A Umbra Rasa (Penumbra)

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Skull-Head - Matilha Olhos da Tempestade

Mensagem por Skullhead em Qui Jul 06, 2017 7:53 am

A conjuração do Incarna do Totem é feita com sucesso. Sussurros Solitários mostra uma maestria para tratar com espíritos, com certeza advindo de sua origem racial. Apesar de não reconhecer nenhum lupino entre os Andarilhos, Skull-Head já teve a oportunidade de ouvir os mesmos de outras Tribos. Inclusive, o Garou que havia acompanhado seu treinamento era um Theurge dos Crias nascido sob as quatro patas. Sabia que a raça era muito mais espiritualizada que os humanos.

O auxílio de um ao outro levou ao aparecimento do Totem. O Elefante ainda era um pequeno filhote, mas o Andarilho poderia vê-lo crescer saudável diante dos esforços da matilha. O Uktena introduz a matilha na língua dos espíritos, afinal o Totem ainda era fraco para compreender a língua dos homens ou o dialeto Garou. O irmão de lua apresenta a si e a matilha, focando as atenções no Alpha, localizado entre os Theurges. O restante da matilha que seria abençoado fechava o semi-círculo ao redor do Elefante. Enquanto o mesmo fazia as apresentações, Skull-Head desenhava sobre o solo da Penumbra; sentia o farfalhar da terra sobre as suas garras com muito mais intensidade do que quando o fazia em terreno físico.

Camilo era versado minimamente na simbologia Garou e o símbolo da Tempestade era um daqueles que ele reconhecia de longe. Ainda se lembrava das Assembleias que participou em seu solo-natal, em Manaus. Lembrava-se de uma, em especial, onde a chuva se fez presente com muito mais força, o que era corriqueiro em terras mais tropicais como as da floresta amazônica. Era noite e ele estava visitando a base de operações das matilhas coordenadas por GolGol First-Fangs. Blecaute havia mandado levar os Filhotes da Tribo para eles sentirem um pouco a gravidade dos problemas que a Mãe sofria. Ele não conheceu o Ancião dos Crias, mas teve a oportunidade de participar de uma reunião com os seus homens. Ele ainda lembra nitidamente quando o Theurge efetuou os Ritos de Assembleia e um dos desenhos que o mesmo imprimiu sobre o solo era o que representava a Tempestade que caia sobre eles. Aquilo pareceu torná-la muio mais poderosa e mágica.

Da mesma forma que o Theurge daquela Assembleia, Skull-Head desenha o símbolo diante do Alpha e a vista de todos. Ele primeiro traça com sua garra o topo do céu, aquilo que seria as nuvens. Depois, rapidamente, ele representa o raio que saia do mesmo e se rompia sobre as terras de Gaia. Por último, ele traceja três linhas pequenas, mas bem expressivas, que representavam o trovão. Ele olha por um momento para a representação e para o Elefante, finalizando o símbolo com um traço horizontal, paralelo as nuvens, mas um pouco mais abaixo. O acréscimo formava uma espécie de olho.

Símbolo feito:

O Elefante havia terminado de agraciar a matilha com um cumprimento. O Theuge se vira para os irmãos e traduz:

"- Meus irmãos, o Elefante nos saúda e diz gostar de nossa matilha. Ele nos pergunta se conhecemos seu dogma."

Ele não espera nenhuma resposta, pois sabia que a pergunta havia sido uma retórica. Era óbvio que eles conheciam o dogma do Totem que escolheram. Camilo não acompanhou a discussão, mas conhecia uma quantidade considerável de Uktenas das florestas Amazônicas, para reconhecer ao menos isso sobre o Totem. Assim, ele se volta ao Totem e diz:

"- Elefante, sou Skull-Head, nascido nas duas patas sob a lua crescente e acolhido pela Barata como filho seu. Nós, os Olhos da Tempestade, prometemos proteger e evitar a extinção de teus filhos, combatendo a ação daqueles que roubam suas presas. Também não utilizaremos nada que venha de suas presas pois sabemos o quão importante são as presas e garras para um filho de Gaia."

