As Montanhas do Caern

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Sangue-Sobre-a-Neve - Matilha Asas da Esperança

Mensagem por NarraDiva em Qui Mar 15, 2018 10:47 pm

'- Decisão ser sábia, Asa-Solitária...' - Diz Sangue-Sobre-a-Neve se levantando com um enorme bocejo... 


'- Mas, Sangue-Sobre-a-Neve precisar falar com matilha agora que macacos se acalmar.'


A Theurge Impura, na forma lupina, olha para todos e, diz:


'- Sangue-Sobre-a-Neve ser convidada pra correr com Renascidos pelo Fogo quando chegar em Caern. E querer aceitar. Ser importante pra Sangue-Sobre-a-Neve correr com irmãos Impuros como Sangue-Sobre-a-Neve. Sangue-Sobre-a-Neve achar que macacos falar demais e não entender tudo que macacos falar. Não desgostar de macacos, mas não entender e por isso partir. Esperar que Asas da Esperança entender. Sangue-Sobre-a-Neve não querer causar confusão e nem discursos.'


A Impura espera reações para partir. Seu recado era claro, ela já havia aceitado o convite da matilha que reunia Impuros no Caern.
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Sangue-dos-Quatro-Ventos (hominídeo) - Asas da Esperança

Mensagem por Deganawida "Degan" Oneida em Qui Mar 15, 2018 11:38 pm

Deganawida coça a cabeça.

Demorou heim...

O Philodox respira fundo. No fim das contas, disputar a liderança do jeito que as coisas estavam só iria, além de atrasar os afazeres da Matilha, passar mais instabilidade para os outros. Depois dariam um jeito de falar com Helenna, mesmo que ela continuasse se recusando, falar com ela era o certo. 

" - Bom..."

Ele balança a cabeça depois que Asa-Solitária e Spybot falam.

" - O lugar da Fúria é sendo despejada sobre a Wyrm. Cada vez que nos vermos a beira do abismo, precisamos olhar para dentro e ver todos que dependem de nós. E é para eles que vamos nos controlar e seguir."

Ele olha para Asa-Solitária e espera que ele entenda: era pai de um Impuro e receberia um segundo filho. Para além da Matilha, ele definitivamente tinha por quem lutar. E, Degan ouviu dizer, a vida de Impuros poderia melhorar muito naquela sociedade a depender da honra dos pais, por mais excepcional que fosse.

Em seguida, é Sangue-sobre-a-neve quem decide deixar a matilha. O Wendigo lamenta a decisão é balança a cabeça. Ele se comunica da melhor forma que pode com ela, se aproximando enquanto diz

" - Eu falo pelos Wendigo, não queria que Sangue-sobre-a-neve fosse. Garras Vermelhas são fortes, somos aliados nas terras puras. Mas sem confusão. Boa caçada em sua nova Matilha."

Aquilo parecia um barco de onde todos queriam descer. O Wendigo lamenta tudo aquilo por dentro, mas não acha que conseguiria convencer a Impura. 

Ele faz um gesto com a cabeça para a Garou, se despedindo. Garras não gostavam de muitos gestos bruscos.

" - Depois que repassarmos as informações e combinarmos como agir, ainda assim, precisamos falar com Helenna. Mesmo que ela prefira não voltar. Ela esta nessa Matilha ha mais tempo do que a maioria, sangrou por nós e salvou nossas vidas mais de uma vez. Não é justo deixá-la desse jeito."

O Wendigo havia dito tudo o que tinha pra falar naquele momento. Ele fica quieto esperando pela recapitulação dos planos.
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Re: As Montanhas do Caern

Mensagem por Derek Spencer em Sex Mar 16, 2018 12:02 am

Spybot (Hominídeo) - Asas da Esperança

O andarilho com muita calma diz:

-"Na boa, acho que é bom ela passar um tempo com ela, velho não sei como alguém pede respeito se chama os próprios irmãos de lixo. Ela não é dona da verdade e ela fez questão de jogar na cara da matilha que só tava aqui de guarda costas da Grace."


Última edição por Derek Spencer em Sex Mar 16, 2018 3:17 pm, editado 1 vez(es)
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Sangue-Sobre-a-Neve - Matilha Asas da Esperança

Mensagem por NarraDiva em Sex Mar 16, 2018 12:06 am

Sangue-Sobre-a-Neve balança o focinho carinhosamente em Degan e diz:

'- Sangue-Sobre-a-Neve gostar de Wendigo. Sangue-Sobre-a-Neve partir.'

A Garra Vermelha segue seu rumo, deixando sua antiga matilha para trás.
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Re: As Montanhas do Caern

Mensagem por olhosdegaia em Sex Mar 16, 2018 12:20 am

Forma - Hominideo

O Lupino, em sua forma hominidea respira aliviado, claramente a tensão havia passado no segundo que Kiba revertera sua decisão, ele estende a mão para o Alfa, o cumprimentando e o ajudando a se levantar para pensar no futuro.

