A Umbra Rasa (Penumbra)

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A Umbra Rasa (Penumbra) - Página 25 Empty Re: A Umbra Rasa (Penumbra)

Mensagem por Sussurros Solitários em 11.06.19 21:25

Forma atual: Lupino -> Crinos

O Uktena se põe na forma de batalha e apenas olha para a matilha esperando que façam o mesmo. Eles já pareciam ter se acostumado com isso para estarem na presença do totem. 

Trabalhando em forma conjunta com Magdalena o lua crescente usa sua garra para verter sangue enquanto escreve os glifos do Elefante, da matilha e da ninhada do Uktena no chão criando um círculo de conjuração. Enquanto trabalha o Uktena entoa o cântico de conjuração na língua dos espíritos olhando nos olhos da outra theurge e trabalhando no ritmo até que o transe tome conta e eles entoam de forma uníssona as palavras que trariam o elefante até ali. 

Bastava agora esperar a manifestação do Grande Elefante.
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A Umbra Rasa (Penumbra) - Página 25 Empty Re: A Umbra Rasa (Penumbra)

Mensagem por Magdalena em 11.06.19 22:07

Ao se colocar em sua forma de batalha olha para o Lupino, que faz o mesmo. Ambos aguardam a matilha também fazê-lo.
Pensa em sua experiência como Alfa e entende que tem ainda muito a aprender. Já havia mostrado um pouco de si a Sussurros Solitários durante a batalha. Agora ele a convidava a fazê-lo diante sua nova matilha.

O Lupino usa sua garra para fazer verter sangue e Magdalena faz o mesmo, trazendo de dentro de si o que oferece à tribo, à matilha e ao totem, aquilo que move sua própria carne. Enquanto o círculo de conjuração é desenhado pelos dois, acontece ali naquele chão a união entre a ninhada do Uktena e do Fenris. Entre cânticos de conjuração na língua dos espíritos encara o Theurge nos olhos de volta, enquanto seus sentidos vão entrando em um estado de consciência que gera ligação direta entre a imensidão do inconsciente e os fios que tecem o destino do universo. Suas vozes vão assumem gradativamente o mesmo ritmo e em transe conduzem as palavras que trariam o elefante.

Seus pensamentos silenciam por um instante. Respira.

Aguardaria agora a manifestação do nobre Espírito.
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A Umbra Rasa (Penumbra) - Página 25 Empty Elefante | Guardião-Ancestral (C) - Matilha Olhos da Tempestade

Mensagem por NarraDiva em 12.06.19 8:15

Alef assume a forma Crinos durante os trabalhos de conjuração.


Cansado, após as recentes batalhas, mas fortalecido pelo elo que criava com sua matilha e com os feitos da mesma, o Elefante se materializa e já fala com eles:


'- Olhos da Tempestade precisar de Elefante. Elefante feliz com Olhos da Tempestade.'

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Mensagem por Sussurros Solitários em 12.06.19 9:08

Forma atual: Crinos 

O Uktena assume uma postura respeitosa diante do totem e fala em garou para que todos entendam: 

“- Poderoso Elefante, queremos agradecer por tua força e apoio! Sem sua ajuda não teríamos conseguido resgatar mais um caern em tempos tão difíceis. Aproveito para apresentar tua nova filha Valkyria Negra, nascida mulher sob a lua crescente, cliath dos Crias de Fenris e valorosa guerreira de Gaia.” 

Após uma pausa o Lobo continua olhando para a Cria de Fenris:

“- Valkyria-Negra nosso totem nos da força e segredos ocultos. Em troca em ele nos pede como dogma nunca usar nada que venha de seus filhos terrestres e combater aqueles fazem mal a eles nesta terra. Você jura cumprir seu dogma?”

Off game: quando o Lobo agradece ele doa um de gnose ao totem.
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Mensagem por Arauto-da-Morte em 12.06.19 9:31

Forma Atual – Crinos


O Lobo, sob o julgo de Hadrian fora muito brando com a Peregrina Gibosa, mas, para a sorte do universo, não cabia ao Lua Nova julgar..

