iniciarem as tratativas. *
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Re: A Umbra Rasa (Penumbra)

Mensagem por Yorick MacAlister em Qua Jul 05, 2017 7:24 pm

Pantaneiro sentia sua energia se esvaindo do mundo material para o mundo espiritual quando a película é rasgada permitindo que adentrassem um a um para a Umbra na forma lupina com toda a matilha. Nota que os dois Theurges rapidamente inicia os trabalhos de invocação do Totem desenhando runas e símbolos no chão ao passo que não demora para o Elefante aparecer. Pareciam ter se dado bem, pois não demorou muito para ser invocado e o semblante do Totem era amistoso. Um filhote meio jovem, mas que na opinião de Pantaneiro, era detentor de um grande poder e aquilo facilitaria as coisas.

Nota também que o Alpha aguarda os Theurges tratar o totem com respeito e honra para só depois ver se o mesmo aceitaria a matilha. Não havia muito que pudesse fazer a não ser aguardar. Bastava observar e captar aquela energia boa do local.


Última edição por Yorick MacAlister em Qua Jul 05, 2017 11:31 pm, editado 1 vez(es)
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Re: A Umbra Rasa (Penumbra)

Mensagem por Victor Montenegro em Qua Jul 05, 2017 7:33 pm

A travessia pelo espelho acontece sem maiores problemas. A umbra do Caern era um lugar bastante agradável, mas não dá nem tempo de apreciar. O Uktena não perde tempo e já posiciona todos. Com todos nas posições designadas, ele o zé caveirinha começam o ritual. Tudo parece correr bem. Um espírito de um pequeno elefante aparece diante da matilha e parece amigável. Victor, com um sorriso de agrado no rosto, apenas aguarda que os Theurges deem desenrolar à situação.
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Matilha Asas da Esperança

Mensagem por Convidado em Qua Jul 05, 2017 7:53 pm

Thiago, feliz ali de estar de mãos dadas com o Alfa, já que aquilo podia denotar amizade é também que teria certo prestígio ali, mas sem esforço maior que era o caso dá Beta. Notou um certo tumulto ao que se tornara o fim da fila, mas preferiu não comentar, apenas acenou com a cabeça guardando a informação do que vira, seria útil no futuro, mas agora, iriam entrar na umbra e ver o totem, era um momento de concentração e solenidade e não de comentar assuntos.
A passagem foi tranquila e logo ele se surpreendeu com aquela floresta fechada e a energia que corria. Tinha ido algumas vezes a umbra rasa em atalhos e caminhos que peregrinos gostavam de usar em suas corridas, mas nada era igual ali. 
Reagiu a sua surpresa apenas quando Olhos do Caos, pediu que fizessem uma meia lua, então se moveu ali de mãos dadas com a fila indiana de forma a fazer a formação pedida.
Havia curiosidade e expectativas dentro de si.

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Re: A Umbra Rasa (Penumbra)

Mensagem por Sussurros Solitários em Qua Jul 05, 2017 7:56 pm

Ao final do ritual Sussurros Solitários olha com satisfação quando percebe a chegado do avatar do Totem. O Elefante é um espírito da ninhada do Grande Uktena e o lobo fica feliz em ver que ele vem de bom grado. Dando um passo a frente e fazendo um sinal de reverência e respeito o lobo começa o falar na língua dos espíritos que lhe é tão familiar. "- Poderoso Elefante obrigado por atender ao nosso chamado! Eu, Sussurros Solitários, Lupino, Theurge dos Uktena, venho pedir a sua benção para matilha dos Olhos da Tempestade. liderados por nosso Alfa, Legado-do-trovão, iremos trazer honra, glória e sabedoria em teu nome. "

O Lobo com a praticidade característica de sua raça para de falar e olha respeitosamento para o totem esperando a sua resposta.
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Jessica -Tomás - Tarek - Kiba - Grace - Zvanna – Sarah - Henker - Deganawida

Mensagem por Angelique T. Albrecht em Qua Jul 05, 2017 8:19 pm

Atravessaram a Penumbra sem problemas. Mas o que os olhos de Jessica veem a impressiona demais. Nem o Caern em São, que ficava no Parque Ecológico, era tão denso e tinha tana energia Gaiana. Era como se ela estivesse sendo banhada por uma água morna que a revitalizava de todos os seus anseios e lhe conferia uma força superior àquela que ela tinha. O lugar era simplesmente fantástico.