Ele olha para o Uktena; talvez o outro Lua Crescente quisesse acrescentar algo ao Totem de sua Tribo.
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Re: A Umbra Rasa (Penumbra)

Mensagem por Sussurros Solitários em Qui Jul 06, 2017 9:41 am

O lobo observa a maneira peculiar que os macacos, nascidos sob 2 patas, tem de fazer as coisas. Ao sentir o olhar do seu irmão de lua, ele apenas balança a cabeça em concordância. Já aprendeu as duras lições dos acordos com os espíritos e quanto menos se fala, menos se enrola.
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Âmago-de-Gunnr (Crinos) | Olhos-do-Caos (Crinos) | Uirapuru - Matilha Asas da Esperança

Mensagem por NarraDiva em Qui Jul 06, 2017 1:14 pm

As Asas da Esperança vão, uma a uma, fazendo seu juramento ao totem. Olhos-do-Caos já sabia das respostas, mas deixa que os Garous se manifestassem e fizessem suas reverências de honra ao Totem antes de fazer a devida tradução para o que seria o novo totem da matilha. Faltavam poucos e ela espera todos para seguir adiante. O Uirapuru observava atento cada um enquanto faziam a saudação.
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Elefante | Pacificador (Crinos) | Guardião-Ancestral (Crinos) - Matilha Olhos do Caos

Mensagem por NarraDiva em Qui Jul 06, 2017 1:23 pm

O potente barrir do elefante era o sinal positivo da bênção. Os Olhos da Tempestade sentiam algo diferente em si. A bênção Gaiana do totem era uma dádiva e, após a ação da dupla de Theurges da matilha ela estava consolidada. Falando com os dois Theurges, o totem diz:

'- Honrar Elefante ser totem de Olhos da Tempestade. Que Olhos da Tempestade honrar elefante daqui pra frente.'

Ainda fraco, o Totem começa a se desmaterializar na frente dos Garous que, no entanto, em seu íntimo, sentiam a presença dele junto a si.
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Re: A Umbra Rasa (Penumbra)

Mensagem por Convidado em Qui Jul 06, 2017 1:31 pm

Seguem as explicações do perigo, e Thiago fecha a expressão ao ouvir sobre o vampiro. Tinha ouvido sobre o poder vampírico na região, mas não tinha ideia da real situação. Após ouvir o questionamento de Degan olhou para ele todo sério dando um aceno de cabeça. Ouviu então sobre um presa de prata que caçava o vampiro em questão é passou os olhos sobre Kiba.
Dado aquelas informações, Olhos do Caos da início a invocação do totem.
Kiba toma a forma crinos, em seguida de Grace, que pede o mesmo a todos os outros. Assim Thiago toma sua forma crinos. Seguindo os da sua tribo, ela é em média maior que os outros crinos, mais alongado, de pelo negro e curto.
O ritual segue, e é de extrema beleza o conjunto do cantar da garou com o pássaro que surge. Pequeno, delicado mas de cores e voz vivaz. 
Dá-se então início às apresentações, o peregrino espera sua vez e então se manifesta.
"- Sou Sussurro da Noite, e é uma honra conhecê-lo espirito-pássaro, conheço seu dogma e ei de cumpri-lo de forma honrosa é manter viva sua história." 
Termina reclinando a cabeça para baixo em sinal de respeito.

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Re: A Umbra Rasa (Penumbra)

Mensagem por Yorick MacAlister em Qui Jul 06, 2017 1:44 pm

Skull-head passa muito bem a intenção da Olhos da Tempestade para o Totem, acima de tudo servir, proteger e honrar. O Elefante, ainda que fosse novo, era poderoso porque logo após aceitar e lhes entregar a benção, Pantaneiro sentia a grandeza daquela energia, daquele que parecia estar sempre junto e lutando lado da matilha.
Já tinham um totem, já tinham um nome e agora que realmente faria jus ao nome da matilha. Despede-se do Totem enquanto o mesmo vai se desmaterializando tirando seu chapéu e estendendo ao mesmo.
Depois volta ao normal pergunta ao Alpha sobre qual seria o próximo passo:
- E agora, Alpha? - cheio de vontade, com um semblante firme - Qual nossa missão?
Mostrava-se prontidão e acima de tudo demonstrava estar preparado para o que desse e viesse.