Quando a travessia é completa, Sussurros da diretrizes diretas à matilha e, estranho eram os desígnios de gaia..

*Eu estou torcendo por um Roedor?*

.. Talvez não fosse de todo estranho, já que ele pretendia trazer um dos mortos, desafiando a ordem natural, meramente por uma dívida com um rato.
O Philodox começa a...

*O Doce perguntou pro doce, qual doce mais doce que o doce de batata doce.. *

... Mas a fala do Presa de Prata faz um arrepio correr pela espinha do Ragabash..

*Precisamos encarar nossos inimigos...* - O Poço de ódio que era aquela matilha algumas vezes assustava Royce, sabendo que ele mesmo, era uma boa cubagem desse fel..

Quando os preparativos para a invocação do Totem são feitas, o Peregrino logo se põe em forma de batalha e observa, mais uma vez, o Ritual dos Theurges, posto que ele mesmo desejava em breve aprender o mesmo.

*Sangue e vontade..*

Aquelas pareciam as pedras basilares da sociedade Garou.

Quando o Elefante se manifesta, uma pontada de felicidade desponta no peito do Peregrino. Era sempre bom ver seu totem, ainda mais quando este estava.. Feliz...

Ajoelha-se respeitosamente ante a presença do mesmo, fazendo de seu silêncio e reverência as boas vindas..
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Mensagem por Gabriel Villas Boas em 12.06.19 10:07

Gabriel ouve o comentário do Filho de Falcão e diverge em seus pensamentos. Poderia ele falar sobre como a vitória do desafio daria um recado para a Seita, instruiria os récem-chegado e orgulharia a matilha.

* É bem mais complexo que vingança...* 

Pondera, porém, ao passar sua forma para Crinos. Os Theurges iniciavam a conjuração e a última coisa que precisavam era uma nova cena - ainda mais na frente do totem. Gabriel apenas responde o olhar de Alef com um sorriso singelo e o cumprimento com cabeça simpático.

O resplandecer do Elefante se materializa na frente da matilha e Gabriel imediatamente o reverencia. Vendo o ar cansado do totem e sabendo como foi a última batalha, o Filho de Gaia igualmente doa gnose ao totem.

OFF: 1 gnose para o fantinho
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Mensagem por Ossos-de-Carvalho em 12.06.19 11:04

Hominideo -> Crinos

O Roedor de Ossos desafia a Peregrina, para aqueles tempos difíceis, aquela parecia uma boa alternativa. Direta e reta, sem floreios.

Diante da ordem do Alfa de treina-lo O Fianna olha para o Roedor e responde:

" - Você vai vencer, se prepara. E de quebra ainda vai ter a oportunidade de ficar um bom tempo vendo esse rosto belo aqui que vos fala."

Ele fala passando a mão pelo rosto.

Ao iniciarem as invocações, a postura de Ian muda, ele assume sua forma Crinos. Quando o Elefante chega o primeiro pensamento do Fianna é:

* OWWWWWW AIOOQKDAS OWWWWWWWWWW

Mas se põe em posição de respeito perante ao Elefante e deixa Sussurros fazer o que sabia fazer enquanto aproveita e como presente de recepção doa um pouco da sua Gnose para ele.

OFF: Doo 1 de Gnose para o Totem.
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Mensagem por Victor Montenegro em 12.06.19 13:09

Os Theurges fazem um bom trabalho e o totem, mais uma vez, se manifesta frente aos membros da Olhos da Tempestade.

O Elefante parecia possuir uma compleição mais forte do que a de outrora, mas se mostrava um pouco enfraquecido dado o último combate. Ele se mostra feliz com os feitos da matilha e aquilo em muito agrada ao Philodox, que faz uma reverência respeitosa e doa uma pouco de sua gnose para aquele que tanto ajudara a Matilha na reconquista do Caern de Cura.