"- Muito bem Asa Solitária, fico feliz em continuar correndo por você."


E num piscar de olhos a Impura que a pouco chegara já partira, somente depois Olhos de Gaia repararia que ela era a única que conhecia a Wyld do Sítio. No momento estava aliviado que a matilha continuava, porém preocupado com como cada um se sentia, aquile pensamento estava crescendo na cabeça do Lupino, que pensava em como poderia aliviar os sentimentos da matilha, para poderem seguir seus instintos, ou razão.

"- Posso invocar o Uirapuru para apresentar Grito-de-Guerra e Legado-do-Trovão?"
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Pantaneiro (hominideo) -Asas da Esperança

Mensagem por Yorick MacAlister em Sex Mar 16, 2018 12:51 am

Pantaneiro dá um breve sorriso para Ronaldo selando uma boa convivência depois do problema esfriar. É quando Helenna, depois de tudo que falou, se quer da um tchauzinho.

"Ah, rapariga ingrata... Depois o lixo sou eu..."

Depois dessa ignorada Yorick passou a gostar menos de Helenna e talvez ela não estar mais na matilha fosse melhor para sua convivência. É então que Kiba decide renunciar como Alpha e Pantaneiro fica atônito mais uma vez.

"Pra que isso agora..."

Se a vaga estivesse aberta à um desafio coletivo, iria pleitear, mas antes que qualquer coisa fosse decidido, o Filho de Gaia em uma postura nunca vista antes pula ao centro tomado pela fúria e chama Kiba de bundão por desistir da matilha tão facilmente.

"Pensando por esse lado é verdade... Talvez tenha cansado de tudo isso."

Havia gostado da atitude de Kiba em defender Pantaneiro quando socou Ronaldo. Era uma pena que Degan prometia lhe punir, mas se defenderia no momento certo.

"E agora? Como vai ser?..."

Degan despeja um caminhão de realidade, Grace coloca panos quentes e Derek termina de arrebentar com tudo sendo o mais realista de todos. As palavras do Ragabash eram duras, tão duras quanto deviam. Luke também faz algumas ponderações e Pantaneiro nesse momento se perguntava se Kiba teria culhões pra manter sua palavra.

"Não tem... Se arrependeu rápido..."

É a conclusão de Pantaneiro ao ver que ele voltava atrás no que disse. Ficou uma situação constrangedora, principalmente porque aquilo colocava o caráter do Presas de Pratas à prova.

" Se ao menor rompante de fúria ele se cega pelos próprios erros e joga a toalha, como continuar acreditando que ele pode ser um bom Alpha para a matilha? "

Era um dilema. Respeitaria e apoiaria Kiba, porém aquela demonstração de fraqueza era delicada.

Derek por final busca prosseguimento e bastava Grace fazer o encaminhamento das informações e apresentar Ronaldo para o Totem.

"Finalmente as coisas parecem ter se acalmado..."
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Grace(Crinos) - Asas da Esperança

Mensagem por Grace Tavares Conney em Sex Mar 16, 2018 1:02 am

Grace respira aliviada quando Kiba decide se manter como Alpha da Asas da Esperança. Achou que isso finalmente acalmaria as coisas. Surpreendentemente, é Spybot que consegue colocar um ponto final na discussão, e ela acena para o Ragabash, pronta para fazer o seu trabalho.

Contudo, Grace tem outra surpresa, e não boa. Não esconde sua tristeza com a partida de Sangue sobre a Neve.
- Eu gostaria que você ficasse. Não queria que nenhuma de vocês tivesse saído... mas se é o que você realmente quer, respeitarei. Eu também desejo uma boa caçada na Renascidos pelo Fogo. 
Despede-se com um sorriso triste.

Faz um aceno firme de concordância com Deganawida.
-  Eu irei falar com ela, sozinha. Farei um resumo de nossas missões também, mas antes de qualquer coisa, Luke e Ronaldo precisam ser apresentados ao Uirapuru, como Olhos de Gaia bem lembrou - olha para o theurge com aprovação - antes de sua invocação, irmão, apresentarei o Dogma de nosso Totem...

Olhando para os dois novos membros, ela diz.
- O Uirapuru nos pede para colocar frutas no Caern para os pássaros todas as manhãs, nos proíbe de comer carne de aves, e nos dá o dever de, uma vez por mês, libertar pássaros de suas gaiolas. A bênção do Uirapuru nos torna mais ágeis, mais eloquentes e melhores caçadores. 

