Entrada Oeste - Guaratiba

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Pacificador | Guardião-Ancestral - Matilha Olhos da Tempestade

Mensagem por NarraDiva em Seg Ago 14, 2017 8:18 pm

Pacificador chega a caminhar para intervir e impedir um confronto entre os dois Senhores das Sombras, mas Alef pega o Juiz pelo ombro e o segura dizendo em tom baixo para não atrapalhar o confronto dos filhos de Avô Trovão:

'- Ainda não. Deixe eles se entenderem do jeito deles.'

Agoniado, o juiz olha para Alef, olha para os dois que podiam entrar em confronto a qualquer momento e olha para Yorick, buscando alguma reação.
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Legado do Trovão - Olhos da Tempestade / Justiça-do-Predador

Mensagem por Luke Constantine em Seg Ago 14, 2017 10:49 pm

* Luke percebe instantaneamente que Victor não iria se entregar, estava bastante acostumado com o efeito que causava mas não vira o medo costumeiro estampado nos olhos do Philodox. O cara era um filho da puta, mas era um filho da puta valente. Logo seu irmão tribal é quem avança num alvoroço de palavras duras, os dois Filhos do Trovão se encaravam a centímetros de distancia um do outro, a fúria gritava forte ali. Sentia Victor crescendo na tentativa de intimida-lo de volta mas permanece rígido onde estava, o Philodox não havia chegado nem perto de fazer a montanha tremer. Ouve suas palavras com os dentes cerrados, os punhos de fecham com força conforme as palavras eram disparadas. A Lua de seu augúrio clamava para ser liberada, para deixar que a fúria seguisse seu curso escarlate de morticínio, mas o Ahroun apenas trava o olhos nos olhos vazios de seu oponente e se concentra em não ceder aos desejos violentos que lhe assolavam. Não se conteria por muito mais tempo, isso era tão certo quando o trovão na tempestade. Somente quando Justiça-do-Predador dá um passo para trás e ameniza o tom é que o Alfa, que permanecera encarando-o do mesmo lugar onde já estava, se permite respirar fundo. Escuta tudo em silencio e, quando as palavras findam e o silencio toma o local, a respiração pesada do Ahroun que se controlava ainda podia ser ouvida por todos. A aura predatória que naturalmente emanava era agora mais do que isso, era uma declaração de violência. Toma seu tempo, algumas decisões não deveriam ser apressadas, e durante todo o tempo mantivera o olhar fixo em Victor. Respira fundo uma ultima vez e quando fala o seu tom, apesar de ainda cortante, era comedido: *

- Nenhum de nós deixou de fazer o que precisava, nenhum de nós se negou a dar a vida por Gaia, então se somos todos farinha do mesmo saco não venha me falar porra nenhuma sobre quem é mais ou menos merecedor aqui! E eu to pouco me fodendo se você vai me questionar, todos aqui tem o direito de me questionar quando não estivermos em Guerra e eu estarei preparado pra isso, do contrário eu não seria o líder que essa matilha merece.  Eu não contesto teus feitos, Philodox. Eu contestei o seu egoismo de achar que pode persistir num erro anunciado mesmo quando isso fode essa matilha, e isso é inaceitável! Não ache que porque você não quer me escutar que eu vou deixar isso acontecer de novo. Qualquer um que foder o nome dessa matilha a partir de agora vai sair com bem mais que dentes quebrados, seja você ou seja qualquer outro. Eu aprendo com meus erros.

* Ainda encarava o Philodox mas a essa altura, após ve-lo recuar de sua postura absolutamente ofensiva, estava conseguindo se acalmar a ponto de conseguir admitir: *

- E admito as falhas que me couberem, nós dois temos alguma. Conserte seu caminho, Philodox, eu consertarei o meu. E esse assunto tá encerrado pelo bem dessa matilha..

* Aquilo era o mais longe que os modos de Luke o permitiriam ir, e o Alfa julgava que era um meio termo adequado. Olha para Justiça-do-Predador com profundidade, a raiva agora ia se esvaindo gradativamente, mas sabia que não podia deixar o assunto assim se não quisesse ver a matilha quebrada aos olhos de toda a Seita. Ahroun e Philodox haviam discordado mas, no final das contas, eram ambos Senhores das Sombras e ninguém poderia dizer que um filho do trovão não limpa sua própria merda. Luke finaliza num tom sem emoção: *

- .. mas você sabe que isso é necessário.

* E, sem mais, Legado-do-Trovão desfere um forte soco que visava arrebentar o nariz de Justiça-do-Predador. *


OFF:

- Solicito rolagem para socar o Victor.
- Legado-do-Trovão superou em dois sucessos a intimidação de Justiça-do-Predador.
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Re: Entrada Oeste - Guaratiba

Mensagem por Yorick MacAlister em Seg Ago 14, 2017 11:31 pm

Pantaneiro seguia pelas trilhas acompanhando a matilha quando escuta as palavras de Skull-Head definitivamente passando dos limites. Chamava seu poema de escroto, que a mulher teve sorte de não parti-lo ao meio, se fosse ele tinha estourado seus ovos e um monte de besteira.

"Rapaiz, quem esse Andarilho tá achando que é..."

Já ia coloca-lo em seu devido lugar quando o Alpha entrou dizendo suas palavras. Era mais importante que dar a devida resposta para o Andarilho naquele momento. Prestava atenção nas palavras de Luke que insistia na união da matilha e seus erros conjuntos causando a destruição da imagem da Olhos da Tempestade. Para sua surpresa, quando aberto para questionar sua liderança, Victor se manifesta.

"Eita, porra..."

É o primeiro pensamento do Fianna ao escutar tudo que Victor tinha a dizer. Era uma caralhada de merda que a Asas da Esperança havia feito que por um minuto achou que as suas não fossem nada. A pior de todas é gerarem o Impuro Perfeito deixando todo mais próximo do apocalipse.

"Não boto fé, véio... não boto fé..."