Olhos do Caos solicita que formassem uma meia lua e com o olhar ela convida Henker e Tomás para ficarem ao lado dela, um de cada lado, claro. Se vira para Tomás e pergunta a ele:

”-O que está achando da Penumbra aqui, Brilho dos Sonhos?”

Não sabia se ele já conhecia alguma, mas seria interessante conversar sobre. Depois da resposta de Tomás, ela continua admirando um pouco a floresta fechada e se vira para Olhos do Caos:

”-Olhos do caos...antes de atravessarmos a película você comentou que estava perigoso atravessar, por isso nos demos as mãos. Esse perigo é derivado de onde ou do que exatamente.”

Imaginou que fosse por causa da Wyrm, mas também poderia ser outra fonte de perigo que eles poderiam extinguir.


Última edição por Jessica dos Anjos em Qua Jul 05, 2017 8:35 pm, editado 1 vez(es)
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Tomás - Matilha: Asas da Esperança.

Mensagem por Convidado em Qua Jul 05, 2017 8:27 pm

Tomás sentia medo e receio de Henker desde quando este havia chego, mesmo após o ato aparentemente legal do Cria de Fenris o garoto sentia forte sensação de que ele oferecia perigo o que só agravou quando o rapaz escapou do homem para se afastar dele, era nítido que o paulista não ficava confortável perto dele, mas também... não ficava muito confortável perto de ninguém.

Foi o ultimo a atravessar para Umbra Rasa e sentia um pouco de medo e apreensão diante de lidar com o desconhecido, no fundo ele sentia que ciência havia falhado com ele, nunca havia visto informações ou ensinamentos científicos sobre a Umbra, sobre os Garous, antes era tudo fictício, agora é tudo tão... novo.

O que Tomás sente é absurdamente fora de qualquer sensação que já teve, ele não sabe explicar, mas mistura um aumento de adrenalina e ao mesmo tempo passasse por uma manta densa e pesada que o massageia, havia muita energia ali, de Gaia, como haviam lhe ensinado e ele gosta disso. Então Jéssica pergunta ao rapaz paulista o que ele sente e olhando ao redor responde. "- Não sei, é bom, mas não sei explicar. Acho que... "tudo isso" estará cheio de coisas que não sei explicar, bem... é a primeira vez que passo por aqui e parece tão... agradável e perigoso. -"

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Re: A Umbra Rasa (Penumbra)

Mensagem por Grace Tavares Conney em Qua Jul 05, 2017 8:37 pm

Grace aperta de leve as mãos de Sarah e de Kiba enquanto faz a passagem e entram na Umbra, precisando de uma sensação material mais concreta naquele espaço tão etéreo e espiritual, que por mais que fosse fascinante, também deixava a Galliard um tanto apreensiva. Sabia que apesar da aura acolhedora, havia perigos enormes pra quem se perdesse ali.
Obedece prontamente as instruções de Olhos-do-Caos, observando a posição dos outros para formar a meia lua. Escuta a pergunta de Jess esperando com discreta curiosidade a resposta da Theurge, embora pudesse imaginar qual seria.
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Olhos-do-Caos - 99-Centavos

Mensagem por NarraDiva em Qua Jul 05, 2017 9:09 pm

A Theurge ainda aguardava que toda matilha tomasse sua posição quando a Roedora de Ossos lhe faz uma pergunta. Zvanna responde de imediato:

'- Sou uma cliath, como vocês e estou na cidade poucas noites a mais que vocês que chegaram hoje. Então tenho informações ainda pouco conclusivas, mas o que consegui ouvir nas histórias da fogueira do Caern é que um vampiro, se não me engano com um nome africano que não saberei repetir aqui, que é mestre nas artes da feitiçaria fez algum tipo de ritual que mexeu com o mundo espiritual, tornando-o ainda mais perigoso e imprevisível. A película da cidade ficou mais difícil de ser rompida e todo cuidado aqui dentro, é pouco.'
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Re: A Umbra Rasa (Penumbra)

Mensagem por Kiba Valentine em Qua Jul 05, 2017 9:31 pm

O Ahroun atravessa de mãos dadas com Grace e Thiago esperando encontrar quase a mesma coisa que via no plano físico, porém, para sua surpresa, não era bem isso que via.

Kiba fica pensando que poderia ter algo a ver com o mistério daquele Caern, mas logo Olhos do Caos explica que não era bem isso.

Imaginar um vampiro capaz de mudar a Umbra daquele jeito era algo assustador, mas o Ahroun não deixa transparecer sua preocupação. Certamente os mais antigos já estavam cuidando daquilo.