Vira-se para Deganawida então, lembrando. 
- Além da apresentação ao totem, Sangue dos Quatro Ventos tem algo a tratar com o espírito do Luno... Asa Solitária, com a sua permissão, enquanto vocês todos cuidam dessas questões espirituais, eu irei falar com Helenna.
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Narração - Matilha Asas da Esperança

Mensagem por NarraDiva em Sex Mar 16, 2018 10:44 am

Toda a matilha abençoada pelo totem sente que o vínculo com o Uirapuru estava extremamente fraco, quase a ponto de se romper. 
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Re: As Montanhas do Caern

Mensagem por Ronaldo em Sex Mar 16, 2018 11:20 am

Ronaldo escuta atentamente as palavras da Grace e fica chocado:

"caralho mano, acabou frango da padaria com farofa! porra adorava comer frango lá do barzinho xodó de Realengo, caraca."

Ronaldo tb no fundo não curtia muito Hellena, o pouco que viu era rosnado pra macho e tudo era machismo, isso dá no saco. Ronaldo iria permanecer calado, observando e olhando, toda vez que abria a boca, alguma coisa acontecia. Esperaria o alfa dar as ordens e dessa vez sem falar pra colocar o "pau na mesa".
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Capitã Evellyn Santos - Spybot

Mensagem por NarraDiva em Sex Mar 16, 2018 11:32 am

A mensagem de Evellyn chega no celular de Spybot: 'Oi Derek... o dia tá complicado, estou numa reunião conhecendo os caras que vão cuidar da intervenção junto comigo e, sinceramente, acho que nenhum deles é de confiança.'
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Olhos de Gaia - Uirapuru, Asas da Esperança

Mensagem por olhosdegaia em Sex Mar 16, 2018 11:46 am

Forma - Hominídea

Grace começa a falar sobre o Uirapuru e ele começa a sentir a ligação esvaindo, como se tivesse se esvaziando de poder, ele não sabia exatamente o que tinha acontecido, então não titubeia nem por um segundo.

Dá dois passos em direção ao mato, e coleta dois galhos e um mais grosso, fazendo um pequeno totem do pássaro, então ele apenas assobia, assobia o canto do Uirapuru, e imediatamente o Totem pousa em um galho, numa árvore próxima a matilha.

Ele então pega uma pequena frutinha da árvore e deixa aos pés do pássaro e pergunta em voz baixa, não pra não ser ouvido, mas para o Uirapuru especificamente, na língua dos espíritos

"- Nobre Uirapuru, pensei em ti e o senti distante, o que o aflige?"


OFF: Conjuração - 6 sucessos / Harmonização - 5 Sucessos
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Uirapuru - Matilha Asas da Esperança

Mensagem por NarraDiva em Sex Mar 16, 2018 12:19 pm

Olhos-de-Gaia sabia que havia feito uma conjuração praticamente perfeita. Sabia que tinha se harmonizado perfeitamente com o espírito, mas via que o Uirapuru que surgiu em cima de um galho de uma das árvores mais baixas dali estava triste. De onde o totem estava, todos podiam vê-lo. Ele falava na língua dos espíritos, então, quem não tinha o dom da comunicação com espíritos não conseguia entendê-lo:

'- Uirapuru triste... achar que talvez ser melhor matilha procurar totem que não ser de respeito... Uirapuru sentir vergonha e matilha não se importar com isso... se matilha outro totem quiser, Uirapuru entender...'

O Totem olha para o Filho de Gaia e fala:

'- Fazer três dias que Uirapuru abençoar Asas da Esperança. Em três dias, matilha violar litania em rio de Caern, mentir pra juiz, desrespeitar juiz ancião, não respeitar julgamento e contestar em si veredictos, matilha matar irmãos de matilha, matilha agredir e quase matar Garou em frente a todo Caern, matilha passar por renomes com índices vergonhosos em Honra, matilha quebrar Dogma de Uirapuru, matilha rasgar véu, matilha não resgatar honra manchada de irmão morto, matilha manter sentimentos ruins que atrapalhar travessia de irmão em cerimônia honrada, alfa de matilha querer largar posto, matilha perder membros, matilha crescer corrupção no seu meio...'

O Totem olha para o Lupino e diz:

'- Uirapuru já dizer antes que não aguentar mais vergonha. Matilha dever libertar Uirapuru. Matilha não ter decoro, não se preocupar com postura, se guiar por sentimentos de Fúria e egoísmo... Uirapuru não ficar mais fraco com isso...' 
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Grace(Crinos) - Uirapuru, Asas da Esperança

Mensagem por Grace Tavares Conney em Sex Mar 16, 2018 2:12 pm

Grace observa o Uirapuru longe da Matilha. Seu distanciamento físico um reflexo de um distanciamento espiritual muito maior, como suas palavras magoadas evidenciam. Isso deixa a Fianna bastante triste. Parte por ter culpa naquilo. Parte por não ter, mas sentir os efeitos do mesmo jeito.