Última edição por Yorick MacAlister em Qui Jul 06, 2017 5:04 pm, editado 1 vez(es)
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Degan (crinos) - Matilha se formando - Uirapuru

Mensagem por Deganawida "Degan" Oneida em Qui Jul 06, 2017 2:45 pm

O Wendigo escuta a Theurge atento. 

Então... O combate aos vampiros nessa cidade é feito pelos Presas de Prata? Ainda mais a respeito da Umbra? Tsc...

Era estranho. Algumas vezes o Caern do Gelo Cantante era visitado por mensageiros Peregrinos Silenciosos (extremamente corajosos). Mesmo nas Terras Puras, ninguém parecia conhecer a Umbra como os Peregrinos. Ninguém. A prova disso é que eles nunca apareciam duas vezes vindos do mesmo lugar.

E, certamente, ninguém odiava os sanguessugas tanto como a tribo. Que também era africana...

Deganawida é pego pela doce voz da Theurge de sua matilha, conjurando o Uirapuru. O Wendigo se surpreende por um momento.

Como uma tribo como a dos Senhores das Sombras consegue entoar algo tão... Bonito?

Intrigado pelo que ouvia, ele testemunha o surgimento do pequeno pássaro nos desenhos da Theurge. Certamente era frágil, mas sua penugem realmente não deixava dúvida quanto a pertencer à ninhada do Grande Uktena. Conforme Olhos-do-Caos se comunicava com a pequena ave, no dialeto dos espíritos, o Philodox se deixava levar pelo doce canto do passarinho. 

E, por um instante, Deganawida desejou que existissem Uirapurus nas Terras Puras de sua tribo...

" - Sou Deganawida Oneida, o Sangue-dos-Quatro-Ventos, filho do Grande Wendigo, irmão mais novo do Grande Uktena, nascido entre os humanos e Juiz das tradições de Gaia, e juro, por meus ancestrais, cumprir com seu dogma e ser digno de sua bênção enquanto viver..."


As palavras do Philodox soam resolutas e austeras. Mas por dentro, ele estava feliz. 
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(Forma Crinos) - Uirapuru e Asas da Esperança.

Mensagem por Convidado em Qui Jul 06, 2017 5:25 pm

Tomás segue o padrão feito pelos seus colegas e como eles se transforma em sua forma Crinos.

O rapaz paulista tem em sua forma Crinos características diferentes dos da maioria, não é imenso ou forte. Não passa de 2 metros 20 centímetros e é um tanto quanto mais magro e franzino que os outros Crinos. Sua pelagem e aparência remetem muito mais a cães pastores de grande porte (como Pastor Canadense, Border Collie ou Husky Siberiano) que são extremamente próximos aos lobos do que os próprios lobos em si. 

Está aparência pode gerar sim olhares negativos de Garous mais conservadores ou de membros de Tribos como Garras Vermelhas e Crias de Fenris. De sua matilha provavelmente Tomás e Grace tinham as aparências menos ferozes, o que gerou algum grau de simpatia do rapaz para com a Irlandesa e para surpresa do rapaz até mesmo Tarek e Jessica tinham aparência um pouco sombrias e assustadoras. (GRACE, somos fofos). 

Como seus colegas ele também se compromete com o totem.  "- Eu sou Tomás Von Ludwig, Brilho do Sonhos, da matilha Asas da Esperança. Conheço seu dogma e juro honrá-lo, nobre Uirapuru".