Sem querer perder tempo o Presa de Prata solta as mãos, se posiciona na formação e assume a forma Crinos, algo que ele considerava uma forma de respeito pra receber o futuro Totem da matilha.

Logo todos podem ver um Crinos relativamente pequeno, chegando com dificuldade aos 2,5 metros de altura, porém com um porte físico digno de nota e pelos brancos cobrindo todo o corpo do Garou.
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Jessica -Tomás - Zvanna - Tarek - Kiba - Grace – Sarah - Henker - Deganawida

Mensagem por Angelique T. Albrecht em Qua Jul 05, 2017 9:37 pm

Tomás não parecia tão confortável como a Ragabash. Mas Jessica tentava, de qualquer jeito, que o irmão de augúrio se sentisse melhor. Saber que aquela era a primeira vez dele na Umbra, não foi surpresa. Ou ele quis dizer que era a primeira vez na Umbra do Caern? De qualquer forma o desconforto dele dava para perceber de longe:

”-Você tem razão. É ao mesmo tempo agradável e perigoso. Pode ser que se perca nas trilhas mais profundas e nunca mais volte, mas se manter atento é uma premissa que pode salvar sua vida.”

E Olhos do Caos responde Jessica sobre um vampiro que fizera algum ritual para dificultar a entrada na Umbra. Infelizmente o conhecimento de Jess sobre rituais era bem pequeno, então ela não saia ao certo como fazer para ajudar. Mas informações eram mais fáceis.

”-Entendo. Espero que consigamos, digo no todo do Caern, localizar esse vampiro e destruí-lo.”

Olhou para Tomás. Esperava que o aviso de Olhos do Caos fosse mais um motivo para ele não entrar na Umbra sozinho e se entrasse, mantivesse atenção triplicada. Mas já pensava em como poderia trabalhar com sua tribo e seus contatos para ajudar na localização do tal ser da Wyrm. Nisso, Kiba muda para a forma Crinos. Jessica só observa o Alpha em Crinos, mas nada diz.
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Grace(Crinos) - Asas da Esperança

Mensagem por Grace Tavares Conney em Qua Jul 05, 2017 10:32 pm

Grace fica chocada ao saber do vampiro que conseguira afetar a Umbra, mas evita demonstrar. No tempo certo ele ia ter o que merecia, fosse pelas mãos de sua Matilha ou de outro. 

Vendo que Kiba mudava de forma, mas que os outros permaneciam da mesma, ela sugere. 
- Acho que todos nós deveríamos passar para Crinos, para demonstrar respeito a nosso futuro Totem. 

E é o que ela mesma faz em seguida. Sua pelagem é avermelhada, com algumas manchas brancas que lhe dão uma luminosidade graciosa. Ondulada como seu próprios cabelos loiros, e parecia tão bem penteada quanto. Os olhos são de um verde intenso e brilhante, diferentes dos azuis claros que a Fianna tinha em sua forma hominídea.
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Re: A Umbra Rasa (Penumbra)

Mensagem por Derek Spencer em Qua Jul 05, 2017 10:52 pm

Spybot - Olhos da Tempestade

Assim que passam para umbra, é automático Derek assumir sua forma Lupina. Tão logo chegam, rapidamente os jovens novatos conseguem invocar o Elefante, Derek faz uma breve reverência e fica aguardando a manifestação do espírito, mesmo que ele não fosse entender uma palavra do que fosse ser dito já que ele não conhecia a linguagem dos espíritos.
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Sangue-dos-Quatro-Ventos - Matilha se formando

Mensagem por Deganawida "Degan" Oneida em Qui Jul 06, 2017 12:00 am

Degan entra na penumbra e tem a já familiar sensação de ser levemente tocado por um tecido como o veludo. 

Antes de saírem do mundo físico, o Wendigo já havia notado certo estranhamento entre o Andarilho e o Ahroun dos Fenris. Ele respira fundo pouco tempo depois de entrar no mundo espiritual:

Esses dois vão me dar trabalho... Pelo menos já tenho assunto com a Philodox dos Fenris. Se as coisas não melhorarem até o fim da noite, não tenho escolha a não ser apelar para meus ancestrais Iroquois...

Ele se lembra vagamente das histórias de como foi formada a União das Seis Nações, como eram forjados os laços entre irmãos das Seis Tribos dos Haudenosaunee que viviam em meio à guerra... 