Assim, a Galliard em Crinos avança para o lado de seu irmão theurge e faz uma longa reverência ao Uirapuru, falando-lhe na língua dos espíritos.
- Nobre totem, tem razão em todas as suas queixas. Nada podemos dizer, a não ser que nos desculpe.

A Fianna de ajoelha, abaixando a cabeça.
- Eu sei que não merecemos a sua benção, e se não tivermos o seu perdão essa noite, compreenderei. Passamos por muitas mudanças nesses poucos três dias. Perdemos irmãos, recebemos outros, cedemos a atos furiosos e egoístas, entre outros motivos por que não conseguimos estabelecer um elo entre nós, não conseguimos alinhar um comportamento conjunto. Somos jovens e somos falhos, apesar de nossas tentativas de evoluir, e somos muito diferentes entre si, o que torna nossa convivência difícil...

Suspira profundamente. Seria uma missão difícil com um Galliard irresponsável, um Ragabash semeador da discórdia e um Senhor das Sombras, mas ela pede.
- Peço que nos dê mais um tempo para formarmos esses lacos e para fazer algo que o agrade, Uirapuru. Mas se entender que nenhum tempo possa mudar sua decisão, permita-nos pelo menos nos redimir contigo.
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Uirapuru - Matilha Asas da Esperança

Mensagem por NarraDiva em Sex Mar 16, 2018 2:27 pm

O totem ouve as palavras da Fianna e diz, com seu tom entristecido e sua voz fraca:

'- Uirapuru ser totem de respeito. Ações que Uirapuru listar, dentre outras que Uirapuru sentir, enfraquecer Uirapuru, mas Uirapuru nã vir aqui par abandonar matilha. Uirapuru reconhecer que Cordas-Trêmulas procurar caminho de honra e abençoar união de Cordas-Trêmulas com parente de Pantaneiro. Mas Uirapuru sentir que Asas da Esperança ser melhor com Totem de Guerra. Asas da Esperança não parecer querer caminho de Honra e Respeito. Quem ter que decidir ser Asas da Esperança. Ser última vez que Uirapuru conversar antes de Uirapuru decidir sozinhos. Asas da Esperança poder decidir e evitar que Uirapuru tenha que decidir em futuro próximo.'
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Sangue-dos-Quatro-Ventos (hominideo-crinos) - Asas da Esperança

Mensagem por Deganawida "Degan" Oneida em Sex Mar 16, 2018 3:18 pm

Deganawida muda para crinos pouco depois que o Uirapuru chega. O Philodox se aproxima do Uirapuru e lhe faz uma reverência se prostrando de cabeça baixa logo diante do totem. Ele tinha coisas muito importantes para falar.

" - Nobre Uirapuru, eu me sinto envergonhado pelas ações que listou... Estou com a Matilha desde o seu início e testemunhei cada um desses atos, desde a primeira contrição em seu nome, até agora... Meu coração como juiz se entristece ao saber que enfraqueceu... Mas dessa vez, Uirapuru, eu gostaria de ouvi-lo sobre o passado. Nossa matilha, infelizmente, o desonrou muitas vezes, e eu não tenho palavras para dizer como também estou triste..."


" - No entanto, eu quero mudar isso... Quero que os membros dessa Matilha se comprometam com a honra de corpo e alma, por sua importância para descobrir a verdade para a Nação Garou. A Asas da Esperança precisa liberta-lo, nobre Uirapuru, e, assim como você, os Garou dessa Seita também precisam entender o que se passa neste Caern, e o motivo pelo qual existem as Jóias da Coroa de Gaia. E sua memória pode ser a chave para isso."


Degan toma um pouco de ar e segue falando:


" - Uirapuru, você é um totem antigo. Você esteve presente em todos esses momentos neste Caern... Eu gostaria que nos falasse se você se lembrou de algo sobre a história desse Caern? Sobre os Bunyip?..."


Ele se volta para sua Matilha:

" - Eu disse anteriormente que o Uirapuru é importante para toda Nação e eu mantenho isso. Eu soube hoje que o Uirapuru está envolvido em toda criaçao desse Caern e sabe sobre as Joias da Coroa de Gaia... Eu preciso que todos aqui se comprometam a liberta-lo e deixá-lo forte. Fiquem cientes, agora, de que esse compromisso tem que vir em primeiro lugar. Porque ele ultrapassa qualquer interesse individual por aqui..."


O Wendigo está sério, mas um pouco triste depois de tudo... Devoradora-de-Almas, Bunyip, Croatan... Eram tantos os mistérios que rondavam a criação daquele lugar e todos de importância absurda para a Nação e, veja so, muitos deles foram testemunhados pelo pequeno pássaro que estava diante deles. Não era possível que aqueles Garou não entendessem aquilo. O Apocalipse chegava a passos largos, e entender tudo aquilo salvaria incontáveis vidas.