Tinha que ser a Fianna pra violar a litânia e dar essa merda toda. Não conseguia dimensionar o tamanho da merda daquilo tudo e ficou boquiaberto raciocinando. Aos poucos caiu a ficha, bem no momento em que Victor dizia para Luke que era ele que tinha envergonhado a matilha.

"Vai começar o bate-boca..."

Esperava uma reação de Luke, mas para sua Pacificador toma a frente e simplesmente DESTRÓI Victor em suas palavras. Pantaneiro fica até impressionado, porque se tinha algo que fazia sentido, era suas palavras. Se fosse em outro momento, até bateria palmas, mas fazer isso ali, seria loucura demais. O Filho de Gaia, sempre mediador, tomava um lado agressivo mostrando suas presas e fazendo com que novamente Pantaneiro conhecesse o seu lado negro.

"E quem diria que ele fosse assim as vezes...Sempre tão bonzinho..."

O trêm já tinha virado bagunça. Seu poema era a mais pura verdade. Já tinha virado uma zona, só não sabia quem era as puta e os viado. Luke descarrega monte de verdade e o lobo tenta apaziguar a porra toda botando um foco no que precisavam focar.

"Não estra o show lobo, caraio... Vai rolar porrada!"

Por sorte ele fica quieto e então Victor responde revidando tudo que foi falado.

"Ih, rapaiz... pegou pesado..."

Pantaneiro nesse momento se dá conto que a discussão era além dos problemas da matilha. Era uma briga de tribo. Coisas pesadas haviam sido ditas e se não rolasse porrada, ia ser algo muito surreal. 

" Se é comigo o chicote ia estrala bunito..."

Pacificador tenta inverter, Alef segura. O Presas de Prata e o Filho de Gaia o observa para mostrar se demonstraria alguma reação e Pantaneiro faz um sinal para não se intrometerem, ainda. De onde vinha, quando dois homens estavam discutindo, quem intrometia apanhava pra aprender a nunca mais intrometer. Era contra as regras. Cada um deveria ser responsável para se garantir com seus problemas. 

Eis que então em suas últimas palavras Luke deixa mais uma vez bem claro que qualquer um que atrapalhasse o caminho da Olhos da Tempestade pagaria com seu preço. Tudo parecia, certo, tudo parecia tranquilo, parecia resolvido, quando Luke então faz uma movimentação para dar um soco em Victor.

"EITA, CARALHO..."

Se o Philodox esquivaria, não sabia, mas que o trem havia ficado doido, havia ficado.
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Pacificador | Guardião-Ancestral - Matilha Olhos da Tempestade

Mensagem por NarraDiva em Ter Ago 15, 2017 7:57 am

Alef compraria pipocas se tivesse tempo e não fosse perder nenhum capítulo daquela cena que envolvia o Juiz e o Alfa. Pacificador agia incrédulo com o que assistia. O Filho de Gaia já tinha demonstrado as opiniões que acumulou sobre Victor, mas não gostava de violência dentro da matilha. Ele olha para Alef em busca de apoio para agir e o Presas de Prata repete novamente no mesmo tom:

'- Deixe-os. Eles querem resolver assim e querem que assistamos a isso. Depois cada um fica com suas conclusões sobre o que acabou de presenciar.'

Não fala em tom baixo para que ninguém ouça, mas a adrenalina de Luke e Victor fazia com que os dois se concentracem um no outro e com isso apenas o resto da matilha notaria a ação do Galliard segurando a onda do Philodox.
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Narração - Justiça-do-Predador | Legado-do-Trovão

Mensagem por NarraDiva em Ter Ago 15, 2017 8:00 am

O sangue do juiz voa. Com um soco bem dado (5 sucessos), o Senhor das Sombras acerta em cheio a cara de Victor que cai no chão com o impacto do golpe.

OFF GAME: Da próxima vez, para não ficar travado, já role os dados comigo antes e conclua o soco em seu próprio post. Justiça-do-Predador tem que absorver 6 níveis de dano contusivo.
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Re: Entrada Oeste - Guaratiba

Mensagem por Victor Montenegro em Ter Ago 15, 2017 11:59 am

Victor so tem tempo de fazer um breve aceno de concordância antes de Luke meter-lhe um belo soco no meio da cara. O Philodox nao faz qualquer menção de esquivar e ao ser atingido pelo golpe do Agroun, vai ao chão.

A dor era lancinante e Victor demora alguns segundos para conseguir se concentrar em qualquer coisa que não a sua dor.

Leva a mão ao rosto em reflexo, numa tentativa obviamente fracassada de estancar o sangue que vertia. *Puta que pariu*

O juiz se levanta um pouco cambaleante e, ainda com a mão cobrindo seu nariz e boca, olha para o Alfa e balança a cabeça em sinal positivo.


OFF: Victor absorveu 2 dos 6 de dano causados e levou 4 de dano contusivo.
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Legado do Trovão - Olhos da Tempestade

Mensagem por Luke Constantine em Ter Ago 15, 2017 1:00 pm

* O soco fora forte e muito bem dado, o sangue jorra imediatamente e Justiça do Predador vai ao chão. Podia sentir que seus punhos haviam quebrado nariz ou dentes com o impacto mas a queda do Philodox, que cobria os danos com as mãos, impedia uma melhor visualização (descreva na proximo post, plz). Luke estava ali prostrado sobre o seu irmão tribal pronto para dar um segundo golpe se necessário mas, ao ve-lo levantar cambalente, soubera que já tinha o que queria. Permanece fitando o juiz por um instante a mais e nota que o sangue escorria pela face e começava a manchar a camiseta, a lição fora dura mas necessária. Ainda havia raiva, não havia como ser diferente, mas os sentimentos mais intensos haviam sido apaziguados por ora. Seu tom era duro quando diz: *
 
- Não Glabre, Philodox. Carregue as marcas que te cabem.
 