Off: Doa 1 de Gnose pro Fantinho.
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Mensagem por Diogo'Papo-Reto' Moncorvo em 12.06.19 22:24

Forma atual: Crinos 
Interações: Papo-Reto - Olhos da Tempestade | Elefante


A conjuração é feita com sucesso e o elefante surge diante de todos. Estava mais forte, mas tinha um semblante cansado... o que era justificável visto que havia participado de todo o caos da batalha anterior e havia sido molestado pelo maldito arquimago.

O Roedor reverencia o Totem, ouvindo as palavras de Sussurros ao mesmo. Observando os irmãos doarem parte de sua energia espiritual ao mesmo, Diogo também o faz. Estava em dívida com o seu novo espírito protetor, precisava se redimir.

OFFGAME: Diogo também doa 1 ponto de Gnose ao Elefante.
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Mensagem por Magdalena em 13.06.19 12:55

Seguido de um breve silêncio, o elefante se materializa. Após a batalha daquela noite, apesar de tantas perdas, o objetivo principal foi alcançado. O espírito parecia cansado, mas satisfeito.

A Theurge assume uma postura respeitosa e é apresentada pelo irmão de augúrio.
Mesmo que à mais breve troca de palavras, lhe advertiram sobre a Olhos da Tempestade. Mas ao ver como todos da Matilha reagem ao elefante demonstrando devoção e respeito, lembrando de como cada um agiu aquela noite dentro e fora do campo de batalha, estava tirando suas próprias conclusões.

Um a um vão desprendendo parte de sua energia espiritual ao Totem, menos ela.
Não por desrespeito ou por orgulho, mas em batalha a Fenris não sabia ser metade, e durante o embate daquela noite havia dado, em corpo e espírito, tudo que tinha.

O Uktena apresenta o Dogma daquele espírito e Magdalena escuta atentamente acenando positivamente com a cabeça. Volta seu olhar para o Totem após a explicação do Lobo e com um dos joelhos apoiado no chão, abaixa a cabeça por um instante e responde:

"Juro cumprir o dogma, poderoso elefante."
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A Umbra Rasa (Penumbra) - Página 25 Empty Elefante | Guardião-Ancestral (C) - Matilha Olhos da Tempestade

Mensagem por NarraDiva em 16.06.19 10:03

Magdalena sente a bênção do Elefante recair sobre si. A Fenris sentia-se mais forte e carismática que o comum após o Totem estender seu poder sobre si:


'- Elefante abençoar Filha de Fenris.'


O espírito olha para os membros da matilha para ver se havia mais algo a ser dito.
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Mensagem por Sussurros Solitários em 16.06.19 21:32

Forma atual: Crinos

O Lobo sente a ligação espiritual com a nova irmã de matilha de imediato e agradece ao totem:

"- Obrigado Poderoso Elefante. Traremos Glória em teu nome!"

Após o Totem desaparecer o Uktena fala a matilha: 

"- Alguém tem algum assunto para discutir ou precisa de ajuda com algo?"
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A Umbra Rasa (Penumbra) - Página 25 Empty Guardião-Ancestral (H) - Matilha Olhos da Tempestade

Mensagem por NarraDiva em 17.06.19 9:45

Alef apenas troca um olhar cúmplice com Victor diante das palavras do lupino enquanto o Elefante se desmaterializa.
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A Umbra Rasa (Penumbra) - Página 25 Empty Re: A Umbra Rasa (Penumbra)

Mensagem por Victor Montenegro em 17.06.19 12:47

O totem abençoa a Cria de Fenris e com isso, mais uma vez, Victor sente o elo totemico liga-lo à sua nova irmã. Era sempre uma sensação estranha para o Philodox o fato de, Misticamente, passar a se importar com alguém que há minutos era uma completa desconhecida, mas aqueles eram os desígnios de Gaia.