Tsc, o tempo está passando...


Degan espera o Uirapuru responder, ainda, semblante triste, mas não mais de cabeça baixa.
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Re: As Montanhas do Caern

Mensagem por Derek Spencer em Sex Mar 16, 2018 3:30 pm

Spybot (Hominídeo) - Uiapuru / Asas da Esperança

O jovem Ragabash sentia seu laço com o Totem se enfraquecer, aquilo não era um bom sinal. As atitudes da matilha já começavam a ecoar na vontade do totem de abençoar aqueles jovens que tanto estavam atentando contra a honra e como um totem de honra ele não podia admitir aquilo.

O Andarilho falaria assim que Grace termina mas Degan toma a iniciativa e fala, fala e faz revelações muito relevantes para todo ali naquele local. Spybot ouvia atentamente e concorda com a cabeça a cada palavra proferida pelo Philodox. Quando termina, Spybot fica ansioso a espera da resposta do Totem, não havia esquecido o que ia falar mas aquele assunto era mais importante do que qualquer outra coisa naquele momento.
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Re: As Montanhas do Caern

Mensagem por olhosdegaia em Sex Mar 16, 2018 3:52 pm

Forma - Hominídeo

O Lobo escuta seus companheiros de matilha argumentando com o Totem, ele apenas abaixa a cabeça e escuta, as palavras do Uirapuru eram duras e refletiam a verdade, ele, e sua tribo, lutavam pela união e pela paz, e até o momento ele não conseguira nada daquilo nem dentro de sua matilha, quanto mais numa questão global.

Porém as palavras do Wendigo fazem sua cabeça levantar novamente, ele foca Degan enquanto este falava, atento que o Philodox dava muita importância ao totem e as questões espirituais, ele precisaria conversar com Sangue dos Quatro Ventos em breve, se eles queriam realmente manter a Honra e respeito necessário para o crescimento do Totem.
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Uirapuru - Matilha Asas da Esperança

Mensagem por NarraDiva em Sex Mar 16, 2018 4:05 pm

O totem olha na direção de Degan e diz ao Wendigo, agora já falando na língua comum que todos podiam compreender:

'- Uirapuru ainda muito fraco pra lembra. Uirapuru dormir por muito tempo até Asas da Esperança o despertar com seu chamado. Foram séculos e séculos dormindo perdido. Uirapuru lembrar que Filho de Uktena, Filhos da Tartaruga, Filhos da Serpente Arco-Íris e o último Filho do Leão aqui viver e fazer a coroa... mas não ser aqui, aqui... aqui não ser aqui... aqui ser falso aqui... esse não ser Caern... aqui não ser Caern... mas Uirapuru se enfraquecer depois de despertar, desonra enfraquecer Uirapuru, desrespeito enfraquecer Uirapuru, tudo que Uirapuru falar enfraquecer Uirapuru...'

O totem olha para todos e fala, também na língua normal:

'- Força de matilha acordar Uirapuru e Uirapuru tentar se lembrar... mas Uirapuru sentir dor quando matilha violar litania em rio de Caern, sentir dor quando mentir pra juiz, sentir dor quando matilha desrespeitar juiz ancião, sentir vergonha quando relacionamento de pecado matilha insistir, perder força quando matilha não respeitar julgamento e contestar veredictos, Uirapuru chorar quando matilha matar irmãos de matilha, Uirapuru sangrar quando matilha agredir e quase matar Garou em frente a todo Caern, Uirapuru perder essência quando matilha passar por renomes com índices vergonhosos em Honra, Uirapuru sofrr quando matilha quebrar Dogma de Uirapuru, Uirapuru se envergonhar quando matilha rasgar véu, Uirapuru cansar quando matilha não resgatar honra manchada de irmão morto, Uirapuru se chocar quando matilha manter sentimentos ruins que atrapalhar travessia de irmão em cerimônia honrada, Uirapuru se entristecer quando alfa de matilha querer largar posto, Uirapuru se enfraquecer matilha perder membros, Uirapuru sentir dor quando matilha crescer corrupção... uirapuru hoje mais fraco... não conseguir mais tentar lembrar...' 

Por fim, diz:

'- Uirapuru gostar de Asas da Esperança, por isso poder ir embora se matilha preferir novo totem buscar. Uirapuru entender. Caminho de honra não ser fácil, nem todos ser capaz de seguir.'
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Olhos de Gaia - Uirapuru, Asas da Esperança

Mensagem por olhosdegaia em Sex Mar 16, 2018 4:25 pm

Forma - Hominídea

Assim que o totem termina de falar, Olhos de Gaia espera um segundo, antes de, lentamente, começar a falar, diretamente para o Totem, na linguagem dos espíritos.