* Não iria ser questionado de novo quanto a isso. Vira-se para Pacificador com um olhar firme que indicava que ele não deveria intervir e prover uma cura, impediria caso fosse necessário. Pelo bem daquela matilha, Victor seria o sinal que a Seita teria de que a Olhos da Tempestade resolvia suas próprias merdas. Que os outros entendessem se quisessem, aquilo fora necessário. Volta-se aos demais nesse ponto e adiciona: *
 
- Se alguém mais tiver algo pra dizer, diga agora.
 
* Incita seus irmãos com firmeza, mas as brasas da fúria do Ahroun agora crepitavam em menor intensidade. Era hora de tomar novamente as rédeas daquela situação que fugira ao controle. *
 
- Do contrário, vamo terminar logo com isso e voltar.
 
* Por fim olha para o Uktena que, da forma como o Alfa conseguiu assimilar naquele momento de tensão, tentara apaziguar a situação e diz no mesmo tom: *

- Lobo, eu não ouvi suas palavras.
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Re: Entrada Oeste - Guaratiba

Mensagem por Sussurros Solitários em Ter Ago 15, 2017 1:54 pm

O lobo assiste a mais uma demonstração de dominação do alfa. *Estou satisfeito com a demonstração de força do nosso Alfa. Especialmente por não ter precisado quebrar os meus dentes no processo.*

Agora que isso está fora do caminho o lobo vai até o Alfa e por ele ser muito mais alto do que ele, sobe com as duas patas em seu braço e cheira a sua cabeça com um sinal claro de submissão amigável. *Pronto! Agora ele sabe que não terá problemas vindo de mim. Eu reconheço a sua força enquanto alfa dessa matilha.* Após alguns segundos o lobo desce. *Macacos tem um cheiro tão estranho...*

E finalmente repete o que falou antes:

"- Estou indo a Umbra com o meu irmão de tribo, Invocador-do-Abismo para obter mais informações. No passado uma bruxa fez um ritual usando os restos mortais de uma mulher que sofreu na mão dos homens. Esse espírito corrompia a tudo que chegava perto fazendo assim com que os espíritos se alimentassem uns dos outros criando malditos e fomores mais fortes. Para derrotar esse espírito, que não pode ser aprisionado, precisamos destruí-lo na Umbra enquanto purificamos e queimamos o resto do seu corpo ao mesmo tempo. A theurge tem que ter um pedaço do corpo para poder controlar o espírito e com ele conseguimos achar o resto do corpo. Não podemos deixar que o sangue de suas vítimas nos toque, é assim que ela corrompe" Fala o lobo para a sua matilha com as palavras finais olhando para o Ragabash.

*Enquanto esses macacos perdem tempo com joguinhos o apocalipse se aproxima. Se pelo menos eles me escutarem... Daqui a pouco vou ter que mudar meu nome para Falando-Sozinho.*

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Pantaneiro - Olhos da tempestade / Skull-Head

Mensagem por Yorick MacAlister em Ter Ago 15, 2017 2:17 pm

O murro era certeiro. Faz Victor ir ao chão desnorteado. O sangue já começava a se espalhar pelo seu corpo e prejuficava sua visualização. Não havia deixado de notar que Alef impediu mais uma vez Pacificador de interferir, porque é claro, era uma briga exclusiva dos dois e cada um tinha seus motivos pra isso. Quando Luke diz se tinha mais alguém que queria dizer alguma coisa, Pantaneiro levanta mão e diz:

- Eu tenho.

Continuou.

- Vão me desculpando ai pelo versinho que narrei igual locutor de rodeio lá na clareira. - Olhava diretamente para Luke e continuou - não fiz por maldade e isso é comum de onde eu venho, mais prometo ficar atento à qualquer outra merda que possa acontecer por causa dessas tradições regionais minha lá da minha terra. Isso num vai mais acontece.

Ficou com um semblante mais sério e continou.

- E tem outra coisa, Skull-Head...

Olhou para Skull-Head.

- Cê disse que o poema que narrei foi escroto e pode ser escroto mesmo procê, mais quero dizer que de onde eu venho isso é muito respeitado e querido por todos e num vai mais acontece. Cé disse tamém que levei sorte dela não ter partido minha cara e que se fosse cê tinha estourado meus zovo debochando de mim e me ameaçando.

Se aproximou ficando de frente com o Andarilho e encarando o mesmo.

- Numa coisa ce têm razão: ela não é você, porque ela eu tenho certeza que teria coragem de fazer isso. Mais o cê pra mim é um bostão! E se o cê é homem de verdade repete essa ameaça e deboche que se feiz ai de mim de novo que vô te mostrar que esse soco que o Alpha deu em Victor num chega nem perto de uma taca Pantaneira bem dada!!


Pantaneiro havia aumentado sua voz gradativamente demonstrando que não havia gostado nem um pouco do que o Andarilho falou. Havia tirado onda, ofendido e não sairia sem escutar aquelas verdades. Se fosse homem, resolveria aquilo no soco.

- Cê ta de qual lado, Skull-Head? Do meu lado, do nosso lado, do lado da matilha ou dos que não gosta de nóis? Porque cê falou como se tivesse prazer em ver eu me foder! Sempre que um de nóis fizer algum vacilo é assim que cê vai apoiar nóis? Aí é complicado, xômano. Sempre te respeitei e te tratei bem, mais o cê decide como se quer que eu continuo de tratando! O recado já tá dado.

Pantaneiro já aproveitou e desabafou um pouco além das verdades ditas. Aquela situação também servia pelos acontecimentos com o Alef e aproveitava aquela reunião pra por o pingo nos "is". Era hora de impor um pouco de respeito. Já havia levado comida de rabo e esporro a noite inteira aguentando calado e não ia aguentar desaforo mais que o necessário, principalmente vindo de quem deveria apoiar.
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Re: Entrada Oeste - Guaratiba

Mensagem por Skullhead em Ter Ago 15, 2017 7:30 pm

As coisas iam ficando feias quando a reunião vira um bate-boca dos filhos do Avô Trovão. Ainda de braços cruzados, Skull-Head estava verdadeiramente entediado com todo aquele espetáculo dos Senhores da Sombra, mas pelo visto a Tribo gostava de uma teatralidade. A atenção do Theurge se volta primeiro para Pacificador, que tenta intervir mas é impedido pelo Presas de Prata, e depois para o lupino, que trazia informações valiosas sobre o caso deles. O Andarilho gostaria de saber um pouco mais sobre o passeio que ele daria no Abismo, mas pelo visto o Alpha e o Philodox precisavam de uma plateia. As coisas se animam apenas quando eles findam as discussão e Luke desfere um soco muito bem dado na cara do irmão tribal.