O Totem se desmaterializa e com isso Sussurros-Solitarios questiona se os demais tinham mais algo a tratar com ele. Alef lança um olhar cúmplice a Victor, que o retribui E responde em tom brando ao Lobo dos Uktena:

'- Bem, Aedo Campeão nos convidou a realizarmos juntos um ritual da conquista. Já que acabamos de ser acusados de só nos unirmos quando estamos com a corda no pescoço, acho que este é um convite que devemos aceitar. Aqueles que não desejarem ou não mais puderem receber o ritual podem apenas acompanhar, mas creio ser interessante todos irmos enquanto matilha.'
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Mensagem por Gabriel Villas Boas em 17.06.19 14:54

Indagado pelo Uktena, Gabriel não se manifesta, permitindo que o Elefante parta. A ligação totêmica com a Cria de Fenris conectava seus pensamentos, fazendo Gabriel repensar o tratamento que dera à Theurge, ainda que mentalmente. O Senhor da Sombras se manifesta sobre o ritual da conquista, algo que ele mesmo já havia dito:

"- Sim, Renly espera por nós com uma resposta. É importante nesse momento mantermos - como matilha - a diplomacia com os outros membros, não apenas com Aedo Campeão, e demonstrar à Seita que sabemos agir em conjunto fora da tormenta. Mas antes..."

Gabriel volta-se para Victor:

"- Diferente da Peregrina, eu sei das minhas ações em combate e das consequências delas, Sentinela das Sombras. É importante, para mim, antes de qualquer ritual da conquista, não haver essa pendência entre eu e Ossos de Carvalho..."

Então, o Filho de Gaia passa a olhar o Fianna, permitindo que ele falasse.
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Mensagem por Victor Montenegro em 17.06.19 19:59

Gabriel revalida as Palavras de Victor e, logo após, pede para ser julgado antes de receber o ritual da conquista.

O Senhor das Sombras busca ao Alfa com o olhar e maneira a cabeça pedindo permissão. Tendo está concedida pelo Uktena ele inicia.:

'- Muito bem.' - Passa os olhos rapidamente por Ian e volta-se novamente para Gabriel.

'- Gabriel Villas Boas, Verdade Ancestral, hominídeo, Cliath, Philodox dos Filhos de Gaia. Hoje você deixou que o seu desespero e a sua necessidade de relevancia falassem mais alto do que a sua razão. Impelido pela urgência da situação e por sua vontade de se provar útil, de forma consciente, porém insensata e desnecessária, você levou às portas da morte um irmão. E isto é inadmissível.' - O tom do Jovem Foster era sério assim como o seu olhar para o outro juiz.

'- Ao agir como agiu, você foi de encontro àquilo que significa ser uma matilha e falhou no seu julgamento enquanto garou e, mais importante, enquanto Philodox.' - Victor faz uma pequena pausa para deixar que fosse absorvido o que ele dizia e prossegue.

'-Em que pese o resultado de suas ações tenha sido a Vitória sobre o oponente o preço pago foi quase alto demais e sobre você recai o mesmo julgo de insensatez que recai sobre a peregrina.'

'-Você se apressou. Não confiou na habilidade dos demais irmãos presentes, não considerou os desafios vindouros e apostou com a Vida de Ossos de Carvalho sem ponderar o quanto a sua morte, que quase ocorreu, afetaria a esta matilha ou a este Caern nos tempos que se avizinham.

'-Desta forma, por sua insensatez, eu lhe retiro 4 pontos de sabedoria. Por sua estratégia para Vitória incluir atacar um irmão pelas costas de forma absolutamente covarde, eu lhe retiro 4 pontos de honra e, por fim, para que aprendas o peso da dor, o respeito e a honra entre irmãos assim como para selar esse acontecimento e reestabelecer o equilíbrio na matilha, eu lhe condeno a, após a reunião dos Augúrios, combater com Ossos de Carvalho, nos termos dele, para que sinta a força que quase retirou de nós assim como pra que ele também entenda um pouco melhor as limitações de sua força e o porquê sucumbiu àquela conduta.'  