"- Uirapuru não deve se desgastar agora. Olhos de Gaia gosta de Uirapuru, Olhos de Gaia cuidar de Uirapuru."

Então, se volta para a matilha, em tom sério, continua, na lingua Garou.

"- Todos devem olhar para dentro de si. Dentro de seus corações, e encontrarem o seu sonho mais profundo, o mais real. Olhem para esse sonho e imaginem um dia que todos serão capazes de realizar todos seus sonhos, não importando quem eles sejam ou o que tiverem feito, pois só Gaia importará... Esse dia só pode chegar se vocês realmente desejarem o que está em seus corações, e com esse desejo, escolherem o caminho mais difícil, o caminho da honra. Pois tudo em todos os momentos desafia a sua honra, como você trata seus superiores, seus inferiores, seus irmãos, seus inimigos, a própria Terra. A cada coisa que fazemos algo em nós tem que sentir que aquilo é a coisa certa... Mas o que é o certo? Escutem os espíritos, escutem o canto do uirapuru, sintam aqui." - Ele aponta para o coração - "E entendam aqui." - aponta para a cabeça - "O caminho de Gaia, da Litania, dos Garou, em suma é o caminho da Honra, e cada momento de falha de um de nós nos afasta mais da Mãe. Ferir uma criatura é sempre um ato de violência, mas a violência não está apenas nos punhos, pois seus ouvidos podem ser agredidos por palavras também, mas o que mais agride a Natureza, são as ações."

Ele faz uma pequena pausa e finaliza da seguinte maneira.

"- Se o que observaram dentro de si for algo ruim, algo que lhe traz um sentimento ruim ou lhe piora o humor, eu quero que vocês falem isso em voz alta, e então, poderemos combater com a Verdade, o mal dentro de nós."


O Garou então fecha os olhos e inspira, procurando dentro de si o que mais desejava, e sentia a sua própria alma.
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Kiba Valentine (Hominídeo) - Asas da Esperança / Uirapuru

Mensagem por Kiba Valentine em Sex Mar 16, 2018 5:02 pm

O Presa de Prata se surpreende com as palavras do Andarilho do Asfalto. Aparentemente foi a primeira mensagem de apoio que Dereck havia dirigido a Kiba, que agradece com um aceno de cabeça.
 
Sangue Sobre a Neve é quem toma a palavra em seguida, mas a saída da Garra Vermelha era algo que ele simplesmente não esperava. O Ahroun não tinha o que dizer naquele momento, por isso deixa que Degan fizesse a despedida a Theurge dos Garras Vermelhas.
 
Olhos de Gaia lhe cumprimenta também e Kiba retribui o gesto ao Theurge que, sem dúvida, ajudou na decisão do Presa de Prata.
 
Grace falava sobre o dogma do totem enquanto Kiba ainda pensava no que Degan e Dereck haviam discutido. Como falar com Helenna depois daquilo? O Presa de Prata sabia que a Fúria Negra era orgulhosa e possivelmente não voltaria atrás em sua decisão, mas mesmo assim era o certo a fazer.
 
Em seguida, Uirapuru se faz presente depois de sentirem seu elo se enfraquecendo. O Ahroun sabia bem o porquê aquilo estava acontecendo.
 
Após invocarem o Totem o atual Alfa da matilha sente o peso das palavras do espirito e vê que ele era uma das principais causas que levaram a desgraça para o espirito. Kiba sentia-se mal com aquilo, mas podia mentir para todos, menos para seu coração.
 
Ainda sentia raiva de Tomás, e aquilo não passaria em um piscar de olhos, sentia sentimentos fortes demais por Grace e aquilo também não mudaria nem tão cedo, mas acima de tudo sentia vergonha de si mesmo.
 
Olhos de Gaia é o último a tomar a palavra após o totem terminar de falar. Muito havia sido dito e eles tinham que fechar um compromisso. Algo que certamente não duraria muito. Não com as coisas caminhando do jeito que estavam.
 
- Eu quero falar...
 
Kiba fala em voz baixa, ainda sem muita coragem de se expressar, mas tentando reunir essa coragem para se fazer ouvir por seus irmãos e pelo Uirapuru.
 
“É melhor falar agora do que depois...”
 
Kiba respira longamente, buscando calma, e então diz:
 
- Eu me sinto envergonhado, muito envergonhado, principalmente porque quase tudo que o Uirapuru disse tem a ver comigo, direta ou indiretamente. Eu sou quem guarda sentimentos ruins por Tomás e simplesmente não consigo não sentir raiva dele. Eu queria, por Gaia, eu queria MUITO não sentir isso. Foi o que conversamos ontem... Degan.... Talvez isso um dia passe, mas eu não sei o que fazer pra mudar isso agora.
 
- Eu não agredi Ronaldo e nem matei ninguém, mas desejei fazer isso. Tenho certeza de que é em mim que essa corrupção cresceu.
 