O Philodox é chamado à realidade quando ouve da Theurge que a Penumbra daquela cidade havia sofrido um ritual conjurado por um vampiro. Quando ela menciona que o sujeito teria um nome africano, ele se lembra que os Peregrinos, que possuíam uma lenda naquele Caern, poderiam saber de alguma coisa. Era algo a se mencionar, mas antes, ele, seguindo Kiba, também assume a forma crinos, um imenso homem-lobo que chegava aos 3 metros facilmente, cujo pelo era uma mistura de branco e cinzento. O Wendigo mantinha as tranças na forma de batalha, o que era um costume de seu povo, e havia nele um olhar um pouco frio, talvez herança do patrono de sua tribo, o espírito canibal do inverno.

Ainda quieto, o Wendigo ouve Tomás dizer que era a primeira vez que visitava a Penumbra. Logo em seguida, Cordas-Trêmulas avisa que, em respeito ao totem, todos deveriam assumir a forma de guerra. Diante de toda situação, ele acha melhor complementar:

" - Eu duvido que sejamos atacados em pleno Caern, mas assumir a forma de batalha na Penumbra é também uma medida de segurança."

Brilho-dos-Sonhos precisa de toda informação que puder receber. Ele ainda pensa como um humano, não notou a quantos passos de distância ele já está de ser um...

E, voltando-se para a Theurge dos Senhores das Sombras:

" - A respeito desse vampiro, acredita que pode ser algum assunto com os Peregrinos Silenciosos? Há uma lenda da tribo aqui neste Caern."  


Era uma pergunta curta e sincera, antes de invocarem o totem. 
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Âmago-de-Gunnr (Crinos) | Olhos-do-Caos (Crinos) | Uirapuru - Matilha Asas da Esperança

Mensagem por NarraDiva em Qui Jul 06, 2017 12:03 am

A Senhor das Sombras assume sua forma crinos, tal qual a Fenris. Ambas apresentavam, na forma de batalha, as características marcantes de suas tribos. A Theurge aguarda que todos assumam a forma indicada pelo líder da matilha e, enquanto isso, respondia ao Wendigo:


'- Acredito que não, quem parece mais envolvido, pelo que ouvi, na caça a esse sanguessuga é o Presas de Prata Coração-Valente.'

Zvanna espera que todos assumam sua forma de batalha e, somente então, começa a fazer o que parecem ser desenhos no ar. Enquanto desenhava, entoava um uivo doce, agradável aos ouvidos dos Garous e viam que, ali, onde Olhos-do-Caos parecia desenhar as mãos começa a se formar uma energia. Uma energia que logo assume a figura do pássaro sagrado. O Uirapuru havia sido invocado e estava diante dos Garous.

Usando de seu uivo, a Senhor das Sombras começa a dialogar com o totem que, ao que parecia, só falava a língua dos espíritos. Zvanna, então, traduziu:


'- O Uirapuru os saúda e pergunta o porquê de sua presença. Saudei o futuro totem e disse que a matilha Asas da Esperança o invocara por sua bênção. Ele me questionou se conhecem seu dogma e se estão dispostos a honrá-lo.'

A Theurge olha para os membros da matilha e aguarda as respostas. Como Theurge, era a única que falava a língua dos espíritos, caberia a ela a tradução junto ao totem.

OFF GAME: Para acelerar, considerei que todos assumiram a forma Crinos conforme o alfa orientou.




Última edição por Narrador em Qui Jul 06, 2017 12:13 am, editado 1 vez(es)
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Elefante | Pacificador | Guardião-Ancestral - Matilha Olhos do Caos

Mensagem por NarraDiva em Qui Jul 06, 2017 12:08 am

Pacificador e Guardião-Ancestral mantém-se em segundo plano ante à matilha que dialogava com seu totem. Ambos possuíam totem pessoal e não seriam abençoados pelo Elefante. Os dois também se mantém na forma Crinos, uma mistura de respeito de usar a forma ritualística e também de precaução pelas histórias sobre o mundo espiritual na cidade.

O totem ouve as palavras do Theurge e, falando na língua dos espíritos, só compreensível para quem tem o dom Comunicação com Espíritos, diz:

'- Elefante gostar matilha. Matilha conhecer e honrar dogma de Elefante?'
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Re: A Umbra Rasa (Penumbra)

Mensagem por Kiba Valentine em Qui Jul 06, 2017 12:17 am

Kiba ouve o pedido de Grace e acena em positivo com a cabeça. De onde vinha isso era um costume sempre que iriam tratar alguma formalidade com o Totem, mas pelo visto não era costume em outras partes do mundo.