E finaliza sério:

'- Este é o julgamento. Alguém o contesta?'
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Mensagem por Diogo'Papo-Reto' Moncorvo em 17.06.19 20:25

Forma atual: Crinos.
Interações: Papo-Reto - Matilha Olhos da Tempestade.

A benção vem e o laço de união com a Cria de Fenrir faz surgir um comichão no peito do Roedor. Era diferente sentir aquele sentimento fraterno com Garous de outras Tribos, havia de ter uma primeira vez para tudo nessa vida.

*Quem diria, mano, que diria.*

Após isso, o Elefante vai embora e o Alfa questiona outros assuntos pendentes. Victor pontua sobre o Ritual de Conquista coletivo da matilha, ao passo que Diogo concorda com suas colocações. O Filho de Gaia reafirma as falas do outro meia lua, acrescentando um peso as suas costas. Ele afirma ter atacado Ossos-de-Carvalho e aquilo faz crescer uma pulga atrás da orelha de Papo-Reto... talvez houvesse realmente uma pulga atrás de sua orelha, mas dessa vez ele estava tratando da pulga metafórica.

O Roedor de Ossos estava imobilizado nesse momento e não havia visto a manobra desonrosa - até para os padrões do filhos do Rato - que Gabriel havia feito. Ele só consegue entender um pouco do ocorrido quando Victor começa a explicar melhor durante sua sentença.

Com a pena dada, o Philodox questiona se havia contestação e Diogo passa os olhos por seus irmãos. Ele só consegue pensar:

*Quem tem cu tem medo de peitar esse moleque caiolho aí...*
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Mensagem por Arauto-da-Morte em 17.06.19 20:28

Forma atual - Crinos

Após a bênção, o totem se vai, deixando novamente eles com a adorável companhia uns dos outros.

O lobo pergunta à todos sobre assuntos ou ajuda, e, o ranzinza Ragabash mantém-se calado.

*Esse morde e assopra do cacete..*

Logo, os exaltados heróis se propõe a apresentarem-se para um ritual da conquista, ritual este que Hadrian não estava nem um pouco inclinado à se submeter, afinal, quase como os philodox, ele sabia as consequências de seus atos sobre seu próprio renome, e, o Frenesi da Wyrm, aliado a um ódio combinado e palavras duras certamente haviam tomado seu quinhão.

Mas, antes que pudessem ir, Gabriel, Verdade-Ancestral-se-apresenta-novamente, pede para ser julgado por Victor..

*Não tem nem a decência de se dirigir à quem quase matou..*

O senhor das sombras, por sua vez, não perde tempo em proferir seu julgamento, afinal, ele próprio fora testemunha do ocorrido, e, graças a bondade de gaia, não ficaria a escutar ali todas as versões do ocorrido, tampouco pedira para chamar todos os presentes..

*Afinal, quase todos estão mortos hahahahaha*

..mas, apenas uma pequena parte do julgamento causara desconforto à Arauto-da-morte.

Se adiantando frente a matilha, o Esguio Ragabash começa a falar..

“-Eu o contesto, não enquanto a punição, mas, sua em sua fundamentação, afinal, você acaba de comprar a atitude do JapaChinaQueAdoraSeApresentar, que mesmo atacando pelas costas, não tentou deliberadamente acabar com a vida de um irmão, com uma covarde incompetente, até mesmo em mentir, que atacou outro garou gaiano da maneira mais mortal possível, logo, justa é a perda do renome, mas, a equiparação àquele fardo, acho desnecessária!”

O Peregrino se divertia enquanto falava, existia ali um misto calculado de humor para que o pesado clima que pairava sobre a matilha, inclusive o causado sobre ele, fosse amainado!