- Quebrei a litania e ofendi os espíritos, do rio, do Caern e nosso Totem e isso também me envergonha muito, mas atualmente o que mais me envergonha agora é que não me sinto como um Presa de Prata...
 
Ele respira fundo e conclui olhando para o Totem:
 
- É algo que eu já vinha pensando, grande Uirapuru, em pedir a renúncia de minha Tribo. Eu simplesmente posso ter sangue, mas eu não sou um Presa de Prata. Nunca fui... E acho que meu pai sabia bem disso no momento em que me exilou.
 
- Eu sei que isso te entristece meu totem, e isso me dói o coração. Eu nunca vou me negar em buscar o caminho da honra. Tenho certeza de que vou encontra-lo, mas não como um Presa de Prata.... Desde já, eu peço seu perdão...
 
Dito isso, Kiba abaixa a cabeça e respira fundo, esperando a manifestação do espirito.
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Uirapuru - Matilha Asas da Esperança

Mensagem por NarraDiva em Sex Mar 16, 2018 5:09 pm

Uirapuru é direto:

'- Falcão ser grande símbolo de Honra. Renunciar a Falcão é renunciar à própria Honra. Urirapuru não ficar. Asa-Solitária fazer o que achar melhor, Uirapuru não achar que fugir ser caminho de Honra. Uirapuru já revelar profecias e decisão de Asa-Solitária ignorar profecias reveladas por Uirapuru. Uirapuru não tolerar mais nada vindo de Asas da Esperança.'

O totem olha para toda matilha, dizendo:

'- Uirapuru ser grato por matilha despertar Uirapuru, mas Uirapuru não poder aceitar isso. Uirapuru torcer que novo Totem ajudar Matilha mais do que Uirapuru ajudar.'
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Re: As Montanhas do Caern

Mensagem por olhosdegaia em Sex Mar 16, 2018 5:17 pm

Forma - Hominídea

O Garou então é despertado de sua meditação pelas palavras de Kiba, e elas o surpreendem completamente, e então o Totem se pronuncia, e o coração do Lupino se divide, Asa Solitária era o Alfa, ele sentia aquilo no Garou que ocupava o cargo, mas os espíritos importavam muito para ele, e o Uirapuru.

Ele estava preso ali, com Garou sem honra, agora ele percebera aquilo, sua matilha escolhia qualquer caminho que levasse a vergonha. Com um suspiro alto, Olhos de Gaia novamente se faz notar.

Com um olhar ele lança em toda a matilha e finalmente para o Totem, ele fala na lingua Garou para todos.

"- Eu não escolherei o caminho da vergonha, parto com o Uirapuru."
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Sangue-dos-Quatro-Ventos (crinos) - Asas da Esperança

Mensagem por Deganawida "Degan" Oneida em Sex Mar 16, 2018 5:31 pm

O Wendigo assiste enquanto o Uirapuru fala sobre as tribos perdidas, e ergue as orelhas quando ele menciona o Leão...

Por Gaia... Uivadores Brancos? A tribo dos Dançarinos da Espiral Negra ainda pode ser arrancada das entranhas do Malfeas?!


É então que Asa-Solitária diz não se sentir mais um Presa de Prata, e que pensa em abandonar sua tribo. O Philodox ergue uma sobrancelha: Mas se ele estava envergonhado, por quê iria abandonar de vez toda a esperança, isso não seria admitir que a vergonha venceu? E o que os Presas de Prata tinham a ver com isso? 

Esses estrangeiros renegam seu próprio sangue muito facilmente... Os desvios que eles tiveram em favor da Avó Aranha e da Corruptora se voltou contra eles mesmos, e eles se debatem tanto quanto a própria Wyrm enredada.


O Uirapuru é direto em dizer que iria abandonar a matilha. Degan, atônito, arregala os olhos e caminha até o pássaro:

" - Grande pássaro, eu vejo que está fraco. E vejo que essa matilha se mostrou um peso maior do que você suportaria de outro jeito. Eu vou lhe dar uma parte de meu espírito, porque não quero que desapareça! Você é uma das últimas esperanças deste Caern! E eu não vou abandonar você."


Degan se concentra em enviar uma parte de sua Gnose permanente ao pássaro, tal como havia feito com o Grande Uktena na Umbra. 

Ele então se volta para Asa-Solitária e os outros:

" - Entendam que ao abandonarem suas tribos, vocês negam a herança que lhes foi dada há gerações por Gaia. Somos parte Gaia, e isso se reflete em sua herança. Mesmo que você não concorde com sua tribo, cabe a você tomar decisões para mudá-la por dentro. Negar essa responsabilidade é negar a honra de que sempre se deve responder aos erros e repará-los, aprendendo com eles, e transmitindo-os em sua vida. Isso é honra. Asa-Solitária, ao se negar ser um filho do Falcão, você esquece de sua responsabilidade e se esquece da história daqueles antes de você. Se debater em vergonha não resolverá seu problema. Mudar irá."