O Ahroun se curva logo assim que o pássaro sagrado surge diante deles. O Uirapuru era um pássaro pequeno, assim como Merlin, e infelizmente não falava o idioma dos Garous. O Presa de Prata olha ora para Olhos do Caos ora para Uirapuru e quando a Theurge traduz as palavras do Totem Kiba ergue o tronco para responder:

- Saudações Uirapuru, eu sou Asa Solitária, Ahroun dos Presas de Prata e Alpha da Asas da Esperança. Conheço o seu Dogma e prometo honra-lo enquanto viver.

Kiba então volta a posição de reverencia, esperando que os demais irmãos fizessem o juramento.
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Re: A Umbra Rasa (Penumbra)

Mensagem por Grace Tavares Conney em Qui Jul 06, 2017 12:28 am

A observação de Degan sobre a segurança recebe um aceno de aprovação de Grace. A fala vinha pontualmente e em bora hora. Guarda na memória o que Olhos-do-Caos diz a respeito da caça ao vampiro, mas ao ver que ela começava a invocar o Totem, fica alerta. 

O uivo tão agradável que emanava dos desenhos da Theurge deixa Grace contemplativa, com um semblante de puro deleite com o som que era música para seus ouvidos. Ao ver a figura do Uirapuru se formar, busca manter uma postura respeitosa, e logo depois do Alfa, faz seu juramento. 

- Sua voz e sua presença alegram o espírito, nobre Uirapuru. Eu sou Cordas Trêmulas, Galliard dos Fianna e Beta da Asas da Esperança. Prometo honrar seu Dogma e me mostrar digna de sua magnífica bênção.
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Re: A Umbra Rasa (Penumbra)

Mensagem por Yorick MacAlister em Qui Jul 06, 2017 12:29 am

Rapidamente, Pantaneiro deixa sua forma lupina e se transforma em Crinos, sua forma de combate em respeito ao totem.
Mostrava-se pêlos marrom avermelhados junto de uma musculatura típica de um Ahroun. Fez uma reverência honrosa ao Elefante e aguardava as palavras do Theurge para responder ao Totem, este que se demonstrava feliz com a matilha.
Até ali, tudo caminhava bem.
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Jessica (Crinos) -Tomás - Zvanna - Tarek - Kiba - Grace – Sarah - Henker - Deganawida - Uirapuru

Mensagem por Angelique T. Albrecht em Qui Jul 06, 2017 6:52 am

Grace sugere que deveriam mudar para Crinos. Jessica esperava essas palavras de Kiba, mas tanto faz. A Roedor muda para Crinos e todos podem notar seus pelos negros brilhantes e sua forma esguia. Deganawida aconselha que seria mais seguro estar em Crinos, o que a Ragabash concorda de pronto, além de levantar a questão de que o vampiro poderia, de alguma forma, estar ligado aos Peregrinos.

*Pantaneiro Júnior terá problemas para resolver se a resposta da Theurge for sim.*

Olhos do Caos responde que a ligação pode não existir e que já havia um Garou investigando, pelo menos era um garou mais envolvido, segundo ela..

*Um só? Muito estranho isso. Se esse vampiro é tão poderoso, poderiam ter destacado umas duas matilhas para perseguir isso. Coração Valente hein? Tinha que ser um Presas?*

A Theurge então dá seguimento ao ritual, após todos em Crinos, e desenha coisas no ar. Jessica se sentia bem perdida por não saber de fato compreender essas coisas de Theurge e sentia que deveria saber pelo menos um pouco. O uivo de Zvanna é agradável aos ouvidos e faz com que Jess mostre os dentes em um sorriso, só que na forma Crinos o sorriso era meio feio de se ver. Logo o Uirapuru estava com eles.

Olhos do Caos e o Uirapuru pareciam cantar, mas estavam conversando. Era uma conversa muito bonita e que a Roedor não queria que terminasse. O Uirapuru, ali no meio daquela floresta densa, parecia estar em seu habitat natural. Era como se fosse a peça faltante em um grande quebra cabeça. A composição era muito bonita.

Por fim a Theurge traduz o canto aos membros da Asas da Esperança. Seguindo o que Kiba e Grace faziam, Jessica se curva diante do totem e diz, após o Alpha e a Beta:

”-Eu sou conhecida como 99 Centavos, Ragabash dos Roedores de Ossos. Conheço seu dogma nobre espírito-pássaro e juro honrá-lo até meu último suspiro.”

Jessica então ergue sua cabeça e olha para o pequeno pássaro tão colorido e de canto tão bonito.
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Re: A Umbra Rasa (Penumbra)

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