*Caralho! Porra! Essa doeu até em mim!*

Victor tentava se erguer, cambaleando, mostrando que estava detonado e bastante partido. Luke exige que ele mantivesse a forma racial para a permanência do resultado da obra de arte do Alpha.

*Esse Luke é realmente um artista, velho!*

Questionados sobre se tinham mais alguma coisa, o Uktena repete o que havia falado. Era uma informação importante, necessária para a missão, mas Pantaneiro parecia ser débil demais para entender isso. Ele interpela a discussão para anexar algo, direcionado para o Theurge! Skull-Head, ainda de braços cruzados, o encara. O Fianna era quase uma cabeça a mais de altura que Camilo e isso fica perceptível quando o mesmo avança sobre ele. O Andarilho não se move, mantendo a cara de tédio.

*É sério que ele vai fazer showzinho e não vai enfiar a mão na minha cara... realmente, eu me enganei! Isso não é guerreiro nem aqui e nem na China, é apenas um baitola caipira de meia tigela!*

Skull-Head havia sido criado em uma ambiente hostil e ele sempre viveu diante do medo. O medo era seu companheiro constante e foi, diante desses problemas, que ele se aproximou desses espíritos logo após os seus primeiros contatos com o mundo espiritual. Se tinha uma coisa que havia aprendido com eles era que não se devia transparecer o medo, os espíritos sentiam o cheiro dessa sensação a quilômetros de distância. E, como havia aprendido, ele permaneceu impassível.

Quando o Fianna terminou de falar, Skull-Head, ainda sem mostrar sentimento algum, olha para o resto da matilha e faz um sinal caso alguém queira intervim. O Theurge tinha o aspecto de ranzinza, mas ele não era um idiota. Ele não iria "peitar" uma outra pessoa que tinha três vezes a sua força física. Ele não peitava esses caras, ele costumava manipular caras maiores do que esses para fazer o seu serviço sujo. Mas era óbvio que ele não sairia dali sem falar algo. O Fianna precisava aprender.

"- Primeiro: cê fique peixe, 'xomano', que eu apenas mandei a real pra tu; se tu não sabe brincar, então não desce pro 'play'. Segundo: Tava na cara que isso ia dar merda e, agradeça ao Victor, que te tirou dali, e ao Lukas, que interveio com os meios dele. Qualquer Filhote já entende que as Fúrias Negras não pegam leve com caras metidos a 'macho-alfa', então não duvide que ela poderia ter pegado pesado contigo se tivesse a chance. Eu, no lugar dela e com a vivência dela, faria o mesmo, e foi isso que eu disse. Por mim, tu pode continuar a dar uma de Galliard e fazer esses poemas escrotos e desrespeitosos, afinal não sou eu que serei chamado a atenção por isso, apesar de ficar puto que a porra da matilha fique marcada por atitudes assim! É isso que o Luke tá falando, 'xomano': é no pensamento coletivo, caralho! Essa matilha foi abençoada pelo Elefante para correr unida, foder com a Wyrm unida, e morrer unida se for necessário! É esse o meu lado!"

Ele olha rapidamente pros membros ali, mas continua logo:

"- Cê pode me chamar de bostão, filho-da-puta, caveirinha... Foda-se! Eu não ligo! Eu não vou entrar no joguinho de peitar e afrontar. Você podia ter jogado essa lá pra Fúria Negra quando ela te chamou de 'cuzão escroto', mas guardou essa pro frangote aqui. Mais uma vez: eu não ligo! Agora, que o resto da matilha se resolva contigo, porque eu tô querendo é fumar os dois becks que eu ainda tenho na mochila e escutar o que o Uktena descobriu sobre a vadia de branco."

O Theurge levanta as duas mãos e se afasta do irmão de matilha. Não iria falar mais nada, deixaria que o Philodox e o Alpha cuidassem dele.
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Legado do Trovão - Olhos da Tempestade

Mensagem por Luke Constantine em Ter Ago 15, 2017 10:09 pm

* O Lupino se aproxima logo após a confusão, se apoia em seu braço e lhe dá um cheiro no cangote. Luke imediatamente puxa o corpo um pouco de lado e olha meio torto pro Uktena com uma nítida expressão de confusão. Espera que o chamego termine e, num tom mais incrédulo do que indignado, pergunta: *

- Que porra é essa, lobo!? 

* Fica olhando para o Lupino sem entender o que diabos havia acabado de acontecer. Imaginava que o gesto era alguma coisa não ofensiva mas, tanto quanto sabia, isso podia significar qualquer coisa desde apoio até um flerte. Depois de ver a forma como Pantaneiro recepcionara Skull-Head no inicio da noite com um cortejo e um sapateado, achou que estava pronto para todos os tipos de galanteios mas, definitivamente, não estava. Ao menos Sussurros havia feito claro progresso com a questão da "mulher de branco" e iria começar a tratar desse assunto prioritário quando, falando na porra do diabo, Pantaneiro toma a palavra. Tudo parecia ir bem, ele se retrava de seus erros e se comprometia a prestar mais atenção para evita-los, seria ótimo se o filho da puta não tivesse começado uma briga logo em seguida. Sabe-se lá porque caralho, mas o Fianna estava transformando aquele momento de reestruturação da matilha em um palco pra lavar roupas sujas e peitando o Theurge. O Alfa novamente é forçado a deixar o Lupino sem resposta e já se aproximava puto do desgraçado do Filho do Cervo pra por fim à questão quando Skull Head toma a decisão mais sabia possível e simplesmente não compra a briga. Luke o agradece mentalmente e, já de frente pro Pantaneiro, solta a raiva que fora desentranhada: *

- Você me fala vai parar de fazer merda e no minuto seguinte já tá comprando briga, caralho! Eu to cansado dessa porra, você é burro ou não viu o quão sério foi o que acabou de acontecer aqui?! Qual a porra do seu problema, cara!? 