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Legado do Trovão - Olhos da Tempestade

Mensagem por Luke Constantine em Qui Jul 06, 2017 7:12 pm

* Luke havia se posicionado entre os dois Theurges, e observava de perto a grandiosidade do Elefante. Se ele já emanava força naquele estado, o Senhor das Sombras imaginava como ele seria quando estivesse fortalecido e a imagem o agradava. Não entendia a língua dos espíritos e, por isso, não tinha nada à dizer. Apenas acompanha com os olhos toda a ritualística envolvida e, para seu agrado, os theurges faziam um trabalho impecável. Não deixa de notar que Skull-Head havia feito um Glifo bem na frente. O desenho era interessante e esteticamente bonito, mas o Ahroun não o compreendia totalmente. Seus pensamentos são interrompidos pelo próprio caveira, que traduz as palavras do Elefante aos demais. Concorda com a cabeça mas nada diz, o que tinha de ser feito estava sendo conduzido por aqueles que nasceram para o trabalho e não tinha a menor intenção de interferir. Apenas alguns instantes depois o Elefante emite um poderoso som e a percepção de sua bênção preenche todo seu corpo. Sentia a força do totem fluindo em seu ser como se fosse parte de si. Estava feito, os Olhos da Tempestade tinham um guia para honrar de agora em diante. Pantaneiro não perde tempo e questiona sobre a missão,  era possível ver a gana em seus olhos e era exatamente aquilo que esperava de seus irmãos.  Não responde de pronto, virando-se para os theurges inicialmente e dizendo em seu tom grave habitual: *

- Vocês honraram a lua em que nasceram.

* Aquela era a forma que o Ahroun tinha para expressar sua satisfação.  Direciona à todos a resposta da indagação do Pantaneiro: *

- Agora que fomos abençoados chegou a hora de falar sobre o envelope. Mas não aqui. 

* Fala novamente aos theurges de sua matilha: *

- Vamos fazer a travessia.  

* Já estando próximo ao lupino, encosta novamente uma das pernas em seu torço e segura o braço de Skull-Head, que era quem estava no lado oposto. Aguarda os outros fecharem o elo para a travessia. *
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Âmago-de-Gunnr (Crinos) | Olhos-do-Caos (Crinos) | Uirapuru - Matilha Asas da Esperança

Mensagem por NarraDiva em Qui Jul 06, 2017 7:56 pm

Depois que todos os membros da matilha fazem a saudação, novamente o Uirapuru e a Senhor das Sombras continuam a conversar. A conversa dura um pouco mais do que podia ser previsto pelos Garous que sentem crescer uma energia boa em seu íntimo. Zvanna nem precisaria dizer, aquela energia deixava claro que o Uirapuru os havia aceito. 

O pequeno totem começa a se desmaterializar no ar enquanto a Senhor das Sombras, ainda em Crinos, diz:

'- O Uirapuru os aceitou e fez questão de dizer que é a primeira vez, em mais de 300 anos, que volta a abençoar uma matilha.'

A Theurge rompe a película e estende a mão para Sarah que já a pega e estende a mão, por sua vez, para a Fianna. Zvanna orienta:

'- Vamos voltar ao Caern...'

E quando todos se tocam, ela inicia a travessia.

OFF GAME: Após todos darem as mãos, podem postar normalmente no tópico da Clareira Central.
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Re: A Umbra Rasa (Penumbra)

Mensagem por Yorick MacAlister em Qui Jul 06, 2017 8:05 pm

O Alpha faz um elogio pros Theurges e Pantaneiro tinha que concordar que era merecido. Fizeram um belo trabalho na invocação e aquilo era algo digno de reconhecimento. O Ahroun aprovava quem era objetivo e os Theurges com poucas palavras e muita ação, fizeram a tarefa com excelência.

Eis que então o Alpha responde ao seu questionamento. Já iria passar a missão pra matilha, mas antes tinham que voltar para o Caern. Segura novamente a mão do Filho de Gaia, ao passo que também pega a pata de Spybot e estava pronto para rasgiarem a película.

Aguardava os outros irmãos fazerem o mesmo para voltarem ao Caern.