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Mensagem por Victor Montenegro em 17.06.19 20:42

'- Eu concordaria com você até antes do Terceiro salto e se não fosse Verdade Ancestral um Philodox ou Ossos de Carvalho seu irmão de Matilha. - Ao contrário do de Hadrian o tom do Philodox permanecia absolutamente sério. Se havia uma contestação, mesmo que meio jocosa, o julgamento não havia acabado e cabia a Victor permanecer em seu papel de Juiz.

'- Sobre a meia lua recai o dever da sensatez. Sob seu augúrio está a égide do equilíbrio. E aí ele falhou. Neste sentido a falha dele se equipara à falha de Dione. Se por culpa consciente ou dolo eventual é irrelevante. Ele deveria saber melhor. Deveria ser melhor. A régua que rege essa matilha não está ao nível da lama. Se isso era tudo o que se tinha a contestar, dou por esclarecido o fato e finalizado o julgamento.'
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Mensagem por Gabriel Villas Boas em 17.06.19 21:24

Antes de qualquer palavra do Fianna, Victor pronuncia seu julgamento. Quase todos ali estavam presentes na hora do ataque, incluindo o Juiz. Não havia necessidade de testemunhas ou depoimentos. Com seriedade e silêncio, ele houve a sentença. Não havia muito o que falar sobre a punição. Ao fim da sentença, o Peregrino contesta, refutando a comparação com a mentirosa do deserto. Há um conforto em ser distanciado, mesmo que rechaçado pelo Juiz.
 
Ainda em silêncio, resta a Gabriel a acatar a sentença. Ao fim das palavras do Senhor das Sombras encerrando o julgamento, o Filho de Gaia inclina a cabeça indicando compreender os termos da punição. Ao erguer novamente a cabeça, busca o Fianna no olhar e caminha até ele. Ao estender a mão para um cumprimento, ele diz tranquilo:
 
“- Combinado?”
 
Era uma pergunta retórica. Sentença dada e inconteste, não havia margem para reverter e o Filho de Gaia sabia disso. Ainda, buscava ele encerrar o assunto de vez dentro da matilha.
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Mensagem por Sussurros Solitários em 17.06.19 21:52

Forma atual: Crinos -> Lupino 

O Juiz menciona um convite para um ritual da conquista e lobo pensa: 

*Se eu soubesse disso antes não teria pedido o meu para o Wendigo...*

O Lobo apenas acena positivamente  e dessa vez o Filho da Gaia pede a palavra e relata uma pendência entre ele e Ossos de Carvalho. O Lobo não havia presenciado a cena e fica curioso.  O Julgamento do Senhor das Sombras é rápido e satisfaz a curiosidade do Uktena, a punição parece justa ao lupino mesmo que ele ainda não entenda o motivo das ações do filho do Unicórnio. 

O Lua Nova detestável contesta algo que não faz sentido para o lobo e Sentinela-das-Sombras rebate a contestação e encerra o julgamento. O Filho do Unicórnio pergunta ao filho do Cervo se tudo estava certo e enquanto espera a resposta o lobo fala: 


"- Vamos voltar ao mundo físico para o ritual de conquista." 

O Lua crescente espera que todos fiquem em contato para a travessia, mas só a faria após a resposta do Fianna para quem ele olhava curioso sobre a reação com o desafio.
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Mensagem por Diogo'Papo-Reto' Moncorvo em 17.06.19 22:22

Forma atual: Crinos > Hominídeo
Interações: Papo-Reto - Matilha Olhos da Tempestade

O Roedor ouve a contestação do Peregrino e só consegue olhar para ele, pensando:

*Essa aí, por exemplo, já não deve ter as pregas para ter medo de perdê-la...*

Ele até concordava em certo ponto com o Lua Nova, mas a tréplica do juiz era tão boa e convincente que era impossível não achar tudo o que ele fala tão correto e coerente... o pivete tinha lábia. No fim, a pena não muda em nada e o lua nova tem seus segundos de atenção com sucesso.