* Para de frente para o Ahroun e o olha direto nos olhos com firmeza: *

- Eu amenizei teu lado pra porra do seu líder tribal dizendo que os problemas que você causou essa noite iam ser resolvidos em matilha e você chega e vem querer comprar briga com o cara que não teve caralho de erro nenhum na noite toda?! Se você vai ficar de picuinha por sentimento ferido, se resolve com a mulher que quis quebrar tua cara e não com o irmão que jogou a tua própria merda na tua cara.

* Encerra o assunto de uma vez por todas dizendo: *

- Já passou do caralho da hora de você começar a pensar antes de agir, então se a próxima coisa que vir de você não for um "foi mal" ou uma cabeça abaixada, eu lavo a porra das minhas mãos e você vai ter o que tá pedindo.

* Pantaneiro era grande, Luke era maior. Seus olhos fixam o Fianna e a sugestão de violência era palpável, não eram ameaças vazias. Sem nunca deixar de fita-lo, diz para todos: *

- Agora podemo voltar pro que interessa ou não?!


OFF: 

Pantaneiro tem que acumular 6 sucessos num teste de força de vontade para resistir à intimidação de Legado-do-Trovão.
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Re: Entrada Oeste - Guaratiba

Mensagem por Derek Spencer em Ter Ago 15, 2017 11:05 pm

Spybot - Matilha Olhos da Tempestade

Derek  e Skull conversavam com seu líder tribal quando a ordem de se retirarem chegava a matilha, sem entender muita coisa, além da merda que o showzinho de Pantaneiro poderia ter causado à matilha e óbvio, a virada de costas que Victor havia dado à dupla da Asas da Esperança, Derek não viu o porque da matilha se retirar da confraternização de boas vindas que estava tendo para eles. Sem entender, o Ragabash caminha junto com seu irmão tribal até onde o restante da matilha estava.

Assim que chegam no local onde a matilha se reunia, Derek já chega ouvindo as palavras ignorantes de seu alfa, o que já era comum, não se lembrava de ver o Alfa com alguma expressão diferente de algo que fosse sério ou muito puto. Começou a falar sobre expor o nome da matilha, brigar que não éramos mais lobos desgarrados e até mesmo ele mesmo questionar se alguém tinha algo contra a liderança dele. O jovem Ragabash ficou quieto ouvindo aquele esporro todo que não era pra ele.

Depois de tais palavras que o show começa, aparentemente o Philodox se achou no direito de fazer um protesto silencioso e desrespeitar uma cerimônia de apresentação quando nem os mais antigos da Seita decidiram fazer algo, óbvio que os erros dos Cliaths da outra matilha tinham sido muito sérios e por um momento o Andarilho chega a desligar do show de sua própria matilha pensando no que lhes esperava dali pra frente. Retoma seu foco ao ver o Senhor das Sombras encarando o Alpha e cuspindo sobre alguma performance que aparentemente Luke havia feito. Mas se Luke havia feito merda, com certeza deve ter sido para que o seu irmão tribal não prejudicasse o nome da matilha por causa daquela ceninha ridícula que ele protagonizou, o Alpha fez da forma errada, fez mas foi por conta do Philodox que resolveu agir como alguma coisa que não era um Philodox.

Em seguida vem as palavras de Pacificador e ele tinha razão em muitas coisas, Derek via as coisas, só ficava quieto mas via, o Philodox desde o primeiro momento que foram apresentados como matilha já questionava as atitudes de Luke como Alpha, até chegar num momento que começou a mandar como se fosse Alpha sendo que nem o Beta ele era e na frente de toda Seita faz aquilo e põe o Alpha em xeque, alguma coisa errada havia ali e era inevitável não pensar daquela forma diante dos acontecimentos. O que incomodava Derek na postura de Luke era a tal da tentativa de intimidar todo mundo, o Ragabash tinha muita preguiça disso.

As coisas só pioravam a medida que a conversa se acalorava, o Philodox não deu pra trás com a intimidação do Alpha e ainda foi pra cima do mesmo, um bate boca sinistro, Victor mais uma vez tinha o que queria, Luke ia como um patinho nas ideias do Philodox e de tanto que Victor pedia por um soco, Luke baixa a bola e acerta um potente soco na cara de Victor, nesse momento o Ragabash apenas coça a testa e ainda não se mete, não tinha nem porte físico para aquilo, então deixa rolar. O lupino estava o tempo todo querendo sair dali e se Derek não tivesse coisas a falar tb teria feito aquilo mas permanece.

Engraçado como os Ahroun estavam querendo resolver as coisas, Pantaneiro depois de ter se exposto ao ridículo e ter sido posto pra correr pela Fúria Negra queria cantar de galo pra cima do Skull, o bom desse lance de querer resolver mostrando quem é maior é o Alpha interfere após as palavras de Skull e se põe entre os dois.

Derek resolve quebrar seu silêncio e começa a falar com muita tranquilidade, ele não era de querer intimidar, não queria brigar, pra dizer a verdade só queria voltar pra festa e curtir então já diz:

-"Eu não vou falar muito não, e se eu fizer alguma pergunta pros senhores, por favor saibam que é uma pergunta retórica pq pra mim essa treta toda foi totalmente desnecessária e estávamos tentando conseguir informações pra resolver coisas realmente importantes. Bom, primeiramente, Victor, você como Philodox resolve desrespeitar uma apresentação oficial numa cerimônia a mando da Líder da Seita na frente da Seita inteira só pq acha que isso é o certo? Você o fez estando junto à sua matilha e realmente acha que aquilo não poderia respingar na gente? Sério? Se os carinhas lá erraram e como Luke falou metade da Seita estava sabendo, seu protesto silencioso e nada foi a mesma coisa, quem tinha que saber já estava sabendo e com certeza atitudes foram tomadas. Cara, talvez seja bom pensar sobre o assunto e vamos tocar o barco pra frente."