Última edição por Yorick MacAlister em Qui Jul 06, 2017 8:17 pm, editado 2 vez(es) (Razão : Pantaneiro (Crinos) - Olhos da Tempestade)
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Pacificador (Crinos) | Guardião-Ancestral (Crinos) - Matilha Olhos da Tempestade

Mensagem por NarraDiva em Qui Jul 06, 2017 8:12 pm

Pacificador aproveita que Pantaneiro pegou sua pata em Crinos e usa sua outra pata para alcançar o Galliard Guardião-Ancestral que, por sua vez também usa a pata em Crinos para pegar a mão do Theurge Skull-Head, imaginando que seria o Lupino, por uma natural maior afinidade com o mundo espiritual que guiaria a travessia.
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Re: A Umbra Rasa (Penumbra)

Mensagem por Victor Montenegro em Qui Jul 06, 2017 8:25 pm

Victor sente a força do totem e a imediata conexão entre os membros da matilha. Parece satisfeito. Faz um gesto cortês de apreciação para os Theurges e, sem nada falar, apenas põe uma mão no ombro do presa de prata e aguarda a travessia.
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Re: A Umbra Rasa (Penumbra)

Mensagem por Sussurros Solitários em Qui Jul 06, 2017 8:37 pm

Era reconfortante sentir a nova conexão espiritual com o totem e com seus novos membros de matilha. O destino lhe parecia favorável e ter um Totem que faz parte da família espiritual do Grande Uktena lhe traria honra e sabedoria. Ao perceber que todos os seus irmãos de matilha estavam conectados o lobo se concentra em fazer a travessia ao mundo físico. Estava ansioso por mostrar ainda mais as suas capacidades nesta terra dominada pelos macacos.

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Re: A Umbra Rasa (Penumbra)

Mensagem por Kiba Valentine em Qui Jul 06, 2017 9:19 pm

Kiba escuta um a um seus irmãos fazendo seus juramentos para a pequeno pássaro sem mover um músculo sequer. Quando a bênção do Uirapuru recai sobre o Presa de Prata, ele inspira profundamente, como se aquilo pudesse prolongar a sensação por mais tempo.

As palavras da Senhor das Sombras então deixam o Ahroun emocionado. Haviam dado força a um espírito esquecido pelas outras Tribos e instintivamente o Alpha olha na direção de Thiago, acenando em aprovação com a cabeça para o Peregrino.

Depois do pedido da Theurge o Ahroun se levanta e segue para sair da Umbra. Agora eram uma matilha e tinham uma missão para cuidar.
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Grace(Crinos) - Asas da Esperança

Mensagem por Grace Tavares Conney em Qui Jul 06, 2017 9:23 pm

Grace, um pouco apreensiva, esperava que a conversa mais longa entre o Uirapuru e Olhos do Caos não fosse sinal de problemas, mas logo ela percebe que não é, ao sentir a força acalentadora que começava a se espalhar dentro dela. A Fianna fecha os olhos, apreciando aquela sensação, mas os reabre a tempo de ver o Uirapuru os deixando, e a Theurge passar seu recado. 
- Trezentos anos?! Vamos honrar essa confiança depositada depois de tanto tempo - "e acrescentar esse dado à belas canções que faremos..." 

Seguindo à orientação, Grace segura a mão de Sarah e estende a outra para Kiba, para saírem da Umbra na mesma formação que entraram.
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Sangue-dos-Quatro-Ventos (crinos) - Matilha se formando - Uirapuru

Mensagem por Deganawida "Degan" Oneida em Qui Jul 06, 2017 9:40 pm

O Wendigo não pode deixar de observar a forma de batalha daqueles que se tornaram seus irmãos de matilha. Infelizmente, suas suspeitas quanto ao Andarilho se confirmam, ele quase não era um lobo, assemelhando-se mais a um cão...

Em seguida, a Theurge dos Senhores das Sombras revela que o Uirapuru não havia sido escolhido como totem em 300 anos. 

Não é pra menos que Gaia está caindo. Os espíritos mais antigos da Wyld não estão tendo a chance de abençoar novas matilhas, que estão voltadas a aberrações da Weaver, ou sendo suplantados por totens de outros lugares longe das terras puras...


O espírito do Uirapuru paira sobre o Wendigo e ele recebe sua bênção, tendo a melhor sensação desde que deixou as terras de sua tribo no Canadá e foi ao Brasil. De espírito renovado, o Philodox apenas balança a cabeça em concordância à frase da Galliard, de que honrariam o filho dos Uktena com toda sua força. 