Sem mais nada a resolver ali, ele vê o lobo voltando a sua forma racial e assim ele também o faz, já se aproximando do Alfa para a travessia.
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Mensagem por Arauto-da-Morte em 17.06.19 23:36

Forma atual - Crinos

O Ragabash dá de ombros e, olhando para o filho de Gaia, faz , com a melhor linguagem corporal o “Eu tentei..”..

*Tomara que ele não use a viola..*

.. Hadrian era versado o suficiente na merda da vida para entender que, aquilo que os apontavam por, era a mais pura verdade...

*Apenas nos juntamos em desafio à merda... sem ela.. nos matariamos em uma noite..*

Assentindo as palavras do Alfa, ele apenas se coloca próximo ao mesmo para a travessia.

Era triste perceber, mas, com a morte de Hadrian, Royce havia de fato perdido a única família que conhecera.
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Mensagem por Magdalena em 18.06.19 0:40

A bênção vinda do Fenris antes da batalha lhe gerou uma união em função de um propósito, um objetivo claro de ir à frente até que aquele fosse atingido.

Sendo apresentada por seu agora alfa ao totem da Olhos da Tempestade, Magdalena sente algo diferente. A bênção do Elefante lhe faz sentir não apenas mais forte, mas com uma empatia esquisita, um sentimento estranho para com aqueles que estavam ali. Ainda eram os mesmos, mas ao se erguer da postura antes ajoelhada em respeito ao espírito e à bênção que recebera, sente para com eles uma ligação que lhe fez encarar os que estavam a sua volta.

A Peregrina tinha lhe dado bastante desgosto, mas sua indignação com ela agora parecia ainda mais forte por esta ter atentado contra o Roedor de Ossos. Mohammed, que lhe criticou em outro momento, se tornara ainda mais odiento por ter feito o Peregrino chegar aquele ponto. Ao passar o olhar por cada um, entendeu que estava agora entre irmãos.

*Gaia tem jeitos misteriosos de unir filhos tão diferentes...*

Não havia por ela mais nada a dizer, estava feito. O espirito se vai.
Sussurros Solitários abre a palavra para resolver questões pendentes e o Senhor das Sombras endossa o ritual da conquista com Aedo Campeão, sugerido pelo Filho de Gaia. Mas antes, um julgamento seria feito.

*Concordaria com ele até antes do terceiro salto? Porra... Mas taí. Nunca achei que para os Filhos do Unicórnio os fins justificavam os meios. Esse Filho de Gaia, apesar de tudo, parece ter um jeito de pensar até interessante.*

A Theurge não presenciou o que havia acontecido, mas escutava em silêncio atentamente as palavras do Juiz. A sentença, contestada pelo Lua Nova de forma ácida em sua argumentação, foi dada.

Volta a sua forma racial, se põe próxima ao Lobo e aguarda para a travessia.
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A Umbra Rasa (Penumbra) - Página 25 Empty Guardião-Ancestral (H) - Matilha Olhos da Tempestade

Mensagem por NarraDiva em 18.06.19 8:45

'- Espere...' - diz Alef antes que todos toquem o lobo.


'- Eu queria me apresentar pra matilha.' - seu tom era sério.


'- Eu sou Alef Campbell, Guardião Ancestral. Forsten Hominídeo Galliard dos Presas de Prata. Sou um bom contador de história, excelente em ritos fúnebres, em ritos motivacionais e em ritos de conquista, bastante talentoso com instrumentos musicais, bom de canto, bom de papo, eficiente em duelo de Klaives e pronto para ajudar a matilha sempre que ela precisa.'


Imaginando a contrariedade de todos, prossegue, agora com a língua mais afiada:


'- Como notei que todos buscam Galliards fora da matilha, achei oportuno me apresentar para que, numa próxima vez, visto que recusar o convite de Aedo-Campeão seria deselegante, saibam que existem coisas que podem ser resolvidas internamente na matilha que tem não apenas um, mas dois Galliards.'


Olha para Papo-Reto quando cita dois Galliards. E, tendo falado o que tinha para falar, toca o lobo para sair da Umbra.
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