Diz isso olhando para o Philodox mas com bastante tranquilidade, não queria que aquilo virasse um discussão e por isso deixou bem claro que só queria que as partes pensassem, vira para Luke e prossegue:

-"Alpha, só tenta colocar a cabeça fora da caixa um pouco, vc quer liderar pelo medo, pela intimidação ou quer pelo respeito e companheirismo? O Philodox da nossa matilha fez uma merda que ninguém imaginou que ele fosse fazer, você deveria ter colocado ele no lugar dele lá no local ou então pedido os serviços do outro Philodox? Vem falar que quem colocar o nome da matilha em xeque vai sair com mais que dentes quebrados? Que tipo de matilha iremos nos tornar quando pra resolver nossos problemas tudo que rolar for sangue e mutilação? Minha visão de matilha é que somos irmãos e que vão tentar crescer e enaltecer o nosso nome como matilha juntos, e se tivermos que sair na porrada, vamos sair quando for necessário. Luke, foi mal mas a porrada agora não era necessária, você só fez o que ele queria que você fizesse, a hora da porrada era lá na frente da seita não aqui na frente da Matilha. Lá iriam ver que a gente resolve o problema na hora e em matilha, aqui de baixo dos panos a impressão que eles ainda tem de nós é que vamos virar as costas. Eu não tô querendo te recriminar, não tô querendo ser alpha, tô tentando passar a minha visão e tentar, talvez, mostrar pra vocês como o povo lá deve tá pensando agora."

Olha para Pantaneiro e diz:

-"Sobre você, cara, só para com isso de poema, se no mundo humano isso é bem visto na tua terra, ok! Você tá vivendo num mundo garou e sua falta de talento pode ofender os que nasceram pra fazer isso. Deixe que os Galliards contem histórias, dancem e façam o papel deles! Enfim, já falei demais com todo mundo. Como falei antes, foi só uma ideia pra geral, cada um faz o que quer com a própria vida e eu sou só o Ragabash que tá buscando um pouco de tranquilidade nesse fim de noite."

Do início ao fim, as palavras do Andarilho eram tranquilas.
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Pantaneiro - Olhos da tempestade

Mensagem por Yorick MacAlister em Ter Ago 15, 2017 11:23 pm

Pantaneiro previa a situação caótica. Era o que acontecia nesses momentos. Enquanto o Andarilho ia falando, continuava olhando em seus olhos. Falava muita besteira e no final de tudo, um frangote. Tinha mil e uma formas de mostrar pro Theurge que sua visão estava errada, afinal, não tinha enfrentado a Fúria Negra não era porque não queria, era porque estava errado e comprar uma briga diante da Seita não era legal naquele momento para a matilha.

Quando ia falar umas verdades que estavam bem distorcidas aos olhos do Andarilho, Luke se interpõe. Talvez seria Victor que tivesse mandado ele fazer aquilo, mas não, para sua surpresa havia tomado iniciativa por conta própria. Pelo menos aquela discussão tinha servido para aprender algumas coisas.

Conforme Luke vai falando, Pantaneiro vai murchando, ficando mais calmo, se sentindo intimidado a tal ponto de se recolher à sua própria insignificância. Ao final de suas palavras, olha pro Alpha e diz:

- Beleza, Luke.


Volta para o seu lugar e aguarda o prosseguimento das palavras do lobo que sabia que tinha falado algo importante, mas não lembrava extamente o que. Eis que então Spybot toma a palavra. Vai falando o que pensava de cada um e quando chega sua parte, acena positivamente para Spybot com a cabeça entendendo o recado.

Se portava sério e não falaria mais nada nesse momento.

__________________
Off game: Pantaneiro teve 02 sucessos e perdeu no teste de intimidação
.
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NARRAÇÃO - TODOS NO CAERN

Mensagem por NarraDiva em Ter Ago 15, 2017 11:38 pm

Todos ouve um uivo que anunciava:



'- Matilhas Defensores da Mãe, Filhos da Esperança, Bonde do Lixão e Guardiães da Fúria Sagrada se apresentando para servir a Seita à mando do Rei da Nação.'
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Re: Entrada Oeste - Guaratiba

Mensagem por Victor Montenegro em Qua Ago 16, 2017 2:36 am

Victor ainda se acostumava com a dor quando escuta as palavras de Pantaneiro. *Puta que Pariu, meu irmão. Sério que esse imbecil realmente acha que tem direito de ficar com raivinha por alguma coisa?! E pior, será que ele é jumento ao ponto de achar que esse é o momento de falar qualqier merda?!* Mesmo com dor fecha seus olhos e cerra o pulso, ja estava bem perto do seu limite. Skullhead se manifesta jogando a realidade na cara do Fianna e é rapidamente apoiado por Luke, que nao tarda em por o Filho do Cervo em seu devido lugar. O Philodox se acalma um pouco. É então que algo surpreendente acontece. O ragabash que pouco havia falado durante toda noite toma a palavra. Ele nao diz nada que nao ja houvesse sido falado, mas, talvez por nao estar diretamente envolvido, se manifesta de forma imparcial apontando as condutas e os erros dos membros da matilha. Victor respira aliviado. Nao fosse a dor em que se encontrava, talvez até esboçasse um sorriso sincero. O fato de receber uma chamada do irmão de matilha nao o irritava. Ele sabia que havia errado e a sabedoria das palavras do Ragabash nao deviam ser ignoradas. O Senhor das Sombras olha para o andarilho, cospe um tanto de sangue e depois fala de forma respeitosa e em tom calmo:

"- Suas palavras fazem jus ao melhor do seu augúrio. Você está certo e a sabedoria nas suas ponderações é inegável. Muitos de nós erramos hoje, mas daqui por diante melhoraremos." Passa os olhos por todos os membros da matilha. "Todos nós." Pontua com uma breve pausa e continua: "Peço desculpas a todos por minha conduta hoje durante a apresentação. Buscarei que nao se repita."
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Re: Entrada Oeste - Guaratiba

Mensagem por Sussurros Solitários em Qua Ago 16, 2017 4:31 am

*Esses macacos vão me enlouquecer... Esse só pode ser objetivo deles.* Pensa o lobo com o desenrolar de todas ações desde a fala de pantaneiro para com o outro theurge.