Dizendo isso, ele se volta ao pássaro:

" - Meu povo depende de mim e do que eu puder fazer por Gaia e por este Caern. Eu não permanecerei nesta Matilha, porque fazer isso seria negar uma das últimas esperanças que tenho antes do Apocalipse. Eu partirei com o Uirapuru... Se realmente este é o seu desejo..."


O semblante de Degan vai de raiva, tristeza e pesar em pouco tempo. Mas ele não podia se esquecer de sua missão, de seu povo e de tudo aquilo que o Uirapuru representava. 

OFF: Degan doa 1 ponto de Gnose permanente ao passarinho.
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Re: As Montanhas do Caern

Mensagem por olhosdegaia em Sex Mar 16, 2018 5:58 pm

Forma - Hominidea

O Lupino olha para o Uirapuru e fala na linguagem espiritual.

"- Assim como Sangue dos Quatro Ventos, eu não deixarei seu espírito morrer Uirapuru, e pretendo fazer de tudo para honrá-lo, mesmo sem suas bençãos, pois faço o que faço pela Honra, não apesar dela.


OFF: Doo 1 de Gnose permanente pro Uirapuru.
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Grace (Crinos) - Asas da Esperança

Mensagem por Grace Tavares Conney em Sex Mar 16, 2018 8:49 pm

Um discreto sinal de alívio toma o semblante de Grave quando o Uirapuru primeiro diz que não viera abandonar a Matilha, e até se dá ao luxo de iniciar um sorriso quando ele reconhece que ela estava buscando um caminho honrado. Contudo, isso não é suficiente para convencê-lo. E por mais que quisesse manter o Uirapuru como Totem, não poderia falar pelo resto da Matilha…

Deganawida revela informações surpreendentes sobre a memória perdida do Uirapuru, que fazem Grace arregalar os olhos, virados, ora para o juiz, ora para o espírito, com muito interesse sobre aquele assunto. Tanto por ser uma Galliard, diante de uma história grandiosa, quanto pela própria importância que aquelas revelações teriam no destino da Naçao de Gaia.

E estavam falhando com Gaia … era o que Grace sentia a cada  detalhe que o Uirapuru narrava de sua dor.

Achava que Kiba tentaria de alguma maneira se redimir com o passarinho, mas quando ele revela seu desejo de abandonar os Presas de Prata, a Galliard se sobressalta.
Questionava-se, a algum tempo, sobre certas lições que aprendera em sua Tribo, mas uma ainda era inquestionável em seu coração.
“Família não se abandona. Nossas Tribos são nossas famílias." 



Estava incrédula, sem entender o que motivara a decisão de Kiba, mas entendendo o que motivara a do Uirapuru, que faz com que ela lamente profundamente.
“Não… não…”

É então que o impensável acontece. Olhos de Gaia abandona a Matilha para continuar a ser filho do Uirapuru. Sangue dos Quatro Ventos segue o mesmo caminho. Cabia a Grace tomar a decisão mais difícil da sua vida…

“O que é melhor para minha filha…”
Esse era o princípio que passara a nortear suas ações, e a resposta, apesar de muita dor e tristeza, era clara.

O melhor para sua filha era sua mãe estar em uma Matilha abençoada pelo respeito, não pela guerra. Era que sua mãe escolhesse uma Matilha não para ficar mais perto de seu pai. Embora se sentisse responsável também por Pantaneiro e Ronaldo, o que a Seita pensaria era que sua decisão era motivada por Kiba, e seu desejo proibido.
Era melhor para sua filha que os segredos das Sete Jóias da Coroa de Gaia fossem revelados e que os Garous unissem forças com um Uirapuru poderoso para a Batalha do Apocalipse.
Era melhor para sua filha ter um mundo gaiano onde pudesse viver.

- Eu partirei com o Uirapuru, se o nobre Totem ainda me aceitar como sua filha - diz ela com firmeza, apesar da dor em sua voz - Sangue dos Quatro Ventos tem razão. Isso é maior do que todos nós. Honra não é fazer nossas vontades, é fazer o que é certo! - encara Kiba com lágrimas nos olhos, lembrando-se das palavras da falecida líder dos Presas de Prata.

Suspira, enxugando as lágrimas e erguendo a cabeça, decidida.
- Vamos ser duas Matilhas diferentes agora, mas isso não significa que vamos ter que seguir caminhos diferentes. Podemos continuar a correr juntos, resolver nossas missões juntos e lembrar de tudo o que temos em comum. Eu falarei na Assembleia por todos nós, antes de anunciar nossa separação.
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Re: As Montanhas do Caern

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