Sem nada mais a dizer, Deganawida segue Kiba e os demais para voltar ao Mundo Físico.
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Tarek - Matilha Asas da Esperança

Mensagem por Convidado em Qui Jul 06, 2017 9:50 pm

Após apresentações, dá-se início a uma conversa entre o totem e a theurge. E logo o garou sente uma energia revigorante e animadora correr por si. Era sinal que o totem os havia aceito dar sua benção.
Olhos do Caos, conta que a tempos o pássaro não abençoada uma tribo, e com isso vê alguns surpresos e recebe do alfa um olhar de aprovação.
Começava a ver as vantagens de ter uma boa memória e coletar as histórias antigas dos garou, trazer as bençãos perdidas e retorno daquilo que foi perdido e que não se recupera fácil nem com os contato com os antepacados, algo que sua tribo não podia contar.
Terminado e orgulhosos de si, e sim, ele manteria o mito do Uirapuru presente.
Pega a mão de Grace e Degan, formando a fila novamente para sair dali.

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Re: A Umbra Rasa (Penumbra)

Mensagem por Derek Spencer em Qui Jul 06, 2017 11:51 pm

Spybot - Olhos da Tempestade

Elogios justos eram feitos, apesar de que um theurge deveria ser capaz de conjurar um totem, porém o trabalho em conjunto dos dois fez com que tivessem sucesso indiscutível era um bom sinal de trabalho em equipe para a matilha. A conexão do totem era imediata após o acordo com o mesmo e quando tudo havia sido resolvido, Derek sente novamente o caipira lhe encostar e nada diz, apenas olha para o jovem Pantaneiro e espera a travessia, era bom que estavam lhe poupando muito trabalho.
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Re: A Umbra Rasa (Penumbra)

Mensagem por Convidado em Sex Jul 07, 2017 12:39 am

O ahroun era o último a se apresentar, usa o tempo em que todos fazem para permitir que sua mente não tivesse mais nada focado que não à honra ao totem.

Deixa que todos falem, observa cada um com silêncio e mantém-se absorto em sua concentração de esvaziar a mente de tudo o que não era válido naquele momento.

Finalmente um silêncio, e ele não permite que perdure por tempo demais, sabia que era a sua hora de falar e ele abaixa a cabeça e vira o pescoço de lado em sinal clara de rendição, uma postura que ele só via ao término das batalhas quando o oponente se mostrava vencido, de quando o mais fraco mostrava quem era o mais forte, uma postura que ele não adotava, mas a única que ele entendia ser válida para mostrar que estava se comprometendo.

Pega então a mão de quem estivesse livre, e segue para o mundo físico.

Então, voltando a sua postura normal, mas com sem deixar o peito estufado e com as patas e garras baixas fala.


- Algoz de Einhejar, entre os homens conhecido como Henker von Fenrirsulfr, filho dos Crias de Fenrir, Mão de Tyr e guerreiro, ahroun de Gaia. Juro honrar seus dogmas e usar minha força e tudo o que eu tenho para merecer o seu favor.


E assim que termina de falar, acompanha o findar da cerimônia e consegue perceber que o favor daquele pequeno pássaro corria com força em sí.

A fala final, traduzida, de que tanto tempo se passara sem que antes ele tomasse para sí uma matilha faz com que o ahroun continue pensativo, analisando aquela responsável que agora estava sobre seus ombros.

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Jessica (Crinos) -Tomás - Zvanna - Tarek - Kiba - Grace – Sarah - Henker - Deganawida - Uirapuru

Mensagem por Angelique T. Albrecht em Sex Jul 07, 2017 4:24 am

Todos juram honrar o totem e Olhos do Caos faz a tradução das palavras dos Garous para o Uirapuru naquele canto magnífico. Jess sente uma energia pura invadir seu corpo e ela sabia que a benção do pássaro estava a inundando.

As palavras da Theurge a surpreendem. 300 anos sem abençoar uma matilha e eles tinham quebrado esse jejum junto ao totem. A Ragabash tinha noção de que isso era uma coisa extraordinária. E iria fazer de tudo para honrar o totem e a matilha.