Quando Luke lhe questiona ele apenas responde:

"- Estou lhe mostrando apoio, como deve ser feito numa matilha. Eu lhe respeito, Alfa." fala com um ar de quem não entende o que a reação do Alfa. *Ele era pra ter ficado feliz, eu mostrei que respeitava ele. Esses macacos são muito burros e presos em suas vidas humanas idiotas. O quão difícil será fazer um ritual para antepassados dignos possuam os seus corpos?*

O Andarilho responde pantaneiro, Luke fala para todos e ragabash faz mais um discurso seguido de uma submissão merecida de pantaneiro e um pedido de desculpas de Victor.

*Pelo chifre do Uktena! Como falam esses malditos macacos! Blá blá blá blá blá. Por que não calam as suas bocas e resolvem realmente pensar nos problemas que temos a frente? Eu juro por Gaia que seu morrer com essa matilha, morrerei por último para mijar em seus túmulos.* O Lobo rosna levemente com o último pensamento.

"- Agora podemos voltar a missão?" Pergunta o lobo entre leves rosnados mostrando a sua pouca paciência para aquele mimimi humano. *Não adianta falar nada, isso vai apenas fazer com que eles falem mais e mais e mais. Preciso de um espírito que os faça calar a boca. É Óbvio que o alfa intimida todo mundo, assim é a lei da natureza, manda o mais forte e submete-se o mais fraco. Eles vão aprender isso nem que seja a última coisa que eu faça.*
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Pacificador | Guardião-Ancestral - Matilha Olhos da Tempestade

Mensagem por NarraDiva em Qua Ago 16, 2017 8:03 am

'- Espero que sim.' - responde o Galliard ao lupino.

Alef mantivera-se em silêncio durante quase todo o tempo. Suas únicas ações foram para impedir Pacificador de lavar a roupa suja e, mesmo com muita vontade de aproveitar a deixa de Skull-Head e falar umas verdades, opta por engolir mais uma vez a seco para o bem estar coletivo da matilha.

Pacificador, por sua vez, não tinha o habitual sorriso no rosto. Estava sério e preocupado com os rumos da matilha. Assim como Alef, aguardava o que ia ser dito e feito após o anúncio do lupino.
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Legado do Trovão - Olhos da Tempestade

Mensagem por Luke Constantine em Qua Ago 16, 2017 12:42 pm

* Luke observa Pantaneiro tremer nas bases e recuar diante da sugestão de sua fúria. Os instintos mais primitivos do Senhor das Sombras não permitiam que ele desviasse o olhar fixo até se certificar de que seu oponente realmente havia se submetido. Não havia nada mais que quisesse ou precisasse dizer ao Fianna e, com esse resultado satisfatório por ora, volta-se para ouvir as ponderações do Ragabash. Estava bastante cansado de ter que perder tempo para resolver merda atrás de merda mas, ao contrário de tudo que pudera esperar, Spybot trazia em suas palavras apenas sabedoria. O alfa presta real atenção nos conselhos proferidos e podia notar que não havia hostilidade no que era dito, havia apenas lógica e temperança. Após o pedido público de desculpas de Victor, aproveita o momento para consolidar de uma vez por todas: *
 
- A Lua Nova te deu sabedoria, Ragabash. Vou ponderar sobre o que foi dito e reavaliar meus caminhos para o bem dessa matilha.
 
* Olhava para o Sem Lua com aprovação e, em seguida, volta-se para todos os demais dizendo: *
 
- Aproveitemos essa deixa pra crescermos como Garous, realmente precisamos.
 
* Não havia muito mais a ser dito, era hora de encerrar os embates de uma vez por todas, do contrário estariam definitivamente fadados ao fracasso. Olha para o Lupino quando ele lhe explica o significado do chamego que dera antes e acena positivamente com a cabeça algumas vezes. Fora o lobo, nota que Alef também queria encerrar aquele transtorno. Diz ao Uktena em tom mais ameno do que a dureza habitual, embora ainda estivesse bastante sério: *
 
- Eu aprecio sua lealdade, lobo. Você fez bons progressos com essas descobertas e é hora de focar nisso, mas não aqui. * Olha para a matilha como um todo e encerra: * - Vamo voltar pra festa, a Olhos da Tempestade deve retomar  o caminho da glória.
 
* Dito isso, começa a caminhar pela trilhas de volta para a Clareira Central. *
 

OFF: A cena continua na Clareira Central para quem me acompanhar.
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Skull-Head (Hominídeo) - Matilha Olhos da Tempestade | Justiça-do-Predador

Mensagem por Skullhead em Qua Ago 16, 2017 2:03 pm

Luke interpõe o Fianna e despenca uma surra de palavras sobre ele. Pantaneiro ia visivelmente diminuindo diante das palavras do Alpha e a pompa de "valentão" ia dando lugar para uma postura amena. O Senhor das Sombras exalava selvageria e conseguia colocar o outro Ahroun no devido lugar dele. Skull-Head via aquilo com a mesma cara de antes. O tédio tinha se instalado em definitivo.

Com o filho do Cervo prostrado, é a vez do Ragabash, que havia ficado calado todo aquele tempo, falar algumas coisas. E ele fala bem. Ele pondera sobre os acontecimentos e trás à tona a agressividade que Luke lidava com a matilha. O Theurge não via muitos problemas no pulso firme do Senhor das Sombras, ele entendia a necessidade de quebrar alguns ossos em momentos como aquele. O homem era um Ahroun! Era difícil pedir delicadeza para ele.

Victor se redimi e a Olhos da Tempestade parece entrar mais uma vez nos eixos. O Alpha guia eles para a clareira central e o assunto parecia finalmente resolvido. Skull-Head vai acompanhando a matilha e aproveita o percurso para se desfazer do casaco. Ele usava uma camisa solta que deixava a mostra mais de suas tatuagens. Ele joga o casaco pra Victor e diz:

"- Estanca as feridas, Philodox. O tecido do casaco é melhor pra isso!"

Era uma maneira de mostrar apoio. Ele continua o caminho para clareira.
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Re: Entrada Oeste - Guaratiba

Mensagem por Victor Montenegro em Qua Ago 16, 2017 2:35 pm

Victor olha para skullhead e diz com a voz meio fanha por conta do nariz quebrado:

"-Baleu. Bains é benlhor deixar sangrar bais. Debois eu ajeito isso."

Faz um aceno leve com a cabeça e segue com a matilha pra clareira central.
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Re: Entrada Oeste - Guaratiba

Mensagem por Derek Spencer em Qua Ago 16, 2017 6:31 pm

Spybot - Matilha Olhos da Tempestade

O Ragabash apenas sorri e meneia a cabeça positivamente para seus irmãos de matilha, fica feliz com o resultado de suas palavras e após todos falarem o jovem segue com os Garous para a Clareira Central.
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Re: Entrada Oeste - Guaratiba

Mensagem por William McLeod em Dom Set 17, 2017 10:49 pm

Quem caralhos William queria  impressionar ao resolver chegar pelo Caern fazendo trilha, o jovem Fianna nunca iria lembrar depois da segunda pontada que sentira no baço devido à exaustão. Ele deu-se conta disso pouco depois de o jovem escorregar no mato, cair de quatro e ridiculamente rastejar até conseguir se pôr em pé, com as mãos esfoladas e o kilt vermelho e preto sujo, e se lembrar que poderia ter feito o trajeto muito mais facilmente como lobo ou então por um dos caminhos mais fáceis. Usando algumas palavras que sua mãe com certeza teria lhe dado um tapa na boca por falar, ele muda sua forma agora já puto e mal humorado, deixando que os xingamentos se perdessem em rosnados proferidos ao vento enquanto ele atravessa o restante da trilha, só tendo lembrado que precisava se apresentar algum tempo depois e tomado de pânico devido ao descuido imbecil que poderia custar sua vida, o garoto em forma lupina uiva de uma só vez e o mais rápido possível:

- WILLIAMMCLEODCORAÇÃODATEMPESTADEGALLIARDFIANNACLIATHNASCIDOENTREOSHOMENS...

Ele pausa, respira e termina, agora mais calmo.

- ...pede para poder entrar no Caern.

É um uivo alto, límpido e com uma sonoridade deliciosa de se ouvir se não tivesse sido tão rápido e praticamente initendível.
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Garras-do-Trovão - Coração-da-Tempestade

Mensagem por NarraDiva em Dom Set 17, 2017 10:56 pm

Não demora muito e um homem muito bem vestido (e limpo) chega para recepcionar William. Ele também estava na forma humana, mas seus trajes demonstravam que ao contrário de Will, ele andava naquelas trilhas até mesmo de olhos fechados sem se sujar. Carismático, sorri para o Fianna e diz:

'- Precisa de ajuda, jovem? Você é?'

A Fúria que emanava em grande quantidade demonstrava que estava diante de um Lobisomem. Apresentações ainda não haviam sido feitas.

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Re: Entrada Oeste - Guaratiba

Mensagem por William McLeod em Dom Set 17, 2017 11:10 pm

William respira aliviado ao perceber que o Garou que chega vinha em paz e imediatamente passa para a forma hominídea, mostrando um moleque muito alto mas meio magrelo de cabelos ruivos e olhos vividamente verdes em um tom desconcertante e meio assustador que só poderia ter sido herdado de seus antepassados feéricos. Estava suado, com o kilt sujo de grama e barro e se não fosse por ser tão  naturalmente carismático, seu sorriso poderia parecer de desespero ao invés de satisfação em ver que não era o único ali...


- Ah...oi, er...
- ele para um segundo, tentando lembrar qual pronome de tratamento deveria usar com um Garou -
...brother.


Vai pelo senso comum ao se dirigir à cariocas, e o faz isso com naturalidade demais para ter sido intencionalmente ofensivo. Ofegante, continua:


- Eu, nossa cara, sou o Will. William. William McLeod, dos McLeods das Terras Altas, na Escócia... manja?


Respira, coloca a mão nos joelhos. Visivelmente desacostumado àquela atividade.


- Mas então...Eu sou de São Paulo, mano...na minha terra a gente tem um parque apenas...e ele é PLANO! Porra, como vcs se viram aqui? Pensei que ia ser na praia o Caern..um pexinho frito, um camarão, águinha de côco, sabe? Todo mundo deve ser magro aqui...Gaia do Céu...


Ele olha para o vigia enquanto fala, como se buscasse empatia e até concordância, mas a expressão em seu rosto parece lhe lembrar o que tinha que fazer:

- Me chamam Coração-da-Tempestade, eu sou Fianna e Galliard, Cliath, nascido entre os homens. Meu pai me mandou pra cá...
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Garras-do-Trovão - Coração-da-Tempestade

Mensagem por NarraDiva em Seg Set 18, 2017 8:13 am

O Senhor das Sombras sorri com a apresentação atrapalhada do Fianna e comenta com ele, em resposta e já se apresentando:

'- David Owen Konietzko, Garras-do-Trovão, Hominídeo Adren Ahroun dos Senhores das Sombras e um dos Guardiões desse Caern. Venha comigo, ainda tem alguma subida até a clareira central. Aqui é tudo montanhoso, é bom ir se acostumando...'

Diz e sorri guiando o Fianna pelos caminhos do Caern.

OFF GAME: Cena continua em Clareira Central.
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