Pega novamente a mão de Henker e de Tomás e acompanha sua matilha, voltando ao Mundo Físico.
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Skull-Head - Matilha Olhos da Tempestade | Legado-do-Trovão

Mensagem por Skullhead em Sex Jul 07, 2017 1:02 pm

O Totem cumprimenta a matilha e se desmaterializa pelos ares umbrais. O som penetra os tímpanos do lua crescente e ele sente um arrepiar na espinha. Sentia-se conectado com todos os que tinham selado o compromisso com o Elefante e que, por Gaia, essa matilha prosperasse aquilo que os patrulhemos não puderam prosperar. Gostaria de ouvir as canções sobre suas missões sendo cantadas nas assembleias daquele lugar tão distante de sua terra natal.

Assim, os Olhos da Tempestade se unem para atravessar a Película, mais uma vez por intermédio do lupino. Ele sente a mão do Alpha tocar sua pelagem, ao passo que ele volta a forma humana para facilitar o processo.
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Narração - Skull-Head | Sussurros-Solitários | Legado-do-Trovão

Mensagem por NarraDiva em Dom Jul 16, 2017 11:28 pm

O trio surge na Penumbra. Os Malditos, que começavam a se afastar após a purificação, ao sentir a presença dos gaianos, imediatamente se voltam e começam a ir na direção do trio. Eram quatro Malditos, todos espíritos que se corromperam. Dois espíritos do ar, um espírito da noite e um espírito da dor.
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Re: A Umbra Rasa (Penumbra)

Mensagem por Sussurros Solitários em Seg Jul 17, 2017 12:33 am

A transição se dá de maneira instantânea, apesar da película está mais espessa a pureza de gaia presente no lobo prevalece mais uma vez.

Assim que atravessam, eles mal tem tempo de se acostumar com a penumbra quando avistam um pequeno grupo de espíritos corrompidos: 2 espíritos do ar (Duas formas gasosas esverdeadas e levemente humanóides), 1 espírito da noite (uma sombra que se mexia com olhos brilhantes e maliciosos, 1 um espírito da dor (uma forma humanóide e sangrenta com uma face contorcida em perpétua agonia), para azar do trio a horda de espíritos os enxerga de volta.

O Lobo já passa para a sua forma de combate preferida (Hispo) e enquanto espero ações dos seus companheiros avisa: "- Aquele sangrento é um espírito da dor e é o mais perigoso do grupo." O Lobo se posiciona de forma defensiva enquanto aguarda as ordens do Alfa.

OFF GAME: Mudo de forma para Hispo.
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Legado do Trovão - Grupo A

Mensagem por Luke Constantine em Seg Jul 17, 2017 11:40 am

* Após o toque do lupino tudo acontecera tão rápido que mal pôde crer. Nunca antes havia atravessado a película entre os mundos de forma tão eficiente e aquilo era mérito de Sussurros Solitários. Como sempre, a diferença entre os dois mundos era gritante e o Ahroun tenta se ambientar o mais rápido possível. Já era possível ver os malditos de aproximando, não teriam muito tempo para se prepararem. Ouve o aviso do lobo e, sem amenidades, vai ao que interessa: *

- Temo que acabar com isso rápido, tamo em desvantagem nos números.  Vamo os 3 no mesmo: o Sangrento primeiro, depois a Sombra. Nos últimos dois a gente se divide, vocês em um e eu no outro.

* Mantinha olhos fixos nos malditos que se aproximavam e sente a adrenalina do combate preencher todo seu ser. O sangue começava a pulsar mais rápido em suas veias em antecipação à carnificina que viria. Concentra sua energia espiritual para ativar seu fetiche e era como se os grilhões que lhe seguravam tivessem se rompido, sentia-se letal. Sem nunca deixar de acompanhar a movimentação dos espíritos corrompidos, finaliza em seu tom grave: *

- Eu vou na frente e vocês seguem de perto. Vou puxar o máximo da atenção pra mim, enquanto eu seguro vocês dilaceram. Honrem nosso nome!

* Sentia a fúria queimando forte, gritando para ser libertada. Se posiciona um passo a frente dos demais, assumindo o centro da pequena formação. Faltava pouco agora, canaliza sua ira para iniciar sua transformação naqueles instantes que antecediam a guerra